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12 movimentações que moldaram a offseason da WNBA e suas implicações para 2026

12 movimentações que moldaram a offseason da WNBA e suas implicações para 2026

A offseason da WNBA foi marcada por mudanças significativas, incluindo demissões de treinadores e negociações intensas de CBA. O que essas movimentações significam para a próxima temporada?

A offseason da WNBA foi incomum, com um impasse trabalhista que atrasou diversas decisões. Antes do término da temporada, três treinadores foram demitidos. A jogadora Napheesa Collier criticou abertamente a liderança da liga e a comissária Cathy Engelbert, estabelecendo um clima tenso para as negociações.

Em outubro, a liga enfrentou prazos de CBA que foram adiados, mas conseguiu realizar a loteria do draft em novembro. Após intensas negociações, um novo CBA foi alcançado em março, permitindo que a liga seguisse com o draft de expansão e a agência livre em um curto espaço de tempo.

Entre as principais mudanças, o Seattle Storm demitiu Noelle Quinn, enquanto o New York Liberty dispensou Sandy Brondello, que havia levado a equipe ao seu primeiro título. Brondello foi rapidamente contratada pelo Toronto Tempo, uma das novas franquias da liga.

Além disso, o Dallas Wings trocou de treinador, trazendo Jose Fernandez para liderar a equipe. O Portland Fire e o New York também preencheram suas vagas de treinador com novos nomes, incluindo Alex Sarama e Chris DeMarco, respectivamente.

As tensões entre jogadores e a liga aumentaram, especialmente após as críticas de Collier sobre a liderança da comissária. As negociações do CBA foram marcadas por propostas que incluíam salários máximos de até 1,2 milhão de dólares, mas as partes ainda estavam distantes em questões de divisão de receitas.

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