
All-Stars se opõem ao teto salarial e acreditam que há tempo para evitar conflitos
Paul Skenes, Juan Soto e Bryce Harper, entre os All-Stars do beisebol, afirmam que os jogadores nunca aceitarão um teto salarial, mas acreditam que ainda há tempo para evitar um conflito que poderia encurtar a temporada de 2027.
Os All-Stars do beisebol, incluindo Paul Skenes, Juan Soto e Bryce Harper, manifestaram sua oposição a um teto salarial proposto pela MLB. Skenes, que faz parte do comitê de negociação da união, destacou que ambos os lados têm limites que não estão dispostos a cruzar. A MLB deve bloquear os jogadores imediatamente após o término do contrato de trabalho de cinco anos em 1º de dezembro.
A proposta da MLB inclui um teto salarial de $245,3 milhões para 2027 e um piso de $171,2 milhões, o que obrigaria algumas equipes a gastar mais. Soto, que assinou um contrato recorde de $765 milhões com o New York Mets, expressou descontentamento com a proposta, afirmando que "isso é ruim". Harper, por sua vez, enfatizou que a oportunidade de os jogadores serem bem pagos é fundamental e que a associação de jogadores não concordaria com um teto salarial.
As negociações começaram em maio e devem ser retomadas após o All-Star Game. A união busca expandir os direitos de agência livre e arbitragem salarial, além de quase dobrar o salário mínimo na liga. Skenes acredita que ainda há tempo antes de haver um movimento real nas negociações, enquanto outros jogadores, como Mason Miller, mantêm otimismo em relação ao futuro do beisebol.
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