
Aston Martin afirma estar satisfeita com equipe apesar de rumores sobre Christian Horner
Adrian Newey, da Aston Martin, declarou que a equipe está muito satisfeita com seu quadro de pessoal, mesmo com rumores que ligam Christian Horner ao time britânico. Horner busca retornar à Fórmula 1 após saída da Red Bull.
Christian Horner, ex-chefe da equipe Red Bull, tem sido ligado à Aston Martin enquanto busca um caminho de volta à Fórmula 1 após ter sido dispensado da Red Bull há um ano. Horner, de 52 anos, retornou ao paddock no Grande Prêmio da Grã-Bretanha recentemente, com o presidente da FIA, Mohammed Ben Sulayem, afirmando que Horner deve voltar ao esporte.
Adrian Newey, que trabalhou com Horner por duas décadas na Red Bull, comentou sobre os rumores de que Horner poderia se juntar à Aston Martin. Questionado antes do Grande Prêmio da Hungria, Newey afirmou que ouve falar desses rumores, mas não tem informações concretas. Ele ressaltou que a equipe está muito satisfeita com sua gestão sênior atual e que, embora possam fazer pequenos ajustes, estão contentes com o pessoal que possuem.
A Aston Martin enfrenta um ano difícil, mas chegou à última etapa antes da pausa de verão com uma atualização significativa para o carro. Newey reconheceu que as primeiras corridas foram um "pesadelo completo" e expressou esperança de que a equipe possa alcançar um nível de respeito na competição.
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Novo carro da Aston Martin sofre problema na suspensão traseira na estreia no GP da Hungria
O carro totalmente renovado da Aston Martin enfrentou uma falha suspeita na suspensão traseira durante o primeiro treino livre do GP da Hungria. A equipe ainda investiga o problema que pode limitar a participação de Lance Stroll no restante do fim de semana.
A Aston Martin apresentou uma atualização significativa em seu carro de Fórmula 1 para o GP da Hungria, trazendo 16 melhorias que, na prática, configuraram um carro novo. A intenção era recuperar o desempenho após um início de temporada difícil.
Porém, a estreia da atualização não foi tranquila. Durante a primeira sessão de treinos livres, Lance Stroll sofreu um problema na suspensão traseira esquerda, que aparentou estar solta após o piloto rodar na pista. O carro parou e a equipe rapidamente identificou a falha.
Adrian Newey, chefe da equipe, comentou que a equipe estava trabalhando para entender o que causou o problema e que só poderia comentar com mais detalhes após a análise. A Aston Martin confirmou que a falha foi na suspensão traseira, parte que não fazia parte das atualizações recentes, mas que a falta de peças sobressalentes pode limitar a participação de Stroll no restante do fim de semana.
Fernando Alonso, companheiro de equipe, teve um desempenho mais consistente, terminando o primeiro treino em 13º lugar, com uma melhora significativa em relação ao desempenho da equipe até então. No segundo treino, Alonso ficou em 19º, e Stroll não participou devido à investigação do problema.
Alonso demonstrou otimismo moderado sobre o pacote de atualizações, destacando que os números e a correlação dos dados estavam dentro do esperado, o que é encorajador para o futuro, incluindo o carro da próxima temporada e futuras melhorias ainda em 2026.
Newey ressaltou que os dados coletados até o momento são preliminares e que a equipe ainda tem muito trabalho pela frente para entender completamente o novo pacote. A Aston Martin planeja continuar evoluindo o carro nas próximas etapas, com novos passos previstos para Zandvoort, Monza e Baku.
A equipe tem enfrentado dificuldades desde o início da temporada, inclusive na comparação com a novata Cadillac, e tem tido problemas para avançar além da primeira fase do qualifying. A escolha por uma atualização completa para o GP da Hungria reflete a busca por uma resposta rápida e significativa.
O circuito de Budapeste, conhecido por sua exigência aerodinâmica, é um bom teste para as mudanças implementadas. A sessão de classificação de sábado será decisiva para avaliar o real impacto das melhorias no desempenho do carro.
Além disso, a Aston Martin espera ajustar a atualização antes da chegada do novo motor Honda na etapa de Zandvoort, que ocorrerá após a pausa de quase quatro semanas no calendário.
Assim, o GP da Hungria marca um momento importante para a Aston Martin, que tenta superar os problemas iniciais da temporada com uma renovação ambiciosa, apesar do revés na estreia da nova configuração.
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Lewis Hamilton lidera treino livre 2 com Ferrari em segundo e terceiro no GP da Hungria de F1
Lewis Hamilton foi o mais rápido no segundo treino livre do GP da Hungria, seguido por Charles Leclerc e outro piloto da Ferrari. A sessão mostrou bom desempenho das Ferraris no Hungaroring, com Hamilton marcando 1:18.729.
Lewis Hamilton liderou a segunda sessão de treinos livres do Grande Prêmio da Hungria de Fórmula 1, realizada no circuito Hungaroring. O piloto da Mercedes cravou o melhor tempo com 1:18.729, superando Charles Leclerc, da Ferrari, por 0,148 segundos, que ficou em segundo lugar.
Leclerc, que havia sido o mais rápido no primeiro treino livre, enfrentou um problema mecânico que o fez retornar cedo aos boxes, mas ainda assim garantiu a segunda colocação na sessão. O terceiro lugar ficou com o outro piloto da Ferrari, completando um 1-2 da equipe italiana.
Lando Norris, da McLaren, foi o quarto mais rápido, ficando a menos de meio segundo da liderança. Max Verstappen, da Red Bull, terminou em quinto, seguido por George Russell, da Mercedes, em sexto.
O jovem piloto italiano Kimi Antonelli retornou à pista após não participar do primeiro treino do dia, mas teve desempenho discreto, terminando em 13º lugar. Ele está 45 pontos atrás de Hamilton na classificação do campeonato e busca sua sétima vitória na carreira no Hungaroring.
Outros destaques da sessão incluem Isack Hadjar, da Red Bull, em sexto, Liam Lawson em sétimo, Oscar Piastri da McLaren em oitavo, Nico Hülkenberg em nono e o novato Arvid Lindblad em décimo.
Aston Martin enfrentou problemas com o carro novo, e Lance Stroll não participou da última sessão do dia devido a uma falha na suspensão traseira sofrida no primeiro treino. Apesar disso, o chefe da equipe, Adrian Newey, manteve uma postura positiva sobre as atualizações introduzidas, destacando que ainda há etapas planejadas para os próximos GPs.
A sessão foi interrompida temporariamente após Franco Colapinto provocar uma bandeira vermelha, mas o piloto saiu ileso. O último treino livre está programado para começar às 11h30, seguido pela classificação às 15h, definindo o grid para a corrida do GP da Hungria.
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Charles Leclerc lidera o primeiro treino livre do GP da Hungria antes de problema na Ferrari
Charles Leclerc foi o piloto mais rápido no primeiro treino livre do GP da Hungria, mas teve sua sessão interrompida por um problema no carro. Max Verstappen e Lewis Hamilton completaram o top 3.
Charles Leclerc foi o piloto mais rápido no primeiro treino livre para o Grande Prêmio da Hungria, realizado no circuito de Hungaroring. O piloto monegasco liderou a sessão até os momentos finais, quando seu carro apresentou um problema.
Durante a sessão, Leclerc comunicou à equipe via rádio que "algo quebrou" em seu carro. Logo em seguida, os mecânicos da Ferrari levaram o carro fumegante de volta para a garagem, encerrando sua participação no treino.
Max Verstappen, da Red Bull, terminou o treino em segundo lugar, ficando 0,484 segundos atrás de Leclerc. Lewis Hamilton, que pilota a outra Ferrari, ficou em terceiro.
O companheiro de Verstappen na Red Bull, Isack Hadjar, ficou em quarto lugar, seguido por George Russell, que completou o top cinco da sessão.
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Malásia surge como forte candidata para substituir GP do Bahrein na Fórmula 1 em 2026
Com a incerteza sobre a realização do GP do Bahrein devido a conflitos na região, a Malásia aparece como uma opção viável para receber uma etapa da Fórmula 1 em 2026.
A Fórmula 1 enfrenta desafios para manter o calendário de 2026 diante da possibilidade de cancelamento do Grande Prêmio do Bahrein, originalmente remarcado para o início de outubro. Fontes informaram à ESPN que o circuito de Sepang, na Malásia, que sediou corridas entre 1999 e 2017, é o principal candidato para substituir o evento caso o GP do Bahrein não seja realizado.
A decisão sobre o futuro das corridas no Oriente Médio está ligada à situação de segurança na região, especialmente após ataques com mísseis iranianos contra o Bahrein. O Conselho Mundial do Esporte a Motor da FIA deve se reunir para avaliar a realização das provas do Campeonato Mundial de Endurance (WEC) no Qatar e no Bahrein, o que influenciará diretamente a programação da Fórmula 1.
A Fórmula 1 busca preencher a lacuna no calendário entre as etapas do Azerbaijão e de Singapura, inicialmente prevista para o Bahrein. A Malásia é vista como uma alternativa lógica não apenas pela popularidade entre fãs e pilotos, mas também pela facilidade logística. A temporada de 2026 estava planejada para ter 24 corridas antes do início dos conflitos que afetaram o cronograma.
Até o momento, a corrida na Arábia Saudita foi cancelada sem previsão de remarcação, enquanto a realização das últimas etapas da temporada, no Qatar e Abu Dhabi, também permanece incerta devido à escalada das tensões na região.
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Fernando Alonso reafirma compromisso com Aston Martin e destaca dúvidas sobre prazer ao pilotar carros de F1 atuais
Fernando Alonso garantiu que não deixará a Aston Martin para outra equipe em 2027. O piloto de 44 anos afirmou que sua decisão sobre o futuro na Fórmula 1 depende do quanto ainda desfruta pilotar os carros da nova geração da categoria.
Fernando Alonso, piloto da Aston Martin, afirmou com convicção que não trocará de equipe na próxima temporada. Apesar do desempenho fraco da Aston Martin no início do ciclo regulatório de 2026, com apenas um ponto conquistado por Alonso em Mônaco e um desempenho distante da pole em Spa-Francorchamps, o espanhol mantém confiança na recuperação da equipe.
Alonso destacou que sua preocupação principal não está na competitividade imediata do carro, mas sim em seu prazer ao pilotar os carros atuais da Fórmula 1. Ele mencionou que, embora se sinta motivado, rápido e renovado, o prazer ao dirigir não tem sido o mesmo, citando especificamente os Grandes Prêmios de Silverstone e Spa como experiências pouco divertidas.
O piloto também ressaltou a confiança em Adrian Newey, diretor técnico da Aston Martin, para entregar um carro competitivo no futuro próximo, mesmo reconhecendo que a evolução levará tempo. Alonso pretende avaliar os próximos dois GPs para ter uma melhor noção da competitividade do carro.
Durante a coletiva de imprensa, Alonso respondeu sobre seu contrato para 2027, afirmando que já possui um acordo e não pretende se mudar de equipe. Paralelamente, a Aston Martin trouxe um pacote de atualizações para o carro no GP da Hungria, incluindo um novo chassi e mudanças aerodinâmicas significativas, mas o motor atualizado da Honda só será introduzido após o recesso de verão, no GP da Holanda.
Mike Krack, diretor da equipe, minimizou a expectativa de resultados imediatos com as atualizações, enfatizando que o desenvolvimento é um processo contínuo e que a equipe precisa aprender a extrair o máximo do novo pacote ao longo do tempo, especialmente sem testes de inverno para ajustes antecipados.
Assim, Alonso permanece focado em seu desempenho e satisfação pessoal na pista, enquanto a Aston Martin trabalha para recuperar sua competitividade na temporada 2026 da Fórmula 1.
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Max Verstappen expressa cansaço com críticas às atuais regras de motores da F1
Max Verstappen declarou estar cansado de repetir suas críticas às regras atuais dos motores da Fórmula 1, destacando a dificuldade de pilotar com a atual configuração dos carros.
Max Verstappen, tetracampeão mundial de Fórmula 1, tem sido o crítico mais vocal da atual fórmula dos motores da categoria, que prioriza o uso de bateria e a gestão de energia, alterando significativamente a forma como os pilotos competem.
O piloto da Red Bull já manifestava suas preocupações com as novas regras antes mesmo de sua implementação no início do ano. Após o treino classificatório do Grande Prêmio da Bélgica, Verstappen chegou a brincar que poderia ser "atirado" caso continuasse a criticar os carros.
Questionado se a Fórmula 1 pressionou para que moderasse suas declarações, Verstappen negou, afirmando que apenas expressa sua opinião há muito tempo. Ele ressaltou que, inicialmente, muitos o consideravam um reclamão, mas que nas últimas corridas mais pessoas passaram a concordar com suas observações, que não são motivadas por sua performance, mas pelo cuidado com o produto da categoria.
Verstappen afirmou que já falou sobre o tema muitas vezes e que está cansado de se repetir, pois pilotar os carros atuais já é suficientemente difícil. Ele destacou que, apesar de algumas corridas serem consideradas boas, a forma como se dirige atualmente não é realista para os padrões da Fórmula 1, especialmente em circuitos onde a potência dos carros é limitada.
As regras atuais dividem a potência dos motores em 50% de combustão e 50% de energia elétrica. Devido ao feedback negativo dos pilotos, a Fórmula 1 anunciou que alterará essa proporção para 58% de combustão e 42% elétrica no próximo ano, e para 60% a 40% até 2028.
Verstappen foi questionado se essas mudanças trarão uma experiência significativamente diferente e se os pilotos terão que suportar uma experiência ruim até 2030. Ele respondeu com um sorriso e um aceno, indicando que infelizmente essa é a realidade e que pouco pode ser feito a respeito.



