
Aumento nas faltas da WNBA em meio a combate à jogadas físicas
A WNBA está enfrentando um aumento nas faltas durante a primeira semana da temporada, como parte de um esforço para reduzir a fisicalidade no jogo. As equipes estão registrando uma média de 21,6 faltas por jogo, um aumento em relação ao ano passado.
A WNBA está tentando resolver seu problema de fisicalidade e está passando por algumas dificuldades durante a primeira semana da temporada. As faltas aumentaram, com as equipes registrando uma média de 21,6 faltas por jogo, quase duas a mais do que na mesma época do ano passado, que foi de 19,9. Esse número caiu ao longo da temporada anterior, com uma média de 17,5 faltas por jogo.
Monty McCutchen, chefe da arbitragem da WNBA, comentou sobre a situação: "As faltas estão aumentando. Não acho que, se quisermos eliminar o jogo duro que vimos em temporadas anteriores, haja outra saída a não ser que, no início, as faltas aumentem". Apesar do aumento nas faltas, não houve um grande aumento nas cobranças de lances livres, com 21,9 sendo tentados nesta temporada em comparação com 21,4 no ano passado até este ponto.
A WNBA formou um grupo de trabalho de arbitragem na offseason para abordar preocupações sobre a fisicalidade. Sue Blauch, responsável pelo desempenho e desenvolvimento dos árbitros, afirmou que não houve mudanças nas regras, mas uma aplicação mais rigorosa das diretrizes existentes.
Treinadores e jogadores, como Cheryl Reeve, do Minnesota, reconhecem que levará tempo para alinhar as expectativas sobre as faltas. A jogadora Breanna Stewart, do New York Liberty, expressou que o aumento das faltas está afetando o fluxo do jogo, enquanto Arike Ogunbowale, do Dallas Wings, comentou sobre a necessidade de adaptação a essa nova realidade. Caitlin Clark, do Indiana Fever, elogiou os árbitros, afirmando que as chamadas estão ajudando a melhorar o jogo.
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