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BBWAA anuncia finalistas de seis prêmios da MLB para 2026

BBWAA anuncia finalistas de seis prêmios da MLB para 2026

A lista inclui concorrentes ao MVP da Liga Nacional e da Liga Americana, além de finalistas para Rookie of the Year, Cy Young, Reliever of the Year e Manager of the Year. Os vencedores serão anunciados na semana de 9 de novembro, começando pelos novatos do ano.

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Os finalistas dos prêmios da BBWAA para a temporada de 2026 começaram a ser anunciados durante uma transmissão da MLB Network. A relação divulgada inclui seis categorias, com representantes das duas ligas em algumas delas.

No prêmio de MVP da Liga Nacional, os finalistas são Pete Crow-Armstrong, do Cubs; Shohei Ohtani, do Dodgers; e Brice Turang, do Brewers. Na disputa da Liga Americana, concorrem Yordan Alvarez, do Astros; Junior Caminero, do Rays; e Bobby Witt Jr., do Royals.

A lista de Rookie of the Year da Liga Nacional tem Carson Benge, do Mets; Sal Stewart, do Reds; e JJ Wetherholt, do Cardinals. Os finalistas da Liga Americana nessa categoria não foram incluídos na relação divulgada.

Na disputa pelo Cy Young da Liga Americana, aparecem Dylan Cease, do Blue Jays; Parker Messick, do Guardians; e Cam Schlittler, do Yankees. A relação não apresenta os finalistas da Liga Nacional para o prêmio.

O Reliever of the Year, categoria nova em 2026, tem Bryan Baker, do Rays; Cade Smith, do Guardians; e Louis Varland, do Blue Jays como finalistas da Liga Americana. Também não foram informados os nomes da Liga Nacional nessa categoria.

Para Manager of the Year da Liga Americana, os concorrentes são Kevin Cash, do Rays; Chad Tracy, do Red Sox; e Will Venable, do White Sox. A lista divulgada não inclui os finalistas da Liga Nacional para o prêmio.

Os vencedores serão anunciados durante a semana de 9 de novembro, com a divulgação começando pelos prêmios de Rookie of the Year.

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Baker e Piniella lideram cédula contemporânea do Hall da Fama do beisebol

Baker e Piniella lideram cédula contemporânea do Hall da Fama do beisebol

Dusty Baker e Lou Piniella estão entre os oito nomes da cédula da era contemporânea para o Hall da Fama do beisebol. A lista também inclui Bruce Bochy, Joe Maddon, Sandy Alderson, Brian Sabean, Ted Turner e Bill White.

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A cédula da era contemporânea do Hall da Fama do beisebol reúne oito candidatos: os ex-técnicos Dusty Baker, Lou Piniella, Bruce Bochy e Joe Maddon; os ex-dirigentes Sandy Alderson e Brian Sabean; o falecido proprietário do Atlanta Braves, Ted Turner; e Bill White, ex-jogador, comentarista e presidente da Liga Nacional.

A votação será feita por um comitê de 16 integrantes, cujos nomes serão divulgados mais perto da reunião. Para ser eleito, um candidato precisa receber pelo menos 75% dos votos. Os escolhidos serão incluídos no Hall em 25 de julho do próximo ano, junto com os jogadores eleitos pela Associação de Escritores de Beisebol da América. O resultado dessa votação será anunciado em 19 de janeiro.

Piniella recebeu 11 votos em 2023, quando Jim Leyland foi eleito, e também somou 11 em 2018, ano em que Harold Baines e Lee Smith foram escolhidos pelo comitê da era do jogo atual.

Baker, 77 anos, foi duas vezes All-Star como jogador de campo externo. Entre 1968 e 1986, rebateu para .278, com 242 home runs e 1.013 corridas impulsionadas, defendendo Los Angeles Dodgers, Atlanta, Oakland Athletics e San Francisco Giants. Como técnico, comandou Giants, Chicago Cubs, Cincinnati, Washington e Houston entre 1993 e 2023.

Em 26 temporadas como técnico, Baker teve campanha de 2.183 vitórias e 1.862 derrotas na temporada regular e conquistou a World Series de 2022. Foi eleito Técnico do Ano em 1993, 1997 e 2000.

Piniella, 83 anos, foi o Novato do Ano da Liga Americana em 1969 e participou uma vez do All-Star Game. Como jogador, teve média de .291, 102 home runs e 766 corridas impulsionadas entre 1964 e 1984, por Baltimore, Cleveland, Kansas City e Yankees.

Ele dirigiu Yankees, Cincinnati, Seattle, Tampa Bay e Cubs entre 1986 e 2010. Sua campanha como técnico foi de 1.835 vitórias e 1.713 derrotas em 23 temporadas. Piniella conquistou a World Series com Cincinnati em 1990 e recebeu o prêmio de Técnico do Ano em 1995, 2001 e 2008.

Bochy, 71 anos, atuou como catcher por Astros, New York Mets e San Diego entre 1978 e 1987. Depois, comandou Padres, Giants e Texas. Em 28 temporadas como técnico, registrou 2.252 vitórias e 2.266 derrotas na temporada regular e conquistou quatro títulos da World Series: três com os Giants, em 2010, 2012 e 2014, e um com Texas, em 2023. Foi eleito Técnico do Ano da Liga Nacional em 1996.

Maddon, 72 anos, dirigiu Angels, Tampa Bay e Cubs. Em 2016, levou os Cubs ao primeiro título da World Series da equipe desde 1908. Sua campanha foi de 1.382 vitórias e 1.216 derrotas em 19 temporadas, e ele recebeu o prêmio de Técnico do Ano em 2008, 2011 e 2015.

Alderson, que completará 79 anos em 22 de novembro, foi gerente-geral de Oakland de 1983 a 1997 e participou da conquista da World Series de 1989. Depois, ocupou o cargo de vice-presidente executivo de operações de beisebol da MLB, de 1998 a 2005, foi CEO do San Diego Padres entre 2005 e 2009 e trabalhou no Mets como gerente-geral de 2010 a 2018 e presidente da equipe de 2020 a 2023.

Sabean, 70 anos, foi técnico da Universidade de Tampa em 1983 e 1984 e depois ingressou no Yankees como olheiro. Passou por cargos de direção de prospecção e desenvolvimento de jogadores antes de chegar ao Giants, em 1993. Foi gerente-geral da equipe de 1996 a 2014, período em que o clube conquistou três títulos da World Series, e vice-presidente executivo de operações de beisebol entre 2015 e 2018.

Turner, que morreu em 6 de maio, aos 87 anos, comprou o Braves em 1976 e liderou a equipe até 1996, quando a Turner Broadcasting System se fundiu com a Time Warner. Ele também inovou na transmissão esportiva ao transformar a WTBS em uma superestação com distribuição nacional. O Braves venceu a World Series de 1995.

White, 92 anos, foi All-Star em cinco temporadas como primeira base e, ocasionalmente, jogador de campo externo. Rebateu para .286, com 202 home runs e 870 corridas impulsionadas, por New York e San Francisco Giants, St. Louis e Philadelphia, entre 1956 e 1969. Conquistou a World Series de 1964 com o Cardinals, trabalhou como comentarista do Yankees de 1971 a 1988 e foi presidente da Liga Nacional de 1989 a 1994.

Os comitês se reúnem a cada três anos. O comitê da era clássica se reunirá em dezembro de 2027, enquanto o da era contemporânea voltado a jogadores terá reunião em dezembro de 2028. A era contemporânea abrange o período a partir de 1980 e tem cédulas separadas para jogadores e para técnicos, dirigentes e árbitros; a era clássica considera o período anterior a 1980.

Técnicos e árbitros precisam ter pelo menos dez temporadas nas grandes ligas e estar aposentados há cinco anos. Pessoas com 65 anos ou mais podem ser elegíveis seis meses após a aposentadoria. Dirigentes precisam estar aposentados há cinco anos, embora executivos em atividade com 70 anos ou mais também possam ser considerados.

Quem receber menos de cinco votos entre os 16 integrantes não poderá aparecer na cédula seguinte daquele comitê, três anos depois. Candidatos que não alcançarem cinco votos em várias votações deixam de ser elegíveis para o comitê.

A lista foi definida por um comitê de revisão histórica que incluiu Adrian Burgos, da Universidade de Illinois; Bob Elliott, da Canadian Baseball Network; o historiador Steve Hirdt; La Velle Neal, do Minnesota Star Tribune; David O'Brien, ex-jornalista do The Athletic; José de Jesus Ortiz, da Our Esquina Media; Jack O'Connell, secretário-tesoureiro da Associação de Escritores de Beisebol da América; Jim Reeves, ex-jornalista do Fort Worth Star-Telegram; Glenn Schwarz e Susan Slusser, do San Francisco Chronicle; e Mark Whicker, ex-jornalista do Southern California News Group.

Buster Posey, Jon Lester e Ryan Zimmerman estão entre os jogadores elegíveis pela primeira vez à votação da Associação de Escritores de Beisebol da América. Chase Utley, Andy Pettitte e Félix Hernández estão entre os nomes que permanecem na disputa.

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Cubs recusam opção de US$ 7,5 milhões por Colin Rea

Cubs recusam opção de US$ 7,5 milhões por Colin Rea

O Chicago Cubs recusou a opção de US$ 7,5 milhões no contrato do arremessador Colin Rea para a próxima temporada. O jogador receberá uma indenização de US$ 1 milhão prevista no acordo.

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O Chicago Cubs recusou a opção de US$ 7,5 milhões no contrato de Colin Rea para a próxima temporada. O arremessador, de 35 anos, receberá uma indenização de US$ 1 milhão prevista no acordo.

Rea fez 46 partidas como titular pelo Cubs nas últimas duas temporadas, alternando entre a rotação e o bullpen. Em cada um desses anos, terminou em segundo lugar no time em entradas arremessadas.

Na última temporada, teve campanha de 8 vitórias e 8 derrotas, com ERA de 4,34 em 137 entradas. Na segunda metade do ano, passou a atuar no bullpen, depois que o Cubs adquiriu os titulares Kevin Gausman e Clay Holmes no prazo de trocas, no início de agosto.

Ao longo de oito temporadas na MLB, Rea tem ERA de 4,40. Sua carreira também inclui passagens por San Diego, Miami e Milwaukee. Esta foi sua segunda passagem pelo Cubs; a primeira ocorreu em 2020.

Rea se junta a Gausman, Holmes, Shota Imanaga, Matthew Boyd e David Peterson entre os principais agentes livres do grupo de arremessadores do Cubs na última temporada.

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Padres recusam opções de Pivetta, Giolito e Canning e mantêm Hart

Padres recusam opções de Pivetta, Giolito e Canning e mantêm Hart

San Diego não exerceu as opções de Nick Pivetta, Lucas Giolito e Griffin Canning. O clube ativou a opção do arremessador Kyle Hart, enquanto outros três jogadores tomaram decisões sobre seus contratos.

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O San Diego Padres recusou a opção de US$ 14 milhões de Nick Pivetta para 2027, permitindo que o arremessador destro fique elegível à agência livre. A decisão encerra o contrato após dois anos e US$ 23 milhões. O clube também recusou opções de Lucas Giolito e Griffin Canning, mas exerceu a de Kyle Hart.

Pivetta havia assinado um contrato de quatro anos e US$ 55 milhões em fevereiro de 2025. Na temporada passada, teve campanha de 13 vitórias e cinco derrotas, com ERA de 2,87 em 31 partidas como titular. Neste ano, ficou fora entre 12 de abril e 7 de setembro por inflamação no cotovelo direito, e a opção para 2027 passou a ser do clube após mais de 130 dias consecutivos na lista de lesionados.

O jogador de 33 anos terminou a temporada com três vitórias e duas derrotas, ERA de 2,86 e oito aparições. Também fez duas partidas como titular nos playoffs.

Giolito e Canning

Os Padres recusaram a opção mútua de US$ 8 milhões de Giolito. O arremessador receberá um buyout de US$ 1,5 milhão. Seu contrato previa salário proporcional de US$ 1,5 milhão, que correspondeu a US$ 1.275.401 pelos 159 dias finais da temporada, de um total de 187.

Aos 32 anos, Giolito teve duas vitórias e três derrotas, com ERA de 5,16, em cinco partidas como titular e duas como reliever. Ele não voltou a atuar depois de 21 de junho, devido a uma inflamação no cotovelo direito. O arremessador foi All-Star pelo Chicago White Sox em 2019.

Canning, de 30 anos, também teve sua opção mútua recusada. O buyout será de US$ 1,8 milhão; o acordo incluía salário de US$ 1 milhão para 2026. Ele registrou cinco vitórias e nove derrotas, com ERA de 5,68, em 11 partidas como titular e 19 como reliever. Sua estreia na temporada ocorreu em 3 de maio, após recuperação de uma cirurgia no tendão de Aquiles esquerdo.

Hart e demais decisões contratuais

San Diego exerceu a opção de US$ 2,5 milhões de Hart, em vez de pagar um buyout de US$ 200 mil. O contrato do arremessador de 33 anos incluía salário de US$ 1 milhão neste ano. Ele teve uma vitória e três derrotas, com ERA de 4,92, em quatro partidas como titular e 42 como reliever.

O infielder Miguel Andujar recusou uma opção mútua de US$ 8 milhões e receberá um buyout de US$ 2,9 milhões, conforme o acordo que lhe pagaria US$ 4,4 milhões. Usado principalmente como designated hitter, o jogador de 31 anos rebateu para .259, com cinco home runs e 22 corridas impulsionadas em 74 jogos.

Andujar fraturou a mão direita ao ser atingido por um arremesso de Lucas Erceg, do Kansas City, em 19 de julho, e perdeu o restante da temporada regular. Ele voltou nos playoffs e terminou com nenhuma rebatida em três oportunidades, além de uma base por bolas, em quatro jogos.

Wandy Peralta exerceu sua opção de jogador de US$ 4,45 milhões, parte de um contrato de quatro anos e US$ 16,5 milhões que vai até 2027. O arremessador de 35 anos teve três vitórias e três derrotas, ERA de 3,61 e 77 entradas e um terço em 65 aparições como reliever, o maior total de entradas de sua carreira.

Yuki Matsui decidiu não sair de seu contrato de cinco anos e US$ 28 milhões. O acordo prevê salários de US$ 6,5 milhões em 2027 e US$ 7 milhões em 2028. O arremessador destro de 31 anos teve cinco vitórias e uma derrota, ERA de 1,83, 68 strikeouts e 36 walks em 64 entradas, distribuídas por 54 aparições como reliever.

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Padres garantem Matsui, Peralta e Hart no bullpen para 2027

Padres garantem Matsui, Peralta e Hart no bullpen para 2027

Yuki Matsui e Wandy Peralta exerceram opções de jogador, enquanto San Diego acionou a opção de clube de Kyle Hart. As decisões mantêm três arremessadores canhotos no elenco para a temporada de 2027.

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Os Padres terão Yuki Matsui, Wandy Peralta e Kyle Hart de volta ao bullpen em 2027. Matsui e Peralta exerceram suas opções de jogador, e o clube acionou a opção de Hart após uma série de decisões sobre o elenco.

Matsui optou por permanecer em San Diego por US$ 6,5 milhões em 2027. O contrato também prevê uma opção de jogador de US$ 7 milhões para 2028. Em sua temporada de destaque, o arremessador registrou ERA de 1,83 em 54 partidas e cedeu apenas uma corrida não merecida em cinco aparições nos playoffs.

Contratado antes da temporada de 2024 por um acordo de cinco anos, Matsui afirmou que valoriza sua experiência com os Padres. Com Adrian Morejon prestes a se tornar agente livre, Matsui pode assumir um papel de maior responsabilidade entre os canhotos do bullpen. O gerente-geral A.J. Preller também deve buscar reforços para o setor.

Peralta teve ERA de 3,61 em 65 jogos na temporada passada. Hart registrou ERA de 4,92 em 46 partidas, mas foi utilizado em diferentes funções e teve desempenho sólido na reta final. A opção de clube de Hart para 2027 é de US$ 2,5 milhões.

Morejon e Jason Adam também estão a caminho da agência livre, deixando dúvidas sobre a formação do bullpen à frente de Mason Miller. Bradgley Rodriguez é apontado como favorito para ocupar uma função de preparação, após uma temporada de estreia destacada. Matsui, Peralta, Hart e David Morgan são alternativas para as entradas intermediárias; Morejon e Adam manifestaram interesse em voltar.

Outras decisões do elenco

San Diego recusou a opção de clube de Nick Pivetta e as opções mútuas de Griffin Canning e Lucas Giolito. Miguel Andujar recusou sua parte de uma opção mútua de US$ 4 milhões para 2027. Os quatro jogadores se tornaram agentes livres.

Canning e Giolito tiveram dificuldades na temporada, e Giolito perdeu quase todo o segundo semestre por causa de uma lesão no cotovelo direito. As saídas deles, de Pivetta e de outros titulares deixam a rotação com várias vagas a preencher.

Randy Vásquez é o único titular da rotação de 2026 que tem retorno confirmado. A participação de Joe Musgrove na rotação é incerta após seu retorno da cirurgia Tommy John nos playoffs, enquanto JP Sears pode receber uma oportunidade. Michael King e Walker Buehler também estão prestes a se tornar agentes livres, o que deixa pelo menos três vagas abertas na rotação.

Preller afirmou no mês passado que a equipe precisa estar disposta a reformular seu grupo de arremessadores. Ele disse que os Padres terão oportunidades na offseason para montar uma rotação por meio de contratações, trocas e desenvolvimento de jogadores.

Busca por reforços para o banco

Andujar rebateu .259/.303/.423 em 74 jogos pelos Padres em 2026. Com Austin Hays também prestes a deixar o clube pela agência livre, San Diego busca um rebatedor destro para o banco. Luis Campusano pode ocupar essa função caso a equipe mantenha três catchers no elenco, embora isso deixe poucas opções disponíveis no banco.

A busca por arremessadores deve concentrar boa parte dos esforços dos Padres na offseason. O núcleo ofensivo permanece em grande parte intacto, mas a primeira base também é uma questão a resolver após Ty France se tornar agente livre.

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Hiromi Itoh é oficialmente colocado no sistema de postagem para assinar com equipe da MLB

Hiromi Itoh é oficialmente colocado no sistema de postagem para assinar com equipe da MLB

O Hokkaido Nippon-Ham Fighters oficializou a postagem do arremessador destro Hiromi Itoh, que terá 45 dias para fechar contrato com uma equipe da MLB.

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O Hokkaido Nippon-Ham Fighters, do Japão, colocou oficialmente Hiromi Itoh no sistema de postagem, abrindo um período de 45 dias para que o arremessador destro assine com uma equipe da MLB. O jogador tem 29 anos e estreou pelo Fighters em 2021.

Desde a estreia, Itoh acumulou 1.000 entradas e dois terços pelo clube, com 902 strikeouts e ERA de 2,92. A postagem era amplamente esperada para esta offseason.

Em 2026, o arremessador fez 26 partidas como titular e trabalhou por 172 entradas e dois terços. Registrou ERA de 3,18, 159 strikeouts e taxa de walks de 4,7%.

A temporada representou uma queda em relação a 2025, quando Itoh teve ERA de 2,52 e somou 195 strikeouts em 196 entradas e dois terços. Naquele ano, ele recebeu o Sawamura Award, prêmio da Nippon Professional Baseball comparado ao Cy Young da MLB.

Um scout consultado por Michael Clair, da MLB.com, avaliou que Itoh poderia atuar como titular em uma rotação, mas também apontou a possibilidade de uso no bullpen. Segundo o scout, em uma edição anterior do World Baseball Classic, Itoh saiu do bullpen e lançou entre 94 e 96 mph, com repertório descrito como difícil de rebater.

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Finalistas do Gold Glove 2026 são anunciados; vencedores serão revelados pela ESPN

Finalistas do Gold Glove 2026 são anunciados; vencedores serão revelados pela ESPN

Os finalistas do Rawlings Gold Glove Award 2026 foram anunciados na quarta-feira. Os vencedores serão divulgados pela ESPN às 20h30 ET.

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Cada liga tem três finalistas por posição, incluindo a categoria utility, premiada pela primeira vez em 2022. Para as nove posições tradicionais, 30 técnicos da MLB e até seis treinadores de cada equipe votam em jogadores da própria liga, sem poder escolher atletas do próprio time. Esses votos representam 75% da pontuação; o SABR Defensive Index responde pelos 25% restantes. Na categoria utility, a Rawlings e a SABR usam uma fórmula defensiva específica, separada do processo tradicional.

Blue Jays e Cubs lideram entre os clubes, com cinco indicados cada. Braves, D-backs, Rangers e Royals têm quatro finalistas cada. Os nomes de cada posição estão listados em ordem alfabética.

Liga Americana

Arremessador: Tanner Bibee (Guardians), Jacob deGrom (Rangers) e José Soriano (Angels/Blue Jays). Nenhum dos três venceu o prêmio anteriormente. Bibee liderou o grupo em Outs Above Average (+6) e Defensive Runs Saved (+5). Shane Bieber ganhou pelo Guardians em 2022, e José Berríos levou o prêmio pelo Blue Jays em 2023.

Receptor: Dillon Dingler (Tigers), Brandon Valenzuela (Blue Jays) e Austin Wells (Yankees). Dingler, vencedor em 2025, teve +17 Fielding Run Value, a melhor marca entre os receptores, e +22,1 de Defensive Rating, segundo o FanGraphs. Valenzuela, em sua temporada de estreia, somou +11 de Run Value e +13,6 de Defensive Rating em 91 jogos; também se destacou no enquadramento de arremessos e ao eliminar corredores. Wells registrou +10 de Run Value em 2026, depois de marcar +12 em cada uma das duas temporadas anteriores, e se destacou no enquadramento e no bloqueio de bolas rasteiras.

Primeira base: Vladimir Guerrero Jr. (Blue Jays), Vinnie Pasquantino (Royals) e Christian Walker (Astros). Guerrero teve em 2026 sua melhor temporada defensiva, após mostrar evolução nos playoffs de 2025, e busca seu segundo prêmio; venceu em 2022. Pasquantino melhorou defensivamente em relação a 2025 e tenta ser o primeiro primeira base do Royals a ganhar desde Eric Hosmer, em 2017. Walker venceu três vezes seguidas pelo D-backs, de 2022 a 2024.

Segunda base: Michael Massey (Royals), Chase Meidroth (White Sox) e Cole Young (Mariners). Massey é finalista pela primeira vez e teve +11 OAA, atrás apenas de Jazz Chisholm Jr. (+15) entre os segundas bases da Liga Americana. Meidroth liderou a posição na liga com +10 FRV; depois de atuar principalmente como shortstop em 2025, teve sua segunda temporada como segunda base em 2026. Young somou +16 DRS, empatado em oitavo lugar na MLB, mas terminou com -5 OAA, marca que o deixou empatado em 35º entre 42 jogadores qualificados da posição.

Terceira base: Caleb Durbin (Red Sox), Brooks Lee (Twins) e Nick Loftin (Royals). Durbin melhorou após ser trocado pelo Brewers para o Red Sox: passou de +1 OAA em 2025 para +6 em 2026 e liderou os terceiras bases da Liga Americana com +13 DRS. Lee teve +6 OAA na terceira base, embora tenha registrado -6 OAA em participações limitadas como shortstop. Loftin assumiu mais espaço no Royals durante a lesão de Maikel Garcia e somou +6 DRS; também atuou na segunda base e no campo direito. O Statcast atribuiu a ele -3 OAA e -1 FRV.

Shortstop: Andrés Giménez (Blue Jays), Taylor Walls (Rays) e Bobby Witt Jr. (Royals). Giménez venceu três Gold Gloves seguidos na segunda base, de 2022 a 2024, e agora concorre na posição de shortstop após a mudança para o Blue Jays. Terminou empatado com Masyn Winn em segundo entre os shortstops, com +19 OAA. As métricas divergem sobre Walls: ele teve +21 DRS, empatado em terceiro entre todos os jogadores, mas -2 OAA e -2 FRV. É finalista pelo segundo ano consecutivo. Witt, vencedor nas duas temporadas anteriores, registrou +24 OAA e +17 FRV; pode conquistar o terceiro Gold Glove seguido e repetir a dobradinha com o Silver Slugger na posição.

Campo esquerdo: Cody Bellinger (Yankees), Wyatt Langford (Rangers) e Chandler Simpson (Rays). Bellinger busca seu primeiro Gold Glove desde 2019, quando venceu como defensor do campo direito pelo Dodgers. Liderou os jogadores do campo esquerdo com +21 DRS, teve +6 OAA e força média do braço de 93,3 mph, no percentil 94 da MLB. Langford iniciou 87 jogos no campo esquerdo e somou +5 OAA, empatado em quarto entre os jogadores do campo esquerdo. Simpson liderou a posição com +8 OAA, após registrar -5 em 2025; trabalhou com o instrutor de campo externo Corey Dickerson para melhorar suas reações e ficou entre os dez melhores em jumps.

Campo central: Evan Carter (Rangers), Steven Kwan (Guardians) e Ceddanne Rafaela (Red Sox). Carter atuou em 140 jogos no campo central e somou +11 OAA, empatado em quarto entre os principais jogadores da posição. Kwan, quatro vezes vencedor consecutivo, iniciou mais jogos no campo central (77) do que no esquerdo (65) pela primeira vez em sua carreira de cinco anos. Teve 11 assistências defensivas, empatado em terceiro na MLB, e participou de cinco jogadas duplas. Rafaela registrou +16 FRV e +17 OAA, ambos os segundos melhores números entre os jogadores de campo externo, além de liderar os qualificados com dez capturas de cinco estrelas.

Campo direito: Wilyer Abreu (Red Sox), Nathan Lukes (Blue Jays) e Cam Smith (Astros). Abreu liderou a MLB com +28 DRS e teve força média do braço de 95,3 mph, entre as dez melhores marcas dos jogadores qualificados. Suas 13 assistências defensivas ficaram atrás apenas das de Andy Pages, do Dodgers. Lukes também teve pelo menos dez assistências e teve o braço externo mais valioso da Liga Americana, segundo o Statcast. Smith, de 23 anos, foi finalista nas duas temporadas em que atuou em tempo integral no campo externo; seu +7 OAA ficou no percentil 91 da MLB e foi o quarto melhor entre os principais jogadores do campo direito.

Utility: José Caballero (Yankees), Ezequiel Duran (Rangers) e Zach McKinstry (Tigers). Caballero somou +12 DRS e atuou em todas as posições defensivas, exceto arremessador, receptor e primeira base. Duran teve 4,4 WAR pelo FanGraphs e +17 OAA, empatado em sexto na MLB, incluindo +11 como shortstop; fez pelo menos dez aparições na segunda e terceira bases, no shortstop e nas três posições do campo externo. McKinstry atuou 62 vezes no campo direito, 45 na segunda base e 34 como shortstop, além de participações na terceira base e nos campos esquerdo e central. Seus +15 DRS ficaram entre os 15 melhores da MLB, e seus +12 FRV empataram em 14º.

Liga Nacional

Arremessador: Michael McGreevy (Cardinals), Nolan McLean (Mets) e Chris Sale (Braves). McGreevy somou +5 DRS, empatado na liderança entre os arremessadores, e se firmou na rotação titular do Cardinals. McLean ficou logo atrás, com +4 DRS, em sua temporada de estreia. Sale, candidato ao segundo Cy Young Award, também concorre ao segundo Gold Glove.

Receptor: Freddy Fermin (Padres), Gabriel Moreno (D-backs) e Luis Torrens (Mets). Fermin ficou no percentil 86 ou acima em bloqueios acima da média (+10, 93º percentil), eliminações de corredores acima da média (+6, 97º) e tempo médio de 1,88 segundo para soltar a bola (86º). Moreno, vencedor em 2023, teve +14 DRS, segundo melhor entre os receptores, e ficou entre os 20% melhores da posição em bloqueios e eliminações de corredores. Torrens foi terceiro entre os receptores da MLB com +12 DRS e teve +10 FRV, no percentil 90.

Primeira base: Ty France (Padres), Matt Olson (Braves) e TJ Rumfield (Rockies). France busca seu segundo Gold Glove após vencer na Liga Americana no ano anterior; liderou os primeiras bases da MLB com +15 DRS e também teve uma temporada de destaque no ataque. Olson ficou em primeiro em fielding run value, com +12, e busca seu quarto prêmio. Rumfield, estreante pelo Rockies, teve .390 de OBP, a melhor marca da Liga Nacional, e terminou com +6 DRS.

Segunda base: Brandon Lowe (Pirates), Brice Turang (Brewers) e JJ Wetherholt (Cardinals). Wetherholt se destacou como estreante e liderou todos os segundas bases com +25 OAA, segunda maior marca entre jogadores de qualquer posição. Turang liderou a posição com +23 DRS, também a segunda melhor marca geral; venceu em 2024 e, naquele ano, também levou o Platinum Glove da Liga Nacional. Lowe teve +15 OAA, empatado com Turang e Chisholm em segundo entre os segundas bases, após registrar em 2025 o pior alcance entre os principais jogadores da posição.

Terceira base: Alex Bregman (Cubs), Max Muncy (Dodgers) e Javier Sanoja (Marlins). Bregman venceu seu primeiro Gold Glove em 2024, em sua última temporada pelo Astros, e terminou 2026 com +9 OAA, segundo entre os terceiras bases, atrás de Manny Machado, do Padres, com +12.

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