
Ben Shelton segue na temporada e disputará Copa Davis e Laver Cup após final do US Open
Ben Shelton, que foi finalista do US Open, não terá descanso e já está confirmado para a equipe dos EUA na Copa Davis contra a República Tcheca, além de integrar o Team World na Laver Cup em Londres.
Ben Shelton, que chegou à sua primeira final de Grand Slam no US Open, onde foi derrotado por Alexander Zverev, não terá tempo para descanso. Na segunda-feira, ele foi confirmado como integrante da equipe dos Estados Unidos para a Copa Davis, que enfrentará a República Tcheca em Praga nesta semana. Logo após, Shelton participará da Laver Cup em Londres, representando o Team World.
Shelton alcançou a melhor posição de sua carreira no ranking mundial, subindo para o 4º lugar. Zverev, que venceu Shelton no US Open, também está confirmado na equipe da Alemanha para a Copa Davis, que enfrentará a Croácia em Halle, e será parte do Team Europe na Laver Cup.
Além de Shelton, a equipe dos EUA para a segunda rodada de qualificação da Copa Davis contra os tchecos conta com Learner Tien, Martin Damm, Christian Harrison e Austin Krajicek. Taylor Fritz e Tommy Paul desistiram da convocação. Esta será a segunda participação de Shelton na Copa Davis, a primeira desde as finais de 2024. Tien e Damm foram convocados pela primeira vez para a competição.
Learner Tien, de 20 anos, alcançou a quarta rodada do US Open, enquanto Martin Damm, de 22 anos, levou Frances Tiafoe a cinco sets na primeira rodada do torneio.
Os Estados Unidos enfrentarão a República Tcheca em uma série melhor de cinco partidas, disputada em quadra dura coberta na O2 Arena, na sexta e sábado. A equipe tcheca é formada por Jakub Mensik, Jiri Lehecka, Tomas Machac e Vit Kopriva. A equipe vencedora avançará para as finais em Bolonha, Itália, em novembro.
Outros confrontos para vagas nas finais da Copa Davis incluem Alemanha vs. Croácia, Chile vs. Espanha, Grã-Bretanha vs. Equador, Áustria vs. Bélgica, Coreia do Sul vs. Índia e Canadá vs. França. Ao todo, 52 nações competem nos diferentes níveis da Copa Davis neste fim de semana.
Entre os nomes de destaque que representarão seus países estão Alex de Minaur (Austrália), Stefanos Tsitsipas (Grécia) e Casper Ruud (Noruega). O suíço Stan Wawrinka, vencedor da Copa Davis em 2014, fará sua última aparição pela Suíça contra o Brasil em um confronto da World Group I, planejando se aposentar no final do ano.
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Trinity Rodman vai de jogo de futebol para final do US Open para apoiar Ben Shelton
Trinity Rodman, jogadora da seleção feminina dos EUA, assistiu ao namorado Ben Shelton na final do US Open após atuar pelo Washington Spirit na NWSL. Ela chegou perto do fim da partida, demonstrando apoio mesmo com a derrota de Shelton para Alexander Zverev.
Trinity Rodman, jogadora do Washington Spirit na NWSL, fez o possível para apoiar seu namorado, Ben Shelton, na final do US Open em Nova York. Após uma derrota de 3 a 0 para o Boston Legacy FC, Rodman viajou para o torneio e chegou perto do fim da partida, quando Shelton enfrentava Alexander Zverev. Ela usava uma camisa com o rosto de Shelton e foi vista emocionada durante a cerimônia de premiação. Shelton comentou sobre a presença dela, expressando sua gratidão pelo esforço. Zverev também brincou sobre a presença de Rodman em sua fala pós-jogo. Durante a trajetória de Shelton até a final, Rodman esteve presente em várias partidas, incluindo uma vitória histórica sobre Carlos Alcaraz nas quartas de final, que terminou às 3h33 da manhã, o jogo mais tarde da história do US Open.
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Ben Shelton critica rotina de segundo saque de Alexander Zverev e defende limite de tempo
Após perder a final do US Open, Ben Shelton comentou sobre a longa rotina de Alexander Zverev antes do segundo saque, defendendo a criação de um limite de tempo para essa ação, que atualmente não possui restrição oficial.
Ben Shelton criticou a rotina prolongada de Alexander Zverev antes do segundo saque durante a final do torneio. Embora exista um limite de 25 segundos para o primeiro saque, não há tempo definido para o segundo saque, apenas a regra de que deve ser feito "sem demora".
Zverev costuma quicar a bola muitas vezes, chegando a 20 quicadas antes de iniciar o movimento do segundo saque, o que pode atrapalhar o ritmo do adversário e silenciar a torcida. Shelton relatou que a árbitra Marijana Veljovic pediu para que ele estivesse na linha de saque mais cedo, mas ele argumentou que não deveria ter que esperar tanto tempo parado enquanto Zverev realiza sua rotina.
Karen Khachanov também expressou incômodo após enfrentar Zverev na semifinal, destacando que a quantidade de quicadas dificulta a preparação para o saque. Zverev, por sua vez, disse que não faz isso propositalmente e achou engraçado o fato de ter registrado mais de 12 mil quicadas nos primeiros cinco jogos do torneio.
Khachanov comentou que, apesar do incômodo, não acredita que algo possa ser feito, pois a prática está dentro das regras atuais. Shelton, entretanto, defende uma mudança: "Para o primeiro saque, o jogador pode usar os 25 segundos completos, mas para o segundo deveria haver algum tipo de limite. Não deveria haver tempo ilimitado. Para o esporte e para os fãs, é difícil ficar esperando tanto tempo para o próximo ponto."
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Alexander Zverev vence Ben Shelton na final do US Open e conquista seu segundo Grand Slam
Alexander Zverev conquistou seu segundo título de Grand Slam ao derrotar Ben Shelton na final do US Open. O alemão venceu em quatro sets, frustrando as esperanças americanas de um título masculino desde 2003.
Alexander Zverev teve um ano excepcional no tênis e confirmou sua boa fase ao conquistar seu segundo título de Grand Slam no US Open. Ele derrotou o americano Ben Shelton por 6-3, 7-6 (7-2), 5-7, 6-2 na final realizada no domingo.
Zverev já havia vencido o Aberto da França em 2026, e com o título em Nova York, tornou-se o quarto homem na Era Aberta a conquistar seus dois primeiros majors no mesmo ano, juntando-se a Jimmy Connors (1974), Guillermo Vilas (1977) e Jannik Sinner (2024).
Na final, Zverev, que foi cabeça de chave número 1 pela primeira vez em um Grand Slam, aproveitou o nervosismo de Shelton, que disputava sua primeira final de major. O alemão jogou um tiebreak quase perfeito no segundo set e resistiu à tentativa de reação do adversário.
Shelton buscava ser o primeiro americano a vencer o US Open desde Andy Roddick em 2003 e também o primeiro jogador negro a conquistar o título masculino desde Arthur Ashe em 1968, mas não conseguiu superar a superioridade de Zverev.
O alemão terminou a partida com um placar de 25 vitórias e 2 derrotas em jogos de Grand Slam no ano, recebendo um prêmio de 5,5 milhões de dólares, o maior já pago na história dos Grand Slams, igualando o valor recebido pela campeã feminina Elena Rybakina.
Zverev relembrou a derrota na final do US Open em 2020, quando perdeu após estar com dois sets de vantagem contra Dominic Thiem, e afirmou que o título de 2026 foi resultado de todo o trabalho e sofrimento dos anos anteriores.
Além do título no US Open e no Aberto da França, Zverev também chegou à final de Wimbledon, onde foi derrotado por Jannik Sinner, que precisou se retirar do US Open por lesão no joelho, abrindo caminho para Zverev ser o cabeça de chave número 1.
Shelton, por sua vez, eliminou o atual campeão Carlos Alcaraz nas quartas de final em uma partida histórica que terminou às 3h33 da manhã, o mais tarde já registrado no US Open. Apesar da derrota na final, o jovem americano de 23 anos deve ter novas oportunidades no futuro.
A final teve uma torcida fervorosa a favor de Shelton, mas Zverev manteve a calma e controle, utilizando um estilo de jogo deliberado que ajudou a neutralizar o apoio da torcida. O alemão executou saques potentes e jogadas precisas para garantir a vitória.
A partida também teve momentos de silêncio prolongado durante os saques de Zverev, que costuma quicar a bola várias vezes antes de sacar, dificultando a reação da torcida.
Com essa vitória, Zverev encerra um longo jejum de títulos masculinos para o tênis alemão e reafirma seu status como um dos melhores jogadores do mundo em 2026.
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Christian Harrison e Neal Skupski conquistam título de duplas masculinas no US Open 2023
Christian Harrison, dos EUA, e Neal Skupski, da Grã-Bretanha, venceram a final de duplas masculinas do US Open 2023, garantindo seu segundo título de Grand Slam no ano. A dupla derrotou os alemães Kevin Krawietz e Tim Puetz em sets diretos.
Christian Harrison e Neal Skupski conquistaram o título de duplas masculinas no US Open 2023 ao vencerem Kevin Krawietz e Tim Puetz por 6-4, 7-6 (8-6) na final realizada em Flushing Meadows. Esta foi a segunda conquista de Grand Slam da dupla na temporada, após a vitória no Australian Open em janeiro, torneio que disputaram juntos pela segunda vez.
A dupla tornou-se a quarta na era do tênis aberto a vencer os dois principais torneios do ano no mesmo ano desde que o Australian Open passou a ser disputado em quadras duras em 1988. Além disso, Harrison e Skupski foram apenas o terceiro time desde 1968 a conquistar o US Open sem perder um set, juntando-se a John McEnroe e Peter Fleming (1983) e Bob e Mike Bryan (2008 e 2010).
Christian Harrison destacou a importância do ano para sua carreira, especialmente por vencer em casa após superar oito cirurgias entre 2009 e 2018, que o fizeram focar em duplas. Ele ressaltou a dificuldade e a alegria de continuar jogando apesar dos desafios físicos e da idade.
Neal Skupski, que havia perdido finais importantes em 2025, comemorou a vitória e a superação das derrotas anteriores, ressaltando que esta conquista tem um significado especial.
O pai e treinador de Harrison, Pat Harrison, esteve presente na final, superando seu medo de voar para apoiar o filho.
Por sua vez, Krawietz e Puetz sofreram sua segunda derrota em finais do US Open em três anos, após perderem para Max Purcell e Jordan Thompson em 2024. Kevin Krawietz comentou sobre a dor da derrota, mas já pensa na próxima temporada.
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Alexander Zverev e Aryna Sabalenka são favoritos para vencer o US Open
Alexander Zverev é o favorito para o título masculino do US Open, enquanto Aryna Sabalenka lidera as apostas para o título feminino. As odds foram atualizadas após as semifinais do torneio.
Alexander Zverev é o favorito para vencer a final masculina do US Open, com odds de -132 segundo o DraftKings Sportsbook, após a vitória de Ben Shelton sobre Frances Tiafoe nas semifinais. Shelton aparece como azarão, com odds de +109.
Antes do torneio, Zverev tinha a segunda melhor cotação para o título, com +300, atrás apenas de Carlos Alcaraz (+250). Alcaraz era o favorito inicialmente, especialmente após a ausência de Jannik Sinner por lesão, chegando a ter odds de -165 para o campeonato. No entanto, Alcaraz foi eliminado nas quartas de final por Shelton.
Com a saída de Alcaraz, as casas de apostas não enfrentam mais grandes riscos financeiros no lado masculino, e Zverev não preocupa os bookmakers. Johnny Avello, diretor do DraftKings Sportsbook, comentou que Zverev é um jogador muito bom, vencedor de seu primeiro Grand Slam no French Open, mas que ainda não tem muitos seguidores ou apostadores fiéis.
Por outro lado, Shelton ainda representa algum risco para as casas de apostas, que perderão dinheiro se ele conquistar seu primeiro título de Grand Slam.
No lado feminino, Aryna Sabalenka é a favorita para vencer a final contra Elena Rybakina, com odds de -138 contra +113, respectivamente, segundo o DraftKings. Curiosamente, ambas as jogadoras tiveram suas odds ajustadas para mais altas em relação ao início do torneio, quando Sabalenka começou com -150 e Rybakina com +110.
Sabalenka iniciou o US Open como favorita com odds de +320 e não gerou riscos significativos para as casas de apostas devido à sua cotação consistentemente baixa. Já Rybakina, que enfrentou dúvidas por lesões e falta de forma recente, teve odds entre 11-1 e 16-1 antes do torneio, e sua recuperação durante a competição a tornou a maior surpresa do mercado de apostas futuras.
Algumas casas de apostas tiveram perdas com jogadoras como Coco Gauff e Jessica Pegula, que foram eliminadas por Sabalenka. John Mitchell, trader da Caesars, afirmou que a vitória de Rybakina causaria prejuízo, o que faz com que as casas torçam para Sabalenka na final.
O torneio deste ano registrou um dos maiores volumes de apostas já vistos no US Open, especialmente devido às apostas ao vivo, que permitiram aos apostadores superar as casas em algumas situações. Mitchell destacou partidas em que favoritas reverteram desvantagens, como Sabalenka e Tiafoe, que vieram de sets ou quebras atrás para vencer.
Avello comentou que, apesar da eliminação de Gauff ter sido positiva para as apostas futuras, o público teve sucesso apostando nela em partidas individuais ao longo do torneio.
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Aryna Sabalenka e Elena Rybakina disputam título feminino do US Open 2026
Aryna Sabalenka busca o tricampeonato do US Open ao enfrentar Elena Rybakina, atual número 1 do mundo, na final do torneio. Especialistas analisam as estratégias e chances de cada jogadora para a decisão.
A final feminina do US Open 2026 será disputada entre Aryna Sabalenka, bicampeã e atual número 2 do mundo, e Elena Rybakina, que conquistou o título do Australian Open neste ano e recentemente assumiu a liderança do ranking mundial ao superar Sabalenka.
Especialistas destacam que Rybakina deve apostar em seu potente saque e na consistência para pressionar o serviço e o retorno da adversária. Ela tem demonstrado grande resistência mental e capacidade de manter o foco em momentos decisivos, mesmo após lesões e partidas difíceis. A efetividade no primeiro saque será fundamental para seu desempenho, já que em suas vitórias contra Sabalenka, Rybakina costuma vencer mais de 70% dos pontos nesse fundamento.
Por outro lado, Sabalenka tem mostrado agressividade e controle dos pontos durante o torneio, além de uma melhora significativa na concentração e no equilíbrio emocional em comparação com o início da temporada. Sua experiência em quadras duras e o apoio da torcida no Arthur Ashe Stadium são apontados como fatores que podem influenciar positivamente seu jogo. A jogadora também precisa manter a calma e evitar o excesso de tensão para explorar sua força e precisão, especialmente no backhand.
A rivalidade entre as duas é marcada por confrontos equilibrados, com 17 partidas disputadas e resultados próximos. A final promete ser uma disputa acirrada, com possibilidade de três sets, onde a capacidade de manter o foco e aproveitar as oportunidades será decisiva para conquistar o título.
Sabalenka busca o tricampeonato do US Open, feito raro na era moderna do tênis feminino, enquanto Rybakina tenta confirmar sua ascensão como número 1 do mundo com um título de Grand Slam. A partida está marcada para sábado, e as expectativas são de um confronto de alto nível técnico e emocional.



