
Brasil, Espanha e EUA aparecem entre as 49 seleções na disputa pela Copa do Mundo Feminina de 2027
Um ranking baseado nas avaliações da Opta reúne as 49 seleções ainda elegíveis para disputar e vencer a Copa do Mundo Feminina de 2027, no Brasil. Dezoito equipes já garantiram vaga, enquanto outras 31 seguem na briga pelas 14 vagas restantes.
A Copa do Mundo Feminina de 2027 será disputada no Brasil, e 49 seleções ainda estão na disputa por uma das 32 vagas do torneio. O ranking elaborado pela ESPN usa as avaliações da Opta para ordenar as equipes que permanecem elegíveis, combinando os números com comentários sobre o momento de cada seleção.
De acordo com o levantamento, 18 equipes já se classificaram e outras 31 ainda podem conquistar uma das 14 vagas restantes. Entre as seleções que ainda não garantiram presença estão Estados Unidos e Inglaterra: a classificação americana depende de uma competição que ainda será disputada, enquanto as inglesas estão nos playoffs europeus após não conseguirem uma das vagas automáticas iniciais.
Como funciona a avaliação da Opta
O sistema da Opta usa uma classificação baseada no método Elo, que mede a força das seleções a partir dos resultados e, quando disponíveis, dos gols esperados (xG). Após cada partida, pontos são trocados entre as equipes considerando a força dos adversários e o mando de campo.
A metodologia também incorpora o chamado xG Enhanced Elo. O modelo calcula probabilidades para resultados possíveis com base nas chances criadas e ajusta a pontuação de acordo com esses cenários. A análise considera mais de 260 mil jogos de futebol feminino desde 2010 e é atualizada conforme novas partidas são disputadas.
As posições citadas no ranking correspondem à classificação entre as 49 seleções ainda na disputa pela Copa de 2027, não à lista completa das equipes do mundo. Os números usados no levantamento foram atualizados após a janela internacional de outubro, na qual a Espanha venceu e depois empatou com os Estados Unidos.
Seleções em destaque
Malawi aparece como a equipe de menor posição entre as 49. A seleção, apelidada de Scorchers, garantiu pela primeira vez uma vaga na Copa do Mundo após chegar à final da WAFCON e terminar como vice-campeã em sua estreia na principal competição africana. As irmãs Temwa Chawinga e Tabitha Chawinga foram apontadas como destaques da campanha. No ranking global da Opta, Malawi ocupa o 75º lugar entre 188 seleções.
Camarões conquistou seu primeiro título africano ao vencer Malawi por 3 a 1 na final, em agosto. A meio-campista Monique Ngock, de 22 anos, foi eleita a melhor jogadora do torneio e se transferiu para o Washington Spirit, da NWSL, algumas semanas antes da competição. Nas quartas de final, Camarões eliminou a Nigéria, campeã africana em dez ocasiões; depois, a Nigéria perdeu para a África do Sul no jogo classificatório e ficou fora da Copa do Mundo pela primeira vez.
A Jamaica pode garantir a terceira participação consecutiva no Mundial com uma vitória sobre a Costa Rica nas quartas de final da Concacaf, em 27 de novembro. Na edição de 2023, avançou em um grupo com França e Brasil sem sofrer gols e foi eliminada pela Colômbia nas oitavas de final. Khadija Shaw é citada como uma das principais atacantes do futebol mundial, enquanto Solai Washington aparece entre os talentos em ascensão.
O Haiti também tem uma vaga ao alcance: uma vitória sobre o México permitiria à seleção disputar sua segunda Copa consecutiva. A equipe conta com Melchie Dumornay e é comandada por Pia Sundhage, que já treinou os Estados Unidos, a Suécia, o Brasil e a Suíça. Sundhage levou a seleção americana ao ouro olímpico em 2008 e 2012; no Mundial de 2023, o Brasil foi eliminado na fase de grupos sob seu comando.
A Nova Zelândia está de volta para sua sexta Copa do Mundo consecutiva. A seleção, que foi uma das anfitriãs em 2023, nunca passou da fase de grupos em suas seis participações anteriores. Naquele torneio, conquistou sua primeira vitória em Mundiais ao derrotar a Noruega por 1 a 0 na partida de abertura. Em abril, venceu Papua-Nova Guiné por 1 a 0 na final classificatória da Oceania; em amistosos recentes, empatou sem gols com Marrocos e perdeu por 2 a 1 para o Haiti.
Portugal é descrito como uma equipe promissora, mas ainda em busca de regularidade e de uma campanha de destaque. Na Copa de 2023, ficou perto de eliminar os Estados Unidos na fase de grupos, mas uma finalização nos acréscimos acertou a trave. Também venceu a seleção americana em um amistoso no ano passado.
A classificação europeia envolve playoffs de ida e volta. As oito vencedoras serão ordenadas conforme o posicionamento prévio: as sete mais bem colocadas se classificam diretamente, enquanto a oitava terá de disputar uma vaga na repescagem intercontinental. Portugal não pode terminar acima da quarta melhor equipe europeia caso vença, pois três confrontos envolvem seleções com melhor posição no chaveamento. A mesma condição se aplica a Escócia, País de Gales e Finlândia se vencerem seus duelos.
O México tenta evitar uma repetição do fracasso nas eliminatórias de 2023, quando perdeu os três jogos da fase de grupos em casa e não avançou nem à repescagem intercontinental. A seleção enfrentará o Haiti em uma partida eliminatória nas quartas de final da Concacaf. Quem perder disputará um jogo classificatório para tentar chegar à repescagem intercontinental.
A Austrália alcançou sua primeira semifinal de Copa do Mundo em 2023, impulsionada também pelo apoio da torcida local, apesar das preocupações com a lesão da atacante Sam Kerr antes do torneio. Na Copa da Ásia, terminou como vice-campeã após perder a final por 1 a 0 para o Japão. Em outubro, perdeu por 4 a 2 para a Alemanha e, quatro dias depois, venceu o Haiti por 7 a 1.
A Itália chega aos playoffs europeus após empatar com a Suécia e duas vezes com a Dinamarca na etapa anterior das eliminatórias. Dez jogadoras diferentes marcaram gols na campanha, e nenhuma fez mais de três. A seleção também é citada pelo desempenho da equipe sub-20, que chegou às semifinais do Mundial da categoria. Uma vitória sobre a Finlândia no confronto de ida e volta, somada ao seu posicionamento no chaveamento, deve garantir a classificação italiana.
A Coreia do Norte volta a ser apontada como uma incógnita no cenário internacional. Sua última participação em uma Copa do Mundo adulta foi em 2011. Na ocasião, cinco jogadoras testaram positivo para esteroides; a FIFA multou a equipe em US$ 400 mil e a excluiu da edição de 2015. A seleção não se classificou para 2019 e se retirou de competições internacionais antes do Mundial de 2023, em meio às restrições da Coreia do Norte durante a pandemia de COVID-19. Nas categorias de base, conquistou títulos mundiais sub-20 em 2016 e 2024 e sub-17 em 2016, 2024 e 2025.
Brasil, Japão e candidatas ao título
O Brasil terá a oportunidade de disputar em casa a primeira Copa do Mundo Feminina realizada na América do Sul. O técnico Arthur Elias é apontado como responsável por ampliar as opções do elenco e desenvolver uma equipe competitiva. Marta, que terá 41 anos quando o torneio começar, é uma das histórias a acompanhar na seleção.
Em junho, o Brasil enfrentou os Estados Unidos em dois jogos. Na segunda partida, vencida pelos americanos por 1 a 0, o jogo teve oito cartões vermelhos, quatro deles para integrantes da comissão técnica brasileira, incluindo Arthur Elias. O texto também destaca o apoio da torcida brasileira, observado em partidas recentes contra os Estados Unidos.
O Japão, campeão mundial em 2011, é descrito como uma equipe que passou a combinar posse de bola com capacidade para competir em jogos físicos e de transição. O técnico Nils Nielsen deixou o cargo em abril, logo após a conquista da Copa da Ásia. Nas semanas seguintes, o Japão perdeu dois de três jogos contra os Estados Unidos e, mais recentemente, foi derrotado pela Alemanha por 2 a 1. A seleção receberá o Brasil em amistoso em 28 de novembro.
A Inglaterra perdeu por 4 a 0 para a Espanha em junho, na última rodada da fase de grupos das eliminatórias europeias, e foi encaminhada aos playoffs. Na segunda rodada, enfrentará a Ucrânia, que já havia perdido duas vezes para as inglesas na fase de grupos. A treinadora Sarina Wiegman tem decisões a tomar sobre a utilização de jogadoras veteranas caso a equipe se classifique.
Os Estados Unidos perderam por 2 a 0 para a Espanha e empataram em 2 a 2 no jogo seguinte, após ficarem dois gols atrás. O levantamento aponta diferenças de eficiência e profundidade entre as equipes e cita as ausências da zagueira Naomi Girma e da meio-campista Sam Coffey. Também registra dúvidas sobre a posição de goleira e sobre a capacidade americana de conquistar o título sem Girma como referência da defesa.
A Espanha venceu e depois empatou com os Estados Unidos na janela de outubro. Nos jogos disputados em solo americano, a seleção espanhola não contou com Mariona Caldentey, Clàudia Pina, Mapi León, Cata Coll nem Aitana Bonmatí, vencedora de três Bolas de Ouro. A equipe é a atual campeã mundial e aparece entre as seleções em destaque na disputa pelo título de 2027.
Fontes
Encontrou um problema?
Se você identificar erro no conteúdo, envie um reporte para revisão editorial.
Mais sobre SOCCER

Rose Lavelle é a única americana entre as indicadas à Bola de Ouro feminina de 2026
A meio-campista da seleção dos Estados Unidos e do Gotham FC integra a lista de 30 finalistas. A sequência recente de vencedoras espanholas e o calendário europeu são apontados como fatores que dificultam a presença de jogadoras americanas no topo da premiação.
Rose Lavelle é a única jogadora dos Estados Unidos entre as 30 indicadas à Bola de Ouro feminina de 2026. A meio-campista foi reconhecida após uma temporada de destaque pela seleção americana e pelo Gotham FC, incluindo o gol do título na final da NWSL de 2025. A cerimônia está marcada para segunda-feira.
Em entrevista à ESPN durante o mais recente período de treinos da seleção, Lavelle disse sentir-se privilegiada por ter atuado ao lado de tantas jogadoras talentosas nos Estados Unidos, tanto na equipe nacional quanto nos clubes. Ela também desviou o foco dos elogios ligados à indicação.
A presença de apenas uma americana na lista acompanha uma mudança no equilíbrio do futebol feminino. A Espanha conquistou a Copa do Mundo de 2023, resultado que marcou a ascensão europeia, e venceu recentemente um confronto de duas partidas contra os Estados Unidos, seleção que ocupa o segundo lugar no ranking citado no relato.
A espanhola Alexia Putellas venceu duas vezes a Bola de Ouro e Aitana Bonmatí conquistou as três edições seguintes. Assim, uma jogadora espanhola venceu cada uma das últimas cinco edições da Bola de Ouro e do prêmio The Best da FIFA, que são premiações distintas e costumam apontar resultados semelhantes.
O calendário também pesa na comparação. A Bola de Ouro segue o calendário europeu, enquanto a temporada da NWSL fica dividida entre dois períodos de votação. Crystal Dunn, ex-jogadora da seleção americana, afirmou que a premiação tende a favorecer atletas europeias e que, na avaliação dela, não contempla todas as jogadoras de maneira inclusiva.
Histórico americano na premiação
Megan Rapinoe foi a última americana a vencer a Bola de Ouro ou o The Best, em 2019, ano em que os Estados Unidos conquistaram sua quarta Copa do Mundo. Alex Morgan ficou em segundo lugar no The Best de 2022; esse foi o único resultado de uma americana entre as três primeiras em qualquer uma das duas premiações desde a vitória de Rapinoe.
Carli Lloyd recebeu o prêmio da FIFA em 2015, após sua atuação na Copa do Mundo daquele ano, e voltou a vencê-lo em 2016. Mia Hamm, duas vezes, e Abby Wambach também foram reconhecidas como melhores do mundo. Michelle Akers, bicampeã mundial pelos Estados Unidos, foi nomeada conjuntamente Jogadora do Século pela FIFA em 2000, antes de a entidade criar uma premiação anual feminina.
Esses reconhecimentos ocorreram durante ou pouco depois de conquistas americanas em Copas do Mundo ou Jogos Olímpicos. O relato observa, porém, que grandes atuações em torneios de seleções já não bastam, por si só, para garantir o prêmio. Espanha, Inglaterra, França e Alemanha concentram grande parte da força europeia nas premiações individuais.
Após a conquista do quinto ouro olímpico dos Estados Unidos, Sophia Wilson, Lindsey Heaps, Mallory Swanson e Trinity Rodman terminaram, respectivamente, em quarto, quinto, sexto e nono lugares na votação da Bola de Ouro de 2024. Wilson recebeu cerca de um terço dos votos de Bonmatí, vencedora daquela edição.
A ausência de Naomi Girma na lista de 30 finalistas de 2024 também foi questionada. A defensora era considerada uma das melhores do mundo na posição e teve papel importante no ouro olímpico dos Estados Unidos. Ela também integrava o San Diego Wave quando o clube conquistou o NWSL Shield de 2023, dentro do período considerado para a votação.
A técnica da seleção americana, Emma Hayes, criticou a ausência de Girma e também questionou a realização da cerimônia durante uma data de jogos internacionais, quando muitas atletas não poderiam comparecer. Hayes pediu que as pessoas não atribuíssem importância excessiva aos prêmios individuais.
Rodman também é apontada como uma jogadora americana que merecia estar na lista deste ano. Ashley Sanchez, por sua vez, vive uma temporada de nível de MVP na NWSL, mas voltou recentemente à seleção após dois anos sem convocação. O estilo habilidoso de Lavelle, semelhante ao de algumas das principais jogadoras espanholas, é descrito como alinhado ao perfil valorizado pelos votantes.
Jogadoras de outras seleções também ficam de fora
A falta de reconhecimento não se limita às americanas. Temwa Chawinga, atacante do Kansas City e da seleção de Maláui, marcou 20 gols na NWSL em 2024, estabelecendo o recorde da liga. Ela conquistou a Chuteira de Ouro e o prêmio de MVP, mas não entrou na lista de 30 finalistas da Bola de Ouro naquele ano.
Chawinga voltou a ganhar os dois prêmios em 2025 e foi indicada à Bola de Ouro, terminando em 17º lugar. Melchie Dumornay, meio-campista do Haiti que atua pelo OL Lyonnes, ficou logo abaixo dela na votação daquele ano.
Com exceção da polonesa Ewa Pajor, do Barcelona, as 11 primeiras colocadas da Bola de Ouro de 2025 eram espanholas ou inglesas e atuavam pelo Barcelona ou por clubes da Inglaterra.
A avaliação apresentada é que os resultados de segunda-feira podem repetir essa tendência. Uma vitória dos Estados Unidos na Copa do Mundo de 2027 poderia alterar o cenário, mas a seleção chega ao torneio após ser eliminada nas oitavas de final em 2023. Apesar da qualidade do grupo americano, uma nova vencedora dos Estados Unidos parece pouco provável no curto prazo.
Fontes

Manchester United avalia Eddie Howe e Julian Nagelsmann para substituir Michael Carrick
O futuro de Michael Carrick no comando do Manchester United está em dúvida, e o clube considera possíveis substitutos. Eddie Howe e Julian Nagelsmann estão entre os nomes avaliados, segundo fontes ouvidas pela ESPN.
O Manchester United avalia possíveis substitutos para Michael Carrick, cujo futuro como técnico está em dúvida. Eddie Howe, ex-comandante do Newcastle United, e Julian Nagelsmann, ex-técnico da seleção alemã, estão entre os nomes considerados, segundo fontes ouvidas pela ESPN.
A pressão sobre Carrick aumentou após a derrota por 3 a 0 para o Bournemouth, em Old Trafford. O resultado veio cinco dias depois de o United perder por 4 a 1 para o Como, pela Liga dos Campeões. A equipe chegou a oito partidas consecutivas sem vitória em todas as competições e ocupa a 16ª posição da Premier League, um ponto acima da zona de rebaixamento.
Howe e Nagelsmann estão atualmente sem clube. Kieran McKenna, ex-técnico do Ipswich Town, também foi citado: ele impressionou a direção do United em conversas no verão de 2024, mas o clube decidiu manter Erik ten Hag.
Antonio Conte, que deixou o Napoli no verão, estaria aberto a conversar caso seja procurado. Antes de oferecer a Carrick um contrato de dois anos, em maio, o United fez avaliações de diversos treinadores. O acordo veio após uma passagem interina de Carrick considerada bem-sucedida pelo clube.
Há, internamente, a percepção de que o United está preparado caso decida demitir Carrick. Após a derrota para o Bournemouth, o técnico disse não saber o que aconteceria com seu cargo.
"Entendo totalmente a situação. Não espero nada em particular, para ser sincero. Vou continuar normalmente", afirmou Carrick.
Fontes

Luis Enrique diz que Kvaratskhelia voltará mais forte após lesão no joelho
O técnico do Paris Saint-Germain afirmou que Khvicha Kvaratskhelia seguirá importante para o clube após se recuperar de uma lesão no ligamento cruzado anterior. O atacante está fora do restante da temporada.
Khvicha Kvaratskhelia sofreu uma lesão no ligamento cruzado anterior durante a vitória do Paris Saint-Germain por 4 a 2 sobre o Barcelona e não jogará mais nesta temporada. O técnico Luis Enrique afirmou que o clube apoiará o atacante durante a recuperação e acredita que ele voltará mais forte.
O treinador disse que a gravidade da lesão já era uma preocupação após a partida. Ele também destacou que lesões podem fazer parte da carreira de quem atua por 10 a 15 anos no mais alto nível do futebol profissional.
Luis Enrique descreveu Kvaratskhelia como um jogador combativo e afirmou que ele continuará sendo importante para o PSG. O técnico acrescentou que a equipe estará atenta às necessidades do atleta durante o processo de recuperação.
O treinador também declarou que uma lesão não significa necessariamente que o clube precise contratar outro jogador. Segundo ele, desde o início da temporada, a comissão técnica considera que o elenco pode lidar com ausências.
O PSG receberá o Lyon no Parc des Princes na segunda-feira, em busca da quinta vitória consecutiva e de uma posição mais alta na tabela. No encontro anterior entre as equipes, em abril, o Lyon venceu por 2 a 1.
Luis Enrique afirmou que aquele resultado serve de motivação para o confronto com a equipe comandada por Paulo Fonseca. Ele disse que o PSG precisa mostrar que está preparado para cada partida e lembrou que, algumas semanas antes, o time estava distante do líder, mas agora tem a possibilidade de assumir a ponta.
Fontes

ESPN simula votação da Bola de Ouro e aponta disputa acirrada entre Kane e outros candidatos
Vinte jornalistas da ESPN, de diferentes países, reproduziram o sistema de votação da Bola de Ouro masculina e dos demais prêmios. Harry Kane recebeu metade dos votos de primeiro lugar na disputa masculina, enquanto Alexia Putellas foi a favorita entre as mulheres.
A ESPN realizou uma simulação da votação da Bola de Ouro com 20 jornalistas de diferentes países, usando as listas oficiais de indicados. Cada participante escolheu cinco nomes para o prêmio masculino e três para as demais categorias. A pontuação seguiu o modelo oficial: 15 pontos para o primeiro lugar, 12 para o segundo, 10 para o terceiro, oito para o quarto e seis para o quinto.
Na disputa masculina, Harry Kane recebeu metade dos votos de primeiro lugar, mas apenas um dos outros dez votantes o colocou em segundo. Lamine Yamal teve somente um voto na primeira posição, apesar de figurar entre os principais candidatos.
Os jornalistas também escolheram Lionel Messi, Kylian Mbappé, Fabián Ruiz e Rodri como primeiros colocados em suas cédulas. As justificativas destacaram, entre outros aspectos, os gols de Kane pelo Bayern de Munique e pela seleção inglesa, a atuação de Messi na Copa do Mundo de 2026, os números de Mbappé pela França e a influência de Rodri na campanha espanhola.
Ruiz foi apontado por um dos votantes por sua participação nas conquistas do Paris Saint-Germain na Liga dos Campeões e da Espanha na Copa do Mundo. O texto da ESPN também observou que Kane poderia se tornar o quinto inglês a conquistar a Bola de Ouro, depois de Stanley Matthews, Bobby Charlton, Kevin Keegan e Michael Owen.
Putellas lidera entre as mulheres
Na Bola de Ouro feminina, Alexia Putellas recebeu votos de primeiro lugar. A meio-campista capitaneou o Barcelona na conquista da Liga F, da Liga dos Campeões feminina, da Copa da Rainha e da Supercopa da Espanha. Em 43 partidas, marcou 20 gols e deu 14 assistências, segundo os dados apresentados na simulação.
Ewa Pajor também recebeu votos de primeiro lugar. Uma das justificativas destacou seus 34 gols e oito assistências em 46 jogos por clube e seleção, além dos 11 gols que a tornaram artilheira da Liga dos Campeões feminina. Outra ressaltou seus 33 gols na temporada e dois tentos na final vencida pelo Barcelona por 4 a 0 contra o OL Lyonnes.
Temwa Chawinga, do Kansas City Current, também apareceu entre as escolhidas para o primeiro lugar. Um dos votos citou seus 20 gols na NWSL e os 15 marcados na temporada seguinte, além de sua atuação por clube e seleção.
Putellas encerrou sua trajetória de 14 anos no Barcelona após capitanear a equipe em uma segunda conquista de quatro títulos na mesma temporada em três anos. Depois, passou a liderar o London City Lionesses, que ocupava o terceiro lugar na Women's Super League após cinco partidas. Caso vença, ela conquistará sua terceira Bola de Ouro e igualará Aitana Bonmatí como a jogadora com mais prêmios.
Outros resultados da simulação
Na categoria de jovens jogadores, Lamine Yamal ficou em primeiro na disputa masculina, seguido por Pau Cubarsí e Yan Diomandé. Entre as mulheres, Vicky López liderou, à frente de Lily Yohannes e Felicia Schröder.
Unai Simón foi o primeiro colocado entre os goleiros, seguido por David Raya e Joan García. Na categoria feminina, Cata Coll ficou em primeiro, Hannah Hampton em segundo, e Ann-Katrin Berger e Ayaka Yamashita dividiram a terceira posição.
Luis de la Fuente liderou a votação para técnico masculino, à frente de Luis Enrique e Mikel Arteta. Entre as treinadoras, Pere Romeu ficou em primeiro, seguido por Jonatan Giráldez e Andree Jeglertz.
O Paris Saint-Germain foi escolhido como melhor clube masculino, com Arsenal e Bayern de Munique nas posições seguintes. Na categoria feminina, o Barcelona ficou em primeiro, à frente de OL Lyonnes e Manchester City.
Fontes

Neymar é expulso após cobrir a boca durante discussão com Rodrigo Nestor
O atacante do Santos recebeu cartão vermelho na vitória por 1 a 0 sobre o Bahia, após cobrir a boca enquanto discutia com Rodrigo Nestor. Neymar afirmou que não havia dito nada quando o adversário chamou a atenção do árbitro.
Neymar foi expulso durante a vitória do Santos por 1 a 0 sobre o Bahia, no sábado, após cobrir a boca com a mão enquanto discutia com Rodrigo Nestor. O jogador do Bahia alertou o árbitro, que mostrou o cartão vermelho ao atacante santista.
A expulsão ocorreu sob uma regra que prevê cartão vermelho para jogadores que cobrem a boca ao falar com adversários. A medida foi aprovada para a Copa do Mundo após Vinícius Júnior afirmar que sofreu racismo de Gianluca Prestianni, do Benfica, na temporada passada da Liga dos Campeões. Prestianni recebeu posteriormente uma suspensão de seis jogos por conduta discriminatória de caráter homofóbico.
Neymar disse que conversava e brincava com Nestor e reconheceu que errou ao cobrir a boca. O atacante afirmou, porém, que ainda não havia falado quando o adversário fez um gesto ao árbitro. Também chamou a atitude de Nestor de uma das jogadas mais desleais do futebol e disse que pretende revidar em outra ocasião.
Nestor apresentou outra versão. Ele afirmou que tentou cumprimentar Neymar após uma falta e que o santista jogou a bola nele. Segundo o jogador do Bahia, Neymar disse coisas desrespeitosas sobre ele e sobre a camisa do clube. Nestor declarou que preferia não repetir as palavras por haver crianças entre as pessoas que acompanhavam o jogo.
Em uma publicação nas redes sociais, Neymar disse que normalmente não comenta discussões ocorridas durante as partidas, mas considerou o episódio grave. Ele afirmou que provocações e palavrões fazem parte do futebol, mas acusou Nestor de alegar que havia dito algo para obter vantagem na partida, apesar de estar com a boca coberta.
O atacante também acusou Nestor de encenar a situação e afirmou que a regra pode abrir espaço para atitudes desleais. Neymar disse estar triste com o ocorrido e reiterou que, em sua avaliação, o adversário tentou usar a regra contra ele.
Fontes

Bournemouth vence Manchester United por 3 a 0, e pressão sobre Carrick aumenta
O AFC Bournemouth derrotou o Manchester United por 3 a 0 em Old Trafford, pela Premier League. A derrota ampliou a pressão sobre Michael Carrick, que deixou Bruno Fernandes fora da equipe titular e não o utilizou durante a partida.
O AFC Bournemouth venceu o Manchester United por 3 a 0 em Old Trafford, em 25 de outubro de 2026, pela Premier League. Rayan, Marcus Tavernier e Evanilson marcaram para a equipe visitante.
A pressão sobre Michael Carrick aumentou após o resultado. O treinador deixou Bruno Fernandes fora da escalação titular e não colocou o meio-campista em campo, depois de críticas do jogador às táticas da equipe após a derrota por 4 a 1 para o Como, no meio da semana, pela Champions League.
Com Fernandes no banco, o Manchester United foi derrotado em casa. O resultado deixou o trabalho de Carrick sob maior escrutínio.



