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Brewers viram desvantagem de quatro corridas e vencem Rays no Jogo 2 da World Series

Brewers viram desvantagem de quatro corridas e vencem Rays no Jogo 2 da World Series

Milwaukee derrotou Tampa Bay por 5 a 4 após sair atrás por quatro corridas na primeira entrada. Foi a sétima vitória dos Brewers em oito jogos de pós-temporada nos quais ficaram em desvantagem.

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Os Milwaukee Brewers venceram os Tampa Bay Rays por 5 a 4 no Jogo 2 da World Series, no sábado, depois de sofrerem quatro corridas na primeira entrada. A virada foi a sétima da equipe em oito partidas de pós-temporada nas quais esteve atrás no placar.

Sal Frelick empatou o jogo com um home run na sexta entrada. Na sétima, o novato Cooper Pratt rebateu um single que levou Brice Turang ao home plate e colocou Milwaukee à frente.

A jogada decisiva de Pratt veio após um erro de arremesso do próprio novato na primeira jogada da partida, que ajudou Tampa Bay a abrir vantagem. O bullpen dos Brewers então trabalhou seis entradas sem permitir corridas. Aaron Ashby encerrou sua 15ª entrada consecutiva sem sofrer corrida nesta pós-temporada.

Frelick contou que a equipe mantém a mesma postura mesmo quando está em vantagem. Andrew Vaughn resumiu a atitude do grupo dizendo que os jogadores não desistem e que a situação do jogo não muda a confiança deles.

A vitória deu sequência a uma série de viradas de Milwaukee nos playoffs. Os Brewers também reagiram em duas vitórias contra o San Diego Padres, incluindo a partida que encerrou a série divisional. Contra o Los Angeles Dodgers, ficaram atrás em cada um dos quatro jogos e venceram todos.

O artigo registra que Milwaukee chegou ao Jogo 2 com campanha de 9 vitórias e 1 derrota na pós-temporada. A equipe havia vencido 103 jogos na temporada regular, a melhor marca da MLB, apesar de ter uma folha salarial limitada e poucos jogadores considerados estrelas no relato.

Frelick, que rebateu na oitava posição, vinha de uma temporada afetada por danos estruturais no ombro direito e não havia conectado um home run desde o intervalo do All-Star. No sexto inning, ele enfrentou o arremessador canhoto Ian Seymour e empatou a partida com uma rebatida para o campo central. O público de 43.245 pessoas no American Family Field celebrou o lance.

O texto também observa que os Rays não deveriam ser descartados, embora os erros cometidos pela equipe nos dois primeiros jogos tenham contrastado com o desempenho de Milwaukee.

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Brewers abrem 2 a 0 na World Series contra os Rays

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O Milwaukee Brewers lidera a World Series por 2 a 0 sobre o Tampa Bay Rays após duas vitórias apertadas. O Jogo 3 será no Tropicana Field.

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O Milwaukee Brewers chega ao Jogo 3 da World Series com vantagem de 2 a 0 sobre o Tampa Bay Rays, após duas vitórias decididas por apenas dois runs no total. A partida será no Tropicana Field.

Os Rays reconhecem que os erros em campo e os outs desnecessários pesaram na série. "Contra Milwaukee, se você entrega outs, eles vão usar isso contra você", disse o astro dos Rays, Junior Caminero.

O shortstop novato Cooper Pratt, cujo single de RBI na sétima entrada foi o golpe decisivo no Jogo 2, destacou a confiança do grupo. "Enquanto houver jogo, temos chance, e acho que todos compraram essa ideia", afirmou.

O arremessador Freddy Peralta, MVP da ALCS, será o titular dos Rays no Jogo 3, enquanto Robert Gasser começará pelos Brewers. Peralta tem 7-0 com ERA de 0,89 em seus últimos 10 jogos desde 26 de agosto. Gasser soma 2-0 com ERA de 1,51 em oito aparições no mesmo período.

O Jogo 3 será transmitido nacionalmente pela FOX e pela FOX Deportes, com streaming pela FOX One.

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Rays tentam reagir em casa após duas derrotas; Brewers buscam ampliar vantagem na World Series

Rays tentam reagir em casa após duas derrotas; Brewers buscam ampliar vantagem na World Series

A World Series chega ao Jogo 3 no Tropicana Field, com o Milwaukee Brewers à frente por 2 a 0. Os dois primeiros jogos foram marcados por erros defensivos e nas bases dos Rays, além do desempenho dominante do bullpen de Milwaukee.

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Após duas partidas em Milwaukee, a World Series segue para o Tropicana Field. O Milwaukee Brewers venceu os dois primeiros jogos e tenta se aproximar do primeiro título da franquia, enquanto o Tampa Bay Rays busca reagir em casa. Os dados oficiais indicam o Jogo 3 para 26 de outubro de 2026, às 21h, no horário informado para a partida.

Aaron Ashby foi apontado por analistas como o destaque dos dois primeiros jogos e da pós-temporada. Ele ajudou a proteger vantagens apertadas nas duas vitórias de Milwaukee. William Contreras também se destacou: na defesa, participou de duas eliminações de corredores tentando roubar base e teve aproveitamento de 2 em 2 nos desafios do sistema ABS no Jogo 1. No ataque, soma quatro rebatidas em oito oportunidades, dois RBIs, uma base por bolas e nenhum strikeout.

Os Rays chegaram à decisão com destaque para o trabalho dos titulares, a defesa e a pressão nas bases, mas tiveram dificuldades nesses aspectos nos dois primeiros jogos. Nick Martinez fez uma boa abertura no Jogo 1; Drew Rasmussen, por sua vez, enfrentou problemas no Jogo 2. Tampa Bay também cometeu erros defensivos incomuns e teve corredores eliminados nas bases. O defensor central Jonny DeLuca resumiu a dificuldade após a segunda derrota dizendo que o jogo estava ficando mais rápido para a equipe.

Entre os lances citados estão a eliminação de Liam Hicks no home plate após uma tentativa de avanço no Jogo 2, em arremesso de Jackson Chourio, e a eliminação de Victor Mesa Jr. na terceira base, que encerrou uma entrada no Jogo 1. Jonathan Aranda também não conseguiu controlar uma bola rasteira na primeira base, e Chandler Simpson deixou cair uma bola alta de rotina, lance registrado como rebatida.

Os Rays dividem com Milwaukee o melhor retrospecto em casa da MLB. A volta ao Tropicana Field pode oferecer à equipe a oportunidade de retomar o padrão de jogo limpo que, segundo os analistas, marcou sua campanha na temporada regular e nos playoffs da Liga Americana. A avaliação também destacou que Tampa Bay precisa reduzir os erros e as jogadas agressivas que resultaram em eliminações.

O duelo de arremessadores

Robert Gasser e Freddy Peralta são os arremessadores previstos para o Jogo 3. Gasser permitiu uma corrida em duas partidas da pós-temporada: trabalhou quatro entradas contra o San Diego Padres na Division Series da Liga Nacional e cinco entradas sem sofrer corridas contra o Los Angeles Dodgers na Championship Series da Liga Nacional. As duas atuações foram fora de casa.

Na temporada regular, os Rays tiveram OPS de .678 contra arremessadores canhotos, marca empatada na 25ª posição da MLB. Nos playoffs, porém, conseguiram bons resultados contra Max Fried e Parker Messick. Peralta, por sua vez, teve ERA de 0,89 desde 26 de agosto, o melhor índice da MLB nesse período, e foi descrito como eficaz no Tropicana Field. Um dos analistas avaliou que cinco entradas sólidas contra o ataque de Milwaukee seriam um resultado importante para ele.

A necessidade de entradas longas também pesa para Tampa Bay. Kevin Cash tem recorrido principalmente a Bryan Baker e Cam Booser no bullpen, mas Baker não passou de uma entrada por atuação na pós-temporada, e Booser não lançou mais de 17 arremessos em uma partida. Griffin Jax está previsto para abrir o Jogo 4, e os Rays podem precisar de mais entradas dos titulares para aliviar a carga sobre os relievers.

O desafio do bullpen de Milwaukee

Milwaukee também precisa administrar o desgaste dos relievers. Os arremessadores do Brewers acumularam 89 entradas na pós-temporada, das quais 50⅔ vieram do bullpen. Ashby trabalhou em oito dos dez jogos da equipe e lançou 15⅔ entradas, a quarta maior marca entre todos os arremessadores dos playoffs. Abner Uribe apareceu em nove partidas.

Apesar do volume, Ashby, Uribe, o closer Trevor Megill e os canhotos DL Hall e JoJo Romero somam quatro corridas permitidas em 44 entradas, com ERA de 0,81. Para fechar a série, Milwaukee também pretende manter o ataque que tem pressionado os adversários. William Contreras foi citado como exemplo dessa abordagem, ajustando suas rebatidas conforme a situação do jogo.

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Junior Caminero assume papel de líder dos Rays antes do Jogo 3 da World Series

Junior Caminero assume papel de líder dos Rays antes do Jogo 3 da World Series

Após duas derrotas para os Brewers, Junior Caminero tenta impulsionar os Rays dentro e fora de campo. O jovem destaque já se manifestou em reuniões e no dugout, enquanto Tampa Bay busca reagir na série.

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Junior Caminero tem ampliado sua participação como líder dos Tampa Bay Rays durante a World Series. Depois de uma derrota por 5 a 4 no Jogo 2, o terceira base foi flagrado pela transmissão falando com intensidade no dugout, enquanto a equipe tentava lidar com a perda de uma vantagem de quatro corridas.

Caminero explicou que queria ajudar os companheiros e manter o grupo confiante. A tentativa não mudou o resultado: os Rays perderam os dois primeiros jogos para o Milwaukee Brewers e chegam ao Jogo 3 em desvantagem na série.

A partida está marcada para 26 de outubro, às 21h, no Tropicana Field. Para evitar ficar a uma derrota da eliminação, Tampa Bay precisa reduzir os erros defensivos e nas bases e produzir mais contra o arremesso dos Brewers.

O episódio no dugout não foi a primeira vez que Caminero tomou a palavra nesta pós-temporada. Antes da American League Championship Series, ele foi o único jogador a falar em uma reunião dos rebatedores, dizendo que acreditava nos companheiros e que era hora de mostrarem ao mundo quem eram.

O segunda base Richie Palacios afirmou que a manifestação foi uma surpresa positiva, já que Caminero não costumava ser um líder vocal. Palacios também destacou que, quando o jovem fala, suas palavras são úteis e chegam em momentos importantes.

Os Rays venceram o Cleveland Guardians em seis jogos para chegar à World Series pela terceira vez na história da franquia. Embora tenha tido uma série difícil no geral, Caminero apareceu no Jogo 6 com um home run de duas corridas, o primeiro dele na pós-temporada, e celebrou dando uma volta pelas bases que durou pouco menos de 40 segundos.

Aos 23 anos, Caminero já é visto pelos companheiros como uma referência também pelo trabalho diário. Ele disputou os 162 jogos da temporada, um dos sete jogadores da MLB a alcançar essa marca, e se consolidou como um dos principais rebatedores de força da liga.

Nas duas últimas temporadas, somou 87 home runs, segundo maior total da MLB nesse período, atrás apenas de Kyle Schwarber, do Philadelphia Phillies. Em 2025, bateu 45 home runs e registrou 130 de wRC+. Na temporada seguinte, acertou 42 home runs e teve 142 de wRC+, marca empatada na nona posição da liga.

Caminero também elevou seu aproveitamento no bastão em 12 pontos em relação a 2025. Seu percentual de chegada em base subiu 49 pontos, com 38 walks a mais, e seu desempenho defensivo melhorou ao longo da temporada, depois de um início difícil em abril e maio. A expectativa citada no relato é que termine em segundo na votação para MVP da American League, atrás de Yordan Alvarez, do Houston Astros.

O técnico de rebatidas Chad Mottola disse que, em 35 anos no beisebol profissional, nunca viu um rebatedor como Caminero. Ele destacou a rapidez com que o jogador se adaptou aos arremessadores da MLB e a capacidade de repetir movimentos pouco convencionais. Mottola também recordou a estreia do jovem em Toronto, quando Caminero recebeu uma ovação dos torcedores durante o treino de rebatidas.

Caminero estreou nas grandes ligas em 2023, aos 19 anos, e disputou sete jogos antes de passar a maior parte de 2024 nas ligas menores. Naquele inverno, pela liga profissional da República Dominicana, acertou um home run de 454 pés que colocou o Leones del Escogido à frente no Jogo 7 da série final contra o Tigres del Licey.

O técnico de banco Rodney Linares ressaltou o trabalho de Caminero longe dos jogos e disse que ele reúne características para se tornar um dos melhores jogadores da MLB. Ben Williamson, companheiro de equipe, também descreveu a potência do rebatedor durante os treinos, afirmando que as bolas de Caminero percorrem distâncias muito superiores às dos demais.

A força apareceu nos treinos da World Series. Na atividade dos Rays em Milwaukee, antes do início da série, Caminero acertou várias bolas no painel de vídeo sobre o campo central e danificou uma delas. Antes do Jogo 1, mandou outra bola até a estrutura do estúdio da Fox, no segundo nível, entre o campo esquerdo e o central.

No primeiro jogo da série, Caminero rebateu uma bola a 112,7 milhas por hora para um double, mas terminou com um hit em três at-bats e um walk. No Jogo 2, foi um em quatro, com uma corrida impulsionada. Tampa Bay marcou apenas duas corridas nos 17 innings disputados após a primeira entrada do segundo jogo.

O futuro contratual também aparece no horizonte da franquia. Caminero está sob controle dos Rays até a temporada de 2030 e já expressou o desejo de receber em um patamar comparável ao de Juan Soto ou Vladimir Guerrero Jr. O relato aponta que a folha salarial de Tampa Bay ficou na 28ª posição entre os clubes da MLB nesta temporada e que a equipe não costuma disputar esse mercado de salários.

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Brewers voltam à World Series após 44 anos; veja como era o beisebol em 1982

Brewers voltam à World Series após 44 anos; veja como era o beisebol em 1982

A última participação de Milwaukee na decisão foi em 1982, quando a equipe perdeu em sete jogos para o St. Louis Cardinals. Desde então, o clube mudou de liga e o cenário esportivo dos Estados Unidos passou por transformações.

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A última vez que o Milwaukee Brewers disputou a World Series foi em 1982. Naquela temporada, a equipe conquistou a Liga Americana, mas perdeu a série decisiva em sete jogos para o St. Louis Cardinals. O clube havia começado a jogar em Milwaukee apenas 12 anos antes e, em 1998, passou da Liga Americana para a Liga Nacional.

A equipe de 1982 ficou conhecida como Harvey's Wallbangers, apelido que combinava o nome do técnico Harvey Kuenn com a força ofensiva do elenco. Kuenn assumiu interinamente no meio da temporada, depois da demissão de Buck Rodgers, quando o time tinha campanha equilibrada. Milwaukee venceu a divisão no último dia da temporada.

O poder de rebatida foi uma marca daquele Brewers: a equipe anotou 216 home runs, 30 a mais que qualquer outro clube. Gorman Thomas liderou o elenco, com 39; Ben Oglivie bateu 34, e Cecil Cooper, 32. Robin Yount, Ted Simmons e Paul Molitor também contribuíram, com 29, 23 e 19 home runs, respectivamente.

Yount teve uma temporada especialmente destacada: conquistou o prêmio de MVP da Liga Americana e liderou a liga em rebatidas e slugging percentage. O MVP da Liga Nacional foi Dale Murphy, do Atlanta Braves. Ele bateu 36 home runs, liderou a liga em corridas impulsionadas e também ganhou o Gold Glove. Murphy voltou a receber o prêmio de MVP em 1983.

Entre os arremessadores, Steve Carlton conquistou seu quarto e último prêmio Cy Young. Aos 37 anos, liderou a MLB com 23 vitórias e 286 strikeouts, além de registrar 295⅔ innings, maior total da liga. Pete Vuckovich, do Brewers, venceu o Cy Young da Liga Americana, com campanha de 18 vitórias e seis derrotas.

Uma MLB com divisões diferentes

A estrutura da MLB em 1982 era distinta da atual. Cada liga tinha duas divisões: a Liga Americana contava com sete equipes em cada uma, enquanto a Liga Nacional tinha duas divisões de seis. O Detroit Tigers, por exemplo, estava na divisão Leste da Liga Americana junto com o Brewers. O Atlanta Braves foi o campeão da divisão Oeste da Liga Nacional.

Também havia franquias com nomes e cidades diferentes dos atuais. O California Angels venceu a divisão Oeste da Liga Americana, antes de passar por mudanças de nome. Na divisão Leste da Liga Nacional, o Montreal Expos ainda atuava em Montreal; a mudança para Washington, D.C., ocorreria décadas depois.

O título da World Series de 1982 ficou com o St. Louis Cardinals. Na sequência daquela temporada, outras decisões importantes dos esportes norte-americanos também tiveram campeões do Nordeste: a equipe de Washington venceu o Super Bowl em janeiro de 1983, após terminar a temporada da NFL com campanha de 12 vitórias e uma derrota; em maio, o New York Islanders varreu o Edmonton Oilers na final da Stanley Cup; e, dias depois, o Philadelphia 76ers varreu o Los Angeles Lakers nas finais da NBA.

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Rays adaptam luva para Baker Mayfield proteger polegar lesionado

Rays adaptam luva para Baker Mayfield proteger polegar lesionado

O Tampa Bay Rays modificou uma luva de recebedor para dar suporte ao polegar deslocado do quarterback Baker Mayfield, do Tampa Bay Buccaneers. A colaboração destaca a proximidade entre as equipes esportivas da região de Tampa Bay.

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O Tampa Bay Rays ajudou Baker Mayfield a voltar a jogar pelo Tampa Bay Buccaneers ao adaptar uma luva de recebedor para proteger o polegar direito deslocado do quarterback. Tyler Wall, funcionário do clube responsável pelo vestiário dos mandantes, fez a modificação.

Com a luva, Mayfield lançou um touchdown no segundo quarto da vitória dos Buccaneers por 43 a 13 sobre o Carolina Panthers. O quarterback voltou a atuar depois de ficar fora das três semanas anteriores. “Eles fizeram um trabalho incrível para me ajudar a chegar aonde estou”, disse Mayfield no início da semana.

A ajuda ocorreu enquanto os Rays se preparavam para receber jogos da World Series no Tropicana Field. A colaboração é um exemplo da relação entre as equipes esportivas de Tampa Bay, apelidada de “Champa Bay”.

A região celebrou títulos recentes dos Buccaneers e do Tampa Bay Lightning. Os Buccaneers venceram o Kansas City Chiefs no Super Bowl LV, disputado no Raymond James Stadium em 2021. O Lightning recebeu jogos em casa das finais da Stanley Cup em 2021 e 2022, incluindo a partida que garantiu o título de 2021.

O Tropicana Field está prestes a receber sua primeira partida da World Series desde 2008. A edição de 2020 foi disputada em Arlington, no Texas. Na série mencionada no relato, os Rays estavam atrás do Milwaukee Brewers por dois jogos a zero.

O outfielder Jonny DeLuca disse que a equipe via a possibilidade de voltar a jogar em casa como uma oportunidade de recuperar o ritmo. O shortstop Taylor Walls também destacou o apoio da comunidade e afirmou que os jogadores dos Rays costumam acompanhar partidas dos Buccaneers e do Lightning quando não estão jogando.

O CEO dos Rays, Ken Babby, afirmou que o clube busca conquistar seu espaço entre as organizações esportivas da região. Ele também citou a ajuda dos Yankees: há um ano, os Rays disputaram seus jogos em casa no Steinbrenner Field, estádio ligado à equipe de Nova York, após danos causados por um furacão destruírem o teto do Tropicana Field.

O técnico Kevin Cash elogiou o apoio dos torcedores durante a campanha de pós-temporada e disse que a equipe espera contar com uma atmosfera forte no estádio. “Nós adoramos jogar lá e adoramos o apoio dos nossos torcedores”, afirmou.

Para os próximos anos, os Rays planejam um novo estádio coberto, com capacidade para 31 mil pessoas e custo previsto de US$ 2,3 bilhões. O projeto está previsto para o terreno atual do Hillsborough Community College, em Tampa, com inauguração programada para abril de 2029.

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Taylor Walls transforma antecipação em excelência defensiva pelos Rays

Taylor Walls transforma antecipação em excelência defensiva pelos Rays

O shortstop do Tampa Bay Rays liderou os jogadores de campo da MLB em taxa de sucesso defensivo desde sua estreia, em 2021. Sua movimentação antes de cada arremesso ajuda a explicar os números e uma jogada decisiva contra o Brewers.

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Taylor Walls construiu sua reputação como um dos principais defensores da MLB ao antecipar as jogadas e ajustar seu posicionamento a cada arremesso. O técnico de banco do Tampa Bay Rays, Rodney Linares, descreveu essa estratégia como uma espécie de “trapaça”, mas sem qualquer irregularidade: Walls se movimenta para aumentar suas chances de fazer a jogada.

Nesta temporada, Walls converteu em eliminações 81% das oportunidades defensivas, a melhor marca entre os jogadores de campo que tiveram ao menos 250 chances. O índice também é de 81% desde sua estreia, em 2021, o maior entre os defensores nesse período.

Walls somou 21 corridas defensivas salvas (DRS) nesta temporada, marca que o deixou em quarto lugar entre todos os jogadores, independentemente da posição. Desde 2021, acumula 73 DRS, terceiro melhor total nesse intervalo.

O arremessador do Rays Ian Seymour afirmou que observa Walls se movimentar constantemente, em vez de acompanhar apenas o pitcher. Para Seymour, essa habilidade é algo que nenhum outro jogador de beisebol possui. O técnico do Cleveland Guardians, Stephen Vogt, também elogiou o shortstop, chamando-o de um dos melhores do mundo na posição.

Walls considera cada arremesso uma possível oportunidade de defesa. Ele avalia quem está no bastão, o pitcher, o alcance dos companheiros de infield e os corredores em base. Também observa o swing do rebatedor e, com o transmissor do PitchCom no boné, sabe qual arremesso está a caminho. Com essas informações, tenta prever se o rebatedor chegará atrasado, adiantado ou será surpreendido pelo lançamento.

“Você precisa esperar que cada arremesso seja rebatido na sua direção”, disse Walls ao explicar sua abordagem. Ele também destacou a importância de manter os pés em movimento, defender a bola com uma mão e fazer lançamentos enquanto corre.

Uma jogada contra o Milwaukee Brewers ilustrou essa preparação. No segundo jogo da World Series, com o Rays perdendo por 5 a 4 no fim da oitava entrada, havia corredores na segunda e na terceira bases. Jackson Chourio, descrito como um corredor acima da média, estava a 90 pés do home plate, enquanto Kevin Kelly se preparava para enfrentar William Contreras com a contagem cheia.

Enquanto os outros jogadores do infield permaneceram praticamente parados ou fizeram um salto no mesmo lugar, Walls avançou. Ele já estava posicionado mais perto do home plate e, no momento em que Kelly soltou a bola, deu um passo à frente e saltou até a borda da terra do infield.

Contreras rebateu rasteiro o sinker para o lado de fora. Walls avançou, pegou a bola após um quique alto, transferiu-a rapidamente e fez um lançamento preciso, ainda em movimento, para o catcher Nick Fortes. Fortes aplicou o tag em Chourio, e o Rays manteve a desvantagem em uma corrida.

O valor defensivo de Walls contrasta com seus números no ataque: ele tem média de .200 e OPS de .589 ao longo de seis temporadas na MLB. O Rays aceita essa produção ofensiva em troca do impacto que ele oferece na defesa.

Walls afirmou que evitar uma corrida tem o mesmo valor que marcar uma. Para ele, tirar rebatidas dos adversários e transformar bolas em eliminações pode mudar uma partida, e disse que gosta de contribuir dessa forma.

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