
Caleb Williams manterá chuteiras Caddix, apesar de multa da NFL; Joe Flacco se oferece para pagar
O quarterback do Chicago Bears não pretende cobrir o logotipo da Caddix no próximo jogo, contra o Seattle Seahawks. Williams recorreu de uma multa por violação do uniforme, e Joe Flacco afirmou que pagará uma nova penalidade caso ela seja aplicada.
Caleb Williams disse que continuará usando chuteiras da Caddix, marca não autorizada pela NFL, e que não pretende cobrir o logotipo no jogo do Chicago Bears contra o Seattle Seahawks, na segunda-feira. A liga multou o quarterback por violação das regras de uniforme, que exigem que o logotipo de marcas sem parceria com a NFL seja coberto.
Nike, Adidas e Under Armour são as marcas com acordos com a liga. Williams já recorreu da multa referente à Semana 6. Não está claro se receberá outra penalidade por ter usado chuteiras Caddix na vitória do Bears sobre o New England Patriots, na quinta-feira.
O quarterback afirmou que sua prioridade é a saúde e que continuará com o equipamento se ele lhe oferecer algum benefício. Williams usou chuteiras da marca durante a pré-temporada e nos dois primeiros jogos da temporada regular. Depois de ficar fora das Semanas 3 a 5 por uma lesão no tendão da coxa, voltou contra Atlanta e New England e se tornou o primeiro quarterback do Bears desde Mitchell Trubisky, em 2018, a registrar dois jogos consecutivos com pelo menos 300 jardas aéreas.
Williams usou chuteiras Nike nas temporadas de 2024 e 2025 e disse que tentava fazer a mudança para a Caddix havia cerca de um ano. Ele não tem contrato com a empresa. Segundo o relato, cerca de 40 jogadores da NFL usam atualmente chuteiras da marca.
Fundada em 2015, a Caddix desenvolveu a tecnologia SmartStuds. A empresa afirma que os componentes flexionam e se soltam durante mudanças de direção e pivôs, reduzindo a força de rotação transmitida pelo pé aos joelhos e tornozelos. A companhia associa essa força a lesões sem contato no ligamento cruzado anterior e a outras lesões nessas articulações.
Williams disse que escolheu as chuteiras por seu foco na prevenção de lesões. Também afirmou que sente menos incômodo nas articulações, nos tornozelos, nos joelhos e nos pés do que com outros modelos que já usou. Segundo ele, os cravos se movimentam quando o jogador apoia o pé com força em grama natural ou artificial, o que, na avaliação do quarterback, reduz a tensão nos tendões e nas articulações.
A Caddix tem uma audiência com a NFL marcada para 10 de novembro. Uma fonte afirmou que a empresa pretende pagar a multa de Williams caso o recurso do jogador seja rejeitado.
Joe Flacco, quarterback da NFL e um dos quatro consultores atletas da Caddix, também se ofereceu para cobrir uma eventual nova multa. Ele disse que usa as chuteiras há anos e que está disposto a apoiar Williams caso a liga volte a penalizá-lo. O fundador da empresa, Jack Rasmussen, afirmou que pagaria a multa e descreveu o modelo usado por Williams como uma das opções mais seguras para os jogadores.
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Lamar Jackson participa de treino completo pela primeira vez desde lesão no tornozelo
O quarterback do Baltimore Ravens voltou a completar um treino pela primeira vez desde que sofreu uma entorse no tornozelo esquerdo, há 24 dias. Jackson perdeu os três jogos anteriores, e sua possível volta contra o Buffalo Bills ainda não foi confirmada.
Lamar Jackson participou de um treino completo do Baltimore Ravens pela primeira vez desde que sofreu uma entorse no tornozelo esquerdo, há 24 dias. O quarterback perdeu os três jogos anteriores da equipe.
Jackson chegou ao campo caminhando em ritmo acelerado, mas não correu durante o período da atividade acompanhado pela imprensa. Com o tornozelo enfaixado, movimentou-se bem ao lançar passes para o wide receiver Zay Flowers e entregar a bola ao running back Derrick Henry.
O técnico Jesse Minter comentou a evolução do jogador na quarta-feira. “Quanto mais você consegue fazer, responder e sentir, certamente aumenta o otimismo”, disse.
O offensive tackle Ronnie Stanley afirmou que o retorno de Jackson contra o Buffalo Bills seria “um grande impulso”. O Bills tem campanha de 5-1, enquanto o Ravens está com 4-3 e ocupa o último lugar da AFC North.
Stanley também ressaltou que a equipe não deve depender exclusivamente do quarterback. “Lamar é o melhor jogador da NFL, e todos sabemos o quanto ele é bom. Mas também não queremos depender de que ele tenha de carregar o time”, afirmou.
Sem Jackson, o Ravens teve campanha de 1-2 com Tyler Huntley como substituto. A equipe não marcou pontos no segundo tempo nas derrotas das duas semanas anteriores.
Os números ofensivos também mostram a diferença entre os períodos com e sem o quarterback: em 14 quartos com Jackson nesta temporada, Baltimore marcou 14 touchdowns; em outros 14 quartos sem ele, anotou cinco.
Henry descreveu Jackson como “o coração e a alma” do time e do ataque. O running back disse que ficará animado quando o quarterback voltar a campo e destacou que Jackson quer ajudar a equipe a vencer e também deseja que os companheiros tenham boas atuações.
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Garrett Wilson diz que não quer deixar os Jets, mas admite frustração com derrotas e poucos alvos
O wide receiver afirmou que quer permanecer em Nova York, mas disse que a sequência de derrotas e sua participação limitada no ataque aumentam a frustração. Garrett Wilson também contestou a ideia de que as defesas estejam neutralizando-o com coberturas especiais.
Garrett Wilson afirmou que não quer ser trocado pelos New York Jets, mas reconheceu estar frustrado com as derrotas e com o pouco envolvimento no ataque. O wide receiver disse que gosta de estar na equipe e quer vencer, embora tenha admitido que valoriza mais ganhar do que permanecer em Nova York.
A declaração veio após a derrota dos Jets por 28 a 25 para o Miami Dolphins, no domingo. Wilson foi alvo de apenas três passes e terminou com duas recepções para 26 jardas. Na semana anterior, também teve participação discreta na derrota para o New England Patriots.
Wilson ficou visivelmente irritado à beira do campo no quarto período contra Miami. Ele disse que as derrotas têm sido cada vez mais difíceis de suportar e que a falta de oportunidades agrava o sentimento. Segundo o jogador, sua reação vem do desejo de ajudar a equipe e de acreditar que poderia ter impacto nos resultados.
A proximidade do prazo de trocas da NFL, em 10 de novembro, alimentou especulações sobre o futuro do recebedor. Wilson, de 26 anos, assinou há 15 meses uma extensão de contrato de quatro anos e US$ 130 milhões, válida até 2030. Não há indicação de que os Jets estejam tentando negociá-lo.
A equipe trocou o cornerback Sauce Gardner no prazo de negociações do ano passado, poucos meses depois de ele assinar uma extensão de quatro anos e US$ 120 milhões. Wilson lidera os Jets nesta temporada com 37 recepções e 444 jardas recebidas.
Desde que foi selecionado na décima escolha do draft de 2022, Wilson viu os Jets somarem campanha de 24 vitórias e 41 derrotas. Nesta temporada, o time tem duas vitórias e cinco derrotas. A equipe receberá o Las Vegas Raiders, que tem campanha de três vitórias e quatro derrotas, no domingo.
O técnico Aaron Glenn tem dito repetidamente que a equipe pretende passar a bola para Wilson com frequência e desde o início das partidas. O coordenador ofensivo Frank Reich e o quarterback Geno Smith também expressaram essa intenção. Smith afirmou que procura envolver o recebedor, mas precisa considerar o que a defesa adversária apresenta.
Os treinadores disseram que Wilson atrai coberturas adicionais e, com isso, abre oportunidades para outros jogadores no jogo aéreo. Wilson contestou essa avaliação e afirmou que não acredita que os adversários estejam usando algo extraordinário para tirá-lo da partida. Ele disse que gosta de ver os outros recebedores terem sucesso, mas quer que as defesas provem que conseguem marcá-lo.
Wilson afirmou que não conversou com os treinadores sobre essa discordância e disse acreditar que sua posição já é compreendida. Embora tenha reiterado que quer ficar, também deixou claro que a possibilidade de estar em uma situação vencedora pesa para ele e pode influenciar sua decisão na offseason.
Outro jogador dos Jets que manifestou frustração com o tempo de jogo foi o cornerback Nahshon Wright. Ele disse à ESPN que ainda não pediu formalmente uma troca, mas já expressou seus sentimentos à equipe. Wright não participou de nenhum snap na defesa nesta temporada.
Wright assinou um contrato de um ano e US$ 3,5 milhões, totalmente garantido, com a expectativa de disputar uma vaga de titular. Uma lesão o afastou durante parte do training camp, e Azareye'h Thomas ficou com a oportunidade. Wright disse estar aberto a uma mudança de equipe e que quer jogar e contribuir.
Na temporada passada, pelo Chicago Bears, Wright conseguiu cinco interceptações. Ele afirmou acreditar que mostrou do que é capaz e classificou como frustrante não ter oportunidades em Nova York.
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Justin Jefferson aceita queda de produção em início invicto dos Vikings: “O que estamos fazendo está funcionando”
Com 60,4 jardas recebidas por jogo até a Semana 7, Justin Jefferson vive o início de temporada menos produtivo de sua carreira, mas afirmou que prefere as vitórias dos Vikings à produção individual.
Justin Jefferson reconheceu que gostaria de produzir mais, mas disse que valoriza as vitórias dos Vikings, que começaram a temporada com campanha de 6-0. O recebedor afirmou que a estratégia da equipe está funcionando, apesar de haver ajustes a fazer no ataque.
Até a Semana 7, Jefferson soma 60,4 jardas recebidas por jogo, 32% abaixo de seu próximo pior início de temporada, em 2025, quando teve média de 88 jardas. Suas 23 recepções também são o menor total de sua carreira nas primeiras sete semanas de uma temporada. Além disso, 71 jogadores da NFL receberam mais alvos do que ele, que tem 31.
O jogador perdeu uma partida inteira e a maior parte de outra por causa de uma entorse no tornozelo esquerdo. Os Vikings também já passaram pela semana de folga. Jefferson citou esses fatores ao dizer, na quarta-feira, que não está frustrado a ponto de procurar os dirigentes para pedir a bola.
“Com certeza, prefiro vencer jogos a ter essa produção”, disse Jefferson. Ele lembrou que já teve temporadas com números melhores sem obter o mesmo sucesso coletivo e descreveu o momento como um equilíbrio entre querer ser o melhor jogador da liga e comemorar as vitórias. Também afirmou que os Vikings são a única equipe invicta da NFL.
“Obviamente, há coisas para melhorar e corrigir no ataque, mas, no geral, está se encaixando e estamos fazendo o necessário para vencer”, acrescentou o recebedor.
A equipe inicia nesta semana uma sequência que inclui jogos contra Detroit Lions, Buffalo Bills, Green Bay Packers e San Francisco 49ers. O técnico Kevin O’Connell tem trabalhado para deixar o quarterback Kyler Murray mais confortável no ataque.
Até a Semana 7, os Vikings tinham a quarta maior taxa de corridas desenhadas da NFL, com 43,3%, e o segundo menor número de dropbacks, com 198. O’Connell relacionou o menor volume de passes à ênfase nas corridas em primeiras descidas e ao objetivo de controlar o ritmo dos jogos.
“Quando você lidera a liga ou está perto disso em tentativas de corrida nas primeiras descidas, tentando controlar o jogo, talvez não haja o mesmo volume de passes”, afirmou O’Connell. “Mas ele é nosso melhor jogador. Temos que encontrar uma maneira de continuar envolvendo-o.”
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Chargers mantêm Mike McDaniel como responsável pelas chamadas ofensivas após semana de folga
Jim Harbaugh decidiu manter Mike McDaniel como responsável pelas chamadas ofensivas dos Chargers após a autoavaliação da equipe durante a semana de folga. Los Angeles segue sem vitórias na temporada, com campanha de 0-6.
Jim Harbaugh decidiu manter Mike McDaniel como responsável pelas chamadas ofensivas dos Chargers após a autoavaliação da equipe durante a semana de folga. A decisão foi tomada depois de Los Angeles chegar à pausa da Semana 7 sem vencer na temporada.
Na Semana 6, os Chargers perderam por 22 a 6 para o Kansas City Chiefs e marcaram apenas seis pontos, o menor total da equipe na temporada. O time somou 259 jardas e, com o resultado, caiu para 0-6. Também passou a ter média de 15 pontos por jogo, a pior da NFL, e era a única equipe ainda sem vitória.
McDaniel chegou a Los Angeles nesta offseason, após ser demitido em janeiro do cargo de técnico principal do Miami Dolphins, que ocupou por quatro temporadas. Ele se juntou aos Chargers para impulsionar um ataque que havia marcado apenas um touchdown nas duas derrotas nos playoffs sob o comando de Harbaugh.
O trabalho de McDaniel também envolveu Justin Herbert. Ele afirmou que queria ajudar o quarterback, a quem descreveu como um dos jogadores mais talentosos com quem já trabalhou, a assumir o controle da posição.
Na offseason, Herbert mudou a posição dos pés quando alinhava no shotgun, colocando o pé esquerdo à frente do direito. McDaniel já havia feito uma alteração semelhante com outros quarterbacks, incluindo Tua Tagovailoa, em Miami. Durante os treinos, Herbert chegou a deixar de lançar em alguns dias para praticar o trabalho de pés e o movimento de arremesso com uma bola verde de água, observado de perto por McDaniel.
Os resultados em campo, porém, foram difíceis para o ataque e para Herbert. O quarterback lançou interceptações diretamente para defensores: C.J. Gardner-Johnson, safety do Buffalo Bills, interceptou um passe na Semana 3; na Semana 4, Drake Thomas e Ernest Jones IV, linebackers do Seattle Seahawks, também conseguiram interceptações.
Herbert está empatado na liderança da NFL com oito interceptações na temporada. Enquanto isso, os Chargers acumularam derrotas e chegaram à semana de folga ainda sem vencer.
Antes de chegar aos Chargers, McDaniel era considerado um dos responsáveis por chamadas ofensivas mais respeitados da NFL. Em 2023, o Miami Dolphins venceu o Denver Broncos por 70 a 20 em uma partida na qual ultrapassou 700 jardas de ataque; a equipe igualou o recorde de pontos marcados em um jogo.
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Chiefs contratam Justin Tucker para o practice squad após suspensão de 10 jogos
O kicker cinco vezes All-Pro assinou com Kansas City depois de ficar fora da NFL em 2025, quando cumpriu suspensão por violar a política de conduta pessoal da liga. Andy Reid afirmou que Tucker está no practice squad, enquanto Harrison Butker seguirá recebendo a maior parte dos treinos nesta semana.
O Kansas City Chiefs contratou Justin Tucker para o practice squad. O kicker, cinco vezes All-Pro, não atua na NFL desde 2024 e passou a temporada de 2025 fora de campo enquanto cumpria uma suspensão de 10 jogos por violar a política de conduta pessoal da liga.
Tucker foi acusado de má conduta sexual por 16 massoterapeutas de oito spas e centros de bem-estar de alto padrão na região de Baltimore, conforme reportagem publicada pelo The Baltimore Banner em fevereiro de 2025. As acusações teriam relação com episódios entre 2012 e 2016, durante as cinco primeiras temporadas do jogador no Baltimore Ravens. Tucker negou as acusações e as classificou como falsas.
O Ravens dispensou Tucker em maio de 2025, encerrando uma passagem de 13 anos pela equipe. Nesse período, ele foi selecionado sete vezes para o Pro Bowl e conquistou o Super Bowl em sua temporada de estreia. Dois meses depois da dispensa, a NFL anunciou a suspensão referente às primeiras 10 partidas da temporada de 2025. Tucker cumpriu a punição como agente livre e ficou elegível para ser reintegrado em novembro, quando fez um teste com o New Orleans Saints.
O técnico do Chiefs, Andy Reid, disse que Tucker já cumpriu a suspensão e que a equipe fez apurações antes de contratá-lo. Reid não detalhou o processo de avaliação e afirmou que o jogador está no practice squad.
A contratação ocorre enquanto Harrison Butker atravessa dificuldades. O kicker errou cinco de 16 tentativas de field goal nesta temporada, incluindo duas na derrota de domingo para o Seattle Seahawks. Reid disse que a técnica de Butker está um pouco fora do padrão e menos consistente do que o jogador deseja.
Reid afirmou que Butker receberá a maior parte das repetições nos treinos desta semana e que a situação será acompanhada. O treinador também declarou que o Chiefs gosta do kicker e que a equipe trabalhará com ele enquanto avalia os próximos passos.
Patrick Mahomes disse que procura não reagir de forma exagerada às mudanças no elenco e que confia no trabalho do gerente-geral Brett Veach e da diretoria. O quarterback acrescentou que seu foco estava em seguir em frente após o jogo contra o Denver Broncos.
Tucker foi um dos três kickers que participaram de testes com o Chiefs na terça-feira, ao lado de Harrison Mevis e Ben Sauls. Na manhã de quarta-feira, Butker continuava sendo o único kicker no elenco principal de 53 jogadores.
Quando foi dispensado pelo Ravens, Tucker ainda tinha três anos restantes em uma extensão de contrato de quatro anos e US$ 22 milhões, que o havia tornado o kicker mais bem pago da NFL na época. Ele era o jogador havia mais tempo no elenco de Baltimore e o último remanescente da equipe campeã do Super Bowl de 2012.
A dispensa ocorreu após a pior temporada da carreira de Tucker até então. Em 2024, ele errou 10 chutes no total e converteu 22 de 30 field goals, aproveitamento de 73,3%, que o deixou na 31ª posição da NFL.
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Fantasy da NFL: Goff preocupa contra Vikings; Allen e Mason ganham força na Semana 8
A análise de fantasy para a Semana 8 recomenda cautela com Jared Goff diante da defesa de Minnesota e destaca Breece Hall, Braelon Allen e Jordan Mason entre os running backs com boas perspectivas.
A Semana 8 da NFL traz confrontos que podem influenciar as escalações de fantasy. Jared Goff chega em boa fase, mas enfrenta uma defesa dos Vikings que tem limitado quarterbacks; entre os running backs, Breece Hall e Braelon Allen encontram um duelo favorável contra os Raiders, enquanto Jordan Mason pode ter participação ampliada no ataque de Minnesota.
Quarterbacks e running backs
Goff ocupa o segundo lugar entre os quarterbacks em pontos de fantasy por jogo, com média de 22,2. Ele lidera a liga em jardas aéreas por partida, com 298, e registra 2,3 touchdowns de passe por jogo. Apesar do bom desempenho contra blitz, completando 72,7% dos passes nessas situações, o quarterback dos Lions encara uma defesa dos Vikings que envia um jogador extra em quase 70% dos snaps.
Minnesota permite 12,3 pontos por jogo e apenas 7,6 pontos de fantasy por partida a quarterbacks. Entre os seis quarterbacks que enfrentou, somente Jordan Love chegou a 12 pontos de fantasy. Como Goff não costuma compensar com produção terrestre, a recomendação é considerar outra opção para a posição nesta rodada.
Enquanto Breece Hall esteve fora por lesão no quadríceps, Braelon Allen assumiu protagonismo no backfield dos Jets. Nas últimas quatro partidas como titular, teve média de 20,8 toques por jogo, concentrou 87% das carregadas dos running backs da equipe e respondeu por 84% dos toques da posição. Também superou 100 jardas totais em três jogos consecutivos e alcançou pelo menos 4,2 jardas por corrida em quatro partidas seguidas.
Allen ainda registrou máximas da carreira na Semana 8, com sete alvos e seis recepções, mesmo com Garrett Wilson, Adonai Mitchell, Omar Cooper Jr., Kenyon Sadiq e Mason Taylor disponíveis. Hall é esperado de volta, mas a análise considera que Allen pode continuar tendo espaço. Os Raiders cederam a quarta maior pontuação de fantasy a backfields, com 25,8 por jogo; Hall é projetado como RB2 e Allen como opção flex.
A produção de Chase Brown tem sido menos eficiente apesar do volume: ele soma média de 18,3 toques por jogo, mas não alcança 50 jardas terrestres desde a Semana 3. Entre os 18 jogadores com ao menos 110 toques na temporada, é o único com menos de 4,0 jardas por toque. Sua taxa de corridas explosivas é de 7,3%, abaixo da média da liga, de 9,3%, e ele teve apenas duas das quatro carregadas dos Bengals dentro da linha de cinco jardas.
Samaje Perine ganhou espaço e ultrapassou 15 pontos de fantasy na Semana 5, além de marcar um touchdown na Semana 7. Embora os Bengals sejam favoritos por dez pontos em casa, 54% da produção de Brown no fantasy veio como recebedor. Os Titans permitem a segunda menor média de alvos a running backs, com 4,1 por jogo, e a quinta menor média de recepções para a posição. Brown é tratado como um RB2 de piso baixo para o confronto.
Jordan Mason voltou ao backfield dos Vikings na Semana 7 e teve 15 carregadas e dois alvos, seus maiores totais em uma partida desde a Semana 7 da temporada passada. Aaron Jones Sr., que substituiu Mason durante quatro jogos, teve seu volume reduzido no retorno do companheiro e está lidando com uma lesão no joelho agravada contra Indianapolis.
Nos últimos dez jogos, Mason registrou taxa de corridas explosivas de 16,5%, a segunda maior entre running backs com pelo menos 50 carregadas, atrás apenas de De'Von Achane, com 16,6%. Os Lions permitem a décima menor pontuação de fantasy a running backs, mas ainda cedem média de 19,8 pontos por jogo à posição. Mason é considerado uma opção entre os 30 melhores da posição nesta semana.
Recebedores e tight ends
Luther Burden III soma 13 recepções em jogadas de pelo menos 15 jardas e média de 7,1 jardas após a recepção por captura. Desde a Semana 3, tem média de 16,3 pontos de fantasy por jogo e recebeu sete alvos na red zone nesse período. Ele vem de uma atuação de 130 jardas recebidas e de dois jogos consecutivos acima de 15 pontos.
O confronto com os Seahawks, porém, é difícil. Seattle permite a menor pontuação de fantasy a wide receivers, com 20,9 por jogo, e cedeu apenas 642 jardas recebidas, 10,4 jardas por recepção e 218 jardas após a recepção, todos os menores números da liga. A defesa também permite taxa de recepção de apenas 55% e 31,8 jardas por jogo a recebedores alinhados no slot. Como 53% dos pontos de fantasy de Burden vieram dessa posição, ele permanece na conversa como WR2 de faixa baixa, com expectativas moderadas.
O calouro dos Ravens conhecido como Lane teve exatamente cinco alvos em cada uma de suas duas partidas recentes em que esteve saudável. Em apenas dois jogos e meio, soma cinco alvos na red zone, empatado em segundo lugar entre os novatos. Dos oito passes dos Ravens na red zone com ele em campo, cinco foram direcionados a Lane, todos em terceiras ou quartas descidas.
O próximo adversário, Buffalo, cedeu 11 touchdowns a wide receivers, maior marca da liga, e permite 42,3 pontos de fantasy por jogo à posição. Nove jogadores chegaram a dois dígitos de pontos contra os Bills em seis partidas, e seis deles superaram 20. Tre Tucker marcou 26,7 pontos, Romeo Doubs fez 23,8, Tre' Harris somou 13,6 e Efton Chism III, 12,2. Com a projeção de 53,5 pontos para o jogo, Lane aparece como opção flex de teto alto, na faixa de WR40.
Hunter Henry chega ao confronto com os Dolphins após quatro jogos seguidos com pelo menos 60 jardas recebidas ou um touchdown, além de mais de 11 pontos de fantasy em cada partida. Apenas Brock Bowers tem uma sequência ativa mais longa de jogos com pelo menos 11 pontos entre tight ends nesta temporada.
Miami cede a terceira maior pontuação de fantasy a tight ends. A defesa já permitiu que cinco jogadores da posição superassem dez pontos, incluindo três com pelo menos 18. Em comparação, apenas quatro wide receivers chegaram a dez pontos contra os Dolphins e dois alcançaram 18. Henry é projetado como um TE1 de faixa baixa para a Semana 8.


