
Cliff Hagan, lenda de Kentucky e membro do Hall da Fama, morre aos 94 anos
O ex-ala Cliff Hagan, cinco vezes All-Star e campeão da NBA com o St. Louis Hawks, morreu aos 94 anos. A Universidade de Kentucky, onde ele brilhou como jogador e depois foi diretor de atletismo, anunciou a morte.
Cliff Hagan, integrante do Naismith Memorial Basketball Hall of Fame e uma das lendas do basquete de Kentucky, morreu aos 94 anos. A Universidade de Kentucky anunciou a morte na sexta-feira. Hagan foi cinco vezes All-Star e passou toda a carreira na NBA pelo St. Louis Hawks.
Conhecido pelo arremesso de gancho, Hagan teve médias de 18 pontos e 6,9 rebotes por jogo em dez temporadas na NBA. Nascido em Owensboro, no Kentucky, jogou pela universidade estadual sob o comando do técnico Adolph Rupp. A equipe conquistou o título da NCAA em 1951 e terminou o período de Hagan na instituição com campanha de 86 vitórias e cinco derrotas.
Hagan marcou 51 pontos em uma partida, recorde de Kentucky que permaneceu até 1970. O Boston Celtics o selecionou na terceira rodada do draft da NBA de 1953, mas ele não chegou a jogar pela equipe. Depois de cumprir dois anos de serviço militar, foi negociado em abril de 1956, junto com Ed Macauley, para o Hawks. Em troca, Boston recebeu o direito de selecionar Bill Russell.
Russell conduziu o Celtics a nove títulos da NBA nas dez temporadas seguintes. A sequência foi interrompida em 1958, quando Hagan e Bob Pettit lideraram o Hawks à conquista do campeonato, com vitória sobre o Celtics nas finais. Hagan teve média de 27,7 pontos nos playoffs daquela campanha, a melhor da liga, e levou o Hawks às finais em quatro de suas cinco primeiras temporadas em St. Louis.
Ao fim da carreira profissional, Hagan atuou como jogador e técnico do Dallas Chaparrals, da ABA. Tornou-se o primeiro atleta a ser All-Star nas duas ligas. Em 1978, foi o primeiro jogador de Kentucky a entrar no Naismith Memorial Basketball Hall of Fame. Mais tarde, também trabalhou como diretor de atletismo da universidade.
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Leonard Moore e Jason Onye devem reforçar Notre Dame contra BYU
O cornerback Leonard Moore e o jogador de linha defensiva Jason Onye estão no caminho para voltar a campo por Notre Dame no sábado, contra BYU, após participarem dos treinos durante a semana.
O técnico Marcus Freeman afirmou na quinta-feira que Notre Dame espera contar com Moore e Onye na partida contra BYU, em Provo. Os dois, porém, ainda aparecem como questionáveis no relatório de disponibilidade da equipe.
Moore ficou fora do jogo da semana passada contra Stanford por causa de uma concussão. Onye não atua desde a partida de abertura da temporada, contra Wisconsin, no Lambeau Field, em Green Bay, devido a uma lesão no tornozelo esquerdo.
Freeman disse que ambos participaram de algumas atividades de treino relacionadas ao plano de jogo. O treinador acrescentou que a equipe espera que eles possam ajudar no sábado caso continuem evoluindo como esperado.
Moore recebeu honras de first-team All-America em 2025, depois de integrar seleções de calouros All-America em 2024. Na carreira, soma sete interceptações e 22 passes desviados. Nesta temporada, tem oito tackles e quatro passes desviados.
Onye registrou um tackle na partida contra Wisconsin. Notre Dame, número 2 do ranking, enfrenta BYU, número 8, no sábado.
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NCAA processa governador de Ohio por ordem sobre elegibilidade de atletas
A NCAA entrou com uma ação federal contra Mike DeWine, três dias após o governador assinar uma ordem que permite a universidades de Ohio liberar atletas da turma de 2022 para uma quinta temporada. A entidade afirma que a medida ameaça a igualdade de condições entre as instituições.
A NCAA processou o governador de Ohio, Mike DeWine, em uma corte federal do estado, após ele assinar uma ordem executiva que permite a universidades públicas e privadas liberar atletas que concluíram o ensino médio em 2022 para disputar uma quinta temporada. A ação foi apresentada na sexta-feira, três dias depois da assinatura da medida.
A nova orientação da NCAA, aprovada em junho, exclui atletas que já disputaram quatro temporadas. A regra é alvo de várias disputas judiciais. Em declaração sobre o processo, o presidente da entidade, Charlie Baker, classificou a ação como uma medida extraordinária para impedir que a ordem de Ohio prejudique a igualdade de condições entre as universidades.
A petição afirma que a medida daria às instituições do estado uma vantagem competitiva considerada injusta e sem precedentes. O documento também sustenta que o esporte universitário depende do cumprimento das regras e acusa DeWine de tentar permitir que as universidades de Ohio as desrespeitem.
A Suprema Corte de Ohio anunciou que vai analisar a legalidade da ordem executiva. Como parte desse processo, suspendeu uma decisão de um tribunal de apelações que havia declarado inelegíveis os atletas da turma de 2022.
A corte estadual pediu que as partes apresentem argumentos até a próxima segunda-feira. O jogador de basquete Filip Borovićanin é o principal autor da ação relacionada à elegibilidade.
Baker afirmou que a NCAA não entende que a decisão da Suprema Corte tenha declarado os atletas imediatamente elegíveis para competir. A entidade também informou que apresentará seus argumentos no caso estadual até segunda-feira.
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Alabama, Duke e outras equipes corrigem carências de elenco na temporada universitária
Uma análise da temporada de 2026 destaca dez equipes que melhoraram unidades problemáticas após a offseason. O recorte também aponta cinco programas que não resolveram necessidades do elenco, mas os detalhes disponíveis descrevem apenas parte das equipes avaliadas.
A temporada universitária de futebol americano de 2026 já oferece uma amostra para avaliar como os programas lidaram com carências identificadas em 2025. Entre os exemplos de melhora estão o jogo terrestre de Alabama, a secundária de Duke, a linha defensiva de LSU e os ataques de Nebraska, Northwestern e Missouri, além da defesa contra a corrida de Utah.
A avaliação exclui reformulações completas de elenco feitas por comissões técnicas em seu primeiro ano e não concede crédito a programas que simplesmente substituíram jogadores de elite por outros de nível semelhante.
Alabama recupera o jogo terrestre
Alabama teve média de 104,1 jardas terrestres por partida em 2025, a 125ª marca entre equipes da FBS. O time também produziu apenas 3,4 jardas por tentativa e somou 42 corridas de pelo menos dez jardas, número inferior ao de quase todos os ataques da SEC. Segundo a ESPN Research, a média de jardas terrestres foi a menor do programa desde pelo menos 1956.
Após seis jogos em 2026, a equipe alcançou 182,2 jardas terrestres por partida, 44ª marca nacional. A linha ofensiva recebeu os veteranos transferidos Racin Delgatty, de Cal Poly, e Jayvin James, de Mississippi State, além do tight end Josh Ford, ex-Oklahoma State.
A mobilidade do quarterback Keelon Russell também contribuiu. Ele soma 225 jardas terrestres, a quarta maior marca entre quarterbacks da SEC. No backfield, Daniel Hill, o calouro Trae'shawn Brown e o recruta de 2026 EJ Crowell formam o grupo destacado. Os corredores de Alabama ocupam a 17ª posição da FBS em jardas após contato, com 737, e a 29ª em corridas de dez jardas ou mais, com 34.
Duke reforça a secundária
Em 2025, Duke terminou na última posição da FBS em jardas aéreas cedidas, com 3.875, primeiros downs permitidos, com 172, passes completos de pelo menos 20 jardas, com 57, e jardas após a recepção, com 2.137. Na offseason, o técnico Manny Diaz trouxe cinco defensive backs experientes pelo portal de transferências.
Os cornerbacks Kyon Loud, de Montana, e Dylan Flowers, de Western Kentucky, lideram a equipe em snaps defensivos após cinco jogos. Eles atuam ao lado do safety DaShawn Stone, único titular que retornou da secundária, e de Andrew Pellicciotta, que soma 27 tackles e é o líder do programa nesse fundamento.
A defesa de Duke permite 202 jardas aéreas por partida e está entre as equipes da metade superior da FBS nesse quesito. Apenas três defesas da ACC cederam menos passes completos de 20 jardas ou mais na temporada. O texto também destaca os pass rushers Bryce Davis e Tyshon Reed e informa que Duke permite 14,4 pontos por jogo, a 14ª melhor marca nacional.
LSU transforma a linha defensiva
A linha defensiva de LSU ganhou destaque com a chegada do edge rusher Princewill Umanmielen, que acompanhou Lane Kiffin de Ole Miss, e a ascensão do calouro Deuce Geralds. Em 2025, os Tigers tiveram uma linha considerada adequada, mas encontraram dificuldades para converter pressões em sacks e para conter a corrida contra adversários fortes da SEC.
Geralds, apontado como o segundo melhor defensive tackle da classe de 2026 pela ESPN, registrou 14 tackles, 12 pressões e cinco sacks em seis jogos. Ele lidera a linha defensiva em snaps. LSU ocupa a quinta posição nacional contra a corrida, cedendo 74,5 jardas por partida, e a 14ª em tackles para perda de jardas, com 52.
Umanmielen soma oito sacks, atrás apenas de Colin Simmons, de Texas, na liderança nacional. Com 23 sacks, LSU tem o segundo melhor pass rush do país.
Nebraska estabelece o jogo terrestre
Nebraska teve média de 145,9 jardas terrestres por partida em 2025, a 80ª marca da FBS. Após seis jogos em 2026, subiu para 213,8 jardas por partida, terceira marca da Big Ten e 26ª nacional.
O calouro Jamal Rule, recrutado como jogador de três estrelas na Carolina do Norte, soma 386 jardas e cinco touchdowns, com média de 6,8 jardas por tentativa. Mekhi Nelson e o quarterback transferido Anthony Colandrea também são ameaças terrestres. Os três participaram de 12 dos 16 touchdowns terrestres de Nebraska na Big Ten, a maior marca da conferência.
O técnico Matt Rhule contratou Geep Wade, ex-assistente de Georgia Tech, para comandar a linha ofensiva. O grupo recebeu três titulares em potencial: o right tackle Tree Babalade, de South Carolina, e os guards Brendan Black, de Iowa State, e Paul Mubenga. Nebraska ocupa a 44ª posição em jardas antes do contato, ante a 62ª em 2025, e tem 41 corridas de pelo menos dez jardas, atrás apenas de Indiana entre os ataques da Big Ten.
Northwestern renova o ataque
Northwestern marcou 23,4 pontos por partida em 2025, a 98ª marca da FBS, e teve média de 346,1 jardas totais. Em 2026, sob o coordenador ofensivo Chip Kelly, o time registra 35,4 pontos por jogo após cinco partidas. O ataque também correu para 413 jardas contra Penn State.
O quarterback Aidan Chiles, transferido de Michigan State, tem nove touchdowns e nenhuma interceptação. Ele registra marcas pessoais de 71,4% de passes completos e 10,5 jardas por passe completo. Northwestern soma 203 jardas terrestres por partida, a 32ª marca nacional, com Caleb Komolafe, Joseph Himon II e Gavin Sawchuk, transferido de Florida State, todos acima de cinco jardas por tentativa.
Em cinco jogos, os Wildcats produziram 53 jogadas explosivas, definidas como corridas de pelo menos dez jardas ou passes completos de pelo menos 20. A marca supera a de Notre Dame, Ohio State e Oregon, entre outros programas.
Missouri melhora pelo passe
Missouri teve média de 188 jardas aéreas por partida em 2025, a 104ª marca da FBS, embora tenha terminado em 32º em jardas totais e 44º em pontos. O quarterback Austin Simmons, transferido de Ole Miss, completou 64,8% dos passes para 1.434 jardas, 14 touchdowns e uma interceptação no início de campanha de 5-1.
Com o ex-companheiro de Ole Miss Cayden Lee e o sophomore Donovan Olugbode entre seus alvos, Simmons soma 67 passes que resultaram em first downs, a 18ª marca entre quarterbacks titulares da FBS, e 27 passes completos de pelo menos 20 jardas, sexto maior total nacional. Em 2025, ele havia lançado cinco interceptações em 75 tentativas por Ole Miss.
Missouri alcançou 256,5 jardas aéreas por jogo, 44ª marca da FBS, e 35,8 pontos por partida, a 33ª. O jogo terrestre também aparece em destaque: Jamal Roberts lidera a SEC com 147 carregadas e 828 jardas.
Utah fortalece a defesa contra a corrida
Utah cedeu 181,2 jardas terrestres por partida em 2025, a 110ª marca nacional, e permitiu 80 corridas de pelo menos dez jardas, a 129ª posição. Os adversários ultrapassaram 150 jardas terrestres em sete jogos, incluindo uma partida em que Kansas State conseguiu 472 jardas em novembro.
Em 2026, os Utes limitam os adversários a 78,8 jardas terrestres por jogo, a nona melhor marca da FBS. Após cinco partidas, permitiram 13 corridas explosivas, o menor total entre as defesas da Big 12. Apenas sete defesas da FBS cedem first downs em uma proporção menor das corridas enfrentadas: Utah permite que 17,3% delas resultem em first down.
A mudança veio com uma nova linha defensiva titular. O edge Ethan Day, transferido de North Texas, e o pass rusher Lance Holtzclaw, em seu quinto ano, integram o grupo; Holtzclaw lidera Utah com cinco paradas contra a corrida.
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Como seria um College Football Playoff com 24 equipes usando o ranking de 2025
Uma simulação baseada no ranking final do comitê após a temporada de 2025 coloca 24 equipes no torneio, com oito cabeças de chave recebendo bye na primeira rodada.
A expansão do College Football Playoff para 24 equipes pode ocorrer na temporada de 2027. O formato acrescentaria uma rodada e dobraria tanto o número de participantes quanto o de equipes com bye, embora os detalhes ainda não estejam todos definidos.
A simulação usa o ranking final do comitê após a temporada de 2025, incluindo os jogos dos campeonatos de conferência. A distribuição seria de sete equipes da SEC, seis da Big Ten, cinco da Big 12, quatro da ACC, Notre Dame e uma representante do Group of 6.
Cabeças de chave e byes
As oito equipes mais bem colocadas teriam bye na primeira rodada: Indiana, campeã da Big Ten, seria a número 1; Ohio State, a número 2; Georgia, campeã da SEC, a número 3; e Texas Tech, campeã da Big 12, a número 4. Oregon ficaria em quinto, Ole Miss em sexto, Texas A&M em sétimo e Oklahoma em oitavo.
Primeira rodada
Os confrontos entre as equipes de números 9 a 24 seriam: Duke, campeã da ACC e número 24, contra Alabama, número 9; Iowa, número 23, contra Miami, número 10; Georgia Tech, número 22, contra Notre Dame, número 11; e Houston, número 21, contra BYU, número 12.
A chave também teria Tulane, representante do Group of 6 e número 20, contra Texas, número 13; Virginia, número 19, contra Vanderbilt, número 14; Michigan, número 18, contra Utah, número 15; e Arizona, número 17, contra USC, número 16.
Segunda rodada
Na rodada seguinte, os vencedores enfrentariam as oito equipes com bye. O vencedor de Arizona-USC visitaria Indiana, enquanto quem avançasse de Michigan-Utah encararia Ohio State. Georgia receberia o vencedor de Virginia-Vanderbilt, e Texas Tech enfrentaria quem saísse de Tulane-Texas.
Oregon jogaria contra o vencedor de Houston-BYU; Ole Miss, contra quem avançasse de Georgia Tech-Notre Dame; Texas A&M, contra o vencedor de Iowa-Miami; e Oklahoma, contra quem prevalecesse em Duke-Alabama.
A simulação também aponta possíveis duelos de segunda rodada como Michigan contra Ohio State ou Texas contra Texas Tech, dependendo dos resultados da primeira fase.
Caminho aos bowls
Os confrontos dos pods nas etapas seguintes seriam disputados no Goodyear Cotton Bowl, no Capital One Orange Bowl, no Rose Bowl Presented by Prudential e no Allstate Sugar Bowl. O pod de Oklahoma enfrentaria o de Indiana; o de Texas A&M, o de Ohio State; o de Ole Miss, o de Georgia; e o de Oregon, o de Texas Tech.
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Kiper divulga Big Board de 2027 com os 15 primeiros prospectos e sete quarterbacks
O analista da ESPN apresentou uma classificação pessoal dos principais nomes elegíveis para o Draft da NFL de 2027. O material disponível detalha os 15 primeiros colocados, incluindo sete quarterbacks, mas não traz a lista completa dos 25 prospectos anunciados.
Mel Kiper Jr., da ESPN, divulgou seu Big Board para o Draft da NFL de 2027. A classificação reúne avaliações pessoais baseadas em vídeos dos jogadores e conversas com pessoas da NFL; não é uma projeção de quando ou onde cada atleta será escolhido.
Kiper afirmou que esperou até haver uma amostra maior de jogos da temporada universitária de 2026 antes de publicar a lista. Segundo o texto, o ranking ainda pode mudar, e alguns jogadores podem voltar à universidade antes de se tornarem profissionais. O material também informa que o draft está previsto para 29 de abril, em Washington, D.C.
A fonte fornecida apresenta detalhes dos 15 primeiros nomes, embora anuncie um Big Board com 25 prospectos. Abaixo estão os jogadores e as informações incluídas no material disponível.
Os nomes detalhados no material
1. Smith, wide receiver, Ohio State. Em seis jogos de 2026, somou 48 recepções, 916 jardas e 11 touchdowns recebidos. Kiper o considera o melhor jogador da classe e destaca seu porte, velocidade, força e capacidade de fazer recepções difíceis. Em 281 alvos na carreira, teve apenas seis passes derrubados. Contra Illinois, em setembro, recebeu 12 passes para 217 jardas e quatro touchdowns. Em três temporadas por Ohio State, acumula 38 touchdowns recebidos e média de 16,5 jardas por recepção.
2. Mestemaker, quarterback, Oklahoma State. Em cinco jogos, completou 67,5% dos passes para 1.575 jardas, 13 touchdowns e cinco interceptações; também correu para 136 jardas e dois touchdowns. Ele não foi titular como quarterback no ensino médio e chegou a North Texas como jogador sem bolsa em 2024. Tornou-se titular em 2025, lançou para mais de 4.000 jardas e depois se transferiu para Oklahoma State com o técnico Eric Morris. Kiper ressalta sua leitura de campo, força no braço, mobilidade e potencial de desenvolvimento. Nesta temporada, teve 30 passes completos para pelo menos 20 jardas, a terceira maior marca da FBS, segundo o texto.
3. Moore, cornerback. Em cinco jogos de 2026, registrou oito tackles e quatro passes desviados. Ao longo de três temporadas, soma sete interceptações e 22 passes desviados. Kiper destaca seu alcance, instintos, versatilidade para diferentes esquemas e movimentação. Moore não jogou contra Stanford em 10 de outubro por causa de uma concussão e ainda não havia conseguido uma interceptação na temporada descrita.
4. Mensah, quarterback, Miami. Em cinco jogos, completou 84,2% dos passes para 1.438 jardas, 15 touchdowns e nenhuma interceptação. Também correu para 97 jardas e dois touchdowns. Miami é seu terceiro programa em três anos: passou por Tulane e Duke antes de se transferir para os Hurricanes. Na temporada anterior, teve 34 passes para touchdown por Duke; na carreira universitária, já havia iniciado 32 partidas. O texto o aponta como líder nacional em percentual de passes completos e QBR, com 92,5, além de terceiro em jardas por tentativa, com 10,8. A fonte cita a partida de Miami contra Notre Dame, em novembro, como um jogo que seria observado por olheiros.
5. Simmons, defensive end. Em cinco jogos, anotou 17 tackles, 9,5 sacks, 12 tackles para perda de jardas, 20 pressões, dois fumbles forçados e três paradas contra a corrida. Teve 5,5 sacks contra Tennessee, em setembro. Em três temporadas, acumula 30,5 sacks, 40,5 tackles para perda de jardas e oito fumbles forçados. O material o aponta como líder nacional em sacks, tackles para perda de jardas e taxa de pressão na temporada de 2026, com 23% nesta última categoria. Kiper destaca sua explosão, capacidade de dobrar o corpo para contornar bloqueadores e variedade de movimentos no pass rush.
6. Chambliss, quarterback, Ole Miss. Em cinco jogos, completou 70,1% dos passes para 1.435 jardas, 11 touchdowns e quatro interceptações. Correu para 147 jardas e cinco touchdowns. Kiper menciona dúvidas sobre seu porte físico e o fato de que terá 25 anos antes do início da temporada de 2027 da NFL, mas elogia sua presença no pocket, mobilidade, mecânica e capacidade de evitar turnovers. Chambliss chegou a Ole Miss vindo de Fresno State e assumiu a titularidade no início da temporada anterior, após Austin Simmons se machucar. O texto registra que marcou 13 touchdowns terrestres nas duas temporadas anteriores.
7. Chris Cole, linebacker, Georgia. Em seis jogos, fez 30 tackles, 2,5 sacks, 7,5 tackles para perda de jardas, 10 pressões, sete paradas contra a corrida e três passes desviados. Com 1,91 m e 106,6 kg, segundo as medidas publicadas, pode atuar por dentro ou por fora. Kiper destaca sua velocidade, leitura de jogo e contribuições contra a corrida, na cobertura e como pass rusher.
8. Carr, quarterback. Em seis jogos, completou 70,8% dos passes para 1.378 jardas, 16 touchdowns e uma interceptação. Também correu para 78 jardas e três touchdowns. Kiper elogia sua tomada de decisões antes e depois do snap, precisão e capacidade de lançar em movimento. O texto informa que Carr havia sido sackado duas vezes na temporada. A fonte também cita os confrontos contra Miami, em 7 de novembro, e BYU como oportunidades para avaliá-lo contra adversários fortes.
9. Stewart, defensive end. Em três jogos, registrou cinco tackles, um sack, dois tackles para perda de jardas, 10 pressões, dois fumbles forçados e uma parada contra a corrida. Perdeu a estreia enquanto se recuperava de uma lesão nas costas e foi suspenso por uma partida após dar um soco no capacete de um jogador de Alabama e discutir com treinadores à beira do campo. Em três temporadas, soma 12 sacks e 78 pressões em 27 jogos. Kiper destaca sua combinação de velocidade e força, mas observa que a produção em sacks ainda não acompanha seus atributos físicos.
10. Austin Simmons, quarterback, Missouri. Em seis jogos, completou 64,8% dos passes para 1.434 jardas, 14 touchdowns e uma interceptação. Correu para 50 jardas. O texto o descreve como um passador canhoto de braço forte e boa precisão, que se transferiu de Ole Miss depois de uma temporada de 2025 marcada por lesão e pela perda da titularidade para Trinidad Chambliss. Simmons tinha 10,6 jardas aéreas por tentativa, a 12ª marca do país, segundo a fonte. Kiper aponta que ele havia iniciado apenas oito jogos na carreira universitária, o que limita sua experiência.
11. Charlie Becker, wide receiver, Indiana. Em seis jogos, teve 30 recepções para 529 jardas e oito touchdowns. Sua média foi de 17,6 jardas por recepção. Kiper destaca seu porte, mãos, velocidade e capacidade de vencer disputas por passes em cobertura apertada.
12. Coleman, wide receiver, Texas. Em cinco jogos, somou 17 recepções, 318 jardas e cinco touchdowns, com média de 18,7 jardas por recepção. Após duas temporadas em Auburn, transferiu-se para Texas. O texto elogia seu controle corporal e capacidade de fazer recepções contestadas, mas informa que ele teve 27 alvos nos cinco jogos citados.
13. Hampton, cornerback. Em cinco jogos, registrou 15 tackles, uma interceptação, nove passes desviados e meio tackle para perda de jardas. Kiper destaca sua disposição para marcar os principais recebedores adversários e sua agressividade na linha de scrimmage. Segundo o material, os quarterbacks tiveram média de 2,5 jardas por tentativa ao lançar em sua direção, número entre os 20 melhores do país. Hampton soma quatro interceptações na carreira.
14. Jadan Baugh, running back, Florida. Em seis jogos, correu 110 vezes para 672 jardas e 12 touchdowns, além de registrar sete recepções para 46 jardas. Está empatado na liderança da FBS em touchdowns terrestres e ocupa a nona posição em jardas terrestres por jogo, com 112. Kiper ressalta sua visão, velocidade, agilidade e força para quebrar tackles. O texto informa que Baugh não sofreu fumbles desde 2024, quando teve o único de sua carreira em mais de mil snaps ofensivos.
15. Greg Johnson, guard/center, Minnesota. Em seis jogos, foi titular e não permitiu sacks; cedeu uma pressão. Atuou como left guard e center na temporada, depois de também jogar mais de 50 snaps em cada posição de tackle na temporada anterior. Em 43 jogos na carreira, com 34 titularidades, nunca permitiu um sack. Kiper destaca sua versatilidade, força e desempenho tanto no bloqueio para a corrida quanto na proteção ao passe.
O material também começa a apresentar o prospecto seguinte, Echoles, defensive lineman de interior, mas é interrompido antes de informar sua posição no ranking e de completar a avaliação. Por isso, não há dados suficientes no texto fornecido para reconstruir os demais nomes anunciados no Big Board de 25 jogadores.
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CFP: Kentucky e UCLA entram na disputa, enquanto Georgia assume o topo da projeção
As derrotas de Texas, Alabama e LSU na Semana 6 e a vitória de UCLA sobre Oregon mexeram na disputa pelo College Football Playoff. A projeção da ESPN coloca Georgia em primeiro e inclui Kentucky e UCLA entre as equipes ainda na conversa.
A Semana 6 abriu espaço para novas equipes na disputa pelo College Football Playoff (CFP). Texas, Alabama e LSU perderam, enquanto UCLA venceu Oregon fora de casa. Com isso, a SEC passou a ter quatro equipes na projeção de classificação: Georgia, Texas, Alabama e Ole Miss.
A análise da ESPN organiza as equipes das quatro principais conferências em categorias: classificadas na projeção, do lado de fora da zona de classificação, ainda sem definição e eliminadas da disputa. O levantamento também acompanha Notre Dame e os principais candidatos do grupo conhecido como Group of 6.
ACC
Miami é a única equipe da conferência apontada como classificada na projeção. Os Hurricanes têm 94,7% de chance de chegar ao CFP, segundo a ESPN Analytics, atrás apenas de Georgia, com 95,7%. A análise destaca o ataque, que marca 49,6 pontos por jogo, e a defesa, que cede 9,8, além do quarterback Darian Mensah. Miami teve semana de folga antes de receber Florida State; a partida contra Notre Dame, em 7 de novembro, é apontada como um jogo importante para definir sua posição.
Wake Forest, com campanha de 5-1 e derrota para Miami, é descrita como uma incógnita. A equipe tem três vitórias fora de casa e ocupa o 12º lugar na métrica de força de campanha da ESPN. A projeção da ESPN Analytics aponta Miami e Wake Forest como o confronto mais provável pelo título da ACC.
Duke, Wake Forest, Pitt, SMU, Clemson, Virginia, North Carolina e Virginia Tech aparecem na categoria em que ainda é cedo para uma definição. Syracuse, Boston College, Cal, Stanford, NC State, Florida State, Louisville e Georgia Tech estão na lista de eliminados.
Big 12
Utah é o destaque da conferência. A equipe ocupa o sétimo lugar nacional em eficiência total e tem o sexto melhor ataque em pontos por jogo, com 42,8, além da sétima defesa, que permite 13 pontos por partida. O quarterback Devon Dampier aparece em 19º no QBR, com 81,0, e soma 12 touchdowns e duas interceptações. A análise ressalta, porém, que o calendário de Utah está em 114º lugar. Os Utes recebem BYU em 7 de novembro.
Texas Tech é a incógnita: está invicta, mas a análise questiona a força dos adversários enfrentados. O melhor triunfo citado foi contra Houston, em 18 de setembro. O quarterback Will Hammond tem cinco touchdowns e cinco interceptações. Texas Tech não enfrenta BYU nem Utah na temporada regular; Oklahoma State, em Stillwater, em 14 de novembro, é apontada como possivelmente sua partida mais difícil restante.
Baylor, Oklahoma State, Arizona, Houston, Cincinnati, Arizona State e Kansas State estão na categoria de definição ainda prematura. West Virginia, TCU, Kansas, Colorado, UCF e Iowa State aparecem como eliminados.
Big Ten
Ohio State é o destaque da conferência e ocupa o quinto lugar na projeção de 12 equipes. A análise observa que Texas venceu os Buckeyes no confronto direto da Semana 2 e tem duas vitórias contra equipes do top 25, incluindo uma fora de casa contra Tennessee. Texas aparece em sétimo na métrica de força de campanha da ESPN, enquanto Ohio State está em 15º. Os Buckeyes podem fortalecer seu currículo com uma vitória sobre Indiana, que seria a segunda vitória contra uma equipe ranqueada.
UCLA é a incógnita. Invicta em cinco jogos, a equipe está em terceiro na métrica de força de campanha e venceu três partidas fora de casa, incluindo contra Cal, Maryland e Oregon. A análise ressalta que Maryland foi derrotada por 54 a 3, que Oregon atuou com seu terceiro quarterback e que a disponibilidade do quarterback titular Nico Iamaleava, com lesão na parte inferior da perna, é incerta. UCLA aparece em décimo na projeção, e o calendário prevê três jogos seguidos em casa.
Wisconsin, USC, Iowa, Nebraska, Northwestern, Oregon, Michigan e Minnesota estão na categoria em que ainda é cedo para definir o cenário. Michigan State, Maryland, Washington, Penn State, Rutgers, Illinois e Purdue aparecem como eliminados.
SEC
Georgia assumiu o primeiro lugar da projeção após vencer Alabama fora de casa. A equipe também passou a liderar a métrica de força de campanha da ESPN, e sua posição nessa métrica de calendário subiu para 34º. A análise observa que a discussão sobre uma falta não marcada no fim do jogo contra Alabama não é o papel do comitê: os integrantes devem avaliar o conjunto da partida e outros fatores relevantes.
Texas é apontada como incógnita, apesar das vitórias contra Ohio State e Tennessee. Seus adversários têm aproveitamento combinado de 82,6%, o terceiro melhor do país, mas os Longhorns registram média de 5,4 jardas por jogada e 3,7 jardas por corrida. A equipe tem uma sequência de quatro adversários ranqueados, começando por Ole Miss em 24 de outubro, seguida por Mississippi State, Missouri e LSU.
Georgia, Texas, Alabama e Ole Miss aparecem como classificadas na projeção. Kentucky e Missouri estão do lado de fora da zona de classificação. Mississippi State, Tennessee, Oklahoma, Florida, LSU e Auburn ainda estão em situação indefinida; Arkansas, Vanderbilt, Texas A&M e South Carolina aparecem como eliminados.
Notre Dame e Group of 6
Notre Dame está classificada na projeção e tem 93,3% de chance de chegar ao CFP, segundo a ESPN Analytics. A equipe lidera o país em eficiência total e venceu três jogos fora de South Bend. A análise destaca a vitória de abertura da temporada contra Wisconsin, em Green Bay, no Lambeau Field; Wisconsin está com campanha de 4-1 e não perdeu desde então. Notre Dame enfrenta BYU fora de casa em seu primeiro jogo como visitante contra um adversário ranqueado. A equipe tem vaga garantida se estiver entre as 12 primeiras no dia da seleção, mas duas derrotas podem deixá-la fora desse grupo.
Boise State é o destaque do Group of 6, com cinco vitórias consecutivas após perder na estreia para Oregon. A equipe tem 46,6% de chance de chegar ao CFP e 53,5% de chance de vencer todos os jogos restantes, segundo a ESPN Analytics. Vitórias fora de casa contra Western Michigan e Fresno State ajudam seu currículo. A derrota para Oregon pode pesar menos se os Ducks não forem considerados candidatos ao top 25 do CFP.
James Madison é a incógnita do grupo, com 27,1% de chance de chegar ao CFP. A equipe está invicta, mas seu calendário ocupa o 133º lugar, contra o 51º de Boise State. A análise aponta que James Madison precisaria vencer todos os jogos restantes e contar com uma derrota de Boise State para assumir a dianteira nessa disputa.
Projeção de chave
A projeção coloca Georgia como cabeça de chave número 1, por ser campeã da SEC, e Miami em segundo, como campeã da ACC. Notre Dame aparece em terceiro e Texas em quarto. Boise State, como equipe mais bem colocada do Group of 6, ocupa a 12ª posição e enfrentaria Ohio State, quinto colocado e campeão do Big Ten.
Os outros confrontos da primeira rodada projetada são Utah contra Alabama, UCLA contra Indiana e Ole Miss contra BYU, que aparece como campeã do Big 12. Os jogos seguintes estão previstos para o Vrbo Fiesta Bowl, em 30 de dezembro, e para o Chick-fil-A Peach Bowl, o Goodyear Cotton Bowl Classic e o Rose Bowl Game presented by Prudential, em 1º de janeiro.
