
Columbus surpreende Inter Miami nos acréscimos após golaço de falta de Messi
Lionel Messi marcou um golaço de falta para o Inter Miami, mas o Columbus Crew virou o jogo nos minutos finais com gol de Jamal Thiaré. A vitória por 2 a 1 foi conquistada após um erro do goleiro do Miami e um cartão vermelho para o time visitante.
O Columbus Crew conquistou uma vitória surpreendente por 2 a 1 sobre o Inter Miami, atual campeão da MLS, com um gol nos acréscimos do segundo tempo marcado por Jamal Thiaré. O gol decisivo aconteceu após o goleiro do Miami, Rocco Ríos Novo, falhar ao defender um chute, permitindo que Thiaré aproveitasse o rebote.
Antes disso, Lionel Messi, que se prepara para sua despedida da seleção argentina em 6 de outubro, marcou um golaço de falta em um ângulo improvável no primeiro tempo. A cobrança de falta ocorreu na linha da direita e surpreendeu a defesa do Columbus, com a bola indo direto para o canto superior do gol. Esse foi o 12º gol de falta direta de Messi pelo Inter Miami em todas as competições e o sexto na temporada, além de seu 21º gol na MLS neste ano, ampliando sua liderança na corrida pela Chuteira de Ouro.
O Inter Miami chegou a ficar atrás no placar após Josef Martínez, ex-jogador do time, converter um pênalti no primeiro tempo, marcado após falta de Yannick Bright. No entanto, Messi teve outras chances no segundo tempo, mas o goleiro Patrick Schulte fez defesas importantes e um chute do argentino acertou a trave.
O jogo também teve momentos tensos para o Miami, que ficou com um jogador a menos após o cartão vermelho para o substituto Santiago Morales nos minutos finais. O Columbus teve chances claras, incluindo três bolas na trave de Anass Zaroury.
Com o resultado, o Inter Miami permanece em terceiro lugar na Conferência Leste, empatado em pontos com o New England Revolution, que está em segundo, e distante 14 pontos do líder Nashville SC. Já o Columbus Crew subiu para a 12ª posição na conferência, mantendo viva a esperança de classificação para os playoffs.
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Roberto Mancini minimiza acusações de irregularidades financeiras do Manchester City na Premier League
Roberto Mancini, ex-técnico do Manchester City, descartou as recentes alegações de que o clube foi considerado culpado por violações financeiras durante seu período como treinador. Mancini afirmou que o assunto não é de sua responsabilidade e que cabe ao clube lidar com as acusações.
Roberto Mancini, atualmente técnico da seleção italiana, reagiu às notícias de que o Manchester City foi considerado culpado pela Premier League em diversas acusações de irregularidades financeiras cometidas entre 2009 e 2013, período em que ele comandava o clube.
Segundo fontes confirmadas à ESPN, o clube enfrentava 115 acusações relacionadas a violações financeiras, incluindo a não divulgação completa dos detalhes sobre a remuneração do técnico em seus contratos. Durante seu comando, Mancini conquistou o título da Premier League de 2011-12, o primeiro do clube em 44 anos, além da vitória na final da FA Cup de 2011.
Em entrevista coletiva na Turquia, Mancini minimizou o veredito e disse que o assunto não o preocupa, afirmando que "não é uma questão que me concerne" e que "não é novidade, pois o tema vem sendo discutido nos últimos quatro ou cinco anos". Ele ressaltou que o Manchester City ainda não foi oficialmente considerado culpado e que o suposto contrato duplo não é problema seu.
O clube, em comunicado divulgado na sexta-feira, não negou as acusações e afirmou que o processo ainda está em andamento. Khaldoon Al Mubarak, presidente do Manchester City, declarou que "nada mudou" em relação ao caso e que a confiança do clube em provar sua inocência permanece firme desde o início do processo.
A Premier League, quando contatada pela ESPN, preferiu não comentar sobre o processo, classificando-o como "privado e confidencial". A Associated Press também contribuiu para a reportagem.
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Espanha conquista a Copa do Mundo Feminina Sub-20 e mantém domínio global
A Espanha venceu a Copa do Mundo Feminina Sub-20 da FIFA ao derrotar a campeã defensora Coreia do Norte nos pênaltis na final realizada na Polônia. O título reforça a hegemonia espanhola no futebol feminino nas categorias de base e na elite mundial.
A Espanha conquistou mais um título mundial ao vencer a Copa do Mundo Feminina Sub-20 da FIFA, realizada na Polônia. Na final contra a Coreia do Norte, campeã defensora, o jogo terminou sem gols após a prorrogação, e a decisão foi para os pênaltis. A goleira espanhola Laia López foi decisiva, defendendo duas cobranças e garantindo a vitória por 4 a 3.
A final, realizada em Lodz, reuniu os dois últimos campeões da competição: a Espanha, que conquistou o título pela primeira vez em 2022, e a Coreia do Norte, que havia vencido pela terceira vez dois anos depois. Curiosamente, várias jogadoras que participaram da final do Mundial Sub-17 Feminino de 2024, quando a Coreia do Norte derrotou a Espanha também nos pênaltis, estiveram presentes.
Este triunfo da Espanha reforça o domínio recente do país no futebol feminino. Nos últimos dez anos, a Espanha conquistou dois Mundiais Sub-17, dois Mundiais Sub-20 e o título da Copa do Mundo feminina principal. Esse sucesso no futebol feminino é acompanhado pela equipe masculina, que atualmente detém os títulos mundiais e europeus sob o comando de Luis de la Fuente.
Apesar de perderem o título, as norte-coreanas foram a primeira equipe a não sofrer gols em toda a competição da Copa do Mundo Feminina Sub-20, demonstrando a força defensiva da equipe.
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Como funcionaria uma Copa do Mundo com 64 seleções?
A FIFA já considera a possibilidade de expandir a Copa do Mundo para 64 equipes em 2030, após o aumento para 48 times em 2026. O formato, a alocação de vagas e os impactos no calendário e na logística são temas centrais dessa discussão.
A Copa do Mundo de 2026 contará com 48 seleções, um recorde histórico, mas a ideia de ampliar ainda mais o torneio para 64 equipes já está em pauta para 2030. A CONMEBOL propôs essa expansão, e o presidente da FIFA, Gianni Infantino, manifestou apoio à ideia, ressaltando a importância de incluir todo o mundo, não apenas Europa e América do Sul.
O formato para 64 seleções seria simples na fase de grupos: 16 grupos de quatro times, com os dois melhores de cada grupo avançando para uma fase eliminatória de 32 equipes, retomando o modelo tradicional. Isso eliminaria a necessidade de selecionar os melhores terceiros colocados, como ocorreu em 2026.
No entanto, o aumento para 64 times elevaria o número de jogos da fase de grupos de 72 para 96, o que prolongaria essa etapa de 17 para quase 23 dias, considerando uma média de 4,2 partidas por dia. Consequentemente, o torneio completo poderia durar até 45 dias, mais de seis semanas, um aumento significativo em relação às cinco semanas e meia previstas para 2026.
Condensar os jogos para manter a duração atual traria desafios, como a necessidade de realizar até 5,6 partidas por dia, com horários difíceis para transmissões e menor exposição para as equipes. Além disso, haveria impacto na logística, acomodação e infraestrutura dos países-sede.
Quanto à distribuição das vagas, mantendo a proporção da Copa de 2026, a alocação para 64 seleções seguiria percentuais aproximados por confederação, com quatro vagas reservadas para playoffs. Essa expansão reduziria a competitividade das eliminatórias, o que é criticado por dirigentes como Aleksander Čeferin, presidente da UEFA, e Victor Montagliani, presidente da CONCACAF.
A expansão também levanta preocupações sobre a sobrecarga dos jogadores, já que o calendário do futebol mundial está cada vez mais apertado. Organizações como FIFPRO e líderes de ligas europeias alertam para o desgaste físico dos atletas.
Além disso, um torneio maior exigiria mais estádios. Estimativas indicam a necessidade de pelo menos 19 sedes para acomodar 128 jogos, um aumento em relação às 16 arenas usadas em 2026. Isso implica desafios para países que desejam sediar o evento, podendo tornar a co-sede obrigatória.
Em resumo, a Copa do Mundo com 64 seleções traria um torneio mais inclusivo, mas com impactos significativos na duração, logística, competitividade das eliminatórias e saúde dos jogadores, além de exigir infraestrutura robusta dos países anfitriões.
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Alexander Isak deixa convocação da Suécia por lesão e retorna ao Liverpool
O atacante Alexander Isak, do Liverpool, sofreu uma lesão leve durante a convocação pela seleção sueca e retornará ao clube para avaliação médica. Ele não participará dos próximos jogos da Suécia na pausa internacional.
Alexander Isak, atacante do Liverpool, deixou a convocação da seleção da Suécia devido a uma lesão considerada leve. Após atuar e marcar na vitória por 2 a 1 contra a Romênia pela Liga das Nações, Isak não participará das partidas restantes da Suécia contra Polônia, Bósnia e Herzegovina e Romênia durante o atual período de jogos internacionais.
O Liverpool confirmou em comunicado oficial que o jogador retornará ao clube para ser avaliado pela equipe médica no AXA Training Centre. Isak teve uma temporada inicial marcada por lesões em Anfield, mas vinha apresentando um bom desempenho no início da atual temporada.
O clube inglês espera que o atacante esteja recuperado para o próximo compromisso da Premier League, contra o Manchester City, marcado para o dia 11 de outubro.
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Liverpool e outros clubes da Premier League monitoram Trent Alexander-Arnold, lateral do Real Madrid
Liverpool, Arsenal, Manchester City e Chelsea demonstram interesse em Trent Alexander-Arnold, lateral-direito do Real Madrid. O jogador de 27 anos prefere permanecer no clube espanhol nesta temporada, mas seu futuro será avaliado ao final do ano.
Um grupo de clubes da Premier League está atento à situação do lateral-direito Trent Alexander-Arnold, atualmente no Real Madrid. Entre os interessados estão Liverpool, Arsenal, Manchester City e Chelsea, que mantêm contato com os representantes do jogador, segundo o site TEAMtalk.
Alexander-Arnold, de 27 anos, tem preferência por continuar no Real Madrid durante esta temporada, o que torna improvável uma transferência na janela de janeiro. No entanto, a situação será reavaliada ao final do campeonato.
Além disso, outras movimentações no mercado europeu incluem o interesse da Juventus no meio-campista Mateo Kovacic, do Manchester City, que está em seus últimos seis meses de contrato e tem pouco tempo de jogo na atual temporada. O Bayern de Munique monitora o zagueiro Tomás Araújo, do Benfica, enquanto o Real Madrid reconsidera a situação do defensor Raúl Asencio após lesões recentes no elenco.
A Roma estipula uma pedida de cerca de €100 milhões para o meio-campista Manu Koné, valorizado após boas atuações recentes. Outros rumores envolvem interesse do Bayern em Marcos Llorente, do Atlético de Madrid, e a busca do Liverpool e Manchester United pelo zagueiro Micky Van de Ven, do Tottenham Hotspur.
Essas movimentações refletem a intensa atividade no mercado de transferências europeu, com clubes buscando reforços para a sequência da temporada.
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Juventude do USMNT gera entusiasmo após vitória de 4-1 sobre Peru com oito estreias de adolescentes
O time masculino dos Estados Unidos (USMNT) venceu o Peru por 4-1 em Orlando, com destaque para a estreia de 11 jogadores, incluindo oito adolescentes. Dois jovens atacantes marcaram gols, reforçando a aposta na renovação da equipe sob o comando de Mauricio Pochettino.
A partida entre Estados Unidos e Peru, realizada em Orlando, foi marcada por um clima incomum de diversão e entusiasmo, especialmente pela presença de muitos jogadores jovens na seleção americana. Ao todo, 11 atletas fizeram suas estreias internacionais, sendo oito deles adolescentes. Entre os estreantes, os atacantes Justin Ellis e Julian Hall marcaram gols, tornando-se a primeira dupla de adolescentes a balançar as redes em sua estreia desde 2018, quando Josh Sargent e Timothy Weah repetiram o feito contra a Bolívia.
O técnico Mauricio Pochettino elogiou o desempenho dos novatos, destacando que eles jogaram com a experiência e conforto de jogadores mais rodados. Apesar da juventude, a equipe contou com a presença de veteranos como Tyler Adams, Yunus Musah e Malik Tillman, que trouxeram equilíbrio e liderança ao time. Tillman converteu um pênalti polêmico, enquanto Sebastian Berhalter fechou o placar com um chute potente de longa distância.
Adams, que foi capitão pela primeira vez sob o comando de Pochettino, ressaltou a importância de tratar os jovens jogadores como iguais, mostrando a eles que merecem estar na seleção e que precisam manter a competitividade e a mentalidade vencedora dentro de campo.
A aposta na juventude é uma estratégia clara do treinador, que prometeu "começar do zero" ao renovar seu contrato em agosto. O time titular contou com três estreantes: Ellis, Peyton Miller e Cavan Sullivan, além do defensor George Campbell, que fazia sua segunda partida internacional.
Ellis abriu o placar logo aos quatro minutos, aproveitando um cruzamento de falta de Giovanni Reyna, que tem atuado como mentor dos jovens no elenco. Reyna, que voltou a jogar regularmente pelo Strasbourg, destacou a importância de os jovens serem eles mesmos, trabalharem duro e aproveitarem o apoio dos jogadores mais experientes.
Sullivan, com apenas 16 anos, é um dos nomes mais promissores do grupo, vindo de uma ótima fase no Philadelphia Union, onde marcou seis gols e deu oito assistências nas últimas oito partidas da liga. Na partida, ele foi ativo e dinâmico, embora não tenha conseguido marcar. Sullivan afirmou estar feliz pela oportunidade e focado em aprender e evoluir junto com o time.
Apesar de alguns erros naturais da inexperiência, como uma perda de bola de Campbell que resultou no gol de empate do Peru, a equipe mostrou potencial e equilíbrio. Ainda restam três jogos na janela internacional, incluindo confrontos contra México e Canadá, que prometem maior intensidade e desafios para os jovens talentos.
A vitória e o desempenho dos jovens jogadores do USMNT indicam um processo de renovação promissor, com a esperança de que a jornada da equipe seja tão divertida quanto o início dessa nova fase.



