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Como funcionaria uma Copa do Mundo com 64 seleções?

Como funcionaria uma Copa do Mundo com 64 seleções?

A FIFA já considera a possibilidade de expandir a Copa do Mundo para 64 equipes em 2030, após o aumento para 48 times em 2026. O formato, a alocação de vagas e os impactos no calendário e na logística são temas centrais dessa discussão.

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A Copa do Mundo de 2026 contará com 48 seleções, um recorde histórico, mas a ideia de ampliar ainda mais o torneio para 64 equipes já está em pauta para 2030. A CONMEBOL propôs essa expansão, e o presidente da FIFA, Gianni Infantino, manifestou apoio à ideia, ressaltando a importância de incluir todo o mundo, não apenas Europa e América do Sul.

O formato para 64 seleções seria simples na fase de grupos: 16 grupos de quatro times, com os dois melhores de cada grupo avançando para uma fase eliminatória de 32 equipes, retomando o modelo tradicional. Isso eliminaria a necessidade de selecionar os melhores terceiros colocados, como ocorreu em 2026.

No entanto, o aumento para 64 times elevaria o número de jogos da fase de grupos de 72 para 96, o que prolongaria essa etapa de 17 para quase 23 dias, considerando uma média de 4,2 partidas por dia. Consequentemente, o torneio completo poderia durar até 45 dias, mais de seis semanas, um aumento significativo em relação às cinco semanas e meia previstas para 2026.

Condensar os jogos para manter a duração atual traria desafios, como a necessidade de realizar até 5,6 partidas por dia, com horários difíceis para transmissões e menor exposição para as equipes. Além disso, haveria impacto na logística, acomodação e infraestrutura dos países-sede.

Quanto à distribuição das vagas, mantendo a proporção da Copa de 2026, a alocação para 64 seleções seguiria percentuais aproximados por confederação, com quatro vagas reservadas para playoffs. Essa expansão reduziria a competitividade das eliminatórias, o que é criticado por dirigentes como Aleksander Čeferin, presidente da UEFA, e Victor Montagliani, presidente da CONCACAF.

A expansão também levanta preocupações sobre a sobrecarga dos jogadores, já que o calendário do futebol mundial está cada vez mais apertado. Organizações como FIFPRO e líderes de ligas europeias alertam para o desgaste físico dos atletas.

Além disso, um torneio maior exigiria mais estádios. Estimativas indicam a necessidade de pelo menos 19 sedes para acomodar 128 jogos, um aumento em relação às 16 arenas usadas em 2026. Isso implica desafios para países que desejam sediar o evento, podendo tornar a co-sede obrigatória.

Em resumo, a Copa do Mundo com 64 seleções traria um torneio mais inclusivo, mas com impactos significativos na duração, logística, competitividade das eliminatórias e saúde dos jogadores, além de exigir infraestrutura robusta dos países anfitriões.

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Alexander Isak deixa convocação da Suécia por lesão e retorna ao Liverpool

Alexander Isak deixa convocação da Suécia por lesão e retorna ao Liverpool

O atacante Alexander Isak, do Liverpool, sofreu uma lesão leve durante a convocação pela seleção sueca e retornará ao clube para avaliação médica. Ele não participará dos próximos jogos da Suécia na pausa internacional.

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Alexander Isak, atacante do Liverpool, deixou a convocação da seleção da Suécia devido a uma lesão considerada leve. Após atuar e marcar na vitória por 2 a 1 contra a Romênia pela Liga das Nações, Isak não participará das partidas restantes da Suécia contra Polônia, Bósnia e Herzegovina e Romênia durante o atual período de jogos internacionais.

O Liverpool confirmou em comunicado oficial que o jogador retornará ao clube para ser avaliado pela equipe médica no AXA Training Centre. Isak teve uma temporada inicial marcada por lesões em Anfield, mas vinha apresentando um bom desempenho no início da atual temporada.

O clube inglês espera que o atacante esteja recuperado para o próximo compromisso da Premier League, contra o Manchester City, marcado para o dia 11 de outubro.

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Liverpool e outros clubes da Premier League monitoram Trent Alexander-Arnold, lateral do Real Madrid

Liverpool e outros clubes da Premier League monitoram Trent Alexander-Arnold, lateral do Real Madrid

Liverpool, Arsenal, Manchester City e Chelsea demonstram interesse em Trent Alexander-Arnold, lateral-direito do Real Madrid. O jogador de 27 anos prefere permanecer no clube espanhol nesta temporada, mas seu futuro será avaliado ao final do ano.

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Um grupo de clubes da Premier League está atento à situação do lateral-direito Trent Alexander-Arnold, atualmente no Real Madrid. Entre os interessados estão Liverpool, Arsenal, Manchester City e Chelsea, que mantêm contato com os representantes do jogador, segundo o site TEAMtalk.

Alexander-Arnold, de 27 anos, tem preferência por continuar no Real Madrid durante esta temporada, o que torna improvável uma transferência na janela de janeiro. No entanto, a situação será reavaliada ao final do campeonato.

Além disso, outras movimentações no mercado europeu incluem o interesse da Juventus no meio-campista Mateo Kovacic, do Manchester City, que está em seus últimos seis meses de contrato e tem pouco tempo de jogo na atual temporada. O Bayern de Munique monitora o zagueiro Tomás Araújo, do Benfica, enquanto o Real Madrid reconsidera a situação do defensor Raúl Asencio após lesões recentes no elenco.

A Roma estipula uma pedida de cerca de €100 milhões para o meio-campista Manu Koné, valorizado após boas atuações recentes. Outros rumores envolvem interesse do Bayern em Marcos Llorente, do Atlético de Madrid, e a busca do Liverpool e Manchester United pelo zagueiro Micky Van de Ven, do Tottenham Hotspur.

Essas movimentações refletem a intensa atividade no mercado de transferências europeu, com clubes buscando reforços para a sequência da temporada.

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Juventude do USMNT gera entusiasmo após vitória de 4-1 sobre Peru com oito estreias de adolescentes

Juventude do USMNT gera entusiasmo após vitória de 4-1 sobre Peru com oito estreias de adolescentes

O time masculino dos Estados Unidos (USMNT) venceu o Peru por 4-1 em Orlando, com destaque para a estreia de 11 jogadores, incluindo oito adolescentes. Dois jovens atacantes marcaram gols, reforçando a aposta na renovação da equipe sob o comando de Mauricio Pochettino.

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A partida entre Estados Unidos e Peru, realizada em Orlando, foi marcada por um clima incomum de diversão e entusiasmo, especialmente pela presença de muitos jogadores jovens na seleção americana. Ao todo, 11 atletas fizeram suas estreias internacionais, sendo oito deles adolescentes. Entre os estreantes, os atacantes Justin Ellis e Julian Hall marcaram gols, tornando-se a primeira dupla de adolescentes a balançar as redes em sua estreia desde 2018, quando Josh Sargent e Timothy Weah repetiram o feito contra a Bolívia.

O técnico Mauricio Pochettino elogiou o desempenho dos novatos, destacando que eles jogaram com a experiência e conforto de jogadores mais rodados. Apesar da juventude, a equipe contou com a presença de veteranos como Tyler Adams, Yunus Musah e Malik Tillman, que trouxeram equilíbrio e liderança ao time. Tillman converteu um pênalti polêmico, enquanto Sebastian Berhalter fechou o placar com um chute potente de longa distância.

Adams, que foi capitão pela primeira vez sob o comando de Pochettino, ressaltou a importância de tratar os jovens jogadores como iguais, mostrando a eles que merecem estar na seleção e que precisam manter a competitividade e a mentalidade vencedora dentro de campo.

A aposta na juventude é uma estratégia clara do treinador, que prometeu "começar do zero" ao renovar seu contrato em agosto. O time titular contou com três estreantes: Ellis, Peyton Miller e Cavan Sullivan, além do defensor George Campbell, que fazia sua segunda partida internacional.

Ellis abriu o placar logo aos quatro minutos, aproveitando um cruzamento de falta de Giovanni Reyna, que tem atuado como mentor dos jovens no elenco. Reyna, que voltou a jogar regularmente pelo Strasbourg, destacou a importância de os jovens serem eles mesmos, trabalharem duro e aproveitarem o apoio dos jogadores mais experientes.

Sullivan, com apenas 16 anos, é um dos nomes mais promissores do grupo, vindo de uma ótima fase no Philadelphia Union, onde marcou seis gols e deu oito assistências nas últimas oito partidas da liga. Na partida, ele foi ativo e dinâmico, embora não tenha conseguido marcar. Sullivan afirmou estar feliz pela oportunidade e focado em aprender e evoluir junto com o time.

Apesar de alguns erros naturais da inexperiência, como uma perda de bola de Campbell que resultou no gol de empate do Peru, a equipe mostrou potencial e equilíbrio. Ainda restam três jogos na janela internacional, incluindo confrontos contra México e Canadá, que prometem maior intensidade e desafios para os jovens talentos.

A vitória e o desempenho dos jovens jogadores do USMNT indicam um processo de renovação promissor, com a esperança de que a jornada da equipe seja tão divertida quanto o início dessa nova fase.

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USMNT vence Peru por 4 a 1 com destaque para Ellis e Berhalter em amistoso nos EUA

USMNT vence Peru por 4 a 1 com destaque para Ellis e Berhalter em amistoso nos EUA

A seleção masculina dos Estados Unidos derrotou o Peru por 4 a 1 em amistoso realizado em Orlando, com gols de Justin Ellis, Malik Tillman, Julian Hall e Sebastian Berhalter. O técnico Mauricio Pochettino apostou em um time jovem, com 11 estreias, e recebeu nota 9 pela atuação tática.

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A seleção masculina dos Estados Unidos conquistou uma vitória por 4 a 1 sobre o Peru em amistoso disputado no Inter.co Stadium, em Orlando, Flórida. O jogo teve início com um gol rápido de Justin Ellis aos quatro minutos, mas o Peru empatou ainda no primeiro tempo com Gianluca Lapadula.

No segundo tempo, os americanos assumiram o controle da partida. Malik Tillman marcou de pênalti e Julian Hall ampliou em jogada de bola corrida. Para fechar o placar, Sebastian Berhalter anotou um gol de longa distância aos 90 minutos, consolidando a vitória dos EUA.

O técnico Mauricio Pochettino, que recebeu nota 9 pela atuação, apostou em um time jovem, com média de idade de 23 anos e 11 jogadores fazendo suas estreias na seleção. Ele utilizou um esquema 4-2-3-1 fluido e dinâmico, que, apesar de momentos de desorganização defensiva, representou um avanço importante para a equipe.

Avaliação dos jogadores:

  • Justin Ellis (atacante): 9 – Fez o gol inicial, ganhou faltas e teve boa participação ofensiva.
  • Sebastian Berhalter (meio-campista): 10 – Entrou no segundo tempo, deu assistência e marcou o gol final.
  • Mauricio Pochettino (técnico): 9 – Conduziu bem a equipe jovem e dinâmica.
  • Giovanni Reyna (meio-campista ofensivo): 8 – Participativo na criação e assistiu o gol de Ellis.
  • Julian Hall (atacante): 9 – Entrou no segundo tempo e marcou um gol e deu uma assistência.
  • Malik Tillman (meio-campista ofensivo): 7 – Marcou o gol de pênalti.
  • Cavan Sullivan (meio-campista ofensivo): 7 – Boa conexão com o ataque.
  • Tyler Adams (meio-campista): 7 – Capitão e principal articulador.
  • Alex Freeman (defensor): 7 – Atuou bem na lateral direita.
  • Outros jogadores tiveram atuações variadas, com destaque para a juventude e potencial de crescimento.

Com a vitória, os Estados Unidos se preparam para o próximo amistoso contra o Chile, marcado para 29 de setembro. A equipe segue em processo de renovação sob comando de Pochettino, que busca consolidar uma nova geração de talentos para o ciclo da Copa do Mundo.

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Cavan Sullivan, 16 anos, é o jogador mais jovem a estrear como titular pela seleção dos EUA desde Freddy Adu em 2006

Cavan Sullivan, 16 anos, é o jogador mais jovem a estrear como titular pela seleção dos EUA desde Freddy Adu em 2006

Cavan Sullivan, de 16 anos, iniciou como titular pela seleção dos Estados Unidos em amistoso contra o Peru, tornando-se o jogador mais jovem a ganhar uma convocação desde Freddy Adu em 2006. O jovem atacante do Philadelphia Union tem se destacado na MLS e recebeu elogios do técnico Mauricio Pochettino.

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Cavan Sullivan, com apenas 16 anos, tornou-se o jogador mais jovem a iniciar uma partida pela seleção dos Estados Unidos desde Freddy Adu em 2006. Ele foi titular no amistoso contra o Peru, realizado em Orlando, sob comando do técnico Mauricio Pochettino.

Apesar de Sullivan ter chamado a atenção, os gols da vitória por 4 a 1 foram marcados pelos também jovens Justin Ellis e Julian Hall. Essa foi a primeira partida da seleção americana desde a eliminação na Copa do Mundo deste ano, nas oitavas de final contra a Bélgica.

Sullivan vem se destacando pelo Philadelphia Union na Major League Soccer (MLS), com sete gols e 12 assistências em 26 jogos. O clube subiu para a sexta colocação na Conferência Leste recentemente. O jogador declarou à TNT Sports que sempre sonhou em representar seu país e que busca aprender com os atletas mais experientes do time.

Com 16 anos e 362 dias, Sullivan é o quarto jogador mais jovem a ganhar uma convocação pela seleção dos EUA e o mais jovem desde Adu, que estreou aos 16 anos e 234 dias em 2006. Ele completará 17 anos na segunda-feira.

Antes dele, apenas Mike Slivinski e Mark Jonas jogaram pela seleção americana com idade inferior. Slivinski detém o recorde de jogador mais jovem a iniciar uma partida pela seleção, feito alcançado em 1991.

Sullivan estreou na MLS pelo Philadelphia Union em 17 de julho de 2024, aos 14 anos e 293 dias, tornando-se o atleta mais jovem a atuar em uma liga profissional importante nos EUA e Canadá, superando o recorde de Adu por 13 dias.

Recentemente, Sullivan marcou em um terceiro jogo consecutivo da MLS e, com isso, quebrou outro recorde de Adu. Seu desempenho chamou a atenção do técnico Pochettino, que ressaltou a necessidade de cuidado na gestão do jovem talento, mas destacou sua maturidade em campo.

Após o amistoso contra o Peru, a seleção dos EUA tem programados jogos contra Chile, México e Canadá durante a janela internacional de setembro e outubro.

Sullivan, natural da Filadélfia, é visto como uma promessa para o futuro da seleção americana. Ele assinou um contrato profissional com o Philadelphia Union em 9 de maio de 2024, aos 14 anos, sendo o quinto jogador mais jovem a assinar um contrato de primeira equipe na MLS. O contrato inclui uma cláusula que permite sua transferência para o Manchester City quando completar 18 anos, em 2027.

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Roberto Mancini retorna ao comando da Itália e aceita vaias após derrota para Bélgica na Liga das Nações

Roberto Mancini retorna ao comando da Itália e aceita vaias após derrota para Bélgica na Liga das Nações

A Itália foi derrotada por 2 a 0 pela Bélgica em casa na Liga das Nações, no primeiro jogo dos Azzurri após a eliminação para a Bósnia-Herzegovina no playoff da Copa do Mundo. Roberto Mancini, que voltou ao comando da seleção italiana após três anos, enfrentou vaias da torcida no Estádio Olímpico de Roma.

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Seis meses após a Itália falhar na classificação para sua terceira Copa do Mundo consecutiva, a equipe segue enfrentando dificuldades. Na sexta-feira, os italianos foram derrotados por 2 a 0 pela Bélgica, que foi quartofinalista da última Copa, em partida válida pela Liga das Nações. Foi o primeiro jogo da Itália desde a derrota no playoff contra a Bósnia-Herzegovina em março.

Roberto Mancini marcou seu retorno ao comando da seleção italiana após três anos, quando havia deixado o cargo para assumir um contrato na Arábia Saudita. Mancini demonstrou frustração à beira do campo durante a partida.

Por outro lado, o jogo marcou a estreia bem-sucedida do novo técnico da Bélgica, Mark van Bommel, ex-jogador da seleção holandesa, contratado após a saída de Rudi Garcia pós-Copa do Mundo.

A presença de público foi de apenas 47.155 torcedores em um estádio com capacidade para 70 mil pessoas. Os torcedores italianos começaram a vaiar já aos 20 minutos, quando Mika Godts abriu o placar para os visitantes com seu primeiro gol internacional.

Dodi Lukébakio ampliou para a Bélgica no meio do segundo tempo. Ao final da partida, a Itália foi vaiada pela torcida ao deixar o campo.

Mancini comentou: "Quando perdemos, ninguém fica feliz. Quando você perde, pode ser vaiado."

O gol de Godts foi originado por uma assistência de Kevin De Bruyne, que disputava sua 125ª partida internacional. Godts, recém-contratado pelo Paris Saint-Germain, driblou três defensores antes de marcar, enganando os defensores Gianluca Mancini e Diego Coppola.

Coppola entrou na equipe substituindo Alessandro Bastoni, suspenso após expulsão na derrota para a Bósnia. O lance do gol começou com um passe ruim do meio-campista Alessandro Romano, que fazia sua estreia pela Itália após mudar de nacionalidade da Suíça.

O segundo gol da Bélgica também saiu em um contra-ataque, com Lukébakio marcando de fora da área, enquanto Sandro Tonali tentava desesperadamente impedir a jogada.

O lateral italiano Riccardo Calafiori reconheceu as falhas: "Deixamos espaços e sofremos dois gols evitáveis. Temos muito trabalho pela frente."

A escalação inicial da Itália contou com oito jogadores que participaram regularmente das eliminatórias para a Copa do Mundo.

Mancini, de 61 anos, liderou a Itália ao título da Eurocopa em 2021, mas surpreendentemente renunciou ao cargo em agosto de 2023 para assumir a seleção da Arábia Saudita duas semanas depois.

A sequência de jogos da Itália na Liga das Nações inclui visitas à Turquia na segunda-feira, à França na próxima sexta-feira, e o jogo em casa contra a Turquia em Bolonha para encerrar a primeira fase da competição.

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