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Controvérsia sobre pedido de timeout no overtime marca derrota do New York Liberty para o Atlanta Dream nas semifinais da WNBA

Controvérsia sobre pedido de timeout no overtime marca derrota do New York Liberty para o Atlanta Dream nas semifinais da WNBA

Após derrota por 101-98 na prorrogação, Breanna Stewart afirmou que árbitros informaram erroneamente que o New York Liberty não tinha direito a um timeout reset no overtime, o que foi contestado pelos oficiais. O Liberty fez uma consulta oficial à liga sobre o ocorrido.

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O Atlanta Dream venceu o New York Liberty por 101-98 na prorrogação do segundo jogo das semifinais da WNBA, assumindo uma vantagem de 2-0 na série e ficando a uma vitória das finais da liga.

Contudo, o jogo terminou envolto em polêmica. Breanna Stewart, duas vezes MVP da WNBA, afirmou em entrevista pós-jogo que os árbitros disseram à equipe que não havia mais um timeout reset disponível no overtime, quando na verdade havia.

"Não estou culpando os árbitros, mas quando perguntei a ambos se tínhamos um timeout reset no final, eles disseram que não, e saímos do jogo com o timeout reset ainda disponível, o que é bastante frustrante", declarou Stewart.

Ela explicou que perguntou ao árbitro Kevin Fahy, que consultou a chefe da arbitragem Fatou Cissoko-Stephens, e ambos confirmaram que não havia o timeout reset.

Nas regras da WNBA, durante o overtime, cada time tem direito a dois timeouts normais e um timeout reset, que permite avançar a bola sem precisar fazer o tradicional huddle na lateral da quadra.

Após uma perda de bola do Liberty no final, Angel Reese converteu dois lances livres que deram ao Dream uma vantagem de três pontos. O Liberty tentou um último arremesso desesperado, mas não conseguiu converter.

Em resposta à declaração de Stewart, Cissoko-Stephens afirmou que Fahy confirmou com sua parceira que o Liberty ainda tinha o timeout reset disponível, contestando a versão da jogadora.

O Liberty formalizou uma consulta junto à liga para apurar o caso, e uma fonte disse à ESPN que a WNBA recebeu o contato e seguirá os protocolos para investigar a situação.

O técnico do Liberty, Chris DeMarco, disse que vários membros da equipe foram informados que não havia timeout reset, mas ressaltou que a equipe precisa exigir mais e seguir em frente.

O treinador do Dream, Karl Smesko, afirmou que sabia que o Liberty tinha um timeout disponível, mas que a equipe adversária jogou de outra forma, e o Dream aproveitou a oportunidade para garantir a vitória.

Além da controvérsia, o Liberty cometeu 17 turnovers, que resultaram em 28 pontos para o Dream. Sabrina Ionescu assumiu a responsabilidade por uma perda de bola crucial nos segundos finais do overtime.

O Dream teve seis jogadores com pontuação em dois dígitos, liderados por 23 pontos de Angel Reese e Jordin Canada. Stewart, Jonquel Jones e Marine Fauthoux somaram 76 dos 98 pontos do Liberty.

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A'ja Wilson conquista quinto prêmio MVP da WNBA e entra para grupo seleto de lendas do esporte

A'ja Wilson conquista quinto prêmio MVP da WNBA e entra para grupo seleto de lendas do esporte

A'ja Wilson, das Las Vegas Aces, venceu seu quinto prêmio MVP da WNBA, um recorde na história da liga. Ela liderou sua equipe a mais uma aparição nos playoffs com médias impressionantes e agora integra um grupo restrito de atletas com cinco ou mais MVPs em grandes ligas esportivas.

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A'ja Wilson, pivô das Las Vegas Aces, conquistou seu terceiro prêmio MVP consecutivo e o quinto em sua carreira na WNBA, estabelecendo um novo recorde na liga. Nesta temporada, Wilson teve médias de 26,0 pontos e 9,4 rebotes por jogo, com um aproveitamento de arremessos verdadeiro (True Shooting) de 62,5% e bloqueios superiores a 2,0 por partida pela quarta temporada seguida.

Nenhuma outra jogadora na história da WNBA havia conquistado mais de três prêmios MVP, recorde anteriormente dividido por Sheryl Swoopes, Lisa Leslie e Lauren Jackson. Wilson agora detém cerca de 17% de todos os MVPs concedidos na história de três décadas da liga.

Comparando com outras grandes ligas esportivas da América do Norte, apenas oito atletas em NBA, NFL, MLB, NHL e WNBA conquistaram cinco ou mais MVPs, colocando Wilson em uma companhia de lendas do esporte mundial.

Além disso, ela faz parte de um grupo exclusivo de jogadores que venceram três MVPs consecutivos, ao lado de nomes como Larry Bird, Wilt Chamberlain, Shohei Ohtani, Bobby Orr e Brett Favre.

Wilson também é uma das seis estrelas de todos os esportes profissionais norte-americanos a conquistar pelo menos quatro MVPs em um intervalo de cinco anos, um feito reservado a candidatos ao título de melhor de todos os tempos.

Manter-se no auge do esporte por tanto tempo é um desafio devido a fatores como desempenho, saúde, fadiga dos votantes e a ascensão de novos talentos. Wilson, no entanto, continua superando esses obstáculos ao se destacar claramente nas estatísticas, liderando a WNBA em LAKER Wins Added e com margem ainda maior em outras métricas, como Win Shares.

Na temporada passada, a disputa pelo MVP chegou a ser acirrada com Napheesa Collier, do Minnesota Lynx, mas uma lesão de Collier e o desempenho excepcional de Wilson no final da temporada garantiram a ela o prêmio mais uma vez.

Wilson completou 30 anos durante a temporada, mas ainda é considerada com 29 anos para fins estatísticos, o que a coloca em um grupo restrito com Wayne Gretzky e Kareem Abdul-Jabbar, que também conquistaram cinco ou mais MVPs até essa idade.

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Angel Reese marca 23 pontos e Atlanta Dream vence New York Liberty na prorrogação, assumindo liderança de 2-0 nas semifinais da WNBA

Angel Reese marca 23 pontos e Atlanta Dream vence New York Liberty na prorrogação, assumindo liderança de 2-0 nas semifinais da WNBA

Angel Reese anotou 23 pontos e Naz Hillmon marcou a cesta decisiva nos segundos finais da prorrogação para o Atlanta Dream vencer o New York Liberty por 101-98. A vitória coloca o Dream a uma vitória da final da WNBA.

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O Atlanta Dream venceu o New York Liberty por 101 a 98 em jogo realizado no State Farm Arena, assumindo a liderança de 2-0 na série das semifinais da WNBA. Angel Reese foi destaque com 23 pontos, incluindo seis na prorrogação, e Naz Hillmon marcou a cesta decisiva com 20,8 segundos restantes no tempo extra.

Reese também converteu dois lances livres importantes nos segundos finais, após um erro de passe de Sabrina Ionescu, que comprometeu a última chance do Liberty. Jordin Canada também contribuiu significativamente para o Dream, com 23 pontos e oito assistências.

Breanna Stewart foi a principal pontuadora do Liberty, com 35 pontos, 25 deles na primeira metade do jogo. Apesar de sua atuação, o Liberty não conseguiu aproveitar uma oportunidade no final do tempo regulamentar, quando não usou o reset para avançar a posse de bola, o que custou uma chance de empatar ou virar o jogo.

O jogo foi marcado por uma disputa acirrada, com o Liberty chegando a liderar por 96 a 93 na prorrogação, mas o Dream respondeu rapidamente para garantir a vitória. O técnico do Dream, Karl Smesko, destacou a execução das jogadas nos momentos decisivos como fundamental para o resultado.

O Dream venceu mesmo sem sua principal pontuadora, Allisha Gray, que não jogou devido a uma lesão na mão esquerda. A novata Izzy Borlase teve papel importante ao marcar 11 pontos saindo do banco.

Com a vitória, o Atlanta Dream está a uma vitória de alcançar sua primeira final da WNBA desde 2013, enquanto o New York Liberty precisa vencer os próximos jogos para continuar na disputa pelo título.

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Burton marca cesta decisiva e Valkyries vencem Aces por 83-81, assumindo vantagem de 2-0 na semifinal da WNBA

Burton marca cesta decisiva e Valkyries vencem Aces por 83-81, assumindo vantagem de 2-0 na semifinal da WNBA

Golden State Valkyries derrotaram Las Vegas Aces por 83 a 81 no segundo jogo da semifinal da WNBA, com cesta de três pontos de Veronica Burton a 41 segundos do fim. A equipe da casa está a uma vitória de garantir vaga nas finais da liga.

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No segundo jogo da semifinal da WNBA, realizado no Chase Center, as Golden State Valkyries venceram as Las Vegas Aces por 83 a 81, assumindo vantagem de 2-0 na série melhor de cinco. A partida foi marcada pela profundidade do elenco das Valkyries, que contou com diferentes protagonistas em cada jogo.

Tiffany Hayes foi a maior pontuadora da equipe com 21 pontos vindo do banco, seguida por Gabby Williams com 20 pontos e Kayla Thornton com 16. Veronica Burton, que teve uma atuação discreta durante a maior parte do jogo, marcou a cesta decisiva com um arremesso de três pontos a 41 segundos do fim, garantindo a vitória para as Valkyries.

As Aces, atuais campeãs, chegaram a virar o placar no final do jogo, com A'ja Wilson e Chelsea Gray combinando para 43 pontos, mas não conseguiram segurar o resultado. Jackie Young e Stephanie Talbot também contribuíram com 14 e 10 pontos, respectivamente.

A vitória coloca as Valkyries a uma vitória de se tornarem o primeiro time de expansão da história da WNBA a alcançar as finais em apenas dois anos desde sua criação. O próximo jogo da série será em Las Vegas, na quarta-feira.

A técnica das Valkyries, Natalie Nakase, destacou a importância da versatilidade ofensiva do time, que permite que diferentes jogadoras assumam o protagonismo a cada partida. Veronica Burton ressaltou a necessidade de encarar cada jogo como uma situação de vida ou morte, reconhecendo a experiência e qualidade das Aces, que terão suas costas contra a parede na sequência da série.

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Jewell Loyd está fora do Jogo 2 das semifinais da WNBA contra as Golden State Valkyries

Jewell Loyd está fora do Jogo 2 das semifinais da WNBA contra as Golden State Valkyries

A armadora Jewell Loyd, do Las Vegas Aces, foi descartada para o segundo jogo das semifinais da WNBA contra as Golden State Valkyries devido a uma lesão na perna esquerda. A ausência ocorre em um momento delicado para os Aces, que já enfrentam desfalques importantes no elenco.

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A armadora Jewell Loyd, do Las Vegas Aces, foi oficialmente descartada para o Jogo 2 das semifinais da WNBA contra as Golden State Valkyries, marcado para 7 de outubro de 2026, no Chase Center. Loyd sofreu uma lesão na perna esquerda durante o terceiro quarto do Jogo 1, realizado no domingo, e não participou dos dois quartos finais da partida, que terminou com a derrota dos Aces por 71-60.

Embora não seja uma das maiores pontuadoras da equipe, Loyd é uma peça importante no ataque dos Aces, oferecendo pontuação suplementar essencial. A equipe já enfrenta dificuldades com a profundidade do elenco neste pós-temporada, pois Dana Evans e Stephanie Talbot estão fora, e NaLyssa Smith está afastada pelo restante da temporada. No Jogo 1, o banco dos Aces foi superado por 27 a 7 em pontos.

Dana Evans, entretanto, teve seu status atualizado para provável pouco antes do início do Jogo 2. A treinadora Becky Hammon comentou antes da partida que desejava que o time estivesse saudável, mas reconheceu a situação atual. Após o Jogo 1, quando Loyd foi descartada, Hammon afirmou que o time precisaria contar com os jogadores disponíveis no banco e que não haveria tempo para lamentações, destacando a importância da próxima jogadora a entrar em quadra.

Hammon também revelou que preparou diferentes estratégias para o Jogo 2, dependendo da disponibilidade dos atletas, mas que a equipe dependerá fortemente do trio principal formado por A'ja Wilson, Chelsea Gray e Jackie Young. No Jogo 1, Wilson marcou 25 pontos, apesar de um aproveitamento baixo nos arremessos (8 de 21). A treinadora expressou confiança na recuperação da jogadora para o segundo jogo.

A derrota no primeiro jogo colocou os Aces em uma situação complicada na série melhor de cinco, e Hammon ressaltou que o Jogo 2 é fundamental para evitar um déficit de 0-2 antes de retornar para Las Vegas. Ela também lembrou que a equipe já enfrentou situações piores em playoffs anteriores e que está preparada para o desafio.

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Jackie Young lidera Las Vegas Aces na semifinal da WNBA contra Golden State Valkyries

Jackie Young lidera Las Vegas Aces na semifinal da WNBA contra Golden State Valkyries

Jackie Young tem sido peça fundamental para os Las Vegas Aces, que buscam empatar a série semifinal da WNBA contra as Golden State Valkyries. A jogadora, conhecida por sua versatilidade e resistência, disputará o segundo jogo da série no Chase Center.

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Jackie Young, armadora dos Las Vegas Aces, é apontada como importante para a equipe na busca pela classificação à final da WNBA em 2026. Desde que foi a primeira escolha do draft em 2019, Young participou de quase todos os jogos da equipe, incluindo os playoffs, demonstrando consistência e resistência física e mental.

Aos 29 anos, Young tem médias de 18,9 pontos e 6,8 assistências por jogo na temporada atual, além de 2,3 arremessos de três pontos por partida e 92,8% de aproveitamento nos lances livres. Ela é reconhecida por sua habilidade em marcar, passar e defender, características que a tornam uma jogadora completa e essencial para os Aces.

No primeiro jogo da semifinal contra as Golden State Valkyries, Young teve uma atuação abaixo do esperado, com 11 pontos em 4 de 15 arremessos, mas a equipe espera que ela retome seu nível para o segundo confronto, que será realizado no Chase Center. A treinadora Becky Hammon destacou a capacidade de Young de assumir o controle do jogo em momentos decisivos, ressaltando sua confiança e preparo.

Além de seu desempenho na WNBA, Young tem um histórico de conquistas em todos os níveis do basquete, incluindo títulos estaduais no ensino médio, campeonato universitário pela Notre Dame, medalhas de ouro olímpicas no 5x5 e 3x3, e títulos mundiais. Sua trajetória mostra uma jogadora que evoluiu constantemente, especialmente em sua capacidade de arremesso de longa distância.

O desempenho de Young será importante para que os Aces busquem o título, que pode ser o quarto da franquia, igualando um recorde da liga. O segundo jogo da série está marcado para o dia 7 de outubro de 2026, às 22h30, no Chase Center.

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Lesões de Allisha Gray e Jewell Loyd podem impactar semifinais da WNBA

Lesões de Allisha Gray e Jewell Loyd podem impactar semifinais da WNBA

Allisha Gray está fora do Jogo 2 das semifinais da WNBA devido a uma lesão no dedo, enquanto Jewell Loyd é dúvida por lesão na perna. As ausências podem afetar as estratégias de Atlanta Dream e Las Vegas Aces nas partidas decisivas.

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As semifinais da WNBA terão atenção especial às ausências por lesão que podem influenciar o desempenho das equipes. A armadora do Atlanta Dream, Allisha Gray, foi descartada para o Jogo 2 contra o New York Liberty após sofrer uma lesão no dedo no primeiro jogo da série. Já as Las Vegas Aces enfrentam dúvidas importantes: Jewell Loyd está listada como dúvida devido a uma lesão na perna esquerda, enquanto Dana Evans (joelho direito) e Steph Talbot (perna esquerda) também são questionáveis para o confronto contra o Golden State Valkyries.

O Atlanta Dream, que lidera a série melhor de cinco contra o Liberty por 1-0, terá que ajustar sua escalação sem a principal pontuadora Gray, que foi a maior anotadora da equipe na temporada regular (19,0 pontos por jogo) e nos playoffs (22,0 pontos por jogo até a lesão). DeWanna Bonner, que já assumiu mais minutos no último jogo, deve entrar na formação titular para suprir a ausência. Jordin Canada e Rhyne Howard também terão papel fundamental para manter a produção ofensiva do time.

O New York Liberty, adversário do Dream, reconheceu que o terceiro quarto do primeiro jogo foi decisivo para a virada do Dream, e que a equipe precisa voltar a jogar seu estilo ofensivo natural para avançar na série.

Para as Las Vegas Aces, a situação é ainda mais delicada. Jewell Loyd não tem sido a maior pontuadora, mas é uma peça importante ofensiva e defensiva. Ela marcou 11 pontos no Jogo 3 da primeira rodada e contribuiu defensivamente contra Caitlin Clark. A ausência de Loyd e Talbot, que já perdeu jogos por lesão, pode sobrecarregar uma equipe que já perdeu a titular NaLyssa Smith para o restante da temporada.

A equipe de Las Vegas depende muito de suas estrelas A'ja Wilson, Chelsea Gray e Jackie Young, mas agora terá que contar mais com jogadoras como Brianna Turner, Cheyenne Parker-Tyus, Mai Yamamoto e Kierstan Bell para manter o nível competitivo.

O Golden State Valkyries, adversário das Aces, tem demonstrado grande profundidade no elenco, liderando a liga em pontuação e assistências do banco de reservas na temporada regular. A reserva Janelle Salaun, escolhida unânime como Sexta Jogadora do Ano, e a técnica Natalie Nakase têm utilizado estratégias para explorar essa vantagem, como a entrada do novato Aminata Gueye, que teve atuação destacada no primeiro jogo das semifinais.

A profundidade do elenco dos Valkyries pode ser um fator decisivo para a série, especialmente diante das dificuldades de Las Vegas com lesões. O técnico Becky Hammon já declarou ter planos alternativos para lidar com as ausências e enfatizou a necessidade de que as jogadoras disponíveis assumam a responsabilidade.

As semifinais da WNBA continuam com os jogos decisivos na quarta-feira, com o Dream e os Valkyries recebendo seus adversários em casa, buscando avançar para a final da liga.

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