
Darrion Williams retorna ao Texas Tech para quinta temporada no basquete universitário
O ala Darrion Williams confirmou seu retorno ao Texas Tech para disputar uma quinta temporada, conforme anunciado pela universidade. Williams, que jogou também por Nevada e NC State, busca aproveitar nova oportunidade após não ser selecionado no draft da NBA de 2026.
Darrion Williams, ex-estrela do Texas Tech, vai retornar para uma quinta temporada na equipe, conforme anúncio oficial da universidade em Lubbock. Williams iniciou sua carreira universitária em 2022-23 na Universidade de Nevada antes de se transferir para o Texas Tech, onde atuou por duas temporadas.
Durante a temporada 2024-25, Williams foi selecionado para o primeiro time All-Big 12 e teve uma atuação memorável na Elite Eight do torneio NCAA de 2025, marcando 23 pontos contra o Florida, que se tornou o campeão nacional daquele ano. Na última temporada, jogando pelo NC State, Williams enfrentou dificuldades devido a lesões que impactaram seu desempenho.
Apesar de ter declarado para o draft da NBA de 2026, Williams não foi selecionado e também não participou da liga de verão. Sua elegibilidade para mais uma temporada foi possibilitada por uma liminar concedida pela juíza Charlotte Sweeney, que permitiu que atletas da classe de 2022 do ensino médio, não contemplados nas novas regras da NCAA, pudessem competir por mais um ano.
Williams também faz parte de um grupo de 50 atletas que processam a NCAA na Carolina do Norte para garantir um ano adicional de elegibilidade. A NCAA tem se posicionado contra esses processos, preocupada com o impacto que uma mudança nas regras poderia causar nas equipes universitárias de futebol americano e basquete.
Apesar das incertezas jurídicas, times de destaque já começaram a reforçar seus elencos. Williams, que teve média de 14 pontos e 40% de aproveitamento em arremessos de três pontos na última temporada pelo Wolfpack, chega para fortalecer o Texas Tech, que perdeu jogadores importantes como Christian Anderson.
Além disso, o Texas Tech anunciou recentemente que JT Toppin, duas vezes All-American pela Associated Press, deve retornar após se recuperar de uma lesão no ligamento cruzado anterior sofrida em fevereiro. O técnico Grant McCasland poderá contar com uma das duplas mais fortes do país caso Toppin esteja disponível para grande parte da temporada, com Williams retornando para reforçar a equipe 18 meses depois de quase levar os Red Raiders ao Final Four pela segunda vez.
Fontes
Encontrou um problema?
Se você identificar erro no conteúdo, envie um reporte para revisão editorial.
Mais sobre NCAA

Diretor esportivo da Purdue admite erro em comentário sobre Indiana
Tommy McClelland, novo diretor esportivo da Purdue, reconheceu que uma tentativa de provocação contra Indiana foi um erro imediato. Ele pediu desculpas e afirmou que o comentário desviou a atenção do verdadeiro objetivo da sua gestão.
Tommy McClelland, recém-nomeado diretor esportivo da Purdue, admitiu que uma tentativa de brincadeira às custas do rival Indiana foi um erro "no segundo em que saiu da minha boca". Durante sua coletiva de apresentação, McClelland disse: "Estamos aqui para ganhar campeonatos. Se você não quer ganhar campeonatos, vá para Indiana." O comentário teve repercussão negativa, especialmente com a temporada de 2026 se aproximando, na qual Indiana defenderá o título nacional de futebol americano universitário, enquanto Purdue busca sua primeira vitória na Big Ten desde o fim de 2023.
Em entrevista ao "The Pat McAfee Show", McClelland comparou o erro a um golpe de golfe mal executado, afirmando que ainda tem "18 buracos para jogar". Ele lamentou que a provocação tenha desviado a atenção do foco principal, que é reestabelecer o potencial esportivo da Purdue. McClelland também ofereceu uma versão corrigida de sua provocação, dizendo que a universidade vai construir programas que ganhem mais campeonatos do que ele é bom em fazer piadas.
Recentemente, Purdue tem se destacado no basquete masculino, chegando à final nacional de 2024, onde perdeu para UConn. No entanto, a universidade não conquista um título nacional em qualquer esporte desde 2010, quando a equipe feminina de golfe foi campeã. McClelland enfatizou a oportunidade de crescimento e sucesso para os programas esportivos da Purdue.
Fontes

Os maiores inimigos públicos de cada time das principais conferências do futebol americano universitário
Fãs de futebol americano universitário têm rivais que despertam fortes emoções. Conheça os principais antagonistas de cada equipe das conferências Power 4 e as histórias por trás dessas rivalidades intensas.
O futebol americano universitário é conhecido pela paixão intensa de seus torcedores, que não apenas amam seus times, mas também nutrem um ódio igualmente forte por seus maiores rivais. Muitas dessas rivalidades têm mais de um século de história, o que explica a profundidade das emoções envolvidas.
Cada equipe das principais conferências Power 4 tem um inimigo público número 1, que pode ser um técnico, jogador ou até mesmo um evento que marcou a história do confronto. Por exemplo, Alabama encara Cam Newton, que liderou Auburn a uma das maiores viradas da história contra os Crimson Tide em 2010, episódio conhecido como "Camback". Já Texas Longhorns revive a rivalidade histórica com Arkansas, reacendida após a entrada dos Longhorns na SEC.
Outros exemplos incluem Harvey Updyke, que ficou conhecido por envenenar as árvores simbólicas de Auburn, e Steve Spurrier, técnico que marcou época ao dominar Georgia e Kentucky com seu estilo provocativo. Nick Saban, técnico do Alabama, também é figura central nas rivalidades com LSU, tendo construído uma dinastia que dominou os Tigers.
Jogadores como Lindsay Scott, que protagonizou uma jogada histórica contra Florida em 1980, e Curtis Lofton, que foi decisivo contra Missouri em 2007, também são lembrados como vilões para as torcidas adversárias. Técnicos como Darrell Royal e Lane Kiffin também são destacados por suas histórias de rivalidade, seja por acusações de espionagem ou por mudanças controversas de time.
Essas histórias mostram que o futebol americano universitário é muito mais do que um esporte; é uma arena de paixões, rivalidades e histórias que atravessam gerações, mantendo viva a chama da competição entre as equipes das conferências Power 4.
Fontes

Ofensiva de Notre Dame manterá foco no jogo terrestre na temporada 2026
Apesar de perder dois running backs para a primeira rodada do draft da NFL, Notre Dame seguirá com sua identidade ofensiva centrada no jogo terrestre. O time retorna com o quarterback CJ Carr, candidato ao Troféu Heisman, mas não pretende abandonar a filosofia de jogo baseada na corrida.
Notre Dame perdeu dois running backs importantes para a primeira rodada do draft da NFL após a última temporada, incluindo Jeremiyah Love, vencedor do Doak Walker Award e terceiro escolhido pelo Arizona Cardinals, e Jadarian Price, selecionado pelo Seattle Seahawks como a última escolha da primeira rodada. Mesmo com essas perdas, a equipe manterá sua identidade ofensiva focada no jogo terrestre.
O coordenador ofensivo Mike Denbrock afirmou que o time é construído em torno do jogo de corrida, ressaltando que essa é a filosofia tanto dele quanto do técnico Marcus Freeman. Denbrock demonstrou confiança no running back júnior Aneyas Williams, que atuou como reserva de Love e Price nas últimas duas temporadas e deve ser o titular nesta temporada. Williams correu para cinco touchdowns no ano passado e tem se dedicado a aprimorar os detalhes de sua posição durante a offseason.
Além de Williams, o time conta com outros corredores como o sophomore Nolan James Jr. No ataque aéreo, Notre Dame retorna com o quarterback CJ Carr, que teve uma temporada de estreia como titular com 2.741 jardas e 24 touchdowns, além de 66,6% de aproveitamento nos passes. O time também mantém recebedores importantes como Jordan Faison e Jaden Greathouse, e adiciona os transfers Mylan Graham e Quincy Porter, vindos de Ohio State.
Faison destacou a velocidade e o porte físico do grupo de recebedores, além da inteligência do elenco. A equipe melhorou significativamente seu desempenho no jogo aéreo, subindo do 101º lugar nacional em 2024 para o 35º em 2025. Denbrock comentou que o time está mais forte nas posições de perímetro, o que pode permitir um jogo mais aberto e aproveitar a capacidade de passe de Carr, mas reforçou que a equipe não se afastará de sua crença central em manter um jogo terrestre forte para apoiar o ataque quando necessário.
Fontes

Deion Sanders destaca energia após acampamento de treinamento dos Colorado Buffaloes em Fountain
Deion Sanders elogiou a experiência de levar os Colorado Buffaloes para um acampamento de treinamento fora de Boulder, focado em treinos, ajustes e fortalecimento do grupo. Ele também defende a liberação de jogos-treino entre equipes da NCAA na offseason.
Deion Sanders conduziu os Colorado Buffaloes a um acampamento de treinamento a 113 milhas ao sul de Boulder, em Fountain, Colorado, onde a equipe realizou uma semana de treinos, ajustes e atividades de integração. O local escolhido foi a Fountain Fort Carson High School, com estadia no campus da University of Colorado-Colorado Springs e visita à U.S. Air Force Academy.
Sanders destacou o benefício de afastar os jogadores das distrações e responsabilidades habituais em Boulder, promovendo maior união e foco no time. Durante o acampamento, os atletas tiveram restrição de contato externo e uso de celular monitorado, o que facilitou a criação de laços entre eles.
O treinador também expressou o desejo de que a NCAA permita jogos-treino entre times da divisão FBS e FCS na offseason, algo que já sugeriu anteriormente. Ele acredita que partidas entre os Buffaloes e os Falcons da Air Force Academy seriam positivas para o futebol americano universitário e para o estado do Colorado.
Sanders relembrou sua experiência em acampamentos da NFL, ressaltando a importância do convívio intenso para a construção do espírito de equipe. Ele afirmou que essa foi a primeira vez em suas quatro temporadas no Colorado que levou o time para um acampamento fora da cidade, buscando um ambiente mais isolado e significativo.
O Colorado Buffaloes vem de uma temporada difícil, com campanha de 3-9, período em que Sanders passou por cirurgia para remoção de um tumor na bexiga, estando agora livre do câncer. A equipe conta com novos coordenadores ofensivo e defensivo, Brennan Marion e Chris Marve, respectivamente, que têm recebido elogios do treinador pela qualidade e liderança.
Além disso, o elenco foi reforçado com 45 jogadores transferidos para a temporada, e Sanders afirmou que aplica pressão em si mesmo para melhorar o desempenho, mas não sente pressão externa, destacando sua confiança nas suas capacidades como jogador e treinador.
Fontes

USC perde o center titular Kilian O'Connor para a temporada devido a lesão na perna
O center Kilian O'Connor, do USC, ficará fora da temporada após sofrer uma lesão na perna sem contato, conforme anunciado pelo técnico Lincoln Riley.
Kilian O'Connor, center do USC, não jogará na temporada após sofrer uma lesão na perna sem contato, conforme comunicado pelo técnico Lincoln Riley na quinta-feira.
O'Connor, que começou sete jogos na temporada passada, era projetado para ser o titular da posição e peça central da linha ofensiva experiente dos Trojans.
Riley descreveu a lesão como um acidente "incomum" e afirmou que não ficaria surpreso se O'Connor ainda fosse eleito capitão do time nesta temporada.
O jogador, que chegou ao USC como walk-on em 2022, começou a ter tempo de jogo em 2023 e 2024. Antes da temporada de 2025, ele recebeu uma bolsa de estudos.
O técnico ressaltou que a equipe tem profundidade suficiente na linha ofensiva para continuar avançando, apesar da ausência de O'Connor.
Fontes

NCAA Divisão II aprova modelo de elegibilidade baseado na idade
A NCAA Divisão II decidiu adotar o modelo de elegibilidade baseado na idade para atletas, alinhando-se à Divisão I. A mudança estabelece que a elegibilidade começa após a matrícula em tempo integral ou após o ano acadêmico regular seguinte ao 19º aniversário do atleta.
O conselho executivo da NCAA Divisão II votou para que a elegibilidade dos atletas comece a partir da matrícula inicial em tempo integral ou do ano acadêmico regular imediatamente após o 19º aniversário do atleta, o que ocorrer primeiro. Sob esse novo modelo, os atletas terão direito a cinco temporadas de competição ao longo de cinco anos.
Anteriormente, os atletas da Divisão II podiam competir em quatro temporadas, que deveriam ser concluídas dentro dos primeiros 10 semestres ou 15 trimestres de matrícula em tempo integral.
Essa mudança ocorre após uma série de processos judiciais em nível estadual e federal, iniciados após a aprovação do modelo de elegibilidade baseado na idade pela Divisão I em 23 de junho. Atletas que se formaram no ensino médio em 2022 e que esgotaram sua elegibilidade de quatro anos no último ano acadêmico alegaram terem sido injustamente privados de um quinto ano de elegibilidade em 2026-27.
Em 31 de julho, um juiz federal em Denver decidiu que todos os atletas da turma do ensino médio de 2022 que esgotaram sua quarta temporada de elegibilidade na primavera deste ano têm direito a uma quinta temporada neste ano letivo. A NCAA anunciou sua intenção de recorrer dessa decisão.



