
DiJonai Carrington é expulsa após falta dura em Sophie Cunningham na WNBA
DiJonai Carrington, do Chicago Sky, recebeu falta flagrante 2 e foi expulsa após uma falta dura na área do rosto e pescoço de Sophie Cunningham, do Indiana Fever, durante o primeiro quarto da partida vencida pelo Fever por 90-86.
Durante o primeiro quarto do jogo entre Indiana Fever e Chicago Sky, DiJonai Carrington foi punida com falta flagrante 2 e expulsa após uma falta dura na região do rosto e pescoço de Sophie Cunningham.
Inicialmente marcada como falta flagrante 1, a decisão foi revista e atualizada para flagrante 2. A jogadora do Fever estava em um contra-ataque para uma bandeja quando Carrington a alcançou e atingiu com o braço esquerdo no rosto e pescoço, fazendo Cunningham cair de costas sem conseguir amortecer a queda.
Após a falta, Cunningham reagiu imediatamente, encarando Carrington e empurrando-a levemente, sendo contida por colegas e segurança. O árbitro principal, Maj Forsberg, justificou a expulsão dizendo que o contato foi "desnecessário e excessivo com uma jogadora em posição vulnerável".
Cunningham afirmou que a falta foi desnecessária e negou qualquer animosidade pessoal com Carrington, sugerindo que a adversária buscava atenção. Carrington, por sua vez, expressou surpresa e publicou uma mensagem em sua conta Threads mencionando "WHITE PRIVILEGE @indianafever".
A técnica do Fever, Stephanie White, comentou que a falta foi dura, mas não intencionalmente direcionada ao pescoço de Cunningham. Cunningham não foi penalizada por sua reação, considerada aceitável pela arbitragem.
A jogadora do Fever tem sido foco de controvérsia recente por suas declarações sobre a participação de atletas trans em esportes femininos, o que tem gerado manifestações em diferentes arenas.
O jogo terminou com vitória do Indiana Fever por 90 a 86.
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Connecticut Sun aposenta camisa 25 de Alyssa Thomas em cerimônia emocionante
Alyssa Thomas, peça fundamental do Connecticut Sun por 11 anos, teve sua camisa número 25 aposentada em reconhecimento à sua contribuição para a franquia. A cerimônia ocorreu antes da partida contra o Phoenix Mercury, com a torcida homenageando a jogadora com aplausos e cantos.
Alyssa Thomas foi homenageada pelo Connecticut Sun na noite de sexta-feira com a aposentadoria de sua camisa número 25. A jogadora, que atuou pelo time por 11 anos, foi peça-chave para que a franquia chegasse a duas finais da WNBA e seis semifinais consecutivas dos playoffs.
Durante a cerimônia, a torcida cantou "AT" em reverência a Thomas, que recebeu uma ovação de pé. Em seu discurso, ela expressou gratidão e emoção: "Foi uma jornada incrível aqui. Este lugar realmente significou muito para mim. Foram 11 anos ótimos. Triste ver isso acabar, mas nunca vou esquecer as memórias e as batalhas difíceis que enfrentamos. Do fundo do meu coração, obrigado. Eu amo vocês."
Na partida que marcou a homenagem, o Connecticut Sun venceu o Phoenix Mercury por 75 a 72. Thomas contribuiu com 10 pontos, oito rebotes, cinco assistências e quatro roubos de bola, apesar de um aproveitamento de 4 em 10 nos lances livres.
Thomas deixou o Connecticut Sun após a temporada de 2024, quando se transferiu para o Phoenix Mercury. Ela foi adquirida pelo Sun em 2014 em uma troca durante a noite do draft realizada no Mohegan Sun. Conhecida como "motor" da equipe, Thomas é a líder histórica da franquia em pontos, rebotes, jogos, minutos e assistências, e ficou marcada pela dedicação e capacidade de superar lesões, incluindo rupturas do manguito rotador.
Sua parceira e companheira de equipe no Phoenix, DeWanna Bonner, também prestou homenagem, usando uma camisa número 25 durante o aquecimento, simbolizando o respeito e admiração pela trajetória de Thomas.
Além dessa homenagem, o Connecticut Sun planeja aposentar ainda nesta temporada as camisas da jogadora Tina Charles e do técnico Mike Thibault, enquanto já homenageou Jonquel Jones, Curt Miller e Jasmine Thomas anteriormente.
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Dois torcedores são retirados de seus assentos durante vitória do Las Vegas Aces sobre Indiana Fever
Dois homens foram escoltados para fora de seus assentos na quadra durante o terceiro quarto da partida entre Las Vegas Aces e Indiana Fever no Gainbridge Fieldhouse. O jogo terminou com vitória do Las Vegas Aces por 86 a 84 na prorrogação.
Durante o terceiro quarto da partida entre Las Vegas Aces e Indiana Fever, realizada no Gainbridge Fieldhouse, dois homens foram retirados de seus assentos na quadra. O incidente ocorreu após a armadora do Las Vegas Aces, Jackie Young, fazer um lançamento lateral e interagir com torcedores próximos e um árbitro, o que levou a uma paralisação da partida por alguns minutos com 4:38 restantes no quarto.
Inicialmente, uma mulher sentada na primeira fila, diretamente em frente ao banco do Aces, foi escoltada para fora do local por segurança, mas logo depois foi auxiliada a retornar ao seu lugar. Pouco tempo depois, dois homens próximos a ela foram retirados do local.
Jackie Young comentou que um dos torcedores estava provocando durante toda a partida e que ele ultrapassou o limite em um momento. Ela preferiu não divulgar o conteúdo das provocações.
Em nota, o Indiana Fever informou que a segurança do ginásio conversou com o torcedor e testemunhas após uma denúncia de comentário direcionado a uma jogadora. Foi determinado que não houve violação do Código de Conduta dos Torcedores. O torcedor não foi removido do ginásio, mas optou por sair por conta própria, e o clube considerou o caso encerrado.
Jackie Young elogiou a forma como a situação foi tratada, ressaltando que, apesar de não querer que torcedores sejam expulsos, todos são humanos e é importante que os jogos sejam momentos de diversão sem excessos.
No aspecto esportivo, Las Vegas Aces venceu Indiana Fever por 86 a 84 na prorrogação, com um arremesso de três pontos decisivo de Chelsea Gray no estouro do cronômetro.
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WNBPA reforça compromisso com diversidade e inclusão e rejeita uso político em debate sobre atletas trans
A Women's National Basketball Players Association (WNBPA) divulgou uma declaração enfatizando a diversidade e inclusão, rejeitando o uso da organização como ferramenta política no debate sobre atletas trans.
A Women's National Basketball Players Association (WNBPA) publicou uma declaração oficial na sexta-feira destacando seu compromisso com a justiça, equidade, diversidade e inclusão. A entidade afirmou que esses valores unem a organização e são essenciais para proteger o esporte feminino e promover mudanças transformadoras.
No comunicado, a WNBPA condena o ódio, abuso e demonização de qualquer pessoa ou grupo, incluindo pessoas transgênero, afirmando que tais atitudes apenas alimentam o medo, a divisão e o dano social. A associação reforçou que continuará promovendo conversas difíceis, mas não aceitará ser usada como instrumento político.
A declaração surge 17 dias após comentários da jogadora Sophie Cunningham, do Indiana Fever, sobre atletas trans no esporte feminino, que geraram repercussão e debates políticos. Cunningham afirmou que seu posicionamento é baseado no amor e na proteção das jovens atletas, mas que também busca ser honesta sobre a questão.
Diversos jogadores e técnicos da WNBA manifestaram apoio aos atletas trans, como Stefanie Dolson, do Seattle Storm, e Cheryl Reeve, técnica do Minnesota Lynx, que classificou a proteção às crianças trans como uma questão de direitos humanos.
A WNBPA também pediu que torcedores denunciem comportamentos abusivos nos jogos e online, e que pressionem autoridades a fortalecerem o Title IX, legislação que protege os direitos das mulheres no esporte.
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Crescimento de Caitlin Clark na WNBA: Melhor fase da carreira na terceira temporada
Caitlin Clark, armadora do Indiana Fever, destaca-se na terceira temporada da WNBA, registrando recordes históricos e melhorando seu desempenho ofensivo. Apesar de desafios defensivos, ela demonstra evolução e resiliência após lesões que limitaram sua segunda temporada.
Caitlin Clark, armadora do Indiana Fever, está vivendo o melhor momento de sua carreira na terceira temporada da WNBA. Após superar lesões que a limitaram na temporada passada, Clark voltou a apresentar um nível de jogo próximo ao de sua temporada de estreia, quando quebrou recordes e se destacou como uma das principais jogadoras da liga.
Clark já detém o recorde de mais jogos com pelo menos 20 pontos e 10 assistências na história da WNBA, com 18 partidas nessa marca. Em 2026, ela tem médias de 21,5 pontos, 8,0 assistências e 4,0 rebotes por jogo, com aproveitamento de 44,6% nos arremessos de quadra, 34,9% nos tiros de três pontos e 86,9% nos lances livres.
A armadora é a jogadora mais rápida da história da WNBA a alcançar 1.500 pontos e 500 assistências. Sua eficiência ofensiva melhorou significativamente em relação a 2024, passando de 104,2 para 113,9 pontos produzidos por 100 posses de bola, enquanto sua eficiência defensiva permanece estável em torno de 108 pontos.
Clark tem ampliado seu repertório ofensivo, aumentando o volume de arremessos de dois pontos, que agora representam quase metade de suas tentativas, equilibrando com os tiros de três pontos. Ela também tem desenvolvido uma química forte com as companheiras All-Stars Kelsey Mitchell e Aliyah Boston, formando um trio que já conduziu o Fever a 14 jogos com 100 pontos ou mais, um recorde na liga.
No entanto, a defesa ainda é um ponto a ser aprimorado. Clark tem sido alvo de estratégias adversárias que a isolam em situações de um contra um, e os números indicam que ela permite um aproveitamento maior dos oponentes nessas situações em comparação com sua temporada de estreia. A jogadora reconhece essa área de melhoria e trabalha para aumentar sua presença defensiva, especialmente em rebotes defensivos e antecipação de jogadas.
A armadora também tem adotado uma abordagem mais cuidadosa para preservar seu corpo, aprendendo a equilibrar a intensidade dos treinos com a necessidade de recuperação, especialmente após as lesões que sofreu. Ela enfatiza a importância da preparação mental, incluindo visualização e leitura antes dos jogos, para manter a confiança e o foco.
Clark foi convocada para a seleção dos Estados Unidos para a Copa do Mundo da FIBA em setembro de 2026, refletindo seu status de elite no basquete feminino. Com o Indiana Fever, ela tem contribuído para uma campanha positiva, com a equipe buscando uma das quatro primeiras posições para os playoffs.
Em resumo, Caitlin Clark demonstra crescimento contínuo, combinando habilidades ofensivas excepcionais com um comprometimento em melhorar sua defesa e resistência física, consolidando-se como uma das principais estrelas da WNBA.
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Chelsea Gray decide no estouro do cronômetro e Las Vegas Aces vencem Indiana Fever por 86-84
Chelsea Gray marcou dois arremessos de três pontos no estouro do cronômetro, um no fim do tempo regulamentar para levar a partida para a prorrogação e outro para garantir a vitória dos Las Vegas Aces sobre o Indiana Fever por 86-84 em jogo da WNBA.
Em uma partida emocionante realizada no Gainbridge Fieldhouse, os Las Vegas Aces conquistaram uma vitória apertada sobre o Indiana Fever por 86-84 na noite de 6 de agosto de 2026. Chelsea Gray foi a grande protagonista ao converter dois arremessos de três pontos no estouro do cronômetro, o primeiro para forçar a prorrogação e o segundo para garantir a vitória da equipe visitante.
Caitlin Clark, do Indiana Fever, teve uma atuação com 20 pontos e oito assistências, mas cometeu oito turnovers e errou dois lances livres decisivos nos momentos finais do tempo regulamentar, o que contribuiu para a virada dos Aces. Clark também perdeu a posse de bola nos segundos finais da prorrogação, quando o Fever estava na frente por um ponto.
A'ja Wilson foi destaque dos Aces com 26 pontos, 13 rebotes e uma importante defesa contra Clark que originou o lance da cesta decisiva de Gray. Jackie Young também teve grande atuação, anotando 22 pontos, incluindo 15 consecutivos para fechar o primeiro tempo e iniciar o segundo, ajudando a equipe a reverter um déficit de 20 pontos no primeiro tempo.
Os Aces conseguiram uma sequência de 15-0 para encerrar o primeiro tempo, reduzindo a desvantagem de 42-22 para 42-37. No quarto período, o Indiana Fever reagiu e chegou a liderar por três pontos antes do primeiro arremesso decisivo de Gray. Na prorrogação, após uma defesa crucial de Wilson, Gray recebeu a bola e converteu o arremesso que definiu o resultado.
Kelsey Mitchell foi a principal pontuadora do Fever com 28 pontos, enquanto Aliyah Boston contribuiu com 21 pontos e 12 rebotes.
O jogo teve um momento de interrupção no terceiro quarto, quando a segurança removeu temporariamente uma torcedora da primeira fila, próxima ao banco dos Aces, e posteriormente dois homens que estavam perto dela. O Indiana Fever afirmou que a remoção foi por precaução e que a política de conduta dos torcedores não foi violada.
Com o resultado, Las Vegas Aces e Indiana Fever mantêm suas posições na tabela da WNBA, com os Aces agora com 22 vitórias e 9 derrotas, e o Fever com 19 vitórias e 12 derrotas.
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New York Liberty dispensa Betnijah Laney-Hamilton após contribuição significativa
Betnijah Laney-Hamilton, peça fundamental do New York Liberty desde 2021 e importante na conquista do título de 2024, foi dispensada pela equipe. A decisão foi anunciada após uma temporada com participação reduzida da jogadora.
Betnijah Laney-Hamilton, que atuou como armadora/ala pelo New York Liberty desde 2021, foi dispensada pela equipe na quinta-feira. Ela participou de 126 jogos da temporada regular pelo Liberty e foi uma peça chave na campanha vitoriosa do título de 2024.
Jonathan Kolb, gerente geral do Liberty, agradeceu a Laney-Hamilton pelo impacto duradouro que ela teve tanto dentro quanto fora das quadras, destacando seu profissionalismo, liderança e comprometimento com a equipe. Kolb afirmou que a decisão foi difícil, mas acredita que dará a Laney-Hamilton a melhor oportunidade para buscar um papel maior no basquete.
A jogadora teve seu tempo de quadra bastante reduzido na temporada atual sob o comando do técnico Chris DeMarco, participando de apenas 17 dos 32 jogos e com média de 16,8 minutos por partida, tendo jogado pela última vez em 12 de julho. DeMarco não detalhou os motivos para a diminuição do papel de Laney-Hamilton, mas afirmou que ela está saudável após uma lesão no joelho que a afastou na temporada anterior.
Após a dispensa de Laney-Hamilton, o Liberty contratou a jogadora em desenvolvimento Marine Fauthoux para um contrato de vários anos. A armadora francesa, selecionada na 29ª posição do draft de 2021, vinha atuando sob contrato de desenvolvimento e tinha limite de 12 jogos na temporada. Desde meados de julho, Fauthoux tem aumentado seu tempo em quadra, com médias de 6,1 pontos, 3,1 rebotes e 2,1 assistências nos últimos oito jogos.
Laney-Hamilton foi selecionada para o segundo time de defesa da WNBA em 2023 e foi All-Star em 2021. Ela tem médias de 12,4 pontos, 3,5 rebotes e 3,2 assistências pelo Liberty e é reconhecida pela garra e determinação. Antes de chegar a Nova York, jogou por Chicago, Connecticut, Indiana e Atlanta, e recebeu o prêmio de Jogadora Mais Evoluída da WNBA em 2020.

