
DiJonai Carrington nega ter relacionado expulsão a privilégio branco na WNBA
DiJonai Carrington afirmou que nunca alegou que a marcação de falta flagrante 2 contra ela em jogo contra o Indiana Fever foi resultado de privilégio branco.
DiJonai Carrington, do Chicago Sky, esclareceu que não afirmou que a avaliação da falta flagrante 2 sofrida por ela em partida contra o Indiana Fever foi motivada por privilégio branco.
Durante o jogo, Carrington cometeu uma falta dura ao atingir Sophie Cunningham na cabeça e pescoço em um contra-ataque, derrubando a adversária no chão enquanto a cesta era convertida. Após revisão, a falta foi atualizada para flagrante 2, pois o árbitro considerou que houve preparação, impacto e seguimento na jogada.
Carrington, que é negra, publicou nas redes sociais a expressão "White Privilege" em letras maiúsculas e marcou o perfil do Fever após ser expulsa. No entanto, ao responder a críticas do ex-linebacker da NFL Emmanuel Acho, ela afirmou no X que nunca alegou que a falta foi resultado de privilégio branco.
"Eu nunca usei esse termo como uma arma retórica sabendo do peso histórico e social que ele carrega, sem ter evidências para fundamentá-lo", disse Carrington, que estudou em universidades renomadas como Stanford e Baylor, onde se formou e jogou basquete universitário.
Até o momento, a WNBA não se pronunciou sobre qualquer punição adicional para Carrington pela falta. O Chicago Sky enfrentou o Seattle Storm na segunda-feira à noite.
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Kayla McBride estabelece recorde da WNBA com 10 cestas de 3 pontos e Lynx garantem vaga nos playoffs
Kayla McBride marcou 43 pontos, incluindo um recorde de 10 cestas de 3 pontos, na vitória do Minnesota Lynx por 103 a 90 sobre o Dallas Wings. Com o triunfo, o Lynx assegurou sua classificação para os playoffs da temporada 2026 da WNBA.
Kayla McBride, de 34 anos, brilhou na vitória do Minnesota Lynx contra o Dallas Wings por 103 a 90 no Target Center, estabelecendo um novo recorde da WNBA ao acertar 10 cestas de 3 pontos em uma única partida. Ela também alcançou sua melhor marca pessoal ao anotar 43 pontos.
McBride teve uma noite de arremessos muito eficiente, convertendo 10 de 14 tentativas de longa distância. Ela revelou que só percebeu que estava próxima do recorde quando um membro da comissão técnica a informou que precisava de mais um arremesso de 3 pontos para bater a marca.
"Só estava tentando vencer, é isso. Estava um pouco irritada por ter perdido alguns arremessos no terceiro quarto, mas quando a bola cai, não há sensação melhor", disse McBride após o jogo.
Antes dela, o recorde era de 9 cestas de 3 pontos em uma partida, estabelecido por Kelsey Mitchell em 2019 e igualado por outras jogadoras, incluindo Chelsea Gray e Marina Mabrey. McBride foi a primeira a alcançar dois dígitos em cestas de 3 pontos na história da liga.
O arremesso que garantiu o recorde foi feito a 2 minutos e 23 segundos do fim do quarto período, e a torcida no Target Center aplaudiu de pé a conquista.
McBride, que se juntou ao Lynx em 2021, escolheu retornar ao time na última offseason mesmo sendo uma das principais agentes livres do mercado. Ela ainda não conquistou um título da WNBA e afirmou que está feliz por estar exatamente onde quer nesta fase da carreira.
Além da atuação de McBride, a equipe contou com 20 pontos e 13 assistências da novata Olivia Miles, que tem sido fundamental para o desempenho do Lynx. McBride destacou a importância de Miles, especialmente por sua habilidade em criar jogadas e assistências.
Com a vitória, o Minnesota Lynx melhorou seu recorde para 27 vitórias e 7 derrotas na temporada, mesmo com a ausência da estrela Napheesa Collier nas primeiras 27 partidas devido a cirurgia nos tornozelos. A equipe está próxima de superar o recorde da franquia para mais vitórias em uma única temporada, estabelecido no ano anterior com 34-10.
O próximo compromisso do Lynx será contra o Portland Fire, fora de casa, na quarta-feira às 22h ET.
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WNBA anula rapidamente a 8ª falta técnica de Caitlin Clark e evita suspensão
A WNBA revogou a falta técnica aplicada a Caitlin Clark durante partida contra o Chicago Sky, evitando a suspensão automática por acumular oito faltas técnicas na temporada. A decisão foi tomada menos de duas horas após o jogo, permitindo que Clark jogue contra o New York Liberty.
Durante o jogo entre Indiana Fever e Chicago Sky, Caitlin Clark recebeu uma falta técnica que teria sido a oitava da temporada, o que pela regra da WNBA acarretaria uma suspensão automática de uma partida. A falta foi marcada após Clark fazer contato com um árbitro fora dos limites da quadra, na linha de fundo, durante o terceiro quarto. O contato ocorreu após um impulso causado por uma jogadora adversária, Natasha Cloud.
O árbitro principal, Maj Forsberg, explicou que a falta técnica foi aplicada porque o contato foi considerado intencional. No entanto, imediatamente após a vitória do Indiana Fever por 90 a 86, a equipe apelou da decisão. Menos de duas horas depois, a WNBA revogou a falta técnica, permitindo que Clark esteja disponível para o próximo jogo contra o New York Liberty em Indianápolis.
Além de Clark, a técnica também foi aplicada à treinadora do Fever, Stephanie White, por contestar a decisão. White criticou a falta técnica, classificando-a como um erro e ressaltando que o contato foi incidental, algo comum durante o jogo. Ela também comentou que os árbitros precisam ter mais consciência em situações como essa.
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DiJonai Carrington é expulsa após falta dura em Sophie Cunningham na WNBA
DiJonai Carrington, do Chicago Sky, recebeu falta flagrante 2 e foi expulsa após uma falta dura na área do rosto e pescoço de Sophie Cunningham, do Indiana Fever, durante o primeiro quarto da partida vencida pelo Fever por 90-86.
Durante o primeiro quarto do jogo entre Indiana Fever e Chicago Sky, DiJonai Carrington foi punida com falta flagrante 2 e expulsa após uma falta dura na região do rosto e pescoço de Sophie Cunningham.
Inicialmente marcada como falta flagrante 1, a decisão foi revista e atualizada para flagrante 2. A jogadora do Fever estava em um contra-ataque para uma bandeja quando Carrington a alcançou e atingiu com o braço esquerdo no rosto e pescoço, fazendo Cunningham cair de costas sem conseguir amortecer a queda.
Após a falta, Cunningham reagiu imediatamente, encarando Carrington e empurrando-a levemente, sendo contida por colegas e segurança. O árbitro principal, Maj Forsberg, justificou a expulsão dizendo que o contato foi "desnecessário e excessivo com uma jogadora em posição vulnerável".
Cunningham afirmou que a falta foi desnecessária e negou qualquer animosidade pessoal com Carrington, sugerindo que a adversária buscava atenção. Carrington, por sua vez, expressou surpresa e publicou uma mensagem em sua conta Threads mencionando "WHITE PRIVILEGE @indianafever".
A técnica do Fever, Stephanie White, comentou que a falta foi dura, mas não intencionalmente direcionada ao pescoço de Cunningham. Cunningham não foi penalizada por sua reação, considerada aceitável pela arbitragem.
A jogadora do Fever tem sido foco de controvérsia recente por suas declarações sobre a participação de atletas trans em esportes femininos, o que tem gerado manifestações em diferentes arenas.
O jogo terminou com vitória do Indiana Fever por 90 a 86.
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Connecticut Sun aposenta camisa 25 de Alyssa Thomas em cerimônia emocionante
Alyssa Thomas, peça fundamental do Connecticut Sun por 11 anos, teve sua camisa número 25 aposentada em reconhecimento à sua contribuição para a franquia. A cerimônia ocorreu antes da partida contra o Phoenix Mercury, com a torcida homenageando a jogadora com aplausos e cantos.
Alyssa Thomas foi homenageada pelo Connecticut Sun na noite de sexta-feira com a aposentadoria de sua camisa número 25. A jogadora, que atuou pelo time por 11 anos, foi peça-chave para que a franquia chegasse a duas finais da WNBA e seis semifinais consecutivas dos playoffs.
Durante a cerimônia, a torcida cantou "AT" em reverência a Thomas, que recebeu uma ovação de pé. Em seu discurso, ela expressou gratidão e emoção: "Foi uma jornada incrível aqui. Este lugar realmente significou muito para mim. Foram 11 anos ótimos. Triste ver isso acabar, mas nunca vou esquecer as memórias e as batalhas difíceis que enfrentamos. Do fundo do meu coração, obrigado. Eu amo vocês."
Na partida que marcou a homenagem, o Connecticut Sun venceu o Phoenix Mercury por 75 a 72. Thomas contribuiu com 10 pontos, oito rebotes, cinco assistências e quatro roubos de bola, apesar de um aproveitamento de 4 em 10 nos lances livres.
Thomas deixou o Connecticut Sun após a temporada de 2024, quando se transferiu para o Phoenix Mercury. Ela foi adquirida pelo Sun em 2014 em uma troca durante a noite do draft realizada no Mohegan Sun. Conhecida como "motor" da equipe, Thomas é a líder histórica da franquia em pontos, rebotes, jogos, minutos e assistências, e ficou marcada pela dedicação e capacidade de superar lesões, incluindo rupturas do manguito rotador.
Sua parceira e companheira de equipe no Phoenix, DeWanna Bonner, também prestou homenagem, usando uma camisa número 25 durante o aquecimento, simbolizando o respeito e admiração pela trajetória de Thomas.
Além dessa homenagem, o Connecticut Sun planeja aposentar ainda nesta temporada as camisas da jogadora Tina Charles e do técnico Mike Thibault, enquanto já homenageou Jonquel Jones, Curt Miller e Jasmine Thomas anteriormente.
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Dois torcedores são retirados de seus assentos durante vitória do Las Vegas Aces sobre Indiana Fever
Dois homens foram escoltados para fora de seus assentos na quadra durante o terceiro quarto da partida entre Las Vegas Aces e Indiana Fever no Gainbridge Fieldhouse. O jogo terminou com vitória do Las Vegas Aces por 86 a 84 na prorrogação.
Durante o terceiro quarto da partida entre Las Vegas Aces e Indiana Fever, realizada no Gainbridge Fieldhouse, dois homens foram retirados de seus assentos na quadra. O incidente ocorreu após a armadora do Las Vegas Aces, Jackie Young, fazer um lançamento lateral e interagir com torcedores próximos e um árbitro, o que levou a uma paralisação da partida por alguns minutos com 4:38 restantes no quarto.
Inicialmente, uma mulher sentada na primeira fila, diretamente em frente ao banco do Aces, foi escoltada para fora do local por segurança, mas logo depois foi auxiliada a retornar ao seu lugar. Pouco tempo depois, dois homens próximos a ela foram retirados do local.
Jackie Young comentou que um dos torcedores estava provocando durante toda a partida e que ele ultrapassou o limite em um momento. Ela preferiu não divulgar o conteúdo das provocações.
Em nota, o Indiana Fever informou que a segurança do ginásio conversou com o torcedor e testemunhas após uma denúncia de comentário direcionado a uma jogadora. Foi determinado que não houve violação do Código de Conduta dos Torcedores. O torcedor não foi removido do ginásio, mas optou por sair por conta própria, e o clube considerou o caso encerrado.
Jackie Young elogiou a forma como a situação foi tratada, ressaltando que, apesar de não querer que torcedores sejam expulsos, todos são humanos e é importante que os jogos sejam momentos de diversão sem excessos.
No aspecto esportivo, Las Vegas Aces venceu Indiana Fever por 86 a 84 na prorrogação, com um arremesso de três pontos decisivo de Chelsea Gray no estouro do cronômetro.
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WNBPA reforça compromisso com diversidade e inclusão e rejeita uso político em debate sobre atletas trans
A Women's National Basketball Players Association (WNBPA) divulgou uma declaração enfatizando a diversidade e inclusão, rejeitando o uso da organização como ferramenta política no debate sobre atletas trans.
A Women's National Basketball Players Association (WNBPA) publicou uma declaração oficial na sexta-feira destacando seu compromisso com a justiça, equidade, diversidade e inclusão. A entidade afirmou que esses valores unem a organização e são essenciais para proteger o esporte feminino e promover mudanças transformadoras.
No comunicado, a WNBPA condena o ódio, abuso e demonização de qualquer pessoa ou grupo, incluindo pessoas transgênero, afirmando que tais atitudes apenas alimentam o medo, a divisão e o dano social. A associação reforçou que continuará promovendo conversas difíceis, mas não aceitará ser usada como instrumento político.
A declaração surge 17 dias após comentários da jogadora Sophie Cunningham, do Indiana Fever, sobre atletas trans no esporte feminino, que geraram repercussão e debates políticos. Cunningham afirmou que seu posicionamento é baseado no amor e na proteção das jovens atletas, mas que também busca ser honesta sobre a questão.
Diversos jogadores e técnicos da WNBA manifestaram apoio aos atletas trans, como Stefanie Dolson, do Seattle Storm, e Cheryl Reeve, técnica do Minnesota Lynx, que classificou a proteção às crianças trans como uma questão de direitos humanos.
A WNBPA também pediu que torcedores denunciem comportamentos abusivos nos jogos e online, e que pressionem autoridades a fortalecerem o Title IX, legislação que protege os direitos das mulheres no esporte.

