
Dois torcedores são retirados de seus assentos durante vitória do Las Vegas Aces sobre Indiana Fever
Dois homens foram escoltados para fora de seus assentos na quadra durante o terceiro quarto da partida entre Las Vegas Aces e Indiana Fever no Gainbridge Fieldhouse. O jogo terminou com vitória do Las Vegas Aces por 86 a 84 na prorrogação.
Durante o terceiro quarto da partida entre Las Vegas Aces e Indiana Fever, realizada no Gainbridge Fieldhouse, dois homens foram retirados de seus assentos na quadra. O incidente ocorreu após a armadora do Las Vegas Aces, Jackie Young, fazer um lançamento lateral e interagir com torcedores próximos e um árbitro, o que levou a uma paralisação da partida por alguns minutos com 4:38 restantes no quarto.
Inicialmente, uma mulher sentada na primeira fila, diretamente em frente ao banco do Aces, foi escoltada para fora do local por segurança, mas logo depois foi auxiliada a retornar ao seu lugar. Pouco tempo depois, dois homens próximos a ela foram retirados do local.
Jackie Young comentou que um dos torcedores estava provocando durante toda a partida e que ele ultrapassou o limite em um momento. Ela preferiu não divulgar o conteúdo das provocações.
Em nota, o Indiana Fever informou que a segurança do ginásio conversou com o torcedor e testemunhas após uma denúncia de comentário direcionado a uma jogadora. Foi determinado que não houve violação do Código de Conduta dos Torcedores. O torcedor não foi removido do ginásio, mas optou por sair por conta própria, e o clube considerou o caso encerrado.
Jackie Young elogiou a forma como a situação foi tratada, ressaltando que, apesar de não querer que torcedores sejam expulsos, todos são humanos e é importante que os jogos sejam momentos de diversão sem excessos.
No aspecto esportivo, Las Vegas Aces venceu Indiana Fever por 86 a 84 na prorrogação, com um arremesso de três pontos decisivo de Chelsea Gray no estouro do cronômetro.
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WNBPA reforça compromisso com diversidade e inclusão e rejeita uso político em debate sobre atletas trans
A Women's National Basketball Players Association (WNBPA) divulgou uma declaração enfatizando a diversidade e inclusão, rejeitando o uso da organização como ferramenta política no debate sobre atletas trans.
A Women's National Basketball Players Association (WNBPA) publicou uma declaração oficial na sexta-feira destacando seu compromisso com a justiça, equidade, diversidade e inclusão. A entidade afirmou que esses valores unem a organização e são essenciais para proteger o esporte feminino e promover mudanças transformadoras.
No comunicado, a WNBPA condena o ódio, abuso e demonização de qualquer pessoa ou grupo, incluindo pessoas transgênero, afirmando que tais atitudes apenas alimentam o medo, a divisão e o dano social. A associação reforçou que continuará promovendo conversas difíceis, mas não aceitará ser usada como instrumento político.
A declaração surge 17 dias após comentários da jogadora Sophie Cunningham, do Indiana Fever, sobre atletas trans no esporte feminino, que geraram repercussão e debates políticos. Cunningham afirmou que seu posicionamento é baseado no amor e na proteção das jovens atletas, mas que também busca ser honesta sobre a questão.
Diversos jogadores e técnicos da WNBA manifestaram apoio aos atletas trans, como Stefanie Dolson, do Seattle Storm, e Cheryl Reeve, técnica do Minnesota Lynx, que classificou a proteção às crianças trans como uma questão de direitos humanos.
A WNBPA também pediu que torcedores denunciem comportamentos abusivos nos jogos e online, e que pressionem autoridades a fortalecerem o Title IX, legislação que protege os direitos das mulheres no esporte.
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Crescimento de Caitlin Clark na WNBA: Melhor fase da carreira na terceira temporada
Caitlin Clark, armadora do Indiana Fever, destaca-se na terceira temporada da WNBA, registrando recordes históricos e melhorando seu desempenho ofensivo. Apesar de desafios defensivos, ela demonstra evolução e resiliência após lesões que limitaram sua segunda temporada.
Caitlin Clark, armadora do Indiana Fever, está vivendo o melhor momento de sua carreira na terceira temporada da WNBA. Após superar lesões que a limitaram na temporada passada, Clark voltou a apresentar um nível de jogo próximo ao de sua temporada de estreia, quando quebrou recordes e se destacou como uma das principais jogadoras da liga.
Clark já detém o recorde de mais jogos com pelo menos 20 pontos e 10 assistências na história da WNBA, com 18 partidas nessa marca. Em 2026, ela tem médias de 21,5 pontos, 8,0 assistências e 4,0 rebotes por jogo, com aproveitamento de 44,6% nos arremessos de quadra, 34,9% nos tiros de três pontos e 86,9% nos lances livres.
A armadora é a jogadora mais rápida da história da WNBA a alcançar 1.500 pontos e 500 assistências. Sua eficiência ofensiva melhorou significativamente em relação a 2024, passando de 104,2 para 113,9 pontos produzidos por 100 posses de bola, enquanto sua eficiência defensiva permanece estável em torno de 108 pontos.
Clark tem ampliado seu repertório ofensivo, aumentando o volume de arremessos de dois pontos, que agora representam quase metade de suas tentativas, equilibrando com os tiros de três pontos. Ela também tem desenvolvido uma química forte com as companheiras All-Stars Kelsey Mitchell e Aliyah Boston, formando um trio que já conduziu o Fever a 14 jogos com 100 pontos ou mais, um recorde na liga.
No entanto, a defesa ainda é um ponto a ser aprimorado. Clark tem sido alvo de estratégias adversárias que a isolam em situações de um contra um, e os números indicam que ela permite um aproveitamento maior dos oponentes nessas situações em comparação com sua temporada de estreia. A jogadora reconhece essa área de melhoria e trabalha para aumentar sua presença defensiva, especialmente em rebotes defensivos e antecipação de jogadas.
A armadora também tem adotado uma abordagem mais cuidadosa para preservar seu corpo, aprendendo a equilibrar a intensidade dos treinos com a necessidade de recuperação, especialmente após as lesões que sofreu. Ela enfatiza a importância da preparação mental, incluindo visualização e leitura antes dos jogos, para manter a confiança e o foco.
Clark foi convocada para a seleção dos Estados Unidos para a Copa do Mundo da FIBA em setembro de 2026, refletindo seu status de elite no basquete feminino. Com o Indiana Fever, ela tem contribuído para uma campanha positiva, com a equipe buscando uma das quatro primeiras posições para os playoffs.
Em resumo, Caitlin Clark demonstra crescimento contínuo, combinando habilidades ofensivas excepcionais com um comprometimento em melhorar sua defesa e resistência física, consolidando-se como uma das principais estrelas da WNBA.
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Chelsea Gray decide no estouro do cronômetro e Las Vegas Aces vencem Indiana Fever por 86-84
Chelsea Gray marcou dois arremessos de três pontos no estouro do cronômetro, um no fim do tempo regulamentar para levar a partida para a prorrogação e outro para garantir a vitória dos Las Vegas Aces sobre o Indiana Fever por 86-84 em jogo da WNBA.
Em uma partida emocionante realizada no Gainbridge Fieldhouse, os Las Vegas Aces conquistaram uma vitória apertada sobre o Indiana Fever por 86-84 na noite de 6 de agosto de 2026. Chelsea Gray foi a grande protagonista ao converter dois arremessos de três pontos no estouro do cronômetro, o primeiro para forçar a prorrogação e o segundo para garantir a vitória da equipe visitante.
Caitlin Clark, do Indiana Fever, teve uma atuação com 20 pontos e oito assistências, mas cometeu oito turnovers e errou dois lances livres decisivos nos momentos finais do tempo regulamentar, o que contribuiu para a virada dos Aces. Clark também perdeu a posse de bola nos segundos finais da prorrogação, quando o Fever estava na frente por um ponto.
A'ja Wilson foi destaque dos Aces com 26 pontos, 13 rebotes e uma importante defesa contra Clark que originou o lance da cesta decisiva de Gray. Jackie Young também teve grande atuação, anotando 22 pontos, incluindo 15 consecutivos para fechar o primeiro tempo e iniciar o segundo, ajudando a equipe a reverter um déficit de 20 pontos no primeiro tempo.
Os Aces conseguiram uma sequência de 15-0 para encerrar o primeiro tempo, reduzindo a desvantagem de 42-22 para 42-37. No quarto período, o Indiana Fever reagiu e chegou a liderar por três pontos antes do primeiro arremesso decisivo de Gray. Na prorrogação, após uma defesa crucial de Wilson, Gray recebeu a bola e converteu o arremesso que definiu o resultado.
Kelsey Mitchell foi a principal pontuadora do Fever com 28 pontos, enquanto Aliyah Boston contribuiu com 21 pontos e 12 rebotes.
O jogo teve um momento de interrupção no terceiro quarto, quando a segurança removeu temporariamente uma torcedora da primeira fila, próxima ao banco dos Aces, e posteriormente dois homens que estavam perto dela. O Indiana Fever afirmou que a remoção foi por precaução e que a política de conduta dos torcedores não foi violada.
Com o resultado, Las Vegas Aces e Indiana Fever mantêm suas posições na tabela da WNBA, com os Aces agora com 22 vitórias e 9 derrotas, e o Fever com 19 vitórias e 12 derrotas.
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New York Liberty dispensa Betnijah Laney-Hamilton após contribuição significativa
Betnijah Laney-Hamilton, peça fundamental do New York Liberty desde 2021 e importante na conquista do título de 2024, foi dispensada pela equipe. A decisão foi anunciada após uma temporada com participação reduzida da jogadora.
Betnijah Laney-Hamilton, que atuou como armadora/ala pelo New York Liberty desde 2021, foi dispensada pela equipe na quinta-feira. Ela participou de 126 jogos da temporada regular pelo Liberty e foi uma peça chave na campanha vitoriosa do título de 2024.
Jonathan Kolb, gerente geral do Liberty, agradeceu a Laney-Hamilton pelo impacto duradouro que ela teve tanto dentro quanto fora das quadras, destacando seu profissionalismo, liderança e comprometimento com a equipe. Kolb afirmou que a decisão foi difícil, mas acredita que dará a Laney-Hamilton a melhor oportunidade para buscar um papel maior no basquete.
A jogadora teve seu tempo de quadra bastante reduzido na temporada atual sob o comando do técnico Chris DeMarco, participando de apenas 17 dos 32 jogos e com média de 16,8 minutos por partida, tendo jogado pela última vez em 12 de julho. DeMarco não detalhou os motivos para a diminuição do papel de Laney-Hamilton, mas afirmou que ela está saudável após uma lesão no joelho que a afastou na temporada anterior.
Após a dispensa de Laney-Hamilton, o Liberty contratou a jogadora em desenvolvimento Marine Fauthoux para um contrato de vários anos. A armadora francesa, selecionada na 29ª posição do draft de 2021, vinha atuando sob contrato de desenvolvimento e tinha limite de 12 jogos na temporada. Desde meados de julho, Fauthoux tem aumentado seu tempo em quadra, com médias de 6,1 pontos, 3,1 rebotes e 2,1 assistências nos últimos oito jogos.
Laney-Hamilton foi selecionada para o segundo time de defesa da WNBA em 2023 e foi All-Star em 2021. Ela tem médias de 12,4 pontos, 3,5 rebotes e 3,2 assistências pelo Liberty e é reconhecida pela garra e determinação. Antes de chegar a Nova York, jogou por Chicago, Connecticut, Indiana e Atlanta, e recebeu o prêmio de Jogadora Mais Evoluída da WNBA em 2020.
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Caitlin Clark do Indiana Fever destaca importância de seguir o instinto ao abordar questões políticas
A armadora Caitlin Clark afirmou que cada pessoa deve falar quando sentir vontade e que ela está tentando equilibrar sua vida pessoal e carreira aos 24 anos. Clark evitou se posicionar sobre polêmicas envolvendo atletas transgêneros, ressaltando que seu foco é o basquete.
Caitlin Clark, armadora do Indiana Fever, declarou em entrevista que confia em seu instinto para decidir quando e como se manifestar sobre questões políticas. Ela afirmou que prefere falar quando sente vontade e tenta ser ela mesma todos os dias.
Clark falou com a imprensa antes do jogo do Fever contra o Las Vegas Aces, o primeiro em casa após o intervalo do All-Star. A equipe esteve no centro de uma controvérsia envolvendo comentários da companheira Sophie Cunningham sobre atletas transgêneros. Cunningham expressou apoio a limitar o acesso de meninas e mulheres transgêneras a esportes femininos, gerando reações negativas.
Ao ser questionada sobre sua opinião pessoal, Clark preferiu não se posicionar, afirmando que o tema não é discutido no vestiário e que cabe às ligas e órgãos reguladores buscar soluções junto aos atletas. Ela enfatizou que seu foco principal é o basquete.
A decisão de Clark de não se manifestar gerou críticas, incluindo um comentário da personalidade da mídia Megyn Kelly, que a chamou de covarde. Por outro lado, figuras como Dave Portnoy defenderam o direito da jogadora de não expor sua opinião.
Clark explicou que está tentando equilibrar sua carreira no mais alto nível com as responsabilidades que surgem, e que às vezes prefere manter o foco no esporte.
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Caitlin Clark e Paige Bueckers convocadas para seleção dos EUA na Copa do Mundo FIBA Feminina
A seleção feminina dos Estados Unidos anunciou sua equipe para a Copa do Mundo FIBA, que será realizada na Alemanha. Caitlin Clark, Paige Bueckers, Angel Reese e Aliyah Boston farão suas estreias em grandes competições internacionais.
A seleção feminina dos Estados Unidos para a Copa do Mundo FIBA, que ocorrerá na Alemanha em setembro, conta com uma combinação de jovens talentos e jogadoras experientes. Caitlin Clark, Paige Bueckers, Angel Reese e Aliyah Boston farão suas primeiras aparições em uma competição internacional de grande porte.
O time de 12 jogadoras inclui também A'ja Wilson e Breanna Stewart, que juntas somam seis prêmios de MVP da WNBA e já receberam honrarias de MVP em Copas do Mundo e Olimpíadas. Napheesa Collier, Chelsea Gray, Kelsey Plum, Jackie Young, Kahleah Copper e Rhyne Howard completam a lista.
A seleção foi escolhida pela diretora da equipe nacional, Sue Bird, e aprovada pelo conselho da USA Basketball. Bird destacou que o objetivo foi montar um grupo que combina experiência e juventude, com coesão para jogar sob o estilo da técnica Kara Lawson e buscar o ouro.
Lawson ressaltou a qualidade do elenco e a dedicação das atletas para conquistar o título, que seria o 12º ouro da equipe na história da competição e o quinto consecutivo.
Das jogadoras convocadas, Wilson, Stewart, Plum, Gray e Copper participaram da Copa do Mundo de 2022, enquanto Plum, Stewart e Wilson também estiveram na edição de 2018. Essas cinco, junto com Collier e Young, conquistaram o ouro nas Olimpíadas de Paris 2024. Wilson, Stewart, Collier, Gray e Plum são multimedalhistas olímpicas.
A equipe dos EUA para Berlim tem quatro jogadoras de 24 anos e sete com menos de 30 anos, com Chelsea Gray sendo a mais experiente, aos 33 anos.
Embora sejam novatas na equipe principal, Boston, Bueckers, Clark e Howard já conquistaram ouro em competições juniores da USA Basketball.
O processo de avaliação incluiu acampamentos em dezembro na Duke University e em abril durante o Final Four em Phoenix, além da participação no Torneio Qualificatório da Copa do Mundo em março, onde os EUA venceram todas as cinco partidas. Oito jogadoras desse torneio estão na lista final para Berlim.
Kelsey Plum e Napheesa Collier foram convocadas mesmo tendo enfrentado lesões durante a temporada da WNBA. Plum retornou recentemente após ficar fora desde junho, enquanto Collier voltou a jogar em julho após duas cirurgias no tornozelo.
Sue Bird afirmou que a USA Basketball manteve contato próximo com as atletas lesionadas e suas equipes de apoio, enfatizando a prioridade da saúde das jogadoras.
Sabrina Ionescu, olímpica em 2024 e integrante da equipe em 2022, não foi convocada para Berlim. Bird explicou que a decisão não reflete a qualidade da jogadora, mas sim a composição ideal para o time que disputará o ouro.
Olivia Miles, que não participou dos acampamentos por ainda estar na universidade, também ficou de fora, mas Bird reconheceu seu excelente início de carreira na WNBA e a possibilidade de futuras convocações.
A comissão técnica será liderada por Kara Lawson, com assistentes Natalie Nakase, Nate Tibbetts e Stephanie White, além dos técnicos de observação Jose Fernandez e Tia Jackson.
Nos jogos da fase de grupos, os EUA enfrentarão China (4 de setembro), Itália (6 de setembro) e República Tcheca (7 de setembro). O torneio ocorrerá de 4 a 13 de setembro, com a temporada da WNBA em pausa entre 31 de agosto e 16 de setembro.

