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Esteban Ocon deixa Haas, mas garante que carreira na F1 não acabou

Esteban Ocon deixa Haas, mas garante que carreira na F1 não acabou

Esteban Ocon está fora da Haas para a temporada 2027 da Fórmula 1, sem assento confirmado para o próximo ano. O piloto francês afirma que continuará motivado e busca manter sua carreira na categoria, possivelmente em funções de reserva ou testes.

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Esteban Ocon anunciou sua saída da Haas para a temporada 2027 da Fórmula 1, deixando o piloto sem um assento confirmado para o próximo ano, já que não há opções disponíveis no grid atual. A Haas deve contratar Rafael Camara, piloto brasileiro de 21 anos e integrante da academia júnior da Ferrari, parceira de motor da equipe, para substituir Ocon, embora a decisão final ainda não tenha sido oficializada.

Ocon, que se declarou agente livre antes do Grande Prêmio do Azerbaijão, deve buscar um papel como piloto reserva ou de testes, na esperança de conseguir uma vaga para 2028. Ele não confirmou seus planos imediatos, mas afirmou que fatores externos limitaram seu desempenho na Haas, sem entrar em detalhes.

Em comunicado, Ocon disse que deixa o projeto "de cabeça erguida e orgulhoso das minhas atuações, mesmo em circunstâncias nem sempre fáceis por razões fora do meu controle". Ele destacou que seu foco imediato é a próxima etapa da temporada e que continuará trabalhando duro para extrair o máximo desempenho do carro. O piloto ressaltou que ainda está motivado e com fome de vitórias, afirmando que sua carreira na Fórmula 1 não acabou.

Ocon iniciou sua trajetória na F1 em 2016 pela Manor e foi considerado uma promessa como piloto júnior da Mercedes. No entanto, sua carreira não atingiu as expectativas iniciais, nunca conseguindo um assento em uma equipe de ponta. Ele ingressou na Haas em 2025 após um longo período na Alpine, onde conquistou sua única vitória na F1 no GP da Hungria de 2021.

Durante sua passagem pela Haas, Ocon teve dificuldades para manter desempenho consistente ao lado do companheiro Oliver Bearman. A equipe chegou a considerar a contratação de Yuki Tsunoda para 2026, mas o diretor da Haas, Ayao Komatsu, mudou de ideia e deu a Ocon a chance de provar seu valor sob as novas regras da F1.

Komatsu agradeceu a Ocon pelo profissionalismo e contribuição, destacando que sua experiência foi importante para a adaptação da equipe às mudanças regulatórias e para o desenvolvimento do VF-26 ao longo da temporada. Apesar disso, Ocon não conseguiu garantir um terceiro ano na equipe.

O mercado de pilotos para 2027 está quase definido, com a Haas prestes a oficializar Camara. As equipes Racing Bulls e Cadillac ainda não confirmaram suas formações, mas não parecem oferecer uma vaga para Ocon. Racing Bulls ainda decide sobre Arvid Lindblad e Liam Lawson, com Nikola Tsolov na espera. Cadillac avalia estender o contrato de Valtteri Bottas ou promover Colton Herta para 2028.

As decisões dos campeões mundiais Max Verstappen e Fernando Alonso influenciaram o mercado, pois ambos renovaram com Red Bull e Aston Martin, respectivamente, limitando as movimentações. Alonso confirmou que disputará a temporada 2027 pela Aston Martin, mas seu futuro após isso permanece incerto, o que pode impactar o mercado de pilotos novamente.

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Honda NSX de Ayrton Senna pode alcançar £800 mil em leilão em Londres

Honda NSX de Ayrton Senna pode alcançar £800 mil em leilão em Londres

O Honda NSX, chassis T000233, que pertenceu a Ayrton Senna, será leiloado em Londres com valor estimado entre £500 mil e £800 mil. O carro foi entregue a Senna em 1991 e está ligado ao desenvolvimento do modelo pela Honda.

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O Honda NSX com chassis número T000233 foi um dos três carros entregues a Ayrton Senna como parte de seu contrato com a Honda no início dos anos 1990. Devido à sua história, o carro tem uma estimativa de valor entre £500.000 e £800.000 para o leilão.

Quando lançado em 1990, o NSX tinha preço de tabela entre £52.000 e £55.000. Atualmente, modelos NSX com baixa quilometragem da mesma época são listados online por até £135.000.

Este esportivo japonês é fortemente associado a Senna, que participou do desenvolvimento do modelo antes de seu lançamento. O NSX foi a resposta da Honda aos carros esportivos mais caros da época, como Porsche e Ferrari.

O chassis T000233 tem acabamento em Formula Red com interior em couro preto e foi entregue em Portugal em março de 1991, para que Senna pudesse utilizá-lo enquanto estava em sua propriedade em Quinta do Lago.

Segundo o anúncio no site da Sotheby's, o NSX apareceu no documentário de 1992 "Ayrton Senna: Racing Is In My Blood" e foi usado pelo piloto brasileiro para se deslocar ao Grande Prêmio de Portugal de 1991, em Estoril.

Senna, que faleceu em um acidente no Grande Prêmio de San Marino de 1994, conquistou seus três títulos mundiais com motores Honda enquanto corria pela McLaren.

Ele contribuiu para as fases finais do desenvolvimento do NSX, convencendo a Honda a reforçar o chassi e recalibrar a suspensão com base em suas recomendações.

O NSX que pertenceu a Senna será leiloado no dia 31 de outubro na Sotheby's em Londres, no bairro de Belgravia, e acompanha um fax da Honda confirmando que Senna foi o proprietário original do carro.

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GP do Bahrein será realizado na Malásia em 2026 devido a conflitos no Oriente Médio e acordos diplomáticos

GP do Bahrein será realizado na Malásia em 2026 devido a conflitos no Oriente Médio e acordos diplomáticos

A Fórmula 1 confirmou que o GP do Bahrein de 2026 será disputado no circuito de Sepang, na Malásia, devido a tensões políticas no Oriente Médio que afetaram o calendário da temporada. A corrida manterá o nome oficial do Bahrein, apesar de ocorrer a cerca de 4.000 milhas de distância do país.

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A Fórmula 1 anunciou que o GP do Bahrein de 2026 será realizado no circuito de Sepang, na Malásia, em 4 de outubro, entre as etapas de Baku e Cingapura. Apesar da localização incomum, o evento manterá o nome oficial de GP do Bahrein e o vencedor será registrado como tal nos livros oficiais da F1.

Essa decisão surgiu após a suspensão das corridas no Bahrein e na Arábia Saudita em abril, devido a ataques e tensões no Oriente Médio envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã. A capital do Bahrein, Manama, foi atingida poucas semanas depois de sediar testes de pré-temporada, o que levou ao cancelamento das provas programadas para abril no Bahrein e em Jeddah.

A Fórmula 1 inicialmente esperava remarcar essas corridas caso a situação na região melhorasse. O Bahrein era a opção mais viável para remarcação, pois possui um circuito permanente e parte da infraestrutura já estava no país. A Arábia Saudita, com seu circuito de rua em Jeddah, demandava mais tempo para preparação e desejava que sua corrida fosse a etapa final da temporada, o que gerava conflitos com Abu Dhabi, tradicional encerramento da temporada.

A aproximação diplomática entre Bahrein e Malásia, cujos líderes mantêm boa relação desde 1974, facilitou o acordo para que a Malásia recebesse a etapa em Sepang, circuito que não recebe uma corrida de F1 desde 2017. A Malásia ofereceu dividir os custos com o Bahrein, permitindo que o GP fosse mantido no calendário e que Sepang retornasse às corridas de F1, marcando um gesto de cooperação entre as nações.

O Bahrein tem forte ligação com a Fórmula 1, sendo sede do GP desde 2004, além de abrigar testes de pré-temporada e ter participação acionária majoritária na equipe McLaren via seu fundo soberano Mumtalakat Holding Company.

Além disso, a manutenção do número mínimo de 22 corridas na temporada é um requisito contratual importante para a F1, o que tornou essencial encontrar substitutos para as etapas canceladas no Bahrein, Arábia Saudita, e possivelmente Qatar e Abu Dhabi, que também correm risco de cancelamento devido ao conflito regional.

Sepang é conhecido por suas curvas rápidas e boas oportunidades de ultrapassagem, tendo sido palco de 18 temporadas de F1 entre 1999 e 2017. Na época de sua saída, a F1 ainda não tinha o crescimento financeiro atual, o que dificultava a viabilidade do evento.

Quanto ao encerramento da temporada de 2026, as corridas no Qatar e Abu Dhabi estão incertas e podem ser canceladas. Caso isso ocorra, o circuito de Imola, na Itália, deve assumir a etapa final em 6 de dezembro, aproveitando sua infraestrutura ainda recente e proximidade com as bases das equipes na Europa.

Outros circuitos europeus, como Portimão e Circuit of the Americas (Austin), foram considerados, mas apresentaram limitações logísticas ou de calendário para sediar a etapa final da temporada.

Assim, o GP do Bahrein em Sepang representa uma solução temporária e inédita para a F1 diante das circunstâncias políticas e contratuais atuais, mantendo o calendário da temporada e reforçando laços diplomáticos entre Bahrein e Malásia.

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Fernando Alonso renova contrato com Aston Martin e seguirá na Fórmula 1 até 2027

Fernando Alonso renova contrato com Aston Martin e seguirá na Fórmula 1 até 2027

Fernando Alonso, de 45 anos, confirmou a renovação de seu contrato com a Aston Martin para a temporada de 2027 na Fórmula 1. O piloto espanhol destacou sua paixão pela competição e confiança no projeto da equipe, mesmo diante de um início difícil em 2026.

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Fernando Alonso, que estreou na Fórmula 1 em 2001, decidiu estender sua carreira na categoria ao renovar com a Aston Martin para a temporada de 2027. O piloto de 45 anos vinha avaliando seu futuro após a equipe e seu parceiro de motor, Honda, enfrentarem dificuldades com as novas regulamentações técnicas para 2026.

Alonso afirmou que a decisão foi tomada com calma, ressaltando que "correr é sua vida e paixão" e que ainda possui velocidade e determinação para competir no mais alto nível. Ele destacou a confiança no projeto da Aston Martin, mencionando a liderança forte, as pessoas incríveis, os parceiros e as instalações da equipe.

O anúncio da renovação de Alonso foi feito junto com a confirmação da permanência de Lance Stroll, filho do proprietário da Aston Martin, Lawrence Stroll. Lawrence ressaltou a importância dos dois pilotos para o desenvolvimento da equipe e afirmou que o foco imediato é melhorar o desempenho, mas que possuem talento para alcançar objetivos de longo prazo.

Em entrevista à BBC Sport, Alonso explicou que sua motivação para continuar vem da sensação de que ainda pode competir com os melhores, mesmo que o carro atual não seja competitivo para pontuar regularmente. Ele comentou que, apesar de posições baixas nos treinos, sente que ainda é rápido e que só pensará em parar quando perceber que perdeu habilidades.

Alonso também expressou confiança na capacidade da Aston Martin de evoluir, destacando o papel do renomado designer Adrian Newey e as atualizações trazidas no motor Honda. Apesar dos resultados ruins em 2026, ele acredita que o time tem todos os ingredientes para ter sucesso no futuro e que não era o momento de sair.

O espanhol criticou as novas regras da Fórmula 1 para 2026, que dão ênfase à gestão de energia, chamando a temporada atual de "campeonato do mundo da bateria". No entanto, ele reconheceu que ajustes nas regulamentações podem melhorar as corridas e espera que a condução dos carros volte a ser mais natural, com mais liberdade para os pilotos.

Alonso reforçou que a Aston Martin é como uma família para ele e que mantém diálogo constante com Lawrence e Lance Stroll, o que contribui para sua decisão de continuar na equipe. Ele admitiu que não há garantias de que o motor estará completamente resolvido no próximo ano, mas mantém a fé no projeto e deseja fazer parte do sucesso futuro da equipe.

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Ferrari reafirma total confiança em Fred Vasseur em meio a especulações sobre Christian Horner

Ferrari reafirma total confiança em Fred Vasseur em meio a especulações sobre Christian Horner

A Ferrari declarou total confiança em Fred Vasseur após rumores sobre uma possível substituição por Christian Horner. A equipe busca evitar especulações para focar no restante da temporada de Fórmula 1.

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A Ferrari reforçou sua "total confiança" em Fred Vasseur diante das crescentes especulações sobre seu cargo e a possibilidade de Christian Horner assumir a liderança da equipe. Em uma coletiva virtual realizada na terça-feira, Maria Conti, chefe de comunicação da Ferrari, afirmou que o time deseja evitar qualquer tipo de "fofoca" para manter a união e o foco no trabalho futuro.

"Temos confiança — total confiança — em Fred Vasseur e em sua equipe, e continuamos assim", declarou Conti. Ela destacou a importância de a equipe permanecer unida e concentrada, especialmente diante da forte atenção que a Ferrari atrai no cenário da Fórmula 1.

A polêmica ganhou força após uma entrevista de Horner ao jornal The Times, publicada antes do Grande Prêmio do Azerbaijão. Horner, que estava promovendo sua autobiografia, respondeu a uma pergunta sobre a possibilidade de assumir a Ferrari dizendo que a escuderia italiana é "o maior nome da Fórmula 1" e o "sonho" de muitos, além de chamá-la de "o gigante adormecido da Fórmula 1". Fontes consultadas pela ESPN informaram que Horner não está ativamente buscando o cargo nem foi oferecido a ele.

Após a corrida em Baku, Vasseur revelou estar sendo questionado "25 vezes ao dia" sobre seu futuro e a ligação com Horner. A especulação aumentou devido à queda recente no desempenho da Ferrari, que não subiu ao pódio nas últimas cinco corridas.

Lewis Hamilton também se posicionou recentemente, negando rumores de que estaria pressionando por mudanças na liderança da equipe e reafirmando seu apoio a Vasseur.

Maria Conti explicou que a coletiva foi realizada para evitar que a próxima etapa na Malásia fosse dominada por especulações, ressaltando que a Ferrari está acostumada com a intensa cobertura da mídia e redes sociais, mas que o momento é de foco nas corridas e no trabalho da equipe.

Fred Vasseur está à frente da Ferrari desde 2023 e quase conquistou o campeonato de construtores em 2024, perdendo por pouco para a McLaren. Ele também foi fundamental na contratação de Lewis Hamilton para a equipe em 2025. A temporada atual começou promissora, com vitórias de Hamilton na Espanha e de Charles Leclerc na Grã-Bretanha, mas o desempenho da equipe caiu nas últimas etapas.

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Leclerc admite que rivais da Ferrari deram grandes avanços e que equipe não tem mais o melhor chassi na F1

Leclerc admite que rivais da Ferrari deram grandes avanços e que equipe não tem mais o melhor chassi na F1

Charles Leclerc reconheceu que a Ferrari não possui mais o melhor chassi da Fórmula 1 e que seus rivais, como Mercedes, Red Bull e McLaren, avançaram significativamente. O piloto usou o motor atualizado da equipe no GP do Azerbaijão, onde terminou em quarto lugar, mantendo a Ferrari distante do pódio pela quinta corrida consecutiva.

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Charles Leclerc admitiu que a Ferrari não tem mais o melhor chassi da Fórmula 1 e que seus rivais deram grandes passos à frente nesta temporada. No GP do Azerbaijão, Leclerc usou o motor atualizado da equipe, mas terminou apenas em quarto lugar, enquanto seu companheiro Lewis Hamilton ficou em sexto. A equipe não conseguiu acompanhar o ritmo da Mercedes e da Red Bull durante a corrida.

No início da temporada 2026, a Ferrari era vista como a principal rival da Mercedes e acreditava-se que possuía o melhor chassi, mas que a falta de potência do motor limitava o desempenho geral. Essa percepção era compartilhada pelos rivais. A Ferrari esperava reduzir essa desvantagem com o uso do mecanismo de Oportunidades Adicionais de Desenvolvimento e Atualização (ADUO), introduzido nas regras para ajudar os fabricantes de motores a se aproximarem do motor de combustão interna de referência.

Houve grande expectativa, especialmente na mídia italiana, de que a Ferrari pudesse voltar a brigar na frente com a introdução do motor atualizado. Leclerc usou essa versão do motor pela primeira vez em Monza, mas abandonou a corrida após um acidente e teve que voltar ao motor anterior no GP da Espanha.

No GP do Azerbaijão, Leclerc confirmou que estava usando o motor atualizado, após a equipe ter feito os reparos necessários. Ele comentou de forma descontraída que não sabia se poderia revelar essa informação, indicando o sigilo em torno do desenvolvimento do motor.

A longa reta principal de Baku exige alto desempenho do motor e boa gestão de energia. A Red Bull, que foi considerada a referência em motor de combustão interna sob o ADUO, conseguiu desafiar a Mercedes, enquanto a Ferrari ficou para trás.

Leclerc também sugeriu que a dinâmica da temporada mudou e que a Ferrari pode não ter mais o melhor pacote aerodinâmico do grid. Apesar de ele e Hamilton terem vencido uma corrida cada um no início do ano, Leclerc demonstrou ceticismo sobre a possibilidade de novas vitórias nas etapas finais da temporada.

Ele afirmou: "Acho que sim, mas não devemos nos enganar. Acho que McLaren e Red Bull deram grandes passos à frente. Também vejo que a Mercedes está evoluindo em velocidade nas curvas, então não creio que temos o melhor chassi como tínhamos em um momento da temporada. Isso é algo que precisamos trabalhar para voltar a um nível melhor."

Apesar da longa sequência sem pódios, a Ferrari ainda ocupa a segunda colocação no campeonato de construtores, com 160 pontos atrás da Mercedes e 72 pontos à frente da McLaren.

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GP do Bahrein será realizado na Malásia em 2026; saiba como assistir e detalhes do circuito de Sepang

GP do Bahrein será realizado na Malásia em 2026; saiba como assistir e detalhes do circuito de Sepang

O GP do Bahrein foi remarcado para ser realizado na Malásia em 2026, no circuito de Sepang, mantendo a prova no calendário da Fórmula 1. A corrida será transmitida pela Sky Sports F1 e Apple TV nos EUA, com destaques na Channel 4 para não assinantes.

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George Russell reduziu a diferença no campeonato de pilotos para 66 pontos em relação ao companheiro de equipe da Mercedes, Kimi Antonelli, após conquistar sua terceira vitória na temporada no GP do Azerbaijão. Antonelli, que enfrentou diversos problemas durante o fim de semana, largou em 16º e terminou em quinto.

O GP do Bahrein, originalmente cancelado em abril devido à guerra no Irã, foi remarcado para ser realizado na Malásia, garantindo sua permanência no calendário da Fórmula 1. A escolha da Malásia se deu principalmente pela logística e posicionamento no calendário, já que a prova ficará entre o GP do Azerbaijão e o GP de Singapura, formando um trio de corridas consecutivas.

O circuito de Sepang, que sediou seu último GP em 2017 após 18 anos no calendário, possui infraestrutura pronta para receber a prova com pouco aviso. É conhecido por testar o desempenho dos carros e a habilidade dos pilotos, combinando retas longas, zonas de frenagem fortes e curvas rápidas e fluidas.

O clima tropical da região traz alta umidade e possibilidade de fortes chuvas, o que pode alterar drasticamente o desenrolar da corrida. O circuito também é popular entre pilotos e fãs devido às oportunidades de ultrapassagem, especialmente na reta após a curva fechada na curva 15.

Histórico de vencedores em Sepang inclui Sebastian Vettel, com quatro vitórias, Fernando Alonso com três, além de Lewis Hamilton e Max Verstappen com uma vitória cada. O tempo previsto para o GP do Bahrein na Malásia é de pancadas de chuva com ventos leves e temperaturas máximas de 33°C.

Em 2017, Max Verstappen venceu de forma dominante após largar em terceiro, com Lewis Hamilton em segundo e Daniel Ricciardo em terceiro. Sebastian Vettel, largando do fim do grid devido a problemas no motor, recuperou posições e terminou em quarto.

Mais da metade do grid nunca correu em Sepang, o que adiciona um elemento de incerteza para a prova. As equipes contam com dados históricos, mas a performance real dos carros ainda é desconhecida.

A Mercedes deve trazer uma grande atualização para a corrida na Malásia, enquanto a McLaren deve se destacar no circuito de alta velocidade. A Red Bull, que também trouxe melhorias para Baku, será observada de perto, especialmente Max Verstappen e Isack Hadjar.

Com a possibilidade de chuva e a popularidade do circuito, o GP do Bahrein na Malásia promete uma corrida disputada.

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