
Fantasy da NFL: Goff preocupa contra Vikings; Allen e Mason ganham força na Semana 8
A análise de fantasy para a Semana 8 recomenda cautela com Jared Goff diante da defesa de Minnesota e destaca Breece Hall, Braelon Allen e Jordan Mason entre os running backs com boas perspectivas.
A Semana 8 da NFL traz confrontos que podem influenciar as escalações de fantasy. Jared Goff chega em boa fase, mas enfrenta uma defesa dos Vikings que tem limitado quarterbacks; entre os running backs, Breece Hall e Braelon Allen encontram um duelo favorável contra os Raiders, enquanto Jordan Mason pode ter participação ampliada no ataque de Minnesota.
Quarterbacks e running backs
Goff ocupa o segundo lugar entre os quarterbacks em pontos de fantasy por jogo, com média de 22,2. Ele lidera a liga em jardas aéreas por partida, com 298, e registra 2,3 touchdowns de passe por jogo. Apesar do bom desempenho contra blitz, completando 72,7% dos passes nessas situações, o quarterback dos Lions encara uma defesa dos Vikings que envia um jogador extra em quase 70% dos snaps.
Minnesota permite 12,3 pontos por jogo e apenas 7,6 pontos de fantasy por partida a quarterbacks. Entre os seis quarterbacks que enfrentou, somente Jordan Love chegou a 12 pontos de fantasy. Como Goff não costuma compensar com produção terrestre, a recomendação é considerar outra opção para a posição nesta rodada.
Enquanto Breece Hall esteve fora por lesão no quadríceps, Braelon Allen assumiu protagonismo no backfield dos Jets. Nas últimas quatro partidas como titular, teve média de 20,8 toques por jogo, concentrou 87% das carregadas dos running backs da equipe e respondeu por 84% dos toques da posição. Também superou 100 jardas totais em três jogos consecutivos e alcançou pelo menos 4,2 jardas por corrida em quatro partidas seguidas.
Allen ainda registrou máximas da carreira na Semana 8, com sete alvos e seis recepções, mesmo com Garrett Wilson, Adonai Mitchell, Omar Cooper Jr., Kenyon Sadiq e Mason Taylor disponíveis. Hall é esperado de volta, mas a análise considera que Allen pode continuar tendo espaço. Os Raiders cederam a quarta maior pontuação de fantasy a backfields, com 25,8 por jogo; Hall é projetado como RB2 e Allen como opção flex.
A produção de Chase Brown tem sido menos eficiente apesar do volume: ele soma média de 18,3 toques por jogo, mas não alcança 50 jardas terrestres desde a Semana 3. Entre os 18 jogadores com ao menos 110 toques na temporada, é o único com menos de 4,0 jardas por toque. Sua taxa de corridas explosivas é de 7,3%, abaixo da média da liga, de 9,3%, e ele teve apenas duas das quatro carregadas dos Bengals dentro da linha de cinco jardas.
Samaje Perine ganhou espaço e ultrapassou 15 pontos de fantasy na Semana 5, além de marcar um touchdown na Semana 7. Embora os Bengals sejam favoritos por dez pontos em casa, 54% da produção de Brown no fantasy veio como recebedor. Os Titans permitem a segunda menor média de alvos a running backs, com 4,1 por jogo, e a quinta menor média de recepções para a posição. Brown é tratado como um RB2 de piso baixo para o confronto.
Jordan Mason voltou ao backfield dos Vikings na Semana 7 e teve 15 carregadas e dois alvos, seus maiores totais em uma partida desde a Semana 7 da temporada passada. Aaron Jones Sr., que substituiu Mason durante quatro jogos, teve seu volume reduzido no retorno do companheiro e está lidando com uma lesão no joelho agravada contra Indianapolis.
Nos últimos dez jogos, Mason registrou taxa de corridas explosivas de 16,5%, a segunda maior entre running backs com pelo menos 50 carregadas, atrás apenas de De'Von Achane, com 16,6%. Os Lions permitem a décima menor pontuação de fantasy a running backs, mas ainda cedem média de 19,8 pontos por jogo à posição. Mason é considerado uma opção entre os 30 melhores da posição nesta semana.
Recebedores e tight ends
Luther Burden III soma 13 recepções em jogadas de pelo menos 15 jardas e média de 7,1 jardas após a recepção por captura. Desde a Semana 3, tem média de 16,3 pontos de fantasy por jogo e recebeu sete alvos na red zone nesse período. Ele vem de uma atuação de 130 jardas recebidas e de dois jogos consecutivos acima de 15 pontos.
O confronto com os Seahawks, porém, é difícil. Seattle permite a menor pontuação de fantasy a wide receivers, com 20,9 por jogo, e cedeu apenas 642 jardas recebidas, 10,4 jardas por recepção e 218 jardas após a recepção, todos os menores números da liga. A defesa também permite taxa de recepção de apenas 55% e 31,8 jardas por jogo a recebedores alinhados no slot. Como 53% dos pontos de fantasy de Burden vieram dessa posição, ele permanece na conversa como WR2 de faixa baixa, com expectativas moderadas.
O calouro dos Ravens conhecido como Lane teve exatamente cinco alvos em cada uma de suas duas partidas recentes em que esteve saudável. Em apenas dois jogos e meio, soma cinco alvos na red zone, empatado em segundo lugar entre os novatos. Dos oito passes dos Ravens na red zone com ele em campo, cinco foram direcionados a Lane, todos em terceiras ou quartas descidas.
O próximo adversário, Buffalo, cedeu 11 touchdowns a wide receivers, maior marca da liga, e permite 42,3 pontos de fantasy por jogo à posição. Nove jogadores chegaram a dois dígitos de pontos contra os Bills em seis partidas, e seis deles superaram 20. Tre Tucker marcou 26,7 pontos, Romeo Doubs fez 23,8, Tre' Harris somou 13,6 e Efton Chism III, 12,2. Com a projeção de 53,5 pontos para o jogo, Lane aparece como opção flex de teto alto, na faixa de WR40.
Hunter Henry chega ao confronto com os Dolphins após quatro jogos seguidos com pelo menos 60 jardas recebidas ou um touchdown, além de mais de 11 pontos de fantasy em cada partida. Apenas Brock Bowers tem uma sequência ativa mais longa de jogos com pelo menos 11 pontos entre tight ends nesta temporada.
Miami cede a terceira maior pontuação de fantasy a tight ends. A defesa já permitiu que cinco jogadores da posição superassem dez pontos, incluindo três com pelo menos 18. Em comparação, apenas quatro wide receivers chegaram a dez pontos contra os Dolphins e dois alcançaram 18. Henry é projetado como um TE1 de faixa baixa para a Semana 8.
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NFL: Chiefs, Browns e Jaguars monitoram mercado; Jets enfrentam pressão por mudanças
A menos de duas semanas do prazo de trocas de 10 de novembro, equipes como Chiefs, Browns e Jaguars avaliam possíveis reforços. O futuro do técnico Aaron Glenn nos Jets e a possibilidade de novas negociações dos Colts também estão em pauta na Semana 8 da NFL.
A Semana 8 da temporada 2026 da NFL chega com o prazo de trocas de 10 de novembro se aproximando. Entre os assuntos em discussão estão possíveis reforços para equipes que disputam a temporada, jogadores que podem mudar de time e o futuro do técnico Aaron Glenn no New York Jets.
Chiefs e outros candidatos a reforços
O Kansas City Chiefs aparece como um dos times mais propensos a buscar um wide receiver. As lesões de Rashee Rice e Tyquan Thornton abriram espaço no jogo aéreo, e Kenneth Walker III, running back, não consegue compensar sozinho a falta de opções para passes em profundidade.
Josh Downs, do Indianapolis Colts, foi apontado como possível encaixe para Kansas City. Jerry Jeudy, do Cleveland Browns, também foi citado, mas Cleveland não demonstra disposição para negociá-lo sem receber uma oferta significativa. Além de um recebedor, os Chiefs podem procurar um jogador de linha ofensiva.
O Browns, que está com campanha de 5-2 e lidera a AFC North, também pode buscar reforços. Entre as necessidades mencionadas estão ajuda na linha defensiva e um bloqueador versátil, como um tight end ou H-back. O Seattle Seahawks já adquiriu o guard Quenton Nelson e pode monitorar as posições de edge rusher e running back.
O Los Angeles Rams, por sua vez, pode avaliar a contratação de um wide receiver veloz. O Jacksonville Jaguars também foi citado como candidato a reforçar a defesa, com a possibilidade de buscar uma peça para a linha defensiva.
Jogadores que podem ser negociados
Brian Thomas Jr., wide receiver do Jaguars, foi apontado como um dos nomes mais prováveis de ser trocado. Executivos consultados consideram que seu papel reduzido na terceira temporada pode levar Jacksonville a explorar propostas. Ele não recebeu passes nos dois jogos mais recentes e foi praticamente colocado no banco na partida disputada em Londres, na Semana 6.
Apesar disso, Thomas ainda atrai a atenção das defesas adversárias, e o Jaguars está em uma janela de disputa que pode pesar contra uma negociação. O wide receiver não declarou publicamente que deseja sair. Jauan Jennings, do Minnesota Vikings, foi citado como uma alternativa mais provável por ter um perfil de menor destaque e não ser uma opção principal no ataque.
Josh Sweat, edge rusher do Arizona Cardinals, também pode despertar interesse de equipes que buscam reforços defensivos. O Dallas Cowboys foi associado ao jogador por pessoas do meio da liga.
Colts podem fazer novas trocas
Depois de negociar Quenton Nelson com o Seahawks e DeForest Buckner com o San Francisco 49ers, o Colts pode continuar movimentando o elenco. Keenan Allen e Laquon Treadwell, wide receivers veteranos, foram citados como possíveis opções de profundidade para equipes que precisem de ajuda na posição. Grover Stewart, defensive tackle, e Josh Downs também estão em contratos que expiram e não receberam extensões nesta offseason.
Jonathan Taylor, running back que recebeu uma extensão, também foi mencionado como possibilidade. Seu contrato ainda poderia ser negociado, mas uma troca teria implicações financeiras: o Colts assumiria US$ 10 milhões em dinheiro morto no próximo ano, enquanto o time interessado arcaria com a parte proporcional do salário de US$ 8 milhões e da remuneração adicional restante nesta temporada.
Taylor tem salário previsto de US$ 16,02 milhões para o próximo ano, valor que ainda não é garantido. A quantia se tornaria totalmente garantida cinco dias após o Super Bowl. Tony Pollard, do Tennessee Titans, foi considerado um candidato mais provável a ser trocado do que Taylor ou Saquon Barkley, mas uma negociação envolvendo Taylor não foi descartada.
Josh Downs ganhou destaque no mercado depois que várias equipes demonstraram interesse em reforçar o grupo de recebedores. Uma troca, porém, deixaria o Colts ainda mais desfalcado na posição. Também foi observado que Taylor não está prestes a se tornar agente livre, ao contrário de Nelson e Buckner antes de suas negociações.
Situação de Aaron Glenn nos Jets
Pessoas consultadas esperam que Aaron Glenn permaneça no comando do Jets até o fim da temporada, quando a equipe poderá avaliar seu trabalho ao longo de dois anos. A diretoria gosta do treinador e considera sua ligação com a franquia, onde atuou como jogador, um ponto favorável. Ainda assim, a possibilidade de mudanças está sendo discutida.
Glenn tem sido criticado pela gestão do relógio no fim dos tempos e pela escolha de Frank Reich como coordenador ofensivo, após a passagem de Tanner Engstrand pela função. O ataque tem dificuldades para marcar pontos. O Jets está com campanha de 2-5, embora tenha sido visto antes da temporada como uma equipe jovem em transição, e não como candidata aos playoffs.
A equipe foi superada por 107-6 nos dois minutos finais do segundo quarto durante o período de Glenn como treinador. O ataque ocupa a 27ª posição da NFL, apesar do talento disponível, e Garrett Wilson já demonstrou frustração.
O Jets tem três escolhas de primeira rodada em abril e busca encontrar um quarterback de longo prazo. Até o fim da temporada, a franquia quer estabelecer uma base de cultura vencedora e um ambiente em que um jovem quarterback possa se desenvolver. Se o desempenho não melhorar, a situação de Glenn poderá levar a uma mudança. As alterações mais amplas, porém, podem ficar restritas à comissão técnica; o gerente-geral Darren Mougey foi descrito como alguém em ascensão, e suas trocas deixaram Nova York em posição favorável para o futuro.
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NFL: Bengals, Colts, Jaguars, Chargers e Vikings têm jogadores citados como possíveis alvos de troca
Uma lista de candidatos a troca antes do prazo final da NFL inclui Shemar Stewart, Jonathan Taylor, Brian Thomas Jr., Khalil Mack, Donte Jackson e Jauan Jennings, entre os nomes ligados a essas equipes.
Cincinnati Bengals
Shemar Stewart aparece como possível candidato a troca, embora os Bengals normalmente não negociem jogadores recém-draftados. O defensive end, escolhido na primeira rodada em 2025, ficou fora da rotação e foi inativo no domingo, em Baltimore. Ele completará 23 anos em novembro.
A ascensão do calouro Cashius Howell daria cobertura a Cincinnati caso a equipe decida negociar Stewart. Algumas equipes acompanham a situação há semanas, e a avaliação citada é que uma escolha do terceiro dia do draft seria o retorno mais provável. Stewart disputou apenas oito snaps nesta temporada e tem dois sacks na carreira; os times interessados apostariam no potencial de um jogador explosivo, ainda sem um plano de pass rush refinado.
Indianapolis Colts
Jonathan Taylor é o principal candidato dos Colts nesta lista. Apesar do interesse de outras equipes, pessoas consultadas não estão convencidas de que Indianapolis vá negociá-lo. O running back tem contrato de longo prazo e poderia ser importante para a próxima comissão técnica, seja a atual ou uma nova.
A temporada dos Colts foi descrita como difícil, cenário que pode influenciar decisões sobre jogadores importantes. Taylor soma média de 109,3 jardas totais por jogo e está empatado na liderança da liga, com oito touchdowns terrestres. Suas 17 corridas de pelo menos dez jardas estão empatadas na quarta posição da NFL.
O perfil de Taylor combina volume, velocidade para grandes jogadas e capacidade de receber passes em screens e swings. Ele seria uma opção para equipes que buscam um running back titular. Seahawks, Commanders, Saints, Broncos e Vikings foram citados como possíveis encaixes.
Jacksonville Jaguars
Brian Thomas Jr. também foi apontado como possível candidato a troca. Executivos da liga percebem que a relação entre o wide receiver e Jacksonville pode estar chegando ao fim, em meio à queda de seus alvos e do tempo de jogo. Kansas City e Pittsburgh estão entre as equipes que avaliam reforços para a posição.
Thomas tem 6-foot-3 e 209 pounds, além de características para atuar como X receiver e se separar em diferentes áreas do campo. Sua velocidade em linha reta e capacidade de acompanhar a bola são pontos destacados. Como calouro, em 2024, teve 87 recepções e dez touchdowns; nesta temporada, registra nove recepções para 105 jardas e um touchdown.
Los Angeles Chargers
Khalil Mack é descrito como produtivo e acessível financeiramente. Os Chargers pagaram a ele um bônus de assinatura de US$ 10 milhões em março; uma equipe que o adquirisse assumiria a parcela proporcional de seu salário de US$ 8 milhões até o fim do contrato de um ano. Los Angeles, porém, ainda não negociou jogadores como Mack.
O pass rusher não mostra a mesma explosão de velocidade de antes, mas segue capaz de pressionar o pocket com força e movimentos de contra-ataque. Nas últimas três temporadas, acumulou 14,5 sacks e 83 pressões. Pode atuar como linebacker de pass rush ou defensive end, com potencial para contribuir em terceiras descidas. Os Bears, Browns, Bills e Cowboys foram citados como possíveis destinos.
Donte Jackson também pode render uma escolha de draft aos Chargers. O cornerback de 30 anos tem produção em interceptações e um salário-base de US$ 6 milhões; ele ficará livre no mercado em março. Seu jogo se encaixa melhor em cobertura por zona, com visão do backfield, velocidade para fechar espaços curtos e capacidade de produzir jogadas sobre a bola. Na carreira, soma 23 interceptações e 68 passes desviados.
Minnesota Vikings
Jauan Jennings, contratação de agente livre dos Vikings, não é um ponto central do ataque e é considerado candidato a troca em toda a liga. Ele teve duas recepções para 34 jardas no domingo contra os Colts. Com contrato de um ano, pode ser uma opção de baixo custo para equipes que queiram reforçar o grupo de wide receivers; os 49ers foram apontados como um encaixe evidente.
Philadelphia Eagles
Landon Dickerson aparece como possível candidato a troca em meio a sinais de tensão entre o jogador e os Eagles sobre seu futuro de longo prazo na franquia. O time também busca renovar a linha ofensiva, enquanto oscilações de desempenho e lesões podem influenciar o valor do guard no mercado. Dickerson tem características de Pro Bowl, e suas garantias contratuais terminam no próximo ano.
Uma lesão na Semana 1 o levou à lista de contundidos, mas ele voltou a campo na partida de Monday Night Football contra os Cowboys. Quando está saudável, consegue deslocar defensores no jogo terrestre, tanto em esquemas de zona quanto de gap, e sustentar a proteção contra a pressão pelo meio. Em cinco temporadas com Philadelphia, registra taxa de vitórias em bloqueios de passe de 93,9%.
Pittsburgh Steelers
Patrick Queen foi associado a rumores de troca na primavera, quando o Cowboys esteve entre as equipes que consultaram sua disponibilidade. O linebacker também é agente livre em 2027, mas o retrospecto de 5-2 dos Steelers é apontado como um fator que pode mantê-lo em Pittsburgh.
Queen é um defensor de perseguição, com velocidade lateral para acompanhar a bola pelas laterais e fechar rapidamente sobre passes curtos em cobertura por zona. Ele pode ter dificuldades contra o jogo terrestre em espaços apertados, e sua leitura de rotas ainda pode evoluir. Nas quatro temporadas anteriores, porém, teve ao menos 115 tackles em cada uma, além de 26 passes desviados nos últimos cinco anos.
Tampa Bay Buccaneers
Yaya Diaby continua no radar de possíveis trocas, embora Tampa Bay tenha vencido com folga o Carolina na Semana 7. O edge rusher de 27 anos teve três sacks na partida. A equipe pode considerar negociá-lo porque ele precisará de um novo contrato para 2027, e a ascensão do também edge rusher David Walker, que soma quatro sacks, oferece uma alternativa ao elenco.
Diaby tem três sacks e seis tackles para perda de jardas em 2026. Nas duas temporadas anteriores, registrou pelo menos 40 pressões em cada uma e somou 11,5 sacks. Ele é descrito como um pass rusher forte e físico, capaz também de conter o jogo terrestre. Uma equipe que o contratar poderia receber uma escolha compensatória caso ele assine um contrato substancial com outro time na free agency.
Tennessee Titans
Jermaine Johnson II pode estar disponível pelo preço certo, segundo equipes que procuram reforçar a pressão sobre o quarterback. Os Titans estão com campanha de 1-6 e seguem em reconstrução, cenário que aumenta a necessidade de acumular escolhas de draft. Johnson chegou a Tennessee em uma troca na offseason e é considerado um nome com chances incertas de ser negociado.
O edge rusher tem força e envergadura para pressionar o pocket e, com esforço, pode chegar ao quarterback em jogadas de segunda reação. Contra o jogo terrestre, consegue direcionar a bola de volta para dentro ao proteger a lateral. Johnson soma 16 sacks na carreira, ao longo de cinco temporadas como profissional.
Washington Commanders
Daron Payne é um possível candidato a troca enquanto Washington avalia o futuro de peças importantes da defesa. O defensive tackle tem 29 anos, é agente livre em 2027 e tem salário-base de US$ 16,4 milhões nesta temporada. Ainda assim, a disputa pela NFC East é apontada como um motivo para os Commanders considerarem mantê-lo, apesar da campanha de 1-4-1.
O Jacksonville Jaguars aparece como possível encaixe, pois procura um jogador versátil para o interior da linha defensiva, com capacidade de pressionar o quarterback. Payne oferece rapidez nos pés e força em confrontos individuais, além de contribuir contra o jogo terrestre em diferentes alinhamentos. Ele teve o melhor ano da carreira em 2022, com 11,5 sacks, e soma 12 nos quatro anos seguintes.
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Histórico de lesões de Lamar Jackson inclui ausências que afetaram os Ravens
O quarterback do Baltimore Ravens voltou a ficar fora por causa de uma lesão no tornozelo esquerdo. O histórico recente também inclui problemas no joelho e na coxa, além de comparações com outros quarterbacks que perderam mais jogos por lesão desde 2019.
Lamar Jackson, do Baltimore Ravens, ficou fora de 17 partidas por lesões desde 2019, sem contar ausências por COVID ou doença. O número é menor que o de outros quarterbacks titulares no mesmo período: Kyler Murray (31), Dak Prescott (26), Daniel Jones (25) e Joe Burrow (22).
Jackson foi desfalque nos jogos contra o Atlanta Falcons e o Cleveland Browns depois de não treinar por duas semanas por causa de uma entorse no tornozelo esquerdo. O quarterback havia se machucado na vitória do Baltimore Ravens sobre o Tennessee Titans e permaneceu no banco durante a maior parte do segundo tempo.
A disponibilidade de Jackson voltou a ser incerta após o tornozelo esquerdo apresentar aumento de inchaço. Ele treinou de forma limitada durante a semana, trabalhou com o ataque titular na sexta-feira e participou das reuniões de produção televisiva, mas foi descartado no sábado. O técnico Jesse Minter disse que o quarterback estava em uma situação razoável de saúde, sem indicar uma data para o retorno.
Jackson afirmou que a decisão depende da dor e da capacidade de se movimentar. Ele explicou que ainda sente dor ao apoiar o pé para correr e que não ajudaria a equipe se estivesse limitado a permanecer parado e receber contato. Minter disse que Jackson jogará quando estiver saudável o suficiente para atuar no nível necessário.
O quarterback perdeu vários jogos por lesão em quatro das últimas seis temporadas. Nas três temporadas em que ficou fora de pelo menos quatro partidas, o Ravens não chegou aos playoffs em duas: 2021 e 2025. Nesta temporada, Jackson começou os quatro primeiros jogos com seis touchdowns, uma interceptação e 144 jardas terrestres. Seu QBR foi de 82,7, o terceiro melhor da liga naquele recorte.
Depois da lesão no tornozelo, Baltimore passou de líder da AFC North, com campanha de 3-1, para o último lugar da divisão, com 4-3. Minter afirmou que a equipe precisa atuar melhor quando não conta com Jackson, embora tenha destacado o nível do quarterback, duas vezes eleito MVP.
Cinco anos antes, Jackson sofreu a primeira lesão significativa da carreira na NFL ao ser retirado de campo em Cleveland, em dezembro. Ao tentar escapar do pocket, caiu após o linebacker Jeremiah Owusu-Koramoah mergulhar em direção aos seus calcanhares. A contusão óssea no tornozelo direito, inicialmente considerada pouco grave, tirou Jackson dos quatro jogos finais da temporada, todos derrotas dos Ravens. Baltimore passou de líder da AFC North, com campanha de 8-5, a ficar fora dos playoffs. O então técnico John Harbaugh disse que a previsão de retorno era incerta: Jackson acreditou, primeiro, que poderia voltar na semana seguinte e depois garantiu que retornaria, mas acabou não jogando novamente naquela temporada.
Na temporada seguinte, Jackson sofreu uma entorse no ligamento colateral posterior do joelho esquerdo após ser derrubado pelo linebacker Jonathon Cooper. Ele perdeu os cinco últimos jogos da temporada regular e a partida de wild card contra o Cincinnati Bengals. Três dias antes do confronto, informou nas redes sociais que o joelho continuava instável e descreveu a lesão como uma entorse de grau 2, próxima de uma distensão de grau 3. Baltimore perdeu por 24-17; um fumble do reserva Tyler Huntley em uma tentativa de avanço na linha de gol terminou em um retorno de 98 jardas para touchdown do Bengals.
Em uma temporada posterior, no fim de setembro, Jackson deixou uma derrota para o Kansas City Chiefs no terceiro quarto, após ser derrubado pelo defensive end George Karlaftis, e perdeu os três jogos seguintes. Depois de voltar, não pareceu estar totalmente recuperado. Como titular no restante da temporada, teve campanha de 8-5, lançou 17 touchdowns e sete interceptações e correu para uma média de 25 jardas nos 13 jogos finais. Jackson disse que se arrependeu de ter voltado cedo demais da lesão na coxa.
O cornerback Marlon Humphrey criticou o que considera tratamento desigual dado a Jackson quando ele se machuca. Humphrey afirmou que o quarterback costuma ser alvo de críticas e manchetes que, na avaliação dele, não aparecem da mesma forma para outros jogadores. Também disse acreditar que Jackson jogará sempre que estiver saudável o suficiente.
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49ers readquire DeForest Buckner em troca por escolha de quarta rodada de 2027
San Francisco recebeu o defensive tackle do Indianapolis Colts em troca de uma escolha de quarta rodada do draft de 2027. O negócio marca o retorno de Buckner aos 49ers, equipe que o selecionou em 2016.
O San Francisco 49ers adquiriu o defensive tackle DeForest Buckner, três vezes selecionado para o Pro Bowl, do Indianapolis Colts. Em troca, o Colts recebeu uma escolha de quarta rodada do draft de 2027.
A negociação foi o segundo grande acordo do Colts com uma equipe da NFC West naquele dia. Antes, Indianapolis havia trocado o guard Quenton Nelson, oito vezes selecionado para o Pro Bowl, com o Seattle Seahawks.
Buckner, de 32 anos, retorna a San Francisco, onde atuou nas quatro primeiras temporadas da carreira. O 49ers o selecionou com a sétima escolha do draft de 2016 e o negociou com o Colts após a temporada de 2019, que terminou com a equipe na disputa do Super Bowl. Na ocasião, San Francisco recebeu uma escolha de primeira rodada antes de Buckner assinar uma extensão de contrato lucrativa.
O gerente-geral do 49ers, John Lynch, já havia descrito a troca de Buckner para Indianapolis, em 2020, como a decisão mais difícil de seus dez anos no cargo. Agora, o jogador volta à equipe enquanto San Francisco busca reforçar uma linha defensiva afetada por lesões.
O 49ers vinha de uma derrota em Atlanta na qual pressionou o quarterback Michael Penix Jr., do Falcons, em apenas três de 34 dropbacks. De acordo com dados da ESPN Research, a equipe tinha uma taxa de pressão de 23% quando usava quatro ou menos jogadores na perseguição ao quarterback, a segunda pior marca da NFL.
Buckner deve atuar ao lado de Osa Odighizuwa no interior da linha defensiva. San Francisco passou boa parte da temporada sem os tackles Alfred Collins, com lesão no tendão patelar, C.J. West, com problema no joelho, e James Thompson Jr., com lesão no tornozelo. Os defensive ends Nick Bosa, com problema na panturrilha, e Sam Okuayinonu também ficaram fora de toda ou de parte da temporada.
Buckner soma quatro sacks na temporada. Esse total supera o de qualquer jogador do 49ers após sete semanas e está empatado com Adetomiwa Adebawore como o maior do Colts. Desde que entrou na NFL, em 2016, ele é um de quatro jogadores com pelo menos 75 sacks e 25 passes desviados, ao lado de T.J. Watt, Cameron Jordan e Chris Jones.
O defensive tackle está no último ano de seu contrato com Indianapolis e poderá se tornar agente livre irrestrito após a temporada. Como veterano com 11 anos de NFL, a escolha compensatória mais alta que o Colts poderia receber caso ele assinasse com outra equipe na offseason seria uma seleção de quinta rodada de 2028. Com a troca, a franquia garantiu uma escolha de quarta rodada de 2027.
Buckner demonstrou frustração após a terceira derrota consecutiva do Colts, contra o Minnesota Vikings. Questionado sobre as dificuldades recentes da equipe, respondeu de forma ríspida: “Não sei. Que tal você adivinhar? Estou frustrado. A mesma coisa. Nós perdemos.”
Depois da partida, também foi perguntado sobre o que precisava mudar para a equipe reagir. “Não sei”, disse. “Não posso dizer.” Buckner havia demonstrado lealdade ao Colts ao longo de temporadas marcadas por colapsos no fim do ano, assinando mais de uma extensão e mantendo confiança na montagem do elenco pelo então gerente-geral Chris Ballard, que foi demitido.
O retorno de Buckner se soma às voltas de Deebo Samuel e Dre Greenlaw, jogadores que deixaram San Francisco e depois retornaram à região da baía em busca de um título do Super Bowl.
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Giants colocam Tyrone Tracy Jr. na lista de contundidos; Singletary deve ganhar espaço
O running back Tyrone Tracy Jr. será afastado por pelo menos quatro jogos após sofrer uma lesão no tendão da coxa. Devin Singletary deve ter mais participação no ataque do New York Giants durante a ausência.
O New York Giants colocará Tyrone Tracy Jr. na lista de contundidos por causa de uma lesão no tendão da coxa, anunciou o gerente-geral Joe Schoen na terça-feira. A medida exige que o running back fique fora por pelo menos quatro jogos, embora Schoen não espere que a lesão seja de longo prazo.
Tracy se machucou na vitória por 27 a 21 sobre o Houston Texans, no domingo. Ele deixou a partida ainda no primeiro tempo, depois de participar de 10 jogadas ofensivas; Cam Skattebo esteve em campo em 13.
Devin Singletary, autor do touchdown da vitória contra Houston, deve assumir uma função maior enquanto Tracy estiver fora. O Giants também vai promover o running back Greg Desrosiers do practice squad do Los Angeles Chargers para ocupar a vaga de Tracy no elenco.
"Temos muita confiança em Skattebo e Singletary. E vamos ver o que Greg pode fazer", disse Schoen.
O Giants está em semana de folga e volta a jogar em 7 de novembro, contra o Philadelphia Eagles. A equipe tem campanha de 4-2-1.
Skattebo correu para 124 jardas contra o Texans, melhor marca da carreira, incluindo 97 jardas no segundo tempo. Na partida anterior, uma derrota para o New Orleans Saints, ele não teve nenhuma tentativa de corrida.
Antes da lesão, Tracy havia marcado touchdowns em semanas consecutivas e anotou um touchdown terrestre no primeiro quarto contra Houston. O running back, de 26 anos, chegou à temporada com a expectativa de dividir as carregadas com Skattebo.
A participação de Tracy havia diminuído após um bloqueio perdido na pré-temporada que levou o quarterback Jaxson Dart à área de atendimento e um fumble na estreia contra o Dallas Cowboys. Nas três partidas seguintes, ele teve apenas duas carregadas e atuou principalmente em equipes especiais. Depois, voltou gradualmente à rotação e igualou sua maior marca da temporada, com seis carregadas, antes de se machucar contra o Texans.
Tracy disse que sentiu o problema no tendão da coxa pela primeira vez durante um treino no início da semana. Após a vitória sobre Houston, ele estava animado, e a lesão não parecia grave naquele momento.
Escolhido na quinta rodada do draft após jogar por Iowa, Tracy ultrapassou mil jardas combinadas de corrida e recepção em cada uma de suas duas primeiras temporadas com o Giants. Nesta temporada, soma 55 jardas e dois touchdowns em 19 carregadas.
Schoen também comentou a possibilidade de buscar reforços por troca. Ele não descartou movimentações, mas afirmou que o Giants tem poucas escolhas no próximo draft e que qualquer negociação precisa fazer sentido tanto no curto quanto no longo prazo. A equipe já não tem escolhas de quarta e quinta rodadas no draft de 2027.
O gerente-geral disse que o clube está avaliando as opções e conversando com equipes que começaram a negociar jogadores. Houve especulação sobre a disponibilidade de Jonathan Taylor, do Indianapolis Colts, mas Schoen não confirmou uma negociação pelo running back.
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Montez Sweat retorna aos Bears após suspensão de dois jogos por teste positivo
Reintegrado em 23 de outubro, o defensive end disse que o resultado foi acidental e assumiu responsabilidade. Sweat perdeu duas partidas de Chicago e sofreu consequências financeiras previstas em seu contrato.
Montez Sweat foi reintegrado aos Bears em 23 de outubro, um dia depois da vitória de Chicago sobre os Patriots. O defensive end cumpriu suspensão de dois jogos e deve voltar a atuar na Semana 8, quando a equipe enfrenta os Seahawks no Monday Night Football.
Sweat afirmou que o resultado positivo em um teste foi acidental e que a suspensão o surpreendeu. Ele disse que não pretendeu trapacear e que seguirá em frente, embora tenha descrito como devastador ficar afastado do time e lidar com o impacto da punição sobre sua reputação.
O jogador não revelou o que levou ao teste positivo nem quando fez o exame. Também esclareceu que não houve irregularidade por parte das equipes de nutrição ou preparação física dos Bears. Sweat disse que não considerou recorrer da suspensão e assumiu total responsabilidade, mas não se comprometeu a fazer mudanças específicas em sua rotina para evitar outro resultado positivo.
O defensive end afirmou que está entrando em seu oitavo ano na NFL e que nunca havia tido um teste positivo desse tipo. Segundo ele, pretende retomar sua rotina habitual.
A suspensão tirou Sweat das vitórias consecutivas de Chicago sobre Falcons e Patriots. O técnico Ben Johnson descreveu a temporada de 2025 do jogador como a melhor de sua carreira como profissional e afirmou que ele vinha afetando os quarterbacks de uma maneira diferente. Sweat disse que foi difícil encarar Johnson depois de saber da punição, mas que precisava fazê-lo para seguir em frente.
Sweat é o jogador defensivo mais bem pago de Chicago. Ele assinou um contrato de quatro anos e US$ 98 milhões, com média anual de US$ 24,5 milhões, após ser trocado para os Bears em 2023. Naquele ano, somou o recorde pessoal de 12,5 sacks entre sua passagem por Washington e Chicago. Em 2025, registrou sua segunda temporada com pelo menos dez sacks, terminando com dez.
A punição também teve impacto financeiro. Sweat perdeu US$ 2,3 milhões de seu salário-base de 2026 por ficar fora dos dois jogos. As garantias dos US$ 12,7 milhões restantes que lhe são devidos nesta temporada e de todos os anos futuros foram anuladas; entre esses valores estão US$ 21 milhões previstos para 2027.
Em sua campanha de 2025, Sweat ocupa o quarto lugar dos Bears com dois sacks. Ele também soma sete tackles, incluindo dois para perda de jardas. O jogador disse que aceitará as consequências e que seu foco agora é continuar atuando.


