
George Russell admite que título da F1 2026 está praticamente fora de alcance para ele
George Russell reconheceu que é "extremamente improvável" que consiga alcançar seu companheiro de equipe Kimi Antonelli na disputa pelo título da temporada de F1 2026, após o Grande Prêmio da Espanha.
George Russell, atualmente segundo colocado no campeonato de pilotos, está 81 pontos atrás de Kimi Antonelli, seu companheiro de equipe na Mercedes, que lidera a temporada com oito vitórias, incluindo a mais recente no Grande Prêmio da Espanha.
Russell conquistou apenas duas vitórias na temporada e enfrentou dificuldades para acompanhar o desempenho de Antonelli, além de ter passado por uma fase de azar no início do ano. Com nove corridas restantes, dependendo da confirmação das etapas no Catar e Abu Dhabi, Russell não acredita que possa reverter a situação.
"Não vou dizer que acabou, mas é extremamente improvável que eu esteja nessa disputa", afirmou Russell no domingo. "Nem estou pensando em estar na luta porque não acho que estou nela. Isso quase me permite focar corrida a corrida e tentar vencer o máximo possível. O que tiver que ser, será. É onde estamos agora."
Apesar das dificuldades, Russell acredita que seu desempenho melhorou nas últimas corridas. No entanto, um resultado decepcionante no treino classificatório em Madrid, seguido por uma estratégia de duas paradas causada por um Safety Car Virtual precoce, o deixou em quinto lugar na corrida.
"Acho que o desempenho foi muito melhor do que o resultado hoje. O ritmo foi realmente forte, entre os melhores de todos lá fora. Então, levo esses pontos positivos. Mas foi meio que parecido com Mônaco, onde o classificatório é tudo", comentou Russell.
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Max Verstappen enfrenta 100 competidores em evento único de kart ao vivo na Disney+
O tetracampeão mundial de Fórmula 1 Max Verstappen participará de uma corrida de kart contra 100 pilotos, entre atletas, criadores de conteúdo e personalidades globais, em um evento especial transmitido ao vivo pela Disney+ em 16 de setembro de 2026.
Max Verstappen, quatro vezes campeão mundial de Fórmula 1, vai competir contra 100 pilotos em um evento de karting ao vivo na Disney+ no dia 16 de setembro de 2026. A corrida será realizada em um circuito especialmente construído para essa ocasião única.
Os participantes são uma mistura diversificada de atletas, criadores de conteúdo, streamers e outras personalidades de várias partes do mundo, todos com o objetivo comum de tentar superar Verstappen na pista.
Entre os competidores confirmados estão nomes conhecidos por suas atividades em redes sociais e esportes, como Alsop, famoso por suas pegadinhas e experimentos sociais; Queen B (Rebecca Evans), apresentadora e criadora de conteúdo de automobilismo que começou no kart aos oito anos; Pieface23 (Jack McDermott), criador de conteúdo focado em jogos e futebol; e TGFBro (Romell Henry), com mais de seis milhões de inscritos no YouTube, conhecido por vídeos de desafios extremos.
Outros participantes incluem Manny (Emanmanuel David Brown), Dantic (Daniel Moss), e personalidades como a vencedora do reality show Love Island UK, além de diversos influenciadores digitais de diferentes países, como Brasil, China, Hungria, Itália, Turquia, entre outros.
O evento também contará com a presença de atletas e criadores de conteúdo ligados a esportes eletrônicos, automobilismo, drift, e outras modalidades, demonstrando a diversidade e o alcance global da iniciativa.
Este desafio inédito promete reunir fãs de esportes motorizados e entretenimento digital, oferecendo uma experiência única ao público que poderá acompanhar a transmissão ao vivo pela plataforma Disney+.
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Max vs 100: Entenda as regras, os competidores e como Verstappen pode vencer o desafio
Max Verstappen enfrentará 100 pilotos amadores em uma corrida de kart única no circuito de Silverstone. Com 30 voltas para ultrapassar todos os adversários, o tetracampeão mundial de Fórmula 1 buscará mostrar sua habilidade em um evento organizado pela Red Bull.
Max vs 100 é uma corrida especial de kart organizada pela Red Bull, na qual Max Verstappen, tetracampeão mundial de Fórmula 1, tentará ultrapassar 100 pilotos amadores em Silverstone. O desafio consiste em 30 voltas para que Verstappen, largando na última posição, ultrapasse todos os competidores que estarão à sua frente.
Cada piloto eliminado é aquele que for ultrapassado por Verstappen, o que significa que ele pode vencer a prova antes mesmo do término das 30 voltas. Para equilibrar a disputa, todos os karts são idênticos e devem pesar 85 kg, incluindo o piloto e o equipamento, com adição de lastro quando necessário.
Os pilotos amadores terão a oportunidade de usar um "fast lap" uma vez durante as primeiras 15 voltas, que permite um atalho na pista para tentar ganhar vantagem sobre Verstappen. O próprio piloto da Red Bull também terá um "fast lap", mas só poderá utilizá-lo nas últimas 15 voltas.
A ordem de largada será definida por uma volta rápida única em um circuito especialmente desenhado em Silverstone, similar ao sistema de classificação da Fórmula 1. Entre os 100 competidores estão personalidades de TV, redes sociais e esportes, como os streamers Pieface, Caedrel e TheDonato, o ultramaratonista Arda Saatçi, o fenômeno do basquete Chris "Lethal Shooter" Matthews e a vencedora do Love Island 2019, Amber Gill. Não há pilotos profissionais de automobilismo na lista.
Durante a corrida, Verstappen poderá se comunicar diretamente com os demais pilotos, oferecendo uma visão de sua estratégia e raciocínio de corrida. O maior desafio para ele será o tráfego intenso e a gestão do tempo para realizar as ultrapassagens, já que alguns competidores, embora não profissionais, possuem experiência em kart.
O evento acontecerá no dia 16 de setembro e será transmitido ao vivo no Reino Unido pelo Disney+. Nos Estados Unidos, a corrida estará disponível no aplicativo ESPN para assinantes Unlimited, com uma transmissão atrasada pelo canal ESPN2 no mesmo dia. A cobertura contará com apresentação do comediante Mo Gilligan, imagens de drones e dados ao vivo da corrida.
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Estreia do Madring na F1 deixa todos insatisfeitos, inclusive os três primeiros do GP da Espanha
O GP da Espanha no novo circuito Madring terminou com uma sensação geral de insatisfação entre os pilotos, incluindo o vencedor Kimi Antonelli, que reconheceu que Lando Norris merecia a vitória. Problemas com o safety car virtual e a dificuldade para ultrapassagens marcaram a corrida.
O GP da Espanha no recém-inaugurado circuito Madring foi palco de um pódio incomum, onde os três primeiros colocados expressaram insatisfação com o resultado final. Kimi Antonelli, vencedor da prova e líder da temporada com oito vitórias, admitiu que Lando Norris merecia a vitória, apesar de estar contente com o triunfo.
Norris, que largou na pole position e dominou as primeiras voltas da corrida, construiu uma vantagem de seis segundos sobre Antonelli, mas perdeu tempo crucial devido à entrada do safety car virtual (VSC) para a retirada do carro de Lance Stroll. A desaceleração obrigatória durante o VSC permitiu que Antonelli e Max Verstappen realizassem suas paradas nos boxes com vantagem, enquanto Norris teve que fazer seu pit stop em condições normais de corrida, perdendo cerca de 16 segundos e caindo para a quinta colocação.
O diretor da McLaren, Andrea Stella, explicou que a equipe considerou manter Norris na pista por mais tempo, mas a combinação de pneus usados e a necessidade de parar tornaram a decisão inevitável. Stella destacou que antecipar o VSC seria arriscado, pois uma parada fora do período de cautela resulta em perda significativa de tempo.
Norris expressou frustração com a situação e sugeriu que as regras do VSC deveriam ser revistas para evitar que um único piloto seja prejudicado pelo momento em que a cautela é acionada. Ele ressaltou que a questão é complexa, envolvendo diferentes condições de pista e estratégias, mas defendeu a busca por maior justiça para todos os competidores.
Max Verstappen, que terminou em segundo lugar, também demonstrou insatisfação com decisões da direção de prova, especialmente após ser obrigado a devolver posição para Lewis Hamilton por ter cortado a chicane na primeira volta. Verstappen argumentou que permanecer na pista poderia ter causado um acidente, o que teria encerrado sua corrida prematuramente.
Além dos incidentes com o VSC e a direção de prova, os pilotos criticaram o traçado do Madring pela dificuldade de ultrapassagem. A configuração das chicanes e curvas apertadas tornou praticamente impossível realizar manobras de ultrapassagem, limitando a emoção da corrida. Antonelli e Norris sugeriram modificações no circuito, como eliminar algumas curvas e ampliar entradas para facilitar disputas.
Andrea Stella reforçou que a falta de oportunidades para ultrapassagens foi um dos fatores que impediram Norris de desafiar Antonelli no final da prova, apesar do ritmo superior do piloto da McLaren. A Fórmula 1, que tem promovido as mudanças regulatórias para aumentar as disputas em pista, viu no Madring um desafio para alcançar esse objetivo.
Em resumo, a estreia do Madring na Fórmula 1 foi marcada por uma corrida tensa e estratégica, mas que deixou pilotos, equipes e fãs com a sensação de que o circuito ainda precisa de ajustes para proporcionar corridas mais justas e emocionantes. Mesmo os protagonistas do pódio reconheceram que o resultado não refletiu totalmente o desempenho apresentado durante a prova.
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Honda troca chefe do projeto do motor de F1 após início ruim em 2026 com Aston Martin
Honda anunciou uma transição planejada na liderança do projeto do motor de Fórmula 1, substituindo Tetsushi Kakuda por Yoichiro Fukao a partir de 1º de outubro. A mudança ocorre após um começo difícil na temporada 2026 como fornecedora de motores da Aston Martin.
A Honda está promovendo uma mudança na liderança do seu projeto de unidade motriz para a Fórmula 1, em resposta ao desempenho insatisfatório no início da temporada 2026, quando passou a fornecer motores para a Aston Martin.
A partir de 1º de outubro, Yoichiro Fukao assumirá o comando do projeto, substituindo Tetsushi Kakuda. Fukao é atualmente vice-líder do projeto e trabalha na Honda desde 2002, com experiência em F1, MotoGP e produção em massa.
A empresa japonesa descreveu a troca como uma "transição planejada" para garantir a transferência confiável de conhecimento técnico para a próxima geração de engenheiros. A Honda busca estabelecer uma estrutura de desenvolvimento robusta para entregar uma unidade motriz competitiva, especialmente com as mudanças regulatórias previstas para 2027.
Apesar do sucesso anterior com a Red Bull, incluindo quatro títulos de pilotos com Max Verstappen, a Honda enfrentou dificuldades após a reformulação das regras para 2026, que exigem que 50% da potência total da unidade motriz venha da bateria.
O desenvolvimento inicial sob as novas regras foi prejudicado pela decisão anterior da Honda de desmantelar seu departamento de unidades motrizes, após anunciar sua saída da F1 ao final de 2025. A mudança de planos para continuar na F1 foi motivada pelas novas exigências regulatórias.
Tanto Honda quanto Aston Martin começaram a temporada em desvantagem, com a equipe somando apenas três pontos até o momento, ocupando a 10ª posição no campeonato de construtores.
A Honda lançou uma atualização no motor durante o Grande Prêmio da Holanda, utilizando um dos passos de desenvolvimento permitidos pelo mecanismo de recuperação da F1, ADUO, mas ainda está distante dos concorrentes. A diferença de desempenho ficou evidente no Grande Prêmio da Itália em Monza, onde o melhor Aston Martin ficou 0,6 segundos atrás do próximo carro mais lento, o Cadillac de Sergio Perez com motor Ferrari.
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Pilotos da F1 pedem mudanças no circuito de Madrid após estreia do Grande Prêmio da Espanha
O novo circuito de rua de Madrid, que recebeu o Grande Prêmio da Espanha de Fórmula 1, foi criticado pelos pilotos por oferecer poucas oportunidades de ultrapassagem. Lando Norris e outros pilotos sugerem alterações no traçado para melhorar a corrida nas próximas edições.
O Grande Prêmio da Espanha de Fórmula 1 em Madrid apresentou um circuito recém-construído que decepcionou os pilotos pela falta de oportunidades de ultrapassagem durante a corrida de domingo. O traçado, apelidado de "car killer" pelo tetracampeão Max Verstappen, não proporcionou o esperado espetáculo na pista.
Desde a sexta-feira, durante a sessão de treinos, os pilotos já manifestaram insatisfação com o desenho do circuito. Lando Norris, campeão mundial vigente, afirmou que algumas mudanças são "óbvias" e necessárias, citando especificamente a eliminação das curvas 18 e 19, que considerou inúteis, e sugeriu a criação de uma reta maior seguida de uma curva fechada para facilitar as ultrapassagens.
Kimi Antonelli, vencedor da prova, também comentou que o traçado não favorece as tentativas de ultrapassagem, pois a maior parte do tempo os pilotos evitam movimentos arriscados para não causar contatos. Oliver Bearman, da Haas, destacou que o circuito teve liberdade para ser desenhado, mas não aproveitou seu potencial, ao contrário do que foi feito em Baku, que possui limitações urbanas maiores.
Norris acredita que o circuito pode ser melhorado para se tornar mais competitivo e divertido, sugerindo mudanças simples e outras mais complexas, como ajustes nas curvas 5, 6 e 7. Ele ressaltou que o traçado atual é bom para o qualifying, mas não para a corrida, e espera que as alterações sejam feitas para a próxima temporada.
Fred Vasseur, chefe da Ferrari, elogiou a organização do evento e a recepção em Madrid, reconhecendo o esforço dos organizadores. Ele mencionou que a cidade tem mais flexibilidade para modificar o circuito do que Mônaco e que há disposição para trabalhar em conjunto para melhorar o traçado e a experiência da corrida.
O circuito de Madrid tem um contrato de dez anos para sediar a Fórmula 1, o que indica que as mudanças sugeridas pelos pilotos podem ser implementadas para garantir corridas mais emocionantes e competitivas no futuro.
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Lando Norris critica regras após perder vitória 'merecida' no GP da Espanha de F1
Lando Norris perdeu uma vitória que considerava garantida no GP da Espanha após a entrada do Virtual Safety Car (VSC), que beneficiou seus rivais Kimi Antonelli e Max Verstappen. O piloto da McLaren criticou o impacto da regra no resultado da corrida.
Durante o GP da Espanha de Fórmula 1, Lando Norris liderava com vantagem confortável sobre Kimi Antonelli e Max Verstappen quando Lance Stroll parou na beira da pista, acionando o Virtual Safety Car (VSC) na volta 15, logo após Norris passar pela entrada dos boxes.
O VSC reduz a velocidade dos competidores a um tempo delta exibido no painel, o que permitiu que Antonelli e Verstappen realizassem suas paradas nos boxes com perda de tempo muito menor. Quando Norris entrou para seu pit stop uma volta depois, o VSC já havia terminado e seus adversários já estavam em velocidade de corrida, o que o prejudicou significativamente.
Antonelli venceu a corrida, seguido por Verstappen e Norris, que não conseguiu ultrapassar em um circuito de Madrid com poucas oportunidades para isso. Após a prova, Antonelli reconheceu que Norris merecia a vitória.
Norris enviou uma mensagem animadora para a equipe McLaren pelo rádio, destacando o desempenho inicial e pedindo para focarem nos aspectos positivos: "Vamos levar na esportiva. Fomos rápidos demais! Muito azar hoje, merecíamos vencer com facilidade. Obrigado a todos. Não achava que teríamos chance aqui, deveríamos ter vencido. Parabéns, continuem assim, eu continuarei entregando resultados. Ainda podemos ganhar muitas corridas este ano."
O atual campeão mundial criticou o impacto da regra do VSC no resultado da corrida. Questionado sobre se a McLaren poderia ter antecipado a decisão do VSC ao ver Stroll fora da pista, Norris afirmou que não era um jogo de adivinhação e que foi o único piloto que não fez pit stop sob o VSC, perdendo cerca de 20 segundos para o restante do grid.
"Essa regra não deveria definir uma corrida. A vitória deveria ser do piloto que entrega o melhor desempenho, que talvez arrisque ficando mais tempo na pista. Se um Safety Car aparece depois, pode ajudar, porque é um dos grandes fatores. Mas quando todos têm um Safety Car e a perda de tempo no pit é igual para todos, você não ganha nada. É injusto, mas já aconteceu no passado, outros já venceram por isso, eu provavelmente também já venci por isso."
Norris destacou que perdeu a corrida de forma clara por causa da regra e que já discutiram no briefing dos pilotos para que o VSC não seja ativado imediatamente, para que seja justo para todos. Ele afirmou que foi o único a perder cerca de 20 segundos e que isso não deveria acontecer.
Com esse resultado, Norris ficou 106 pontos atrás de Antonelli, que se aproximou da conquista do primeiro título mundial de F1.
Zak Brown, chefe da McLaren, comentou que a equipe fez um ótimo trabalho e que o VSC apareceu poucos segundos depois de Norris passar e desapareceu antes que ele pudesse parar. "Nada que pudéssemos fazer. Foi a nossa corrida por 20 ou 25 segundos. Ele estava dominante, controlando e preservando os pneus — estava em uma liga própria.", afirmou Brown.



