
GP da Hungria de 2026: detalhes da corrida, horários e como assistir
A Fórmula 1 chega a Budapeste para o GP da Hungria, a última prova antes da pausa de verão de três semanas. Kimi Antonelli lidera o campeonato após vitória na Bélgica. Saiba tudo sobre o evento, horários e transmissões.
O GP da Hungria de 2026 será a 11ª etapa da temporada de Fórmula 1 e acontecerá no circuito do Hungaroring, em Budapeste, no dia 26 de julho, com largada prevista para as 14h (horário local). Esta será a última corrida antes da pausa de verão de três semanas.
Kimi Antonelli vem dominando a temporada, tendo conquistado sua sexta vitória na Bélgica e ampliado sua vantagem no campeonato para 45 pontos. Seu companheiro de equipe, George Russell, sofreu um acidente na primeira volta da corrida belga após uma colisão com Lewis Hamilton, o que prejudicou sua campanha.
Charles Leclerc, da Ferrari, terminou em segundo na Bélgica, seguido por Max Verstappen, da Red Bull. A Ferrari e a Mercedes são esperadas como fortes concorrentes no GP da Hungria, com a Ferrari destacando-se pela velocidade nas curvas e a Mercedes pela consistência. Lewis Hamilton é o maior vencedor da prova, com oito vitórias.
O circuito de Hungaroring é conhecido por ser estreito e sinuoso, dificultando ultrapassagens, e é apelidado pelos pilotos de "Mônaco sem muros". A curva 1 é um ponto de ação intensa, seguida por uma reta de largada e chegada de 908 metros. O equilíbrio e o ritmo são cruciais para o desempenho, como já ressaltou Nico Hülkenberg.
A corrida terá 70 voltas em um circuito de 4,38 km, totalizando 306 km. A previsão do tempo indica intervalos de sol com brisa leve e temperaturas máximas de 31°C durante o fim de semana.
No ano anterior, Charles Leclerc conquistou a pole position por uma margem mínima, mas Lando Norris venceu a prova após uma estratégia ousada da McLaren. O GP da Hungria costuma apresentar surpresas, especialmente na classificação.
Para os fãs no Reino Unido, a transmissão exclusiva será pelo Sky Sports F1, com reprises no Channel 4 para não assinantes. Nos Estados Unidos, todas as sessões estarão disponíveis para assinantes do Apple TV, por meio de um canal dedicado à Fórmula 1 na plataforma.
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Gwen Lagrue, descobridor de Kimi Antonelli, deixa Mercedes e deve assumir programa de desenvolvimento de pilotos da Red Bull
Gwen Lagrue, responsável pelo programa de desenvolvimento de pilotos da Mercedes desde 2016 e descobridor do líder do campeonato Kimi Antonelli, está de saída da equipe para se juntar à Red Bull. A mudança ainda não foi confirmada oficialmente, mas deve ocorrer na próxima temporada.
Gwen Lagrue, conhecido por ter descoberto o líder do campeonato de Fórmula 1, Kimi Antonelli, está deixando a Mercedes para se juntar à rival Red Bull. Segundo fontes consultadas pela ESPN, Lagrue deve assumir o comando do renomado programa de desenvolvimento de pilotos da Red Bull.
Lagrue está à frente do programa da Mercedes desde 2016 e foi fundamental para a contratação de Antonelli em 2018, quando o piloto italiano tinha apenas 11 anos. Antonelli lidera o campeonato com 45 pontos de vantagem sobre Lewis Hamilton, após vencer o Grande Prêmio da Bélgica.
A Red Bull pretende ter Lagrue em sua equipe na próxima temporada, embora a transferência entre equipes na Fórmula 1 seja um processo complexo. A chegada de Lagrue representa uma notícia positiva para a Red Bull, que tem enfrentado uma saída significativa de profissionais importantes nos últimos anos, fenômeno conhecido como "brain drain".
Nos últimos anos, a Red Bull perdeu nomes de destaque como o designer Adrian Newey, o diretor esportivo Jonathan Wheatley e o diretor técnico Rob Marshall, que foram para equipes rivais. Além disso, o chefe de equipe Christian Horner foi demitido em julho após 20 anos no cargo.
Recentemente, também foi noticiado que o engenheiro Paul Monaghan deixará a Red Bull para a Cadillac, e o engenheiro de corrida de Max Verstappen, Gianpiero Lambiase, deve se transferir para a McLaren em 2028 ou antes, caso as equipes entrem em acordo.
O futuro de Verstappen na Red Bull ainda é incerto, e a saída de grandes nomes tem causado preocupação ao tetracampeão mundial. A possível contratação de Lagrue pode ajudar a tranquilizar sobre a continuidade do programa de desenvolvimento de pilotos da Red Bull.
Helmut Marko, que deixou a Red Bull no final de 2025, foi o responsável por liderar o programa de talentos da equipe por muitos anos, ajudando a formar campeões como Sebastian Vettel e Max Verstappen, que juntos conquistaram oito títulos mundiais.
A Red Bull conta com duas equipes na Fórmula 1, utilizando a Racing Bulls como time júnior para preparar pilotos para a equipe principal.
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George Russell critica duramente a Mercedes após abandono no GP da Bélgica de Fórmula 1
George Russell expressou sua frustração com a equipe Mercedes após abandonar o Grande Prêmio da Bélgica. O piloto classificou seu fim de semana como inaceitável em um desabafo carregado de palavrões.
George Russell manifestou sua insatisfação com a equipe Mercedes após o abandono no Grande Prêmio da Bélgica de Fórmula 1. Russell qualificou sua participação no evento como "inaceitável", evidenciando o nível de frustração com os problemas enfrentados durante a corrida. A Mercedes ainda não se pronunciou oficialmente sobre o desabafo de Russell.
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Lewis Hamilton lamenta acidente com mecânico da Ferrari no GP da Bélgica; equipe é multada
Lewis Hamilton expressou preocupação após atingir um mecânico da Ferrari durante o GP da Bélgica. O mecânico não sofreu ferimentos, mas a Ferrari foi multada em 30 mil euros pelo incidente.
Durante o GP da Bélgica de Fórmula 1, Lewis Hamilton colidiu com um mecânico da Ferrari ao sair do pit stop, o que causou grande preocupação ao piloto. Hamilton relatou que seu "coração afundou" ao temer uma lesão grave, lembrando um acidente semelhante ocorrido em 2018 com Kimi Räikkönen. A Ferrari confirmou que o mecânico não se feriu.
Apesar do incidente, Hamilton e a Ferrari não receberam punição esportiva, permitindo que o piloto mantivesse a quarta colocação na corrida. No entanto, a equipe foi multada em £25.000 (€30.000), com £8.500 (€10.000) suspensos por 12 meses, caso não haja reincidência.
Hamilton explicou que ao ver a luz verde para acelerar, focou nela e não no mecânico, atribuindo a responsabilidade principalmente à equipe. Ele parou imediatamente ao perceber o ocorrido e expressou alívio pela segurança do mecânico.
O piloto também comentou sobre sua decepção com o resultado da corrida, atribuindo a um acidente na última sessão de treinos livres a dificuldade para encontrar o ajuste ideal do carro, o que prejudicou seu desempenho no restante do fim de semana.
Além disso, o acidente no pit stop ocorreu após Hamilton cumprir uma penalidade de cinco segundos por uma colisão com George Russell na primeira volta. Russell considerou o incidente uma "corrida normal" e não justificava punição. Hamilton afirmou que fez o melhor possível com o carro danificado e a penalidade recebida, lamentando o abandono de Russell na prova.
O GP da Bélgica teve ainda destaque para a vitória de Kimi Antonelli e dificuldades enfrentadas por George Russell, que abandonou logo na primeira volta.
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GP da Bélgica de F1 reflete temporada 2026 com domínio de Antonelli, desafios para Russell e avanço da Ferrari
O GP da Bélgica em Spa-Francorchamps mostrou os principais temas da temporada 2026 da F1: a liderança de Kimi Antonelli, os problemas de George Russell, a competitividade da Ferrari e as limitações dos carros nas pistas clássicas.
O Grande Prêmio da Bélgica em Spa-Francorchamps funcionou como um resumo da temporada 2026 da Fórmula 1 até o momento. A corrida, que prometia emoção, acabou refletindo quatro temas centrais que podem definir o restante do ano.
Kimi Antonelli, piloto da Mercedes, venceu a prova mesmo após perder a liderança para Charles Leclerc devido ao momento de um safety car virtual. Com essa vitória, Antonelli ampliou sua vantagem para 45 pontos na liderança do campeonato. O jovem de 19 anos demonstrou ritmo consistente e foi decisivo para sua posição confortável na tabela.
George Russell, companheiro de equipe de Antonelli, enfrentou dificuldades técnicas. Problemas no motor reduziram sua potência e velocidade, culminando em uma colisão com Lewis Hamilton na primeira volta, que o tirou da corrida. A equipe Mercedes reconheceu as falhas e afirmou estar trabalhando para solucioná-las.
A Ferrari, representada por Charles Leclerc, mostrou-se a principal rival da Mercedes. Apesar de não ter conquistado a vitória, Leclerc pressionou a equipe alemã e aproveitou o safety car virtual para assumir a liderança temporariamente. A equipe italiana conseguiu um desempenho melhor do que o esperado em circuitos desafiadores como Spa e Silverstone.
Outro ponto destacado foi o impacto das regulamentações de 2026 nos carros de F1, que limitaram o desempenho em circuitos tradicionais como Spa-Francorchamps. A gestão de energia se tornou crucial, reduzindo a velocidade e alterando a dinâmica das corridas. Pilotos e equipes manifestaram preocupação com a perda do caráter histórico das pistas devido a essas restrições.
Com a metade da temporada se aproximando, o GP da Hungria surge como uma próxima etapa importante para as equipes, especialmente para a Ferrari, que espera melhor adaptação ao circuito do Hungaroring. A continuidade da liderança de Antonelli e a resolução dos problemas da Mercedes serão determinantes para o desfecho do campeonato.
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Toto Wolff assume responsabilidade pelo acidente de George Russell no GP da Bélgica
O chefe da Mercedes, Toto Wolff, declarou que o acidente de George Russell na primeira volta do GP da Bélgica foi totalmente culpa da equipe. O piloto perdeu toda a potência da bateria e colidiu com Lewis Hamilton, abandonando a corrida.
O chefe da Mercedes, Toto Wolff, assumiu a responsabilidade pelo acidente de George Russell na primeira volta do Grande Prêmio da Bélgica de Fórmula 1. Segundo Wolff, o incidente "100% vai para nós". Russell perdeu toda a potência da bateria ao passar por Eau Rouge e pela reta Kemmel, o que o fez se envolver em uma colisão com vários carros, incluindo seu ex-companheiro de equipe Lewis Hamilton.
O acidente prejudicou significativamente as chances de título de Russell, que terminou o dia 50 pontos atrás do companheiro Kimi Antonelli, vencedor da prova e que conquistou sua sexta vitória na temporada. Wolff explicou que a Mercedes enfrentou um problema com todos os motores da equipe, que apresentaram falta de potência na reta, o que contribuiu para o acidente.
Em entrevista à Sky Sports, Wolff afirmou que a equipe está tentando resolver todos os problemas e que Russell tem o apoio total da Mercedes. O piloto inglês demonstrou emoção nas entrevistas pós-corrida, algo compreensível diante da frustração de abandonar a prova. Wolff pretende conversar com Russell para oferecer suporte.
Durante o fim de semana, Russell tentou ajustar seu estilo de pilotagem para entender a diferença na entrega de potência entre seu carro e o de Antonelli, que possui menos experiência na Fórmula 1. Wolff destacou que a nova geração de carros, que utiliza a recuperação de energia nas curvas para dar um impulso extra, trouxe uma complexidade adicional ao pilotar, e que essa adaptação pode ser um diferencial entre os pilotos.
O incidente reforça a dificuldade de Russell na temporada, marcada por problemas técnicos e resultados abaixo do esperado, enquanto Antonelli amplia sua liderança no campeonato.
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Kimi Antonelli vence GP da Bélgica e amplia liderança no campeonato; George Russell sofre acidente na largada
Kimi Antonelli conquistou sua sexta vitória na carreira ao vencer o GP da Bélgica largando da pole position. George Russell, companheiro de equipe de Antonelli, se envolveu em uma colisão com Lewis Hamilton na primeira volta e foi obrigado a abandonar a corrida.
Kimi Antonelli venceu o Grande Prêmio da Bélgica de Fórmula 1, sua sexta vitória na carreira, após largar da pole position. O piloto italiano cruzou a linha de chegada com uma vantagem de pouco menos de dois segundos sobre Charles Leclerc, da Ferrari.
Na primeira volta, George Russell, companheiro de equipe de Antonelli na Mercedes, colidiu com Lewis Hamilton, da Ferrari, e teve que abandonar a corrida. Russell relatou sua frustração após o incidente, afirmando estar "entorpecido pela decepção" devido à frequência com que acidentes ocorrem em sua temporada.
Russell explicou que teve um bom início e estava logo atrás de Max Verstappen, da Red Bull, que terminou em terceiro lugar. No entanto, ele enfrentou problemas técnicos logo na primeira curva, quando a bateria de seu carro não recarregou, deixando-o com apenas 35% de carga. Além disso, um problema no turbo impediu que ele tivesse potência suficiente, chegando ao topo da Eau Rouge com 0% de bateria, situação que considerou perigosa.
O piloto disse que não deveria ter se encontrado naquela posição e classificou a colisão com Hamilton como um incidente de corrida. Hamilton recebeu uma penalidade de cinco segundos pela colisão.
Max Verstappen completou o pódio em terceiro, seguido por Hamilton. Oscar Piastri, da McLaren, terminou em quinto lugar, fechando o top 5 da corrida.



