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Histórico de lesões de Lamar Jackson inclui ausências que afetaram os Ravens

Histórico de lesões de Lamar Jackson inclui ausências que afetaram os Ravens

O quarterback do Baltimore Ravens voltou a ficar fora por causa de uma lesão no tornozelo esquerdo. O histórico recente também inclui problemas no joelho e na coxa, além de comparações com outros quarterbacks que perderam mais jogos por lesão desde 2019.

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Lamar Jackson, do Baltimore Ravens, ficou fora de 17 partidas por lesões desde 2019, sem contar ausências por COVID ou doença. O número é menor que o de outros quarterbacks titulares no mesmo período: Kyler Murray (31), Dak Prescott (26), Daniel Jones (25) e Joe Burrow (22).

Jackson foi desfalque nos jogos contra o Atlanta Falcons e o Cleveland Browns depois de não treinar por duas semanas por causa de uma entorse no tornozelo esquerdo. O quarterback havia se machucado na vitória do Baltimore Ravens sobre o Tennessee Titans e permaneceu no banco durante a maior parte do segundo tempo.

A disponibilidade de Jackson voltou a ser incerta após o tornozelo esquerdo apresentar aumento de inchaço. Ele treinou de forma limitada durante a semana, trabalhou com o ataque titular na sexta-feira e participou das reuniões de produção televisiva, mas foi descartado no sábado. O técnico Jesse Minter disse que o quarterback estava em uma situação razoável de saúde, sem indicar uma data para o retorno.

Jackson afirmou que a decisão depende da dor e da capacidade de se movimentar. Ele explicou que ainda sente dor ao apoiar o pé para correr e que não ajudaria a equipe se estivesse limitado a permanecer parado e receber contato. Minter disse que Jackson jogará quando estiver saudável o suficiente para atuar no nível necessário.

O quarterback perdeu vários jogos por lesão em quatro das últimas seis temporadas. Nas três temporadas em que ficou fora de pelo menos quatro partidas, o Ravens não chegou aos playoffs em duas: 2021 e 2025. Nesta temporada, Jackson começou os quatro primeiros jogos com seis touchdowns, uma interceptação e 144 jardas terrestres. Seu QBR foi de 82,7, o terceiro melhor da liga naquele recorte.

Depois da lesão no tornozelo, Baltimore passou de líder da AFC North, com campanha de 3-1, para o último lugar da divisão, com 4-3. Minter afirmou que a equipe precisa atuar melhor quando não conta com Jackson, embora tenha destacado o nível do quarterback, duas vezes eleito MVP.

Cinco anos antes, Jackson sofreu a primeira lesão significativa da carreira na NFL ao ser retirado de campo em Cleveland, em dezembro. Ao tentar escapar do pocket, caiu após o linebacker Jeremiah Owusu-Koramoah mergulhar em direção aos seus calcanhares. A contusão óssea no tornozelo direito, inicialmente considerada pouco grave, tirou Jackson dos quatro jogos finais da temporada, todos derrotas dos Ravens. Baltimore passou de líder da AFC North, com campanha de 8-5, a ficar fora dos playoffs. O então técnico John Harbaugh disse que a previsão de retorno era incerta: Jackson acreditou, primeiro, que poderia voltar na semana seguinte e depois garantiu que retornaria, mas acabou não jogando novamente naquela temporada.

Na temporada seguinte, Jackson sofreu uma entorse no ligamento colateral posterior do joelho esquerdo após ser derrubado pelo linebacker Jonathon Cooper. Ele perdeu os cinco últimos jogos da temporada regular e a partida de wild card contra o Cincinnati Bengals. Três dias antes do confronto, informou nas redes sociais que o joelho continuava instável e descreveu a lesão como uma entorse de grau 2, próxima de uma distensão de grau 3. Baltimore perdeu por 24-17; um fumble do reserva Tyler Huntley em uma tentativa de avanço na linha de gol terminou em um retorno de 98 jardas para touchdown do Bengals.

Em uma temporada posterior, no fim de setembro, Jackson deixou uma derrota para o Kansas City Chiefs no terceiro quarto, após ser derrubado pelo defensive end George Karlaftis, e perdeu os três jogos seguintes. Depois de voltar, não pareceu estar totalmente recuperado. Como titular no restante da temporada, teve campanha de 8-5, lançou 17 touchdowns e sete interceptações e correu para uma média de 25 jardas nos 13 jogos finais. Jackson disse que se arrependeu de ter voltado cedo demais da lesão na coxa.

O cornerback Marlon Humphrey criticou o que considera tratamento desigual dado a Jackson quando ele se machuca. Humphrey afirmou que o quarterback costuma ser alvo de críticas e manchetes que, na avaliação dele, não aparecem da mesma forma para outros jogadores. Também disse acreditar que Jackson jogará sempre que estiver saudável o suficiente.

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49ers readquire DeForest Buckner em troca por escolha de quarta rodada de 2027

49ers readquire DeForest Buckner em troca por escolha de quarta rodada de 2027

San Francisco recebeu o defensive tackle do Indianapolis Colts em troca de uma escolha de quarta rodada do draft de 2027. O negócio marca o retorno de Buckner aos 49ers, equipe que o selecionou em 2016.

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O San Francisco 49ers adquiriu o defensive tackle DeForest Buckner, três vezes selecionado para o Pro Bowl, do Indianapolis Colts. Em troca, o Colts recebeu uma escolha de quarta rodada do draft de 2027.

A negociação foi o segundo grande acordo do Colts com uma equipe da NFC West naquele dia. Antes, Indianapolis havia trocado o guard Quenton Nelson, oito vezes selecionado para o Pro Bowl, com o Seattle Seahawks.

Buckner, de 32 anos, retorna a San Francisco, onde atuou nas quatro primeiras temporadas da carreira. O 49ers o selecionou com a sétima escolha do draft de 2016 e o negociou com o Colts após a temporada de 2019, que terminou com a equipe na disputa do Super Bowl. Na ocasião, San Francisco recebeu uma escolha de primeira rodada antes de Buckner assinar uma extensão de contrato lucrativa.

O gerente-geral do 49ers, John Lynch, já havia descrito a troca de Buckner para Indianapolis, em 2020, como a decisão mais difícil de seus dez anos no cargo. Agora, o jogador volta à equipe enquanto San Francisco busca reforçar uma linha defensiva afetada por lesões.

O 49ers vinha de uma derrota em Atlanta na qual pressionou o quarterback Michael Penix Jr., do Falcons, em apenas três de 34 dropbacks. De acordo com dados da ESPN Research, a equipe tinha uma taxa de pressão de 23% quando usava quatro ou menos jogadores na perseguição ao quarterback, a segunda pior marca da NFL.

Buckner deve atuar ao lado de Osa Odighizuwa no interior da linha defensiva. San Francisco passou boa parte da temporada sem os tackles Alfred Collins, com lesão no tendão patelar, C.J. West, com problema no joelho, e James Thompson Jr., com lesão no tornozelo. Os defensive ends Nick Bosa, com problema na panturrilha, e Sam Okuayinonu também ficaram fora de toda ou de parte da temporada.

Buckner soma quatro sacks na temporada. Esse total supera o de qualquer jogador do 49ers após sete semanas e está empatado com Adetomiwa Adebawore como o maior do Colts. Desde que entrou na NFL, em 2016, ele é um de quatro jogadores com pelo menos 75 sacks e 25 passes desviados, ao lado de T.J. Watt, Cameron Jordan e Chris Jones.

O defensive tackle está no último ano de seu contrato com Indianapolis e poderá se tornar agente livre irrestrito após a temporada. Como veterano com 11 anos de NFL, a escolha compensatória mais alta que o Colts poderia receber caso ele assinasse com outra equipe na offseason seria uma seleção de quinta rodada de 2028. Com a troca, a franquia garantiu uma escolha de quarta rodada de 2027.

Buckner demonstrou frustração após a terceira derrota consecutiva do Colts, contra o Minnesota Vikings. Questionado sobre as dificuldades recentes da equipe, respondeu de forma ríspida: “Não sei. Que tal você adivinhar? Estou frustrado. A mesma coisa. Nós perdemos.”

Depois da partida, também foi perguntado sobre o que precisava mudar para a equipe reagir. “Não sei”, disse. “Não posso dizer.” Buckner havia demonstrado lealdade ao Colts ao longo de temporadas marcadas por colapsos no fim do ano, assinando mais de uma extensão e mantendo confiança na montagem do elenco pelo então gerente-geral Chris Ballard, que foi demitido.

O retorno de Buckner se soma às voltas de Deebo Samuel e Dre Greenlaw, jogadores que deixaram San Francisco e depois retornaram à região da baía em busca de um título do Super Bowl.

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Giants colocam Tyrone Tracy Jr. na lista de contundidos; Singletary deve ganhar espaço

Giants colocam Tyrone Tracy Jr. na lista de contundidos; Singletary deve ganhar espaço

O running back Tyrone Tracy Jr. será afastado por pelo menos quatro jogos após sofrer uma lesão no tendão da coxa. Devin Singletary deve ter mais participação no ataque do New York Giants durante a ausência.

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O New York Giants colocará Tyrone Tracy Jr. na lista de contundidos por causa de uma lesão no tendão da coxa, anunciou o gerente-geral Joe Schoen na terça-feira. A medida exige que o running back fique fora por pelo menos quatro jogos, embora Schoen não espere que a lesão seja de longo prazo.

Tracy se machucou na vitória por 27 a 21 sobre o Houston Texans, no domingo. Ele deixou a partida ainda no primeiro tempo, depois de participar de 10 jogadas ofensivas; Cam Skattebo esteve em campo em 13.

Devin Singletary, autor do touchdown da vitória contra Houston, deve assumir uma função maior enquanto Tracy estiver fora. O Giants também vai promover o running back Greg Desrosiers do practice squad do Los Angeles Chargers para ocupar a vaga de Tracy no elenco.

"Temos muita confiança em Skattebo e Singletary. E vamos ver o que Greg pode fazer", disse Schoen.

O Giants está em semana de folga e volta a jogar em 7 de novembro, contra o Philadelphia Eagles. A equipe tem campanha de 4-2-1.

Skattebo correu para 124 jardas contra o Texans, melhor marca da carreira, incluindo 97 jardas no segundo tempo. Na partida anterior, uma derrota para o New Orleans Saints, ele não teve nenhuma tentativa de corrida.

Antes da lesão, Tracy havia marcado touchdowns em semanas consecutivas e anotou um touchdown terrestre no primeiro quarto contra Houston. O running back, de 26 anos, chegou à temporada com a expectativa de dividir as carregadas com Skattebo.

A participação de Tracy havia diminuído após um bloqueio perdido na pré-temporada que levou o quarterback Jaxson Dart à área de atendimento e um fumble na estreia contra o Dallas Cowboys. Nas três partidas seguintes, ele teve apenas duas carregadas e atuou principalmente em equipes especiais. Depois, voltou gradualmente à rotação e igualou sua maior marca da temporada, com seis carregadas, antes de se machucar contra o Texans.

Tracy disse que sentiu o problema no tendão da coxa pela primeira vez durante um treino no início da semana. Após a vitória sobre Houston, ele estava animado, e a lesão não parecia grave naquele momento.

Escolhido na quinta rodada do draft após jogar por Iowa, Tracy ultrapassou mil jardas combinadas de corrida e recepção em cada uma de suas duas primeiras temporadas com o Giants. Nesta temporada, soma 55 jardas e dois touchdowns em 19 carregadas.

Schoen também comentou a possibilidade de buscar reforços por troca. Ele não descartou movimentações, mas afirmou que o Giants tem poucas escolhas no próximo draft e que qualquer negociação precisa fazer sentido tanto no curto quanto no longo prazo. A equipe já não tem escolhas de quarta e quinta rodadas no draft de 2027.

O gerente-geral disse que o clube está avaliando as opções e conversando com equipes que começaram a negociar jogadores. Houve especulação sobre a disponibilidade de Jonathan Taylor, do Indianapolis Colts, mas Schoen não confirmou uma negociação pelo running back.

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Montez Sweat retorna aos Bears após suspensão de dois jogos por teste positivo

Montez Sweat retorna aos Bears após suspensão de dois jogos por teste positivo

Reintegrado em 23 de outubro, o defensive end disse que o resultado foi acidental e assumiu responsabilidade. Sweat perdeu duas partidas de Chicago e sofreu consequências financeiras previstas em seu contrato.

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Montez Sweat foi reintegrado aos Bears em 23 de outubro, um dia depois da vitória de Chicago sobre os Patriots. O defensive end cumpriu suspensão de dois jogos e deve voltar a atuar na Semana 8, quando a equipe enfrenta os Seahawks no Monday Night Football.

Sweat afirmou que o resultado positivo em um teste foi acidental e que a suspensão o surpreendeu. Ele disse que não pretendeu trapacear e que seguirá em frente, embora tenha descrito como devastador ficar afastado do time e lidar com o impacto da punição sobre sua reputação.

O jogador não revelou o que levou ao teste positivo nem quando fez o exame. Também esclareceu que não houve irregularidade por parte das equipes de nutrição ou preparação física dos Bears. Sweat disse que não considerou recorrer da suspensão e assumiu total responsabilidade, mas não se comprometeu a fazer mudanças específicas em sua rotina para evitar outro resultado positivo.

O defensive end afirmou que está entrando em seu oitavo ano na NFL e que nunca havia tido um teste positivo desse tipo. Segundo ele, pretende retomar sua rotina habitual.

A suspensão tirou Sweat das vitórias consecutivas de Chicago sobre Falcons e Patriots. O técnico Ben Johnson descreveu a temporada de 2025 do jogador como a melhor de sua carreira como profissional e afirmou que ele vinha afetando os quarterbacks de uma maneira diferente. Sweat disse que foi difícil encarar Johnson depois de saber da punição, mas que precisava fazê-lo para seguir em frente.

Sweat é o jogador defensivo mais bem pago de Chicago. Ele assinou um contrato de quatro anos e US$ 98 milhões, com média anual de US$ 24,5 milhões, após ser trocado para os Bears em 2023. Naquele ano, somou o recorde pessoal de 12,5 sacks entre sua passagem por Washington e Chicago. Em 2025, registrou sua segunda temporada com pelo menos dez sacks, terminando com dez.

A punição também teve impacto financeiro. Sweat perdeu US$ 2,3 milhões de seu salário-base de 2026 por ficar fora dos dois jogos. As garantias dos US$ 12,7 milhões restantes que lhe são devidos nesta temporada e de todos os anos futuros foram anuladas; entre esses valores estão US$ 21 milhões previstos para 2027.

Em sua campanha de 2025, Sweat ocupa o quarto lugar dos Bears com dois sacks. Ele também soma sete tackles, incluindo dois para perda de jardas. O jogador disse que aceitará as consequências e que seu foco agora é continuar atuando.

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Colts trocam DeForest Buckner e Quenton Nelson e iniciam reconstrução

Colts trocam DeForest Buckner e Quenton Nelson e iniciam reconstrução

Indianapolis negociou o defensive tackle DeForest Buckner com o San Francisco 49ers e o guard Quenton Nelson com o Seattle Seahawks. As trocas ocorreram após a demissão do general manager Chris Ballard e renderam escolhas de Draft para os Colts.

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Os Indianapolis Colts negociaram DeForest Buckner e Quenton Nelson na terça-feira, em uma mudança que marca o início de uma reconstrução da franquia. Buckner foi enviado ao San Francisco 49ers, equipe que o selecionou no Draft e o negociou com Indianapolis em 2020. Nelson seguirá para o Seattle Seahawks.

As duas trocas aconteceram depois da demissão do general manager Chris Ballard, na semana anterior. O assistente de general manager Ed Dodds conduziu as negociações, que ocorreram enquanto ambos os jogadores estavam no último ano de seus contratos e tinham futuro incerto em Indianapolis.

A decisão veio após uma sequência de três derrotas dos Colts. Depois de perder para o Minnesota Vikings e cair para uma campanha de 2-5, Buckner expressou frustração com o resultado: “Estou frustrado. A mesma coisa. Perdemos.”

A franquia não conquista a AFC South desde 2014 e não vence uma partida de playoffs desde 2018. Sua última participação na pós-temporada foi em 2020. Nos cinco anos anteriores à reportagem, Indianapolis teve média de 7,6 vitórias por temporada.

As negociações também ajudam a recompor o capital de Draft dos Colts. A troca de Nelson rendeu uma escolha de terceira rodada em 2027 e uma de quinta rodada em 2028, ambas do Seattle. Por Buckner, Indianapolis recebeu uma escolha de quarta rodada em 2027 do San Francisco.

Os Colts não têm escolha de primeira rodada em 2027: o direito foi enviado ao New York Jets para concluir a troca de Sauce Gardner realizada no ano anterior. Com as escolhas recebidas nas negociações, Indianapolis conta com uma escolha de segunda rodada, duas de terceira e duas de quarta rodada em 2027.

Outros jogadores dos Colts, incluindo o running back Jonathan Taylor, o nose tackle Grover Stewart e o wide receiver Josh Downs, despertam interesse de outras equipes. A franquia também tem projeção de mais de US$ 60 milhões em espaço no teto salarial na próxima primavera. Uma troca de Taylor ou uma saída do quarterback Daniel Jones poderia ampliar esse valor.

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Seahawks trocam escolhas de 2027 e 2028 por Quenton Nelson, dos Colts

Seahawks trocam escolhas de 2027 e 2028 por Quenton Nelson, dos Colts

Seattle adquiriu o guard Quenton Nelson em troca com Indianapolis. O jogador, oito vezes selecionado para o Pro Bowl, chega para reforçar a linha ofensiva dos Seahawks.

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O Seattle Seahawks adquiriu o guard Quenton Nelson, do Indianapolis Colts, em troca de uma escolha de terceira rodada do draft de 2027 e outra de quinta rodada de 2028. Green Bay Packers, Chicago Bears e Philadelphia Eagles também demonstraram diferentes níveis de interesse no jogador, informou uma fonte à ESPN.

Nelson, de 30 anos, foi selecionado para o Pro Bowl em cada uma de suas oito primeiras temporadas na NFL. Draftado pelos Colts na sexta posição geral em 2018, vindo de Notre Dame, ele também recebeu três indicações ao primeiro time All-Pro, entre 2018 e 2020.

A chegada do guard reforça uma linha ofensiva de Seattle que teve dificuldades em alguns momentos para proteger o quarterback Sam Darnold e abrir espaços para o jogo terrestre. Os Seahawks ocupam a 21ª posição em taxa de vitórias na proteção ao passe, com 46,8%.

Nas derrotas para o San Francisco 49ers e o Denver Broncos, Seattle cedeu, somadas, dez sacks e 26 hits no quarterback. Contra o Kansas City Chiefs, em uma atuação mais sólida, Darnold não sofreu sacks e foi atingido duas vezes.

Nelson atuou exclusivamente como left guard em suas nove temporadas na NFL. Grey Zabel, escolha de primeira rodada de Seattle em 2025, é o titular da posição, embora também tenha jogado como right guard na universidade. Anthony Bradford ocupa a vaga de right guard desde 2023; ele voltou recentemente da injured reserve e está no último ano de seu contrato de calouro.

Para abrir espaço para Nelson no elenco de 53 jogadores, os Seahawks dispensaram o guard Christian Haynes, escolha de terceira rodada em 2024. Haynes foi titular nos cinco jogos mais recentes da equipe durante a ausência de Bradford.

O contrato de Nelson com os Colts está na temporada final e prevê salário-base de US$ 16 milhões em 2026. Ele não chegou a um acordo de extensão antes do início da temporada. Na semana passada, ao ser questionado sobre seu futuro em Indianapolis, disse: “Não tenho dúvidas. Deixo isso nas mãos de Deus e estou focado em dar o meu melhor todos os dias, em tudo o que faço, e em me entregar completamente em campo.”

Sobre sua passagem pelos Colts, Nelson afirmou que ama Indianapolis, onde conheceu a esposa, e que valoriza a organização e as amizades construídas ao longo da carreira. A equipe deve colocar o calouro Jalen Farmer na formação titular; ele era visto como um futuro titular, mas ainda aguardava uma oportunidade.

A troca é mais uma movimentação de impacto no prazo de negociações do gerente-geral John Schneider. Em temporadas anteriores, Seattle adquiriu o safety Quandre Diggs, em 2019; o defensive end Carlos Dunlap, em 2020; o defensive tackle Leonard Williams, em 2023; o linebacker Ernest Jones IV, em 2024; e o wide receiver e retornador Rashid Shaheed, em 2025.

Os Seahawks acumularam capital adicional para o draft de 2027, incluindo cinco escolhas compensatórias projetadas por saídas de agentes livres: o outside linebacker Boye Mafe, o safety Coby Bryant, o cornerback Riq Woolen e o running back Kenneth Walker III. Também está entre os fatores citados a contratação do ex-executivo de Seattle Nolan Teasley como gerente-geral do Minnesota Vikings.

Seattle começou a temporada com continuidade na linha ofensiva, mantendo todos os titulares de 2025. Bradford, porém, perdeu cinco jogos por causa de uma lesão no joelho. O left tackle Charles Cross deve desfalcar a equipe por um período após sofrer uma lesão no tornozelo contra Kansas City, o que deve levar Josh Jones a atuar em seu lugar.

Os Seahawks, atuais campeões do Super Bowl, estão com campanha de 4-3 após vencerem os Chiefs no domingo à noite. Na NFC West, estão dois jogos atrás do 49ers, que tem campanha de 6-1.

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Matt LaFleur admite chance de retorno de Micah Parsons aos treinos na próxima semana

Matt LaFleur admite chance de retorno de Micah Parsons aos treinos na próxima semana

O técnico do Green Bay Packers, Matt LaFleur, afirmou que existe a possibilidade de Micah Parsons voltar a treinar na próxima semana, mas ressaltou que a decisão depende da equipe médica.

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LaFleur mudou o tom ao responder sobre um possível retorno de Parsons aos treinos. Nas últimas seis semanas, o treinador vinha descartando a possibilidade de forma direta; na terça-feira, reconheceu que há uma chance, embora nada esteja definido.

A decisão cabe à equipe médica, disse LaFleur, que também afirmou estar ansioso pelo retorno do jogador. Parsons segue na lista de atletas fisicamente incapazes de atuar (PUP).

Parsons rompeu o ligamento cruzado anterior e o menisco do joelho esquerdo em 14 de dezembro do ano passado e passou por cirurgia duas semanas depois. Quando um jogador da lista PUP volta a treinar, a equipe tem três semanas para incluí-lo no elenco ou colocá-lo na lista de contundidos.

Mesmo que Parsons retome os treinos na próxima semana, a possibilidade de jogar na Semana 9, contra o New England Patriots, é considerada altamente improvável. O Packers não realiza treinos regulares nesta semana por causa do jogo de quinta-feira contra o Carolina Panthers, o que também explica por que a equipe não abriu a janela de treinos do defensor agora.

Depois da partida contra o Patriots, o Green Bay recebe o Minnesota Vikings na Semana 10 e terá folga na Semana 11. Com esse calendário, Parsons pode ficar fora de jogos até o primeiro compromisso após a semana de descanso, em 25 de novembro, contra o Los Angeles Rams.

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