
Iowa, Kentucky, UCLA e USC: análise aponta forças e riscos na disputa pelo playoff universitário
A análise da ESPN examina o início das quatro equipes, a possibilidade de manter o desempenho e os desafios restantes. O texto também destaca Jeremiah Smith, de Ohio State, como favorito ao Heisman pela terceira semana consecutiva.
A ESPN avaliou Iowa, Kentucky, UCLA e USC entre as equipes invictas ou com uma derrota no Top 25, considerando o que impulsiona seus resultados, a sustentabilidade do desempenho, os principais riscos e o calendário restante. A análise também abordou a disputa pelo Heisman Trophy, na qual Jeremiah Smith, wide receiver de Ohio State, aparece como favorito.
Iowa
Iowa construiu uma identidade ofensiva baseada no jogo terrestre, apoiado por uma linha ofensiva forte e liderado por Kamari Moulton. A equipe tem média de seis jardas por corrida, empatada na liderança da Big Ten. Contra Washington, os Hawkeyes somaram 263 jardas terrestres e 41 pontos sem depender de turnovers ou pontuações da defesa.
A defesa contra a corrida e a capacidade de tackle são apontadas como qualidades que podem se manter. Os adversários marcaram touchdowns em oito de 17 idas à red zone, enquanto Iowa forçou apenas cinco turnovers. Para a análise, isso indica que a campanha de 5-1 não foi construída sobre uma quantidade elevada de recuperações de bola.
A dependência do roteiro da partida, porém, é um risco. Na derrota para Ohio State, quando os Buckeyes neutralizaram o jogo terrestre, Iowa conseguiu apenas 39 jardas corridas. Na vitória por 20 a 19 sobre Michigan, os Hawkeyes também foram superados em jardas totais, por 429 a 285, e tiveram somente 58 jardas terrestres.
O calendário ainda oferece um caminho para 11 vitórias, mas, segundo a análise, não necessariamente para um currículo forte. Um resultado de 11-1, com a única derrota para Ohio State, provavelmente colocaria Iowa no playoff. Com campanha de 10-2, a candidatura ficaria mais frágil: Michigan seria uma vitória menos expressiva, e Northwestern era a única outra equipe ranqueada mencionada no texto.
Kentucky
Kentucky tem forçado 12 turnovers, e a análise descreve a equipe como muito dependente de vencer essa disputa para ganhar partidas. O ataque é concentrado no jogo terrestre e converte 27% das terceiras descidas.
A defesa não apresenta uma base confiável nos números citados: está fora das 80 melhores equipes contra a corrida, em tackles e em cobertura, além de ter uma pressão ao quarterback considerada mediana. Os adversários marcaram touchdowns em 18 de 25 oportunidades na red zone, o que deixa a defesa dependente de turnovers para encerrar campanhas.
As vitórias sobre South Carolina e LSU vieram por um ponto, na prorrogação, em semanas consecutivas. Kentucky forçou dois turnovers em cada jogo. Já contra Alabama, sem conseguir as recuperações de bola, perdeu por 45 a 17 e produziu 209 jardas.
O restante do calendário inclui jogos fora de casa contra Oklahoma, Tennessee e Missouri, além de partidas em casa contra Vanderbilt, Florida e Louisville. A análise considera que Kentucky pode construir um currículo relevante, mas avalia que a fórmula atual é pouco sustentável por depender da segurança da bola, de turnovers e de vitórias apertadas.
UCLA
UCLA tem média de 253 jardas terrestres por jogo e 6,1 jardas por corrida, além de uma defesa entre as 15 melhores. A equipe controla a posse, força os adversários a passar e ataca a bola. A análise atribui a esse estilo as 19 recuperações de bola, mas ressalta que manter esse ritmo é improvável, especialmente com uma pressão ao quarterback considerada comum.
Na vitória por 17 a 15 sobre Oregon, UCLA limitou o adversário a 272 jardas e controlou o tempo de posse. Oregon, porém, cometeu sete turnovers, e os Bruins não conseguiram transformar essas oportunidades em uma vantagem maior.
Nico Iamaleava tinha quatro passes para touchdown e quatro interceptações. A análise informa que ele deve perder o restante da temporada, o que altera as perspectivas da equipe. Ty Dieffenbach é apontado como o quarterback que precisa se adaptar rapidamente.
Antes de encerrar a temporada fora de casa contra Michigan e receber USC, UCLA enfrenta Wisconsin, Michigan State, Nevada, Minnesota e Illinois, jogos descritos como administráveis. A análise vê mais sustentabilidade em UCLA do que em Kentucky e considera que os Bruins podem ter um currículo mais forte que Iowa, mas afirma que a defesa carrega a equipe e que o ataque precisa deixar de ser tão unidimensional.
USC
O ataque é apresentado como a força mais sustentável de USC. Jayden Maiava tem média de 9,1 jardas por tentativa, com 18 passes para touchdown e três interceptações. A linha ofensiva oferece proteção, e o grupo de recebedores conta com Kayden Dixon-Wyatt, Trent Mosley e Zacharyus Williams.
A principal fragilidade está na defesa, sobretudo na cobertura. USC cede 239 jardas aéreas por jogo, marca que ocupa a 92ª posição, e 8,4 jardas por passe, a 112ª. A equipe tem uma boa pressão ao quarterback, mas, quando não consegue chegar ao passador, a secundária fica exposta. Rutgers produziu 460 jardas e Oregon, 504; os adversários marcaram em 17 de 26 oportunidades na red zone.
USC consegue usar o passe para voltar às partidas, mas o calendário torna esse caminho exigente. Na derrota por 41 a 27 para Oregon, a defesa enfrentou outro ataque forte e os Trojans não conseguiram pontuar o suficiente. A análise afirma que USC provavelmente precisa terminar com quatro vitórias em cinco jogos, incluindo triunfos sobre dois entre Ohio State, Indiana e UCLA, para ter um currículo incontestável. Uma campanha de 9-3 deixaria a equipe fora do playoff, segundo o texto.
A análise também apresenta uma projeção de mais de 8,5 vitórias para USC, com cotação de +150, e observa que, com campanha de 6-1, a equipe precisa vencer três dos cinco jogos restantes para chegar a nove vitórias. O caminho prático citado inclui Maryland e Wisconsin, além de uma vitória contra Ohio State, Indiana ou UCLA. As cotações mencionadas são atribuídas à DraftKings e podem mudar.
Disputa pelo Heisman
Jeremiah Smith, de Ohio State, é o favorito ao Heisman pela terceira semana seguida, com cotação de -220. O segundo colocado aparece a +1000. A análise destaca que as defesas têm montado planos para marcá-lo com dois ou até três jogadores, sem impedir sua produção.
O próximo jogo de Ohio State, contra Indiana, é apontado como uma oportunidade para Smith ampliar a distância na disputa. Indiana está invicta e ocupa a quinta posição no ranking citado. O texto ressalva que nada fica oficialmente decidido em outubro.
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Mark Pope aceita pressão por título em Kentucky: “vencer tudo ou nada”
O técnico de Kentucky afirmou que a expectativa de conquistar o título faz parte da identidade dos Wildcats. Mark Pope também disse que a equipe está concentrada no trabalho, apesar de previsões que a colocam em sétimo na SEC.
Mark Pope afirmou que encara como parte da identidade de Kentucky a pressão por conquistar o título nacional. O técnico falou sobre as expectativas durante o SEC Tipoff, realizado em Birmingham na quarta-feira, e relembrou sua experiência como capitão dos Wildcats na equipe campeã de 1996, que encerrou um jejum de 18 anos.
Pope recordou que aquele grupo sentia a cobrança sobre Rick Pitino, que não havia conquistado um título nacional em suas seis primeiras temporadas. Segundo o treinador, o elenco começou aquela temporada sabendo que a expectativa era vencer tudo ou considerar o ano um fracasso — uma pressão que, para ele, continua presente em Kentucky.
“Como atleta, você procura um lugar onde exista pressão. É isso que você quer: o momento de pressão”, disse Pope, ao explicar que a cobrança é um dos aspectos que tornam Kentucky especial.
As previsões da imprensa, porém, colocaram os Wildcats abaixo das expectativas tradicionais. Uma pesquisa de pré-temporada com integrantes da mídia da SEC e nacional, divulgada na segunda-feira, projetou Kentucky em sétimo lugar na conferência. Nenhum jogador da equipe foi escolhido para o primeiro time da SEC: Milan Momcilovic entrou no segundo time, e Malachi Moreno, no terceiro.
Pope afirmou que a equipe não dedica muito tempo às pesquisas e concentra seus esforços no trabalho e nas vitórias. Para o treinador, a opinião relevante é a que existe dentro do vestiário.
Como exemplo, ele citou o time de futebol americano de Kentucky, comandado pelo técnico de primeiro ano Will Stein. A equipe havia sido projetada pela mídia para terminar em 14º lugar, mas, no momento mencionado por Pope, ocupava a terceira posição, com campanha de 3-1 na conferência e 4-1 no total.
O treinador também criticou as previsões após a equipe de futebol americano ter sido retirada do top 25 depois de vencer fora de casa um adversário da SEC. Pope afirmou que os jogadores responderam em campo e mencionou outra vitória expressiva contra LSU.
No basquete, Kentucky aparece em 25º lugar no ranking de pré-temporada do Top 25 da ESPN. A pressão sobre Pope também se relaciona aos resultados de suas duas primeiras temporadas: a primeira terminou com eliminação no Sweet 16, e a segunda, no Round of 32.
Apesar disso, Pope demonstrou confiança e otimismo em relação ao elenco para o início da temporada. Ele destacou a composição do grupo, com armadores principais e pivôs, e descreveu a equipe como alta e habilidosa no ataque. Também afirmou que considera este o melhor time de arremesso que já treinou.
Na defesa, o técnico disse que Kentucky dependerá do tamanho, da conexão entre os jogadores e da inteligência coletiva. Pope afirmou que vê potencial para a equipe se tornar uma grande defesa coletiva.
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Power Rankings da Semana 6 trazem mudanças após caos no futebol americano universitário
A Semana 6 da temporada universitária de futebol americano foi marcada por surpresas e reviravoltas, com quatro times não ranqueados vencendo adversários ranqueados e partidas cheias de turnovers. O ranking Top 25 sofreu alterações significativas, refletindo o impacto dos resultados inesperados e lesões em equipes importantes.
A sexta semana da temporada universitária de futebol americano foi uma das mais caóticas até agora, com resultados surpreendentes que alteraram o panorama do Top 25. Quatro times não ranqueados conseguiram derrotar adversários ranqueados, incluindo a vitória do No. 21 UCLA sobre o No. 13 Oregon em Eugene, em um jogo marcado por 10 turnovers.
O No. 2 Georgia conquistou uma vitória importante fora de casa contra o No. 6 Alabama, mesmo com várias baixas por lesão, incluindo dois dos principais running backs e um alvo na red zone. O quarterback Gunner Stockton foi fundamental, completando 18 de 22 passes para 249 jardas, anotando dois touchdowns e liderando a equipe no momento decisivo.
Na rivalidade Red River, Oklahoma venceu o No. 1 Texas com um field goal de 47 jardas no final do jogo, encerrando uma sequência negativa contra os Longhorns desde 2023. O técnico Steve Sarkisian reconheceu a necessidade de melhorias ofensivas e disse que a equipe vai se levantar, diante de um calendário desafiador nas próximas semanas.
Os Bruins, sob o comando do técnico Bob Chesney, mantiveram a invencibilidade (5-0) com uma vitória apertada contra Oregon, mesmo com o quarterback titular deixando o jogo lesionado e muitos turnovers. A defesa dos Bruins forçou sete turnovers e sustentou a vantagem, colocando o time na conversa para o College Football Playoff.
Outros destaques incluem o desempenho do freshman Jonaz Walton no Notre Dame, que vem se firmando como uma arma ofensiva legítima, e a situação do Texas Tech, que chegou à bye week com 5-0, apesar dos desafios ofensivos e da inelegibilidade de um dos quarterbacks.
No Missouri, o running back Jamal Roberts tem se destacado com duas partidas consecutivas de mais de 200 jardas corridas, compensando a ausência do líder de jardas da SEC de 2025. Já Kentucky mostrou resiliência ao vencer dois jogos consecutivos na prorrogação por um ponto, um feito inédito desde 1996.
Lesões continuam sendo um fator importante, com jogadores-chave como Kamario Taylor (Mississippi State) e Xavier Lucas (Miami) com situação indefinida para retornar.
Com a temporada chegando à metade, as equipes enfrentam desafios tanto dentro quanto fora de campo, e o ranking Top 25 reflete a imprevisibilidade e competitividade do futebol americano universitário.
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Governador de Ohio assina ordem permitindo quinto ano de elegibilidade para atletas de 2022
O governador de Ohio, Mike DeWine, assinou uma ordem executiva que permite a atletas que se formaram no ensino médio em 2022 jogarem um quinto ano em universidades do estado, contrariando a regra da NCAA.
O governador de Ohio, Mike DeWine, assinou uma ordem executiva que concede às universidades públicas e privadas do estado a opção de permitir que atletas que se formaram no ensino médio em 2022 tenham um quinto ano de elegibilidade para competir, mesmo com a nova regra da NCAA que exclui atletas que já jogaram quatro temporadas.
DeWine afirmou que "quando as regras mudam, a justiça deve permanecer parte da equação" e que deseja que os atletas de Ohio tenham as mesmas oportunidades que os de outros estados.
A NCAA, por meio de seu presidente Charlie Baker, respondeu que o governador não pode legislar regras de elegibilidade da entidade e criticou a iniciativa, defendendo que um único político criando regras para vantagem própria não é adequado para competições esportivas. Baker também pediu que o Congresso aprove o Protect College Sports Act, um projeto de lei que visa estabelecer limites sobre como as universidades podem pagar seus atletas e quais direitos eles têm para recorrer judicialmente.
Até o momento, não houve resposta oficial da NCAA ou das oito equipes da Divisão I de Ohio, incluindo Ohio State, Cincinnati e as seis equipes da Mid-American Conference.
O vice-governador Jim Tressel, ex-treinador com títulos nacionais em Ohio State e Youngstown State, ressaltou a importância de não privar os atuais atletas das mesmas oportunidades que seus colegas.
A ordem executiva de Ohio lembra a decisão da Califórnia de permitir pagamentos por nome, imagem e semelhança (NIL), que foi rapidamente adotada por outros estados, forçando a NCAA a aceitar essa mudança.
A regra de elegibilidade da NCAA está sendo contestada em vários tribunais nos EUA, com ações judiciais argumentando que a exclusão da classe de 2022 é injusta e limita suas oportunidades de ganhos com NIL e participação na receita gerada pelas universidades.
No mesmo dia da ordem de Ohio, um advogado representando atletas em um processo judicial importante respondeu a perguntas de juízes federais que demonstraram ceticismo sobre a capacidade dos jogadores de quantificar o prejuízo econômico sofrido.
Um tribunal inferior havia concedido inicialmente a esses atletas um quinto ano de elegibilidade, mas essa decisão foi bloqueada por um tribunal de apelações, que ainda não emitiu veredito final.
A decisão judicial pode estabelecer um precedente importante, mas não encerrará necessariamente as disputas legais, que continuam em outros estados como Louisiana, Kentucky, Ohio e Arizona.
Os juízes também questionaram se deveriam adiar a decisão para aguardar a aprovação do Protect College Sports Act pelo Congresso, mas ambos os advogados pediram que o julgamento prossiga devido à janela limitada para os atletas da classe de 2022, com a temporada de futebol americano universitário já em andamento e a de basquete prestes a começar.
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Treinador do Missouri, Gates, mantém a calma diante da incerteza do elenco por decisões judiciais sobre elegibilidade
Mark Mitchell e CJ Gunn, jogadores do Missouri, enfrentam questões judiciais sobre elegibilidade para a temporada. O técnico Dennis Gates afirma estar acostumado com a situação e destaca a transparência e o apoio do elenco.
Mark Mitchell, que não foi selecionado no draft da NBA e concordou com um contrato Exhibit 10 sem assinar, está processando a NCAA para obter elegibilidade nesta temporada. No entanto, um tribunal de apelação dissolveu uma liminar preliminar que permitiria sua participação.
CJ Gunn, que foi o principal pontuador do DePaul na última temporada, também está processando a NCAA para conseguir mais um ano de elegibilidade. Ambos os casos geram incertezas no elenco do Missouri.
O técnico Dennis Gates comentou que está acostumado com essas situações e não as vê como um problema. Ele ressaltou que sempre precisou fazer mais com menos e tomar decisões de última hora, o que lhe permite demonstrar sua capacidade de gestão.
"Sou um CEO, não apenas um treinador de basquete. Sei como gerenciar pessoas, egos e também um vestiário", afirmou Gates. Ele destacou que os jogadores aprovaram a tentativa de adicionar Mitchell e Gunn ao elenco dos Tigers, sem cortes ou manipulações no time.
"Meus jogadores votaram para que esses atletas estivessem aqui. Não precisei tomar essa decisão sozinho. Quando você é transparente com sua equipe, não haverá problemas", disse o treinador.
Gates também comentou que o esporte universitário está vivendo um momento decisivo e que não há motivo para temer as mudanças em curso. Ele comparou a situação à transição do aluguel de filmes físicos para o streaming, enfatizando a necessidade de apoiar os atletas e garantir uma narrativa correta.
O Missouri, que foi previsto para terminar em oitavo na conferência segundo uma pesquisa com membros da mídia da SEC e nacional, inicia a temporada regular contra o Cleveland State em 3 de novembro.
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NFL permite que Zxavian Harris assine com equipes após tentativa frustrada de jogar pelo LSU
A NFL reverteu decisão e liberou o defensive lineman Zxavian Harris para assinar com times nesta temporada, após tentativa de retorno ao futebol universitário pelo LSU não se concretizar.
A NFL mudou sua decisão anterior e declarou que Zxavian Harris, ex-defensive lineman do Mississippi, está livre para assinar com equipes da liga nesta temporada. A mudança ocorreu após uma tentativa fracassada de Harris de retornar ao futebol universitário para jogar pelo LSU.
Segundo um memorando obtido pela Associated Press, a NFL revogou a decisão de 16 de setembro que tornava Harris inelegível para ser contratado durante a temporada de 2026. A justificativa foi que o jogador não participou de nenhum treino oficial ou jogo pelo LSU, o que o torna elegível para assinar com uma equipe da NFL.
O memorando explica que a NFL entrevistou Harris e verificou de forma independente suas atividades após o início dos treinos da liga. A NFL concordou com a argumentação da NFLPA de que "jogar futebol universitário" significa, no mínimo, participar de um treino ou jogo oficial pelo time universitário.
Harris e o tight end do Ole Miss, Dae'Quan Wright, fizeram testes na NFL no verão após não serem selecionados no draft. Ambos tentaram se juntar ao ex-treinador Lane Kiffin no LSU e entraram com processos para recuperar sua elegibilidade no futebol universitário.
Após a Southeastern Conference aprovar uma regra que impede profissionais de retornarem ao futebol universitário e uma corte da Louisiana suspender temporariamente essa restrição, o LSU optou por não incluir os dois jogadores em seu elenco no início da temporada.
Enquanto Harris foi liberado para assinar com times da NFL, Wright permanece impedido pela decisão da liga de 16 de setembro, e seu status não mudou até o momento.
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Bear Alexander não será punido por lance que lesionou quarterback do UCLA
O defensive tackle do Oregon, Bear Alexander, não enfrentará disciplina após um lance controverso que resultou em lesão do quarterback do UCLA, Nico Iamaleava, durante partida entre as equipes.
Durante a partida entre Oregon e UCLA, Bear Alexander, defensive tackle dos Ducks, realizou uma tentativa tardia de desarmar o quarterback Nico Iamaleava, que resultou em uma lesão no joelho do jogador do UCLA. O lance ocorreu no segundo quarto, quando Iamaleava foi tackleado em uma corrida e Alexander girou o capacete do quarterback, desferindo um golpe no queixo, sem conseguir arrancar a bola.
O técnico do Oregon, Dan Lanning, afirmou que Alexander não será punido pelo lance, destacando que o jogador não tinha intenção de machucar o adversário. Lanning explicou que a equipe buscava ser agressiva nas tentativas de desarmar o quarterback durante as corridas, mas reconheceu que o golpe foi tardio e não executado da maneira correta. Alexander terminou o jogo com seis tackles.
O técnico do UCLA, Bob Chesney, expressou preocupação com a gravidade da lesão de Iamaleava e considerou o lance "extremamente grave" e inaceitável no esporte. Chesney não presenciou o golpe ao vivo, mas afirmou que o quarterback relatou ter sido atingido por um soco.
Além disso, Dan Lanning mencionou que o Oregon fará mudanças em sua operação ofensiva, mas não detalhou as alterações para preservar vantagem competitiva. Ele defendeu o coordenador ofensivo Drew Mehringer e sua equipe, afirmando que já estão implementando mudanças na forma de atuação da equipe.



