
Jackie Young lidera Las Vegas Aces na semifinal da WNBA contra Golden State Valkyries
Jackie Young tem sido peça fundamental para os Las Vegas Aces, que buscam empatar a série semifinal da WNBA contra as Golden State Valkyries. A jogadora, conhecida por sua versatilidade e resistência, disputará o segundo jogo da série no Chase Center.
Jackie Young, armadora dos Las Vegas Aces, é apontada como importante para a equipe na busca pela classificação à final da WNBA em 2026. Desde que foi a primeira escolha do draft em 2019, Young participou de quase todos os jogos da equipe, incluindo os playoffs, demonstrando consistência e resistência física e mental.
Aos 29 anos, Young tem médias de 18,9 pontos e 6,8 assistências por jogo na temporada atual, além de 2,3 arremessos de três pontos por partida e 92,8% de aproveitamento nos lances livres. Ela é reconhecida por sua habilidade em marcar, passar e defender, características que a tornam uma jogadora completa e essencial para os Aces.
No primeiro jogo da semifinal contra as Golden State Valkyries, Young teve uma atuação abaixo do esperado, com 11 pontos em 4 de 15 arremessos, mas a equipe espera que ela retome seu nível para o segundo confronto, que será realizado no Chase Center. A treinadora Becky Hammon destacou a capacidade de Young de assumir o controle do jogo em momentos decisivos, ressaltando sua confiança e preparo.
Além de seu desempenho na WNBA, Young tem um histórico de conquistas em todos os níveis do basquete, incluindo títulos estaduais no ensino médio, campeonato universitário pela Notre Dame, medalhas de ouro olímpicas no 5x5 e 3x3, e títulos mundiais. Sua trajetória mostra uma jogadora que evoluiu constantemente, especialmente em sua capacidade de arremesso de longa distância.
O desempenho de Young será importante para que os Aces busquem o título, que pode ser o quarto da franquia, igualando um recorde da liga. O segundo jogo da série está marcado para o dia 7 de outubro de 2026, às 22h30, no Chase Center.
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Lesões de Allisha Gray e Jewell Loyd podem impactar semifinais da WNBA
Allisha Gray está fora do Jogo 2 das semifinais da WNBA devido a uma lesão no dedo, enquanto Jewell Loyd é dúvida por lesão na perna. As ausências podem afetar as estratégias de Atlanta Dream e Las Vegas Aces nas partidas decisivas.
As semifinais da WNBA terão atenção especial às ausências por lesão que podem influenciar o desempenho das equipes. A armadora do Atlanta Dream, Allisha Gray, foi descartada para o Jogo 2 contra o New York Liberty após sofrer uma lesão no dedo no primeiro jogo da série. Já as Las Vegas Aces enfrentam dúvidas importantes: Jewell Loyd está listada como dúvida devido a uma lesão na perna esquerda, enquanto Dana Evans (joelho direito) e Steph Talbot (perna esquerda) também são questionáveis para o confronto contra o Golden State Valkyries.
O Atlanta Dream, que lidera a série melhor de cinco contra o Liberty por 1-0, terá que ajustar sua escalação sem a principal pontuadora Gray, que foi a maior anotadora da equipe na temporada regular (19,0 pontos por jogo) e nos playoffs (22,0 pontos por jogo até a lesão). DeWanna Bonner, que já assumiu mais minutos no último jogo, deve entrar na formação titular para suprir a ausência. Jordin Canada e Rhyne Howard também terão papel fundamental para manter a produção ofensiva do time.
O New York Liberty, adversário do Dream, reconheceu que o terceiro quarto do primeiro jogo foi decisivo para a virada do Dream, e que a equipe precisa voltar a jogar seu estilo ofensivo natural para avançar na série.
Para as Las Vegas Aces, a situação é ainda mais delicada. Jewell Loyd não tem sido a maior pontuadora, mas é uma peça importante ofensiva e defensiva. Ela marcou 11 pontos no Jogo 3 da primeira rodada e contribuiu defensivamente contra Caitlin Clark. A ausência de Loyd e Talbot, que já perdeu jogos por lesão, pode sobrecarregar uma equipe que já perdeu a titular NaLyssa Smith para o restante da temporada.
A equipe de Las Vegas depende muito de suas estrelas A'ja Wilson, Chelsea Gray e Jackie Young, mas agora terá que contar mais com jogadoras como Brianna Turner, Cheyenne Parker-Tyus, Mai Yamamoto e Kierstan Bell para manter o nível competitivo.
O Golden State Valkyries, adversário das Aces, tem demonstrado grande profundidade no elenco, liderando a liga em pontuação e assistências do banco de reservas na temporada regular. A reserva Janelle Salaun, escolhida unânime como Sexta Jogadora do Ano, e a técnica Natalie Nakase têm utilizado estratégias para explorar essa vantagem, como a entrada do novato Aminata Gueye, que teve atuação destacada no primeiro jogo das semifinais.
A profundidade do elenco dos Valkyries pode ser um fator decisivo para a série, especialmente diante das dificuldades de Las Vegas com lesões. O técnico Becky Hammon já declarou ter planos alternativos para lidar com as ausências e enfatizou a necessidade de que as jogadoras disponíveis assumam a responsabilidade.
As semifinais da WNBA continuam com os jogos decisivos na quarta-feira, com o Dream e os Valkyries recebendo seus adversários em casa, buscando avançar para a final da liga.
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Mensagem intensa de Bonner no intervalo impulsiona vitória do Atlanta Dream sobre New York Liberty
DeWanna Bonner motivou o Atlanta Dream no intervalo da semifinal contra o New York Liberty, ajudando a equipe a virar o jogo e vencer por 92 a 82 no primeiro jogo da série melhor de cinco.
No jogo de abertura das semifinais da WNBA, o Atlanta Dream superou uma desvantagem de 40-37 no intervalo para vencer o New York Liberty por 92 a 82 na State Farm Arena. A virada foi impulsionada por uma mensagem intensa de DeWanna Bonner no vestiário, que não quis detalhar o conteúdo, mas que motivou a equipe a retomar sua identidade defensiva e ofensiva.
No terceiro quarto, o Dream roubou a bola nove vezes, convertendo 16 pontos a partir desses turnovers, estabelecendo uma vantagem que manteve até o fim da partida. A equipe marcou 32 pontos no total em pontos de turnovers, igualando recordes da WNBA.
Jordin Canada destacou que a equipe sabia que não jogou bem no primeiro tempo e que a conversa de Bonner no intervalo foi fundamental para a reação. Apesar de um esforço do Liberty no último quarto para reduzir a diferença para cinco pontos, a equipe visitante não conseguiu impedir os ataques do Dream.
O Dream contou com a ausência de Allisha Gray, que sofreu uma lesão na mão esquerda no primeiro tempo e não voltou ao jogo. Mesmo assim, os líderes veteranos Bonner e Canada foram decisivos, somando juntos 48 pontos. Bonner, com 39 anos, marcou 23 pontos, incluindo três cestas de três pontos, e pegou nove rebotes.
A defesa do Dream, liderada por Rhyne Howard, Jordin Canada e Angel Reese, que figuram entre as melhores da liga em roubos de bola, foi crucial para o desempenho da equipe. Reese, que foi eleita a Jogadora Defensiva do Ano, ressaltou a importância da liderança de Bonner para manter o grupo focado.
O técnico Karl Smesko elogiou Bonner como uma peça fundamental para a equipe, destacando sua experiência e desempenho na partida. O segundo jogo da série será novamente na State Farm Arena, em Atlanta, na quarta-feira, antes da série seguir para Nova York para os jogos 3 e 4, se necessário.
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Gabby Williams é elogiada por Joe Lacob como a melhor jogadora do mundo após vitória das Valkyries sobre as Aces
Gabby Williams liderou as Golden State Valkyries na vitória por 71-60 sobre as Las Vegas Aces no Jogo 1 das semifinais da WNBA. O proprietário Joe Lacob declarou que Williams é a melhor jogadora do mundo após sua atuação dominante.
No Chase Center, as Golden State Valkyries venceram as Las Vegas Aces por 71-60 no primeiro jogo das semifinais da WNBA. Gabby Williams foi a grande destaque da partida, anotando 25 pontos, além de 11 rebotes e cinco assistências, tornando-se a primeira jogadora das Valkyries a registrar um jogo de playoffs com pelo menos 25 pontos, 10 rebotes e cinco assistências.
Williams também teve papel fundamental na defesa, limitando as Aces a apenas 29% de aproveitamento nos arremessos, defendendo diretamente a principal jogadora adversária. Ela participou diretamente de 36 pontos da equipe, seja marcando ou assistindo.
O desempenho de Williams impressionou o proprietário das Valkyries, Joe Lacob, que afirmou à ESPN: "Gabby Williams é a melhor jogadora do mundo". Williams, que chegou ao time na offseason, tem evoluído significativamente, terminando em segundo na votação para Jogadora Defensiva do Ano e apresentando um forte desempenho ofensivo nos playoffs, com média de 25 pontos, a terceira maior da pós-temporada.
Durante o jogo, as Valkyries se destacaram no controle dos rebotes, superando as Aces por 52 a 25, a segunda maior diferença em rebotes em um jogo de playoffs na história da WNBA. Essa superioridade ajudou a limitar o ataque das Aces, que marcaram seu menor número de pontos na temporada.
A técnica das Aces, Becky Hammon, reconheceu a dificuldade no rebote e admitiu que a equipe jogou mal, apesar da derrota por apenas 10 pontos. A'ja Wilson foi a principal pontuadora das Aces com 24 pontos, mas teve aproveitamento baixo nos arremessos de quadra.
Williams comentou sobre a competição contra Wilson, destacando o respeito pela adversária e seu foco em vencer. Ela também mencionou a importância do apoio de Lacob, buscando sua energia positiva durante os jogos.
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Janelle Salaün, das Golden State Valkyries, é eleita por unanimidade a Sexta Jogadora do Ano na WNBA
Janelle Salaün, ala das Golden State Valkyries, foi escolhida por unanimidade como a Sexta Jogadora do Ano da WNBA. Ela foi a reserva com melhor desempenho na temporada, contribuindo significativamente para o segundo lugar da equipe na temporada regular.
As Golden State Valkyries celebraram um prêmio individual importante ao entrarem nas semifinais da WNBA. A ala Janelle Salaün foi escolhida por unanimidade como a Sexta Jogadora do Ano, conforme anunciado pela liga.
Salaün recebeu todos os 74 votos de um painel nacional de mídia. Para ser elegível ao prêmio, a jogadora precisava ter atuado mais jogos como reserva do que como titular. Salaün jogou como reserva em todas as 40 partidas que disputou nesta temporada, ajudando as Valkyries a conquistarem uma campanha de 32 vitórias e 12 derrotas, garantindo a segunda posição na classificação para os playoffs.
A jogadora francesa de 1,88m teve média de 12,7 pontos por jogo, a melhor entre todas as reservas que atuaram em pelo menos 20 partidas na temporada. Ela também converteu 93 arremessos de três pontos, além de registrar médias de 4,0 rebotes e 1,2 assistências por jogo.
No ano anterior, Salaün foi titular e integrou a equipe de novatas da franquia na sua primeira temporada na WNBA. Nesta temporada, ela se adaptou a atuar vindo do banco, após as Valkyries reforçarem o elenco com Gabby Williams e Kiah Stokes na agência livre.
Além do desempenho na WNBA, Salaün, de 25 anos, também teve destaque pela seleção francesa, com médias de 11,2 pontos e 5,8 rebotes, conquistando a medalha de prata na Copa do Mundo Feminina da FIBA realizada na Alemanha no mês anterior.
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All-Star Allisha Gray se lesiona na mão e deixa o Jogo 1 da semifinal entre Atlanta Dream e New York Liberty
A jogadora do Atlanta Dream, Allisha Gray, sofreu uma lesão na mão esquerda durante o Jogo 1 da semifinal contra o New York Liberty e precisou deixar a partida antes do fim. O Dream venceu por 92 a 82, mas a ausência de Gray foi sentida na equipe.
Durante o Jogo 1 da semifinal da WNBA entre Atlanta Dream e New York Liberty, realizado no State Farm Arena, Allisha Gray, armadora e quatro vezes All-Star do Dream, sofreu uma lesão na mão esquerda. A lesão ocorreu no final do primeiro quarto, quando Gray deixou a quadra para o vestiário. Ela retornou no início do segundo quarto com os dedos mindinho e anelar da mão esquerda enfaixados, mas abandonou a proteção pouco depois de voltar ao jogo.
Com menos de quatro minutos para o intervalo, Gray aparentou se machucar novamente e precisou sair definitivamente da partida, sendo substituída e não retornando mais. Ela marcou sete pontos em 11 minutos antes da lesão. No terceiro quarto, Gray voltou ao banco do Dream com uma tala no dedo.
O técnico Karl Smesko comentou após a vitória: "Não tenho uma atualização no momento, então esperamos que ela fique bem. Obviamente, ela foi uma grande razão para o nosso sucesso este ano, e foi difícil vê-la sair de quadra. Mas estou muito orgulhoso de como o time se uniu e jogou durante o jogo."
Allisha Gray foi a principal pontuadora do Atlanta Dream na temporada, com médias de 19,0 pontos, 3,5 rebotes, 2,6 assistências e 1,4 roubos de bola por jogo. Ela também liderou a equipe em pontos (22,0 por jogo) durante a varrida na primeira rodada contra o Washington Mystics, garantindo a primeira vaga do Dream nas semifinais desde 2018.
A companheira de equipe Jordin Canada ressaltou a importância de Gray para o time: "Nunca queremos ver uma colega se machucar. Sabemos que Lish é uma peça fundamental para o nosso time. Ela contribui muito ofensiva e defensivamente. Mas temos a mentalidade de "próximo homem". Dissemos a ela que estávamos com ela e que quem entrasse no lugar dela, seja do banco ou titular, teria que dar o seu melhor. Dissemos isso no intervalo e antes do terceiro quarto. Acho que todos se uniram e fizeram seu papel."
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Natalie Nakase pronta para comandar Valkyries nas semifinais da WNBA após colapso em quadra
A técnica Natalie Nakase está recuperada e preparada para liderar o Golden State Valkyries no Jogo 1 das semifinais contra o Las Vegas Aces, após sofrer um colapso por exaustão no último jogo da primeira fase.
Natalie Nakase, treinadora do Golden State Valkyries, confirmou que está apta para comandar a equipe no Jogo 1 das semifinais da WNBA contra o Las Vegas Aces, no Chase Center.
Nakase sofreu um colapso por exaustão no último jogo da primeira fase, quando o Valkyries venceu o Dallas Wings por 77 a 73 após uma recuperação de 16 pontos. O episódio ocorreu com 1:40 restante na partida, quando a técnica caiu no chão próxima ao banco de reservas. Ela foi auxiliada pela preparadora física Katelin Knox, mas conseguiu terminar o jogo.
Após o ocorrido, Nakase foi examinada por um médico no sábado, dia de folga antes do início da série semifinal, e disse estar bem o suficiente para treinar. A treinadora de 46 anos afirmou que o episódio foi um alerta para cuidar melhor da sua saúde física e mental, considerando medidas como o uso de monitor cardíaco e a redução da carga de trabalho extra, como a diminuição do tempo dedicado a análises de vídeo.
Nakase destacou a importância de organizar melhor suas rotinas matinais e adaptar-se às mudanças nos horários dos jogos. Ela não se dirigiu à equipe imediatamente após a vitória contra o Wings, saindo da quadra após o apito final escoltada por um membro da comissão técnica.
No confronto das semifinais, Nakase enfrentará Becky Hammon, técnica do Las Vegas Aces, que teve Nakase em sua comissão técnica como assistente entre 2022 e 2024. O Aces é o atual bicampeão da WNBA, tendo conquistado os títulos em 2022 e 2023.
O Golden State Valkyries terminou a temporada regular com campanha de 32 vitórias e 12 derrotas, ocupando a segunda colocação, enquanto o Las Vegas Aces ficou em terceiro, com 31 vitórias e 13 derrotas.
