
José Fernandez, técnico dos Dallas Wings, abre caminho para treinadores latinos na WNBA
José Fernandez, o primeiro técnico latino na história da WNBA, tem liderado a transformação dos Dallas Wings, que passaram de uma das piores equipes para disputar os playoffs em 2026. Sua trajetória inspira outros treinadores latinos a perseguirem seus sonhos na liga.
José Fernandez assumiu como técnico dos Dallas Wings em 2026 e mudou o rumo da equipe. Após temporadas ruins em 2024 e 2025, com registros de 9-31 e 10-34, respectivamente, os Wings conseguiram se classificar para os playoffs, um feito raro na história da WNBA. A equipe enfrenta as Golden State Valkyries na primeira rodada da pós-temporada, em situação de eliminação no Game 2 após uma derrota por 104-80 no primeiro jogo.
Fernandez fez história ao se tornar o primeiro técnico latino na WNBA, destacando a importância de sua contratação para abrir portas a outros treinadores de origem latina, incluindo descendentes de porto-riquenhos, mexicanos, sul-americanos, centro-americanos e espanhóis. Ele também atua no conselho consultivo da Latino Association of Basketball Coaches (LABC) e é presidente da Women's Basketball Coaches Association (WBCA) no biênio 2025-27, focando em educação, networking e mentoria.
Sua trajetória pessoal é marcada pelos valores de trabalho duro e sacrifício aprendidos com sua família cubana. Fernandez valoriza a oportunidade de liderar no mais alto nível do basquete feminino após 25 anos no basquete universitário, onde levou a Universidade do Sul da Flórida a 10 participações no torneio da NCAA e formou várias jogadoras profissionais.
Além de Fernandez, a WNBA conta com outras latinas em diferentes funções, como as jogadoras Gabriela Jaquez, Lou Lopez-Sénéchal e Celeste Taylor, e profissionais em áreas técnicas e executivas, como Terri Acosta, Analisse Ríos e Jachele Vélez. A equipe dos Wings, que inclui estrelas como Paige Bueckers, Arike Ogunbowale e Jessica Shepard, busca repetir o feito histórico do Detroit Shock, que em 2002-03 conquistou o título após ser a pior equipe na temporada anterior. O Detroit Shock é a franquia que se tornou os Dallas Wings após mudanças de cidade em 2010 e 2016.
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New York Liberty elimina Minnesota Lynx e avança às semifinais da WNBA com varredura histórica
O New York Liberty, oitavo colocado, venceu o Minnesota Lynx, líder da temporada regular, por 87 a 71 no jogo 2 da primeira rodada dos playoffs da WNBA e completou uma varredura histórica. É a primeira vez em 30 anos que um time com essa posição elimina o primeiro colocado na liga.
O New York Liberty mostrou seu melhor desempenho na hora certa e eliminou o Minnesota Lynx com uma vitória por 87 a 71 no segundo jogo da série da primeira rodada dos playoffs da WNBA, realizado no Barclays Center.
Jonquel Jones foi destaque com 21 pontos e 13 rebotes, enquanto Breanna Stewart também contribuiu com 21 pontos e Sabrina Ionescu marcou 18. Com essa vitória, o Liberty se tornou o primeiro time na história da WNBA a eliminar o primeiro colocado da temporada regular sendo o oitavo colocado.
A atual configuração dos playoffs, adotada em 2022, permite confrontos entre as oito melhores equipes nas quartas de final, possibilitando esse tipo de confronto inédito.
Jones destacou a confiança da equipe: "Sentimos que podemos jogar com qualquer um e vencer qualquer um. É um sentimento bom fazer história. Temos muito trabalho pela frente."
O Liberty aguarda agora o vencedor da série entre Atlanta Dream e Washington Mystics para as semifinais, que começam no domingo. O Dream lidera a série por 1-0 e joga em Washington na quarta-feira.
O jogo teve momentos decisivos, como no terceiro quarto quando Stewart sofreu uma falta flagrante ao ser atingida no rosto por Olivia Miles, da equipe adversária. Stewart recebeu o apoio da torcida, que a aplaudiu com gritos de "M-V-P!" enquanto ela acertava os dois lances livres.
Minnesota tentou reagir, mas não conseguiu diminuir a vantagem, ficando sempre atrás por pelo menos sete pontos no restante da partida.
Courtney Williams, que foi a maior pontuadora dos Lynx com 18 pontos, reconheceu a superioridade do Liberty: "Eles são uma grande equipe. Tentamos reagir, mas eles tinham resposta para tudo."
A temporada dos Lynx terminou em decepção, apesar de terem tido o melhor desempenho na temporada regular. Na segunda-feira, a técnica Cheryl Reeve foi eleita a Melhor Treinadora do Ano, e Olivia Miles foi escolha unânime para Caloura do Ano. Miles teve dificuldades contra o Liberty, marcando apenas cinco pontos e errando sete de oito arremessos em 17 minutos no jogo 2.
Reeve comentou sobre o desempenho de Miles: "Quando foi a última vez que uma caloura liderou o primeiro colocado? Nunca aconteceu antes. Isso dói para ela."
Além de Williams, Napheesa Collier e Kayla McBride contribuíram com 14 pontos cada para os Lynx, que agora encerram sua participação nos playoffs.
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Kelsey Mitchell concilia busca por doutorado em liderança educacional com destaque na WNBA e playoffs pelo Indiana Fever
Kelsey Mitchell, do Indiana Fever, equilibra sua carreira na WNBA com o doutorado em liderança educacional na Liberty University. Em sua melhor temporada, ela lidera a equipe rumo aos playoffs enquanto planeja futuro como diretora atlética.
Kelsey Mitchell, jogadora do Indiana Fever, está em sua melhor temporada na WNBA e também cursa um doutorado em liderança educacional na Liberty University. Ela combina as experiências da carreira esportiva com os estudos, usando situações reais do basquete para enriquecer seus trabalhos acadêmicos.
A atleta, que está há nove anos na liga, é a segunda maior pontuadora da temporada, atrás apenas de A'ja Wilson, e busca levar o Fever ao segundo título da franquia. Mitchell planeja usar seu doutorado para atuar como diretora atlética, com foco em aumentar a presença de mulheres e pessoas negras em cargos de decisão.
Em 2025, Mitchell enfrentou uma grave condição médica chamada rabdomiólise, que a fez não sentir as pernas por mais de cinco segundos durante um jogo, evidenciando sua dedicação extrema ao esporte. Apesar disso, ela mantém uma rotina intensa de treinos e estudos, conciliando prazos acadêmicos com a agenda da WNBA.
Draftada em 2018, Mitchell é a jogadora mais antiga do Fever e tem sido peça-chave na transformação da equipe, que agora conta com outras estrelas como Aliyah Boston e Caitlin Clark. Juntas, Clark e Mitchell formam a dupla que mais pontuou na história da WNBA em uma única temporada.
Mitchell é reconhecida por sua liderança silenciosa e eficaz, inspirando companheiras a se dedicarem ao máximo. Ela mantém uma programação rigorosa, estudando em viagens e entre treinos, e completou dois cursos no ano passado, com oito eletivas ainda a cumprir antes da dissertação e previsão de concluir o doutorado em cerca de 18 meses.
A jogadora também tem um histórico familiar ligado à educação, com sua mãe assistente social e seu falecido pai, professor e treinador de basquete, que a incentivou a continuar estudando mesmo durante a carreira profissional.
Para Mitchell, o equilíbrio entre a vida acadêmica e esportiva é um desafio que ela abraça com disciplina e paixão, buscando impactar positivamente tanto o esporte quanto a formação de futuros atletas e líderes.
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Golden State Valkyries batem Dallas Wings com recorde da franquia em pontos e cestas de 3 pontos no Jogo 1 da primeira rodada da WNBA
As Golden State Valkyries iniciaram os playoffs da WNBA com uma vitória dominante sobre as Dallas Wings por 104 a 80, estabelecendo recordes da franquia em pontos e cestas de 3 pontos feitas em um jogo.
As Golden State Valkyries abriram sua participação nos playoffs da WNBA com a melhor atuação ofensiva da temporada, vencendo as Dallas Wings por 104 a 80 no Jogo 1 da série melhor de três da primeira rodada.
A equipe de Golden State marcou o maior número de pontos na história da franquia e igualou o recorde de 18 cestas de 3 pontos em um jogo, o segundo maior número de arremessos de três convertidos em um jogo de playoffs na história da WNBA, atrás apenas das 23 cestas feitas pelas Las Vegas Aces no Jogo 2 das semifinais de 2022.
A técnica Natalie Nakase destacou a dificuldade dos adversários em acompanhar o ritmo acelerado do time. As Valkyries foram a primeira equipe na história da WNBA a ter seis jogadoras com múltiplas cestas de 3 pontos no mesmo jogo. Cecilia Zandalasini foi a cestinha com 22 pontos e quatro cestas de três, seguida por Tiffany Hayes com 21 pontos e três cestas de três. Gabby Williams anotou 20 pontos, enquanto Kayla Thornton, Kaitlyn Chen e Veronica Burton também contribuíram com duas cestas de três cada.
O domínio das Valkyries ficou evidente no segundo quarto, quando superaram as Wings por 37 a 11, incluindo uma sequência de 20 a 3 nos últimos quatro minutos do período. A armadora das Wings, Paige Bueckers, reconheceu a superioridade do adversário e atribuiu a derrota à falta de disciplina defensiva de sua equipe, que tentou limitar os turnovers e proteger a linha de três pontos, mas não conseguiu conter as Valkyries.
Golden State converteu 12 cestas de três pontos contestadas, o segundo maior número nos últimos cinco playoffs, ficando atrás apenas das Aces que fizeram 15 em 2022. Williams ressaltou que o time jogou com paciência ofensiva, buscando melhores oportunidades de arremesso e mantendo o espaçamento e a movimentação da bola, o que foi fundamental para a execução do plano de jogo.
A defesa física das Valkyries também foi crucial para o ritmo do jogo, com a equipe focada em fazer paradas e acelerar o jogo em transição para cansar as adversárias. Williams destacou que a defesa da equipe não permite que o ataque dite o ritmo, mantendo sempre alta intensidade.
Bueckers, que terminou com 21 pontos em 9 de 10 arremessos, tornou-se a primeira jogadora na história da WNBA a atingir 90% de aproveitamento em um jogo de estreia nos playoffs com pelo menos 20 pontos. Apesar disso, ela reconheceu que cada cesta foi conquistada com esforço diante da forte defesa das Valkyries.
Gabby Williams comentou que o objetivo é dificultar ao máximo as ações de Bueckers para desgastá-la durante o jogo.
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Olivia Miles, do Minnesota Lynx, é unanimemente eleita Rookie of the Year da WNBA
Olivia Miles, do Minnesota Lynx, foi escolhida por unanimidade como a Rookie of the Year da WNBA. A jogadora quebrou o recorde de pontos para novatas e foi a única estreante selecionada para o All-Star Game.
Olivia Miles, estrela do Minnesota Lynx, foi unanimemente eleita a Kia WNBA Rookie of the Year. A segunda escolha geral do draft deste ano, Miles teve médias de 19,8 pontos, 6,0 assistências e 4,7 rebotes por jogo, contribuindo para que o Lynx terminasse a temporada regular com o melhor recorde da liga, 33 vitórias e 11 derrotas.
Miles superou o recorde de Caitlin Clark para o maior número de pontos marcados por uma novata na WNBA e foi a única jogadora de primeiro ano a ser convocada para o All-Star Game da temporada. Sua atuação foi fundamental para o Lynx, especialmente porque a estrela Napheesa Collier só estreou na temporada em meados de julho, após cirurgias nos dois tornozelos durante a offseason.
Olivia Miles é a sexta jogadora do Minnesota Lynx a receber o prêmio de Rookie of the Year, juntando-se a Crystal Dangerfield (2020), Napheesa Collier (2019), Maya Moore (2011), Seimone Augustus (2006) e Betty Lennox (2000).
Apesar da excelente temporada regular, o Lynx enfrenta dificuldades nos playoffs. Como cabeça de chave número 1, a equipe está perdendo por 1 a 0 na série de primeira rodada contra o New York Liberty, após derrota por 91 a 75. Na partida, Miles marcou 11 pontos e foi a líder do time em rebotes, com oito.
O Lynx e Miles esperam que a temporada ainda reserve mais jogos e oportunidades para avançar nos playoffs.
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Playoffs da WNBA 2026: Análise dos Jogos 1 da primeira rodada
Os Jogos 1 da primeira rodada dos playoffs da WNBA 2026 tiveram vitórias marcantes de New York Liberty, Las Vegas Aces, Atlanta Dream e Golden State Valkyries. Destaques individuais e estratégias defensivas foram determinantes para os resultados.
Os playoffs da WNBA 2026 começaram com quatro séries melhor de três jogos na primeira rodada. O oitavo colocado New York Liberty surpreendeu ao vencer o primeiro colocado Minnesota Lynx por 91 a 75. Breanna Stewart foi a grande estrela da partida, com 34 pontos e 12 rebotes, marcando seu terceiro duplo-duplo de 30 pontos nos playoffs. Stewart criou dificuldades defensivas para o Lynx, que viu suas jogadoras Napheesa Collier, Natasha Howard e Nia Brodie acumularem faltas e ficarem hesitantes na defesa. A Liberty aproveitou para converter 52% dos arremessos de três pontos, com Leonie Fiebich se destacando com 16 pontos e 4 de 5 nas bolas de três. O Lynx precisa evitar problemas com faltas e espera que a novata Olivia Miles retome o desempenho que teve na temporada regular para tentar reagir no Jogo 2.
Em Las Vegas, as Aces dominaram o Indiana Fever com uma atuação histórica de A'ja Wilson. A candidata favorita ao MVP marcou 38 pontos, pegou 16 rebotes e bloqueou quatro arremessos, tornando-se a primeira jogadora na história dos playoffs da WNBA a ter mais de 20 pontos, três bloqueios e dois roubos em um único tempo. Chelsea Gray e Jackie Young também contribuíram com 14 pontos e 21 pontos, respectivamente. O Fever, que apostava no duo Caitlin Clark e Kelsey Mitchell, não conseguiu conter Wilson e companhia, e precisa melhorar a defesa para o próximo jogo.
Atlanta Dream venceu Washington Mystics por 92 a 77, com uma virada decisiva no terceiro quarto, que terminou 29 a 12 para o Dream. DeWanna Bonner, que se juntou ao time recentemente, marcou 11 pontos no período decisivo. Rhyne Howard liderou o Dream com 26 pontos. Washington teve problemas com turnovers, cometendo 22 contra apenas sete do adversário, e precisa reduzir esses erros para tentar equilibrar a série.
Por fim, as Golden State Valkyries bateram o Dallas Wings por 104 a 80 com uma performance ofensiva eficiente, convertendo 16 bolas de três pontos com destaque para Cecilia Zandalasini e Tiffany Hayes. Paige Bueckers marcou 21 pontos em sua estreia nos playoffs, mas não teve apoio suficiente dos companheiros. A defesa das Valkyries foi o ponto de partida para limitar as outras jogadoras do Wings a pontuações baixas. Dallas precisa que suas jogadoras de apoio, como Maddy Siegrist, Jessica Shepard e Arike Ogunbowale, aumentem a produção para forçar um terceiro jogo na série.
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Olivia Miles supera Caitlin Clark e estabelece novo padrão para calouros na WNBA
Olivia Miles foi eleita unanimemente a Rookie of the Year de 2026 na WNBA, superando recordes estabelecidos por Caitlin Clark em 2024. Com médias impressionantes e diversos recordes quebrados, Miles se firmou como uma das melhores calouras da história da liga.
Olivia Miles, escolhida como a segunda no Draft da WNBA de 2026, teve uma temporada de estreia histórica. Em seu décimo jogo na liga, ela quebrou o recorde de mais cestas de três pontos em uma partida por um calouro, anteriormente detido por Caitlin Clark. Desde então, Miles não parou de impressionar.
Em 40 jogos na temporada regular, Miles acumulou 790 pontos, superando os 769 de Clark em 2024, além de 239 assistências, ficando atrás apenas de Clark entre os calouros. Ela se tornou a jogadora mais rápida a alcançar 400 pontos, 100 rebotes e 100 assistências em apenas 22 jogos, além de quebrar os recordes de pontos e assistências para calouros do Minnesota Lynx.
Miles foi a 11ª caloura a ser titular no All-Star Game e conquistou todos os prêmios de Rookie of the Month da temporada. Sua média de 19,8 pontos, 4,7 rebotes, 6 assistências e 1,3 roubos de bola por jogo, com eficiência de 60,6% no true shooting, a colocou entre as melhores da liga, ficando em oitavo lugar em pontos e sétimo em assistências na temporada.
Além de seu desempenho ofensivo, Miles destacou-se pela versatilidade e criatividade como armadora, com excelente visão de jogo e habilidade para passes, especialmente no pick-and-roll, onde é uma das líderes da liga em pontos por posse. Sua conexão com a companheira Natasha Howard foi fundamental para o sucesso do Lynx.
Apesar de um início difícil nos playoffs, sua temporada regular foi reconhecida com o prêmio de Rookie of the Year de forma unânime. Ela deve se juntar a Caitlin Clark e Candace Parker como uma das poucas calouras a integrar o All-WNBA First Team.
A comparação entre as temporadas de estreia de Miles e Clark é inevitável. Enquanto Clark liderou em assistências e criou mais pontos, Miles teve ligeira vantagem em média de pontos e eficiência. Ambas representam uma nova geração de estrelas da WNBA com impacto imediato, especialmente no perímetro.
O ambiente também foi um fator importante para Miles, que ingressou em um Minnesota Lynx experiente, com treinadora Cheryl Reeve, a mais vencedora da história da WNBA, e veteranas como Courtney Williams e Kayla McBride, que contribuíram para sua rápida adaptação e sucesso.
Em resumo, Olivia Miles não apenas quebrou recordes de Caitlin Clark, mas também estabeleceu um novo padrão para calouros na WNBA, consolidando-se como uma das melhores estreias da história da liga, especialmente entre armadoras.

