
Kelsey Mitchell do Indiana Fever diz que será 'egoísta' na decisão sobre free agency
Kelsey Mitchell, estrela do Indiana Fever, afirmou que priorizará seus interesses pessoais na decisão sobre sua free agency. A jogadora teve uma temporada histórica, mas reconhece a complexidade da situação dentro da equipe.
Kelsey Mitchell, armadora do Indiana Fever, declarou que será "egoísta" ao decidir seu futuro na free agency. Em uma temporada de destaque, Mitchell quebrou recordes da WNBA ao estabelecer marcas de pontos e cestas de três pontos em uma única temporada.
Mitchell, quatro vezes All-Star, teve média de 24,7 pontos por jogo, com aproveitamento de 50,9% nos arremessos de quadra e 45,0% nas bolas de três. Ela está entre as principais candidatas ao prêmio de MVP e deve ser escolhida para o time ideal da WNBA pelo segundo ano consecutivo.
A gerente geral do Fever, Amber Cox, e a técnica Stephanie White afirmaram que manter Mitchell é prioridade para a equipe. Cox destacou a importância da jogadora para a franquia e seu desejo de que Mitchell encerre a carreira vestindo a camisa do Fever.
Mitchell valoriza a parceria com Caitlin Clark, com quem formou a dupla de maior pontuação da história da WNBA, liderando o ataque mais produtivo da liga. No entanto, ela ressaltou que a decisão é complexa, pois envolve fatores pessoais e a relação com a torcida, que pode ser difícil devido a críticas.
Além de Mitchell, o futuro da veterana Sophie Cunningham também é incerto. Cunningham teve um início de temporada forte, mas perdeu rendimento no final. Ela também esteve envolvida em controvérsias por comentários sobre atletas transgêneros e conflitos com colegas de equipe. Cox afirmou que questões extracampo não influenciarão a avaliação da jogadora, que é agente livre irrestrita e terá conversas sobre seu futuro com o time.
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Guia para as semifinais da WNBA: análise dos confrontos Aces vs Valkyries e Liberty vs Dream
As semifinais da WNBA de 2026 apresentam confrontos entre equipes com histórias e perfis distintos. As Golden State Valkyries enfrentam as Las Vegas Aces, enquanto o Atlanta Dream recebe o New York Liberty, com séries melhor de cinco jogos definindo os finalistas.
As semifinais da WNBA em 2026 colocam frente a frente times com trajetórias e estilos diferentes. De um lado, as Golden State Valkyries, franquia jovem em sua segunda temporada, enfrentam as Las Vegas Aces, time dominante que já conquistou três dos últimos quatro títulos e disputa sua oitava semifinal consecutiva.
No outro confronto, o Atlanta Dream, que não chegava a essa fase desde 2018, enfrenta o New York Liberty, um dos times originais da liga. O Liberty conta com a estrela Breanna Stewart, tricampeã da WNBA, enquanto o Dream tem Allisha Gray e Rhyne Howard com média combinada de 42,5 pontos por jogo nos playoffs.
No confronto entre Valkyries e Aces, as Aces venceram os três jogos da temporada regular, mas as Valkyries têm a vantagem de jogar em casa e contam com a força defensiva, sendo a melhor defesa da liga. Gabby Williams foi destaque no primeiro round, enquanto A'ja Wilson lidera as Aces com médias de 32 pontos, 11,7 rebotes e 2 bloqueios por jogo nos playoffs.
A série é marcada pelo duelo entre o ataque das Aces, segundo melhor da temporada, e a defesa das Valkyries, a melhor da liga. A experiência da técnica Becky Hammon, das Aces, contra a treinadora Natalie Nakase, das Valkyries, também é um ponto de atenção, especialmente porque Nakase conhece bem as estratégias das Aces.
Já no confronto entre Dream e Liberty, o Dream chega com uma sequência de sete vitórias e um desempenho sólido, especialmente fora de casa, onde teve campanha de 15-7. O Liberty, por sua vez, eliminou o Minnesota Lynx e conta com a liderança de Breanna Stewart e Jonquel Jones.
O Dream tem no ritmo ofensivo um de seus pontos fortes, enquanto o Liberty conta com o alto nível de jogo de Stewart. A experiência do Liberty pode ser um diferencial, mas o Dream apresenta um elenco jovem e rápido, com forte defesa e capacidade ofensiva.
As semifinais são disputadas em séries melhor de cinco jogos, que podem se estender até o quinto jogo, definindo os finalistas da WNBA 2026.
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Gabby Williams lidera virada histórica das Golden State Valkyries sobre Dallas Wings e garante vaga nas semifinais da WNBA
Gabby Williams comandou a virada de 16 pontos das Golden State Valkyries contra as Dallas Wings no Jogo 3 da primeira rodada dos playoffs da WNBA, vencendo por 77 a 73. Esta foi a primeira vitória em série de playoffs da franquia, que agora enfrenta as campeãs Las Vegas Aces nas semifinais.
As Golden State Valkyries conquistaram sua primeira vitória em série de playoffs da história da franquia ao vencerem as Dallas Wings por 77 a 73 no Jogo 3 da primeira rodada da WNBA, realizado no Chase Center. A equipe superou um déficit de 16 pontos para garantir a classificação às semifinais, onde enfrentará as atuais campeãs Las Vegas Aces.
Gabby Williams foi a grande protagonista da virada, anotando 19 pontos, sendo 17 deles na segunda metade da partida, incluindo 11 no quarto período. Nos últimos dois minutos, Williams foi decisiva ao marcar 8 pontos contra apenas 1 dos Wings, garantindo a vantagem final para as Valkyries.
"Big shot Gabby", como a chamaram, foi elogiada por sua companheira Tiffany Hayes, que destacou a liderança e a confiança que Williams transmite ao time. Hayes também contribuiu com 18 pontos vindo do banco.
Williams destacou que sua motivação para se juntar às Valkyries foi a confiança que recebeu da equipe e da comissão técnica, algo que sentiu faltar em sua experiência anterior na liga. "Eles confiam em mim para ter a bola nas mãos, não apenas para fazer o arremesso certo, mas para tomar as decisões corretas", afirmou.
A partida teve momentos difíceis para as Valkyries, que sofreram um apagão ofensivo no fim do primeiro tempo e no início do terceiro quarto, permitindo um parcial de 20-0 das Wings que chegou a abrir 16 pontos de vantagem para Dallas. O ponto de virada foi uma cesta de três pontos de Veronica Burton, que marcou 16 pontos e pegou 10 rebotes, conquistando o primeiro duplo-duplo da história da franquia nos playoffs.
Após o arremesso de Burton, as Valkyries reagiram com uma sequência de 14-4 para fechar o terceiro quarto e continuaram dominando no último período, marcando 23 pontos contra 14 dos Wings.
Com esta vitória, as Golden State Valkyries avançam para as semifinais da WNBA, onde enfrentarão as Las Vegas Aces em uma série melhor de cinco jogos que começa no domingo, no Ballhalla.
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A'ja Wilson lidera Las Vegas Aces com 36 pontos e elimina Indiana Fever nos playoffs da WNBA
A'ja Wilson marcou 36 pontos e pegou 10 rebotes na vitória por 94-83 dos Las Vegas Aces sobre o Indiana Fever no Jogo 3 da primeira rodada dos playoffs da WNBA. Com o triunfo, os Aces avançam para as semifinais pela oitava temporada consecutiva.
No jogo decisivo da primeira rodada dos playoffs da WNBA, A'ja Wilson foi o grande destaque ao anotar 36 pontos e 10 rebotes, conduzindo os Las Vegas Aces a uma vitória por 94-83 contra o Indiana Fever na Michelob ULTRA Arena.
Wilson comentou que, apesar da recente confrontação com um torcedor durante o Jogo 2 em Indianapolis, ela optou por deixar o incidente de lado para não ser uma distração para si mesma e para o time. A jogadora recebeu uma falta técnica naquele jogo, mas não sofreu nenhuma punição adicional da liga.
Com a vitória, os Aces avançam para as semifinais da WNBA pela oitava temporada consecutiva. Eles aguardam o vencedor do Jogo 3 entre Dallas Wings e Golden State Valkyries. Caso as Valkyries, que são a segunda melhor seed, avancem, os Aces iniciarão a série em San Francisco; se as Wings vencerem, Las Vegas sediará os dois primeiros jogos.
Além de Wilson, as armadoras Chelsea Gray e Jackie Young também tiveram atuações importantes, combinando para 41 pontos, 12 assistências e 12 rebotes. Stephanie Talbot, que estava no quinteto titular, foi desfalque devido a uma lesão na perna, e Jewell Loyd assumiu a vaga, contribuindo com 11 pontos.
O técnico Becky Hammon preparou suas jogadoras para um jogo intenso, instruindo Gray e Young a ficarem em quadra durante todo o tempo, o que elas cumpriram, jogando 40 minutos cada.
Durante a partida, houve um momento de tensão quando Brianna Turner, das Aces, caminhou deliberadamente para o grupo do Fever, provocando uma reação da jogadora Caitlin Clark, que resultou em faltas técnicas para ambas.
No lado do Indiana Fever, Kelsey Mitchell foi a principal pontuadora com 23 pontos, seguida por Aliyah Boston com 19 e Caitlin Clark com 18.
Wilson, que deve ser nomeada MVP da WNBA pela quinta vez, destacou que o apoio recebido após o incidente com o torcedor a ajudou a manter o foco para o jogo decisivo. Ela afirmou que orou muito e recebeu mensagens de apoio que a fortaleceram para a partida.
Com essa vitória, os Las Vegas Aces buscam seu quarto título da WNBA, o que as empataria com Minnesota Lynx, Seattle Storm e Houston Comets.
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Futuro de Napheesa Collier no Minnesota Lynx é incerto com aproximação da free agency após eliminação precoce nos playoffs
Napheesa Collier, do Minnesota Lynx, ainda não decidiu seu futuro na equipe após a eliminação histórica na primeira rodada dos playoffs da WNBA. A jogadora destacou seu amor pelo time, mas afirmou não ter tido tempo para pensar sobre a próxima temporada.
Napheesa Collier, estrela do Minnesota Lynx, evitou comentar sobre seu futuro na equipe logo após a eliminação precoce nos playoffs da WNBA, quando o Lynx, cabeça de chave número 1, foi derrotado pelo 8º colocado New York Liberty, um feito inédito na história da liga.
Em entrevista após a derrota, Collier afirmou que ainda está lidando com as emoções do momento e não teve tempo para refletir sobre sua carreira: "Honestamente, eu nem pensei sobre isso. Perdemos há menos de 48 horas e não esperávamos estar aqui, então realmente não tive tempo para me recuperar ou pensar nisso."
A jogadora ressaltou seu apreço pela organização e pelo time, mas não se comprometeu com o futuro: "Posso dizer que amo estar aqui, amo a organização, amo meu time, mas simplesmente não tive tempo para pensar nisso."
No último verão, Collier rejeitou um contrato de vários anos para assinar um acordo de apenas uma temporada, o que a coloca como uma das atletas mais cobiçadas na próxima free agency. Apesar de não ter apresentado seu melhor desempenho nesta temporada, com médias de 16,8 pontos e 6,9 rebotes após retornar de cirurgias no tornozelo, Collier mantém sua importância para o Lynx.
Entre 2023 e 2025, ela teve médias superiores a 20 pontos e 7 rebotes por jogo, terminando em quarto, segundo e segundo lugar na disputa pelo prêmio de MVP da WNBA, respectivamente. A técnica do Lynx, Cheryl Reeve, reconheceu que Collier não estava no seu melhor nível na temporada, mas continua sendo o pilar da equipe.
Collier foi fundamental para a reconstrução da franquia após a saída da ex-superstar Maya Moore em 2018. Desde sua chegada em 2019, como a sexta escolha geral do draft, ela se tornou a jogadora em torno da qual o Lynx construiu sua nova equipe, que chegou às finais da WNBA em 2024.
A incerteza sobre a permanência de Collier no Minnesota Lynx lembra outros casos de atletas que buscaram novos desafios e conquistaram títulos em outras equipes. A jogadora agradeceu o apoio dos fãs e destacou a importância da torcida local durante sua trajetória.
Caso Collier decida sair, a treinadora Cheryl Reeve terá que reformular o time ao redor de outras jovens estrelas, como Olivia Miles, que teve dificuldades nos playoffs, mas disse ter aprendido sobre si mesma ao longo da temporada.
Reeve afirmou estar confiante de que Collier conhece bem o ambiente e os benefícios de permanecer em Minnesota, mas respeita que a decisão vai além do basquete e que a jogadora buscará o melhor para sua carreira e vida pessoal.
"Às vezes você fica e às vezes você vai porque talvez haja algo — não quero dizer melhor — mas talvez algo melhor para ela. E isso é algo que eu respeito. Ela assinou um contrato de um ano por um motivo. Seja qual for a decisão, nós dois estaremos bem", concluiu a técnica.
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Jessica Shepard, do Dallas Wings, vence prêmio de Jogadora que Mais Evoluiu na WNBA 2026
Jessica Shepard, ala do Dallas Wings, foi premiada como a Jogadora que Mais Evoluiu da temporada 2026 da WNBA. Ela superou Shakira Austin, do Washington Mystics, na votação realizada por jornalistas e comentaristas esportivos.
Jessica Shepard, ala do Dallas Wings, conquistou o prêmio de Jogadora que Mais Evoluiu da WNBA em 2026, anunciado na quarta-feira pela liga. Carla Leite, do Portland Fire, ficou em terceiro lugar com 11 votos.
Na sua primeira temporada pelo Dallas Wings e sexta na WNBA, Shepard registrou médias de carreira com 14,5 pontos, 11,1 rebotes e 5,3 assistências por jogo. Ela se tornou a segunda jogadora na história da liga a ter médias de pelo menos 10 pontos, 10 rebotes e cinco assistências em uma temporada, juntando-se a Candace Parker, que alcançou essa marca em 2015, embora em apenas 16 jogos.
Shepard e Angel Reese, do Atlanta Dream, foram as únicas jogadoras a registrar uma média de double-double na temporada, com 25 no total. Shepard também anotou seis triplos-duplos na temporada.
Com 1,93 metro de altura e formada pela Notre Dame, Shepard ajudou o Dallas Wings a conquistar uma campanha de 27 vitórias e 17 derrotas na temporada regular, garantindo a sétima posição nos playoffs. A equipe enfrenta o Golden State Valkyries na série melhor de três da primeira rodada, com o Wings à beira da eliminação no Jogo 3.
Selecionada na segunda rodada pelo Minnesota Lynx em 2019, Shepard jogou suas primeiras cinco temporadas na WNBA pelo Lynx, onde nunca ultrapassou médias de 8,1 pontos e 26,9 minutos por jogo. Pela conquista, Shepard receberá um troféu comemorativo e um prêmio em dinheiro de US$ 15.000.
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Indiana Fever é eliminado pelos Las Vegas Aces na primeira rodada dos playoffs da WNBA
O Indiana Fever foi derrotado pelos Las Vegas Aces por 94 a 83 na terceira partida da primeira rodada dos playoffs da WNBA, encerrando a temporada da equipe. Apesar da eliminação, jogadoras destacaram o aprendizado e a experiência adquiridos durante a campanha.
O Indiana Fever encerrou sua participação nos playoffs da WNBA ao perder para o Las Vegas Aces por 94 a 83 na terceira partida da primeira rodada, realizada na Michelob ULTRA Arena. A equipe não conseguiu avançar além dessa fase, apesar de uma campanha histórica em termos de pontuação.
As jogadoras Kelsey Mitchell e Caitlin Clark foram protagonistas da temporada do Fever, formando a dupla com maior pontuação da história da WNBA. Mitchell terminou a temporada com média de 24,7 pontos por jogo, estabelecendo o recorde de pontos em uma única temporada com 1.086 pontos, além de bater o recorde de cestas de três pontos em uma temporada com 135. Clark, por sua vez, teve média de 22,3 pontos e 8,3 assistências por jogo, ficando entre as melhores da liga em ambas as estatísticas. Em um dos jogos da série, Clark se tornou a primeira jogadora na história da WNBA a registrar 25 ou mais pontos e 15 assistências em uma partida, seja na temporada regular ou nos playoffs.
Apesar do desempenho ofensivo, o Fever não conseguiu superar o time mais experiente dos Aces, que contaram com jogadoras acostumadas a disputas de playoffs. A equipe de Indiana chegou a estar apenas dois pontos atrás a pouco mais de dois minutos do fim, mas não conseguiu completar a virada. Mitchell e Clark combinaram para 41 pontos, mas tiveram aproveitamento baixo nos arremessos, com 13 acertos em 41 tentativas e 6 em 23 de três pontos.
Após o jogo, Clark destacou a importância da experiência adquirida na pós-temporada, ressaltando que ainda está em processo de aprendizado nos playoffs. Mitchell também ressaltou a necessidade de continuar lutando para alcançar mais vitórias e adquirir experiência para futuras temporadas. A jogadora também é agente livre irrestrita.
A temporada do Indiana Fever foi marcada por recordes individuais e um forte desempenho coletivo, mas o objetivo do título não foi alcançado.

