
Kiper divulga Big Board de 2027 com os 15 primeiros prospectos e sete quarterbacks
O analista da ESPN apresentou uma classificação pessoal dos principais nomes elegíveis para o Draft da NFL de 2027. O material disponível detalha os 15 primeiros colocados, incluindo sete quarterbacks, mas não traz a lista completa dos 25 prospectos anunciados.
Mel Kiper Jr., da ESPN, divulgou seu Big Board para o Draft da NFL de 2027. A classificação reúne avaliações pessoais baseadas em vídeos dos jogadores e conversas com pessoas da NFL; não é uma projeção de quando ou onde cada atleta será escolhido.
Kiper afirmou que esperou até haver uma amostra maior de jogos da temporada universitária de 2026 antes de publicar a lista. Segundo o texto, o ranking ainda pode mudar, e alguns jogadores podem voltar à universidade antes de se tornarem profissionais. O material também informa que o draft está previsto para 29 de abril, em Washington, D.C.
A fonte fornecida apresenta detalhes dos 15 primeiros nomes, embora anuncie um Big Board com 25 prospectos. Abaixo estão os jogadores e as informações incluídas no material disponível.
Os nomes detalhados no material
1. Smith, wide receiver, Ohio State. Em seis jogos de 2026, somou 48 recepções, 916 jardas e 11 touchdowns recebidos. Kiper o considera o melhor jogador da classe e destaca seu porte, velocidade, força e capacidade de fazer recepções difíceis. Em 281 alvos na carreira, teve apenas seis passes derrubados. Contra Illinois, em setembro, recebeu 12 passes para 217 jardas e quatro touchdowns. Em três temporadas por Ohio State, acumula 38 touchdowns recebidos e média de 16,5 jardas por recepção.
2. Mestemaker, quarterback, Oklahoma State. Em cinco jogos, completou 67,5% dos passes para 1.575 jardas, 13 touchdowns e cinco interceptações; também correu para 136 jardas e dois touchdowns. Ele não foi titular como quarterback no ensino médio e chegou a North Texas como jogador sem bolsa em 2024. Tornou-se titular em 2025, lançou para mais de 4.000 jardas e depois se transferiu para Oklahoma State com o técnico Eric Morris. Kiper ressalta sua leitura de campo, força no braço, mobilidade e potencial de desenvolvimento. Nesta temporada, teve 30 passes completos para pelo menos 20 jardas, a terceira maior marca da FBS, segundo o texto.
3. Moore, cornerback. Em cinco jogos de 2026, registrou oito tackles e quatro passes desviados. Ao longo de três temporadas, soma sete interceptações e 22 passes desviados. Kiper destaca seu alcance, instintos, versatilidade para diferentes esquemas e movimentação. Moore não jogou contra Stanford em 10 de outubro por causa de uma concussão e ainda não havia conseguido uma interceptação na temporada descrita.
4. Mensah, quarterback, Miami. Em cinco jogos, completou 84,2% dos passes para 1.438 jardas, 15 touchdowns e nenhuma interceptação. Também correu para 97 jardas e dois touchdowns. Miami é seu terceiro programa em três anos: passou por Tulane e Duke antes de se transferir para os Hurricanes. Na temporada anterior, teve 34 passes para touchdown por Duke; na carreira universitária, já havia iniciado 32 partidas. O texto o aponta como líder nacional em percentual de passes completos e QBR, com 92,5, além de terceiro em jardas por tentativa, com 10,8. A fonte cita a partida de Miami contra Notre Dame, em novembro, como um jogo que seria observado por olheiros.
5. Simmons, defensive end. Em cinco jogos, anotou 17 tackles, 9,5 sacks, 12 tackles para perda de jardas, 20 pressões, dois fumbles forçados e três paradas contra a corrida. Teve 5,5 sacks contra Tennessee, em setembro. Em três temporadas, acumula 30,5 sacks, 40,5 tackles para perda de jardas e oito fumbles forçados. O material o aponta como líder nacional em sacks, tackles para perda de jardas e taxa de pressão na temporada de 2026, com 23% nesta última categoria. Kiper destaca sua explosão, capacidade de dobrar o corpo para contornar bloqueadores e variedade de movimentos no pass rush.
6. Chambliss, quarterback, Ole Miss. Em cinco jogos, completou 70,1% dos passes para 1.435 jardas, 11 touchdowns e quatro interceptações. Correu para 147 jardas e cinco touchdowns. Kiper menciona dúvidas sobre seu porte físico e o fato de que terá 25 anos antes do início da temporada de 2027 da NFL, mas elogia sua presença no pocket, mobilidade, mecânica e capacidade de evitar turnovers. Chambliss chegou a Ole Miss vindo de Fresno State e assumiu a titularidade no início da temporada anterior, após Austin Simmons se machucar. O texto registra que marcou 13 touchdowns terrestres nas duas temporadas anteriores.
7. Chris Cole, linebacker, Georgia. Em seis jogos, fez 30 tackles, 2,5 sacks, 7,5 tackles para perda de jardas, 10 pressões, sete paradas contra a corrida e três passes desviados. Com 1,91 m e 106,6 kg, segundo as medidas publicadas, pode atuar por dentro ou por fora. Kiper destaca sua velocidade, leitura de jogo e contribuições contra a corrida, na cobertura e como pass rusher.
8. Carr, quarterback. Em seis jogos, completou 70,8% dos passes para 1.378 jardas, 16 touchdowns e uma interceptação. Também correu para 78 jardas e três touchdowns. Kiper elogia sua tomada de decisões antes e depois do snap, precisão e capacidade de lançar em movimento. O texto informa que Carr havia sido sackado duas vezes na temporada. A fonte também cita os confrontos contra Miami, em 7 de novembro, e BYU como oportunidades para avaliá-lo contra adversários fortes.
9. Stewart, defensive end. Em três jogos, registrou cinco tackles, um sack, dois tackles para perda de jardas, 10 pressões, dois fumbles forçados e uma parada contra a corrida. Perdeu a estreia enquanto se recuperava de uma lesão nas costas e foi suspenso por uma partida após dar um soco no capacete de um jogador de Alabama e discutir com treinadores à beira do campo. Em três temporadas, soma 12 sacks e 78 pressões em 27 jogos. Kiper destaca sua combinação de velocidade e força, mas observa que a produção em sacks ainda não acompanha seus atributos físicos.
10. Austin Simmons, quarterback, Missouri. Em seis jogos, completou 64,8% dos passes para 1.434 jardas, 14 touchdowns e uma interceptação. Correu para 50 jardas. O texto o descreve como um passador canhoto de braço forte e boa precisão, que se transferiu de Ole Miss depois de uma temporada de 2025 marcada por lesão e pela perda da titularidade para Trinidad Chambliss. Simmons tinha 10,6 jardas aéreas por tentativa, a 12ª marca do país, segundo a fonte. Kiper aponta que ele havia iniciado apenas oito jogos na carreira universitária, o que limita sua experiência.
11. Charlie Becker, wide receiver, Indiana. Em seis jogos, teve 30 recepções para 529 jardas e oito touchdowns. Sua média foi de 17,6 jardas por recepção. Kiper destaca seu porte, mãos, velocidade e capacidade de vencer disputas por passes em cobertura apertada.
12. Coleman, wide receiver, Texas. Em cinco jogos, somou 17 recepções, 318 jardas e cinco touchdowns, com média de 18,7 jardas por recepção. Após duas temporadas em Auburn, transferiu-se para Texas. O texto elogia seu controle corporal e capacidade de fazer recepções contestadas, mas informa que ele teve 27 alvos nos cinco jogos citados.
13. Hampton, cornerback. Em cinco jogos, registrou 15 tackles, uma interceptação, nove passes desviados e meio tackle para perda de jardas. Kiper destaca sua disposição para marcar os principais recebedores adversários e sua agressividade na linha de scrimmage. Segundo o material, os quarterbacks tiveram média de 2,5 jardas por tentativa ao lançar em sua direção, número entre os 20 melhores do país. Hampton soma quatro interceptações na carreira.
14. Jadan Baugh, running back, Florida. Em seis jogos, correu 110 vezes para 672 jardas e 12 touchdowns, além de registrar sete recepções para 46 jardas. Está empatado na liderança da FBS em touchdowns terrestres e ocupa a nona posição em jardas terrestres por jogo, com 112. Kiper ressalta sua visão, velocidade, agilidade e força para quebrar tackles. O texto informa que Baugh não sofreu fumbles desde 2024, quando teve o único de sua carreira em mais de mil snaps ofensivos.
15. Greg Johnson, guard/center, Minnesota. Em seis jogos, foi titular e não permitiu sacks; cedeu uma pressão. Atuou como left guard e center na temporada, depois de também jogar mais de 50 snaps em cada posição de tackle na temporada anterior. Em 43 jogos na carreira, com 34 titularidades, nunca permitiu um sack. Kiper destaca sua versatilidade, força e desempenho tanto no bloqueio para a corrida quanto na proteção ao passe.
O material também começa a apresentar o prospecto seguinte, Echoles, defensive lineman de interior, mas é interrompido antes de informar sua posição no ranking e de completar a avaliação. Por isso, não há dados suficientes no texto fornecido para reconstruir os demais nomes anunciados no Big Board de 25 jogadores.
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Mais sobre NCAA

CFP: Kentucky e UCLA entram na disputa, enquanto Georgia assume o topo da projeção
As derrotas de Texas, Alabama e LSU na Semana 6 e a vitória de UCLA sobre Oregon mexeram na disputa pelo College Football Playoff. A projeção da ESPN coloca Georgia em primeiro e inclui Kentucky e UCLA entre as equipes ainda na conversa.
A Semana 6 abriu espaço para novas equipes na disputa pelo College Football Playoff (CFP). Texas, Alabama e LSU perderam, enquanto UCLA venceu Oregon fora de casa. Com isso, a SEC passou a ter quatro equipes na projeção de classificação: Georgia, Texas, Alabama e Ole Miss.
A análise da ESPN organiza as equipes das quatro principais conferências em categorias: classificadas na projeção, do lado de fora da zona de classificação, ainda sem definição e eliminadas da disputa. O levantamento também acompanha Notre Dame e os principais candidatos do grupo conhecido como Group of 6.
ACC
Miami é a única equipe da conferência apontada como classificada na projeção. Os Hurricanes têm 94,7% de chance de chegar ao CFP, segundo a ESPN Analytics, atrás apenas de Georgia, com 95,7%. A análise destaca o ataque, que marca 49,6 pontos por jogo, e a defesa, que cede 9,8, além do quarterback Darian Mensah. Miami teve semana de folga antes de receber Florida State; a partida contra Notre Dame, em 7 de novembro, é apontada como um jogo importante para definir sua posição.
Wake Forest, com campanha de 5-1 e derrota para Miami, é descrita como uma incógnita. A equipe tem três vitórias fora de casa e ocupa o 12º lugar na métrica de força de campanha da ESPN. A projeção da ESPN Analytics aponta Miami e Wake Forest como o confronto mais provável pelo título da ACC.
Duke, Wake Forest, Pitt, SMU, Clemson, Virginia, North Carolina e Virginia Tech aparecem na categoria em que ainda é cedo para uma definição. Syracuse, Boston College, Cal, Stanford, NC State, Florida State, Louisville e Georgia Tech estão na lista de eliminados.
Big 12
Utah é o destaque da conferência. A equipe ocupa o sétimo lugar nacional em eficiência total e tem o sexto melhor ataque em pontos por jogo, com 42,8, além da sétima defesa, que permite 13 pontos por partida. O quarterback Devon Dampier aparece em 19º no QBR, com 81,0, e soma 12 touchdowns e duas interceptações. A análise ressalta, porém, que o calendário de Utah está em 114º lugar. Os Utes recebem BYU em 7 de novembro.
Texas Tech é a incógnita: está invicta, mas a análise questiona a força dos adversários enfrentados. O melhor triunfo citado foi contra Houston, em 18 de setembro. O quarterback Will Hammond tem cinco touchdowns e cinco interceptações. Texas Tech não enfrenta BYU nem Utah na temporada regular; Oklahoma State, em Stillwater, em 14 de novembro, é apontada como possivelmente sua partida mais difícil restante.
Baylor, Oklahoma State, Arizona, Houston, Cincinnati, Arizona State e Kansas State estão na categoria de definição ainda prematura. West Virginia, TCU, Kansas, Colorado, UCF e Iowa State aparecem como eliminados.
Big Ten
Ohio State é o destaque da conferência e ocupa o quinto lugar na projeção de 12 equipes. A análise observa que Texas venceu os Buckeyes no confronto direto da Semana 2 e tem duas vitórias contra equipes do top 25, incluindo uma fora de casa contra Tennessee. Texas aparece em sétimo na métrica de força de campanha da ESPN, enquanto Ohio State está em 15º. Os Buckeyes podem fortalecer seu currículo com uma vitória sobre Indiana, que seria a segunda vitória contra uma equipe ranqueada.
UCLA é a incógnita. Invicta em cinco jogos, a equipe está em terceiro na métrica de força de campanha e venceu três partidas fora de casa, incluindo contra Cal, Maryland e Oregon. A análise ressalta que Maryland foi derrotada por 54 a 3, que Oregon atuou com seu terceiro quarterback e que a disponibilidade do quarterback titular Nico Iamaleava, com lesão na parte inferior da perna, é incerta. UCLA aparece em décimo na projeção, e o calendário prevê três jogos seguidos em casa.
Wisconsin, USC, Iowa, Nebraska, Northwestern, Oregon, Michigan e Minnesota estão na categoria em que ainda é cedo para definir o cenário. Michigan State, Maryland, Washington, Penn State, Rutgers, Illinois e Purdue aparecem como eliminados.
SEC
Georgia assumiu o primeiro lugar da projeção após vencer Alabama fora de casa. A equipe também passou a liderar a métrica de força de campanha da ESPN, e sua posição nessa métrica de calendário subiu para 34º. A análise observa que a discussão sobre uma falta não marcada no fim do jogo contra Alabama não é o papel do comitê: os integrantes devem avaliar o conjunto da partida e outros fatores relevantes.
Texas é apontada como incógnita, apesar das vitórias contra Ohio State e Tennessee. Seus adversários têm aproveitamento combinado de 82,6%, o terceiro melhor do país, mas os Longhorns registram média de 5,4 jardas por jogada e 3,7 jardas por corrida. A equipe tem uma sequência de quatro adversários ranqueados, começando por Ole Miss em 24 de outubro, seguida por Mississippi State, Missouri e LSU.
Georgia, Texas, Alabama e Ole Miss aparecem como classificadas na projeção. Kentucky e Missouri estão do lado de fora da zona de classificação. Mississippi State, Tennessee, Oklahoma, Florida, LSU e Auburn ainda estão em situação indefinida; Arkansas, Vanderbilt, Texas A&M e South Carolina aparecem como eliminados.
Notre Dame e Group of 6
Notre Dame está classificada na projeção e tem 93,3% de chance de chegar ao CFP, segundo a ESPN Analytics. A equipe lidera o país em eficiência total e venceu três jogos fora de South Bend. A análise destaca a vitória de abertura da temporada contra Wisconsin, em Green Bay, no Lambeau Field; Wisconsin está com campanha de 4-1 e não perdeu desde então. Notre Dame enfrenta BYU fora de casa em seu primeiro jogo como visitante contra um adversário ranqueado. A equipe tem vaga garantida se estiver entre as 12 primeiras no dia da seleção, mas duas derrotas podem deixá-la fora desse grupo.
Boise State é o destaque do Group of 6, com cinco vitórias consecutivas após perder na estreia para Oregon. A equipe tem 46,6% de chance de chegar ao CFP e 53,5% de chance de vencer todos os jogos restantes, segundo a ESPN Analytics. Vitórias fora de casa contra Western Michigan e Fresno State ajudam seu currículo. A derrota para Oregon pode pesar menos se os Ducks não forem considerados candidatos ao top 25 do CFP.
James Madison é a incógnita do grupo, com 27,1% de chance de chegar ao CFP. A equipe está invicta, mas seu calendário ocupa o 133º lugar, contra o 51º de Boise State. A análise aponta que James Madison precisaria vencer todos os jogos restantes e contar com uma derrota de Boise State para assumir a dianteira nessa disputa.
Projeção de chave
A projeção coloca Georgia como cabeça de chave número 1, por ser campeã da SEC, e Miami em segundo, como campeã da ACC. Notre Dame aparece em terceiro e Texas em quarto. Boise State, como equipe mais bem colocada do Group of 6, ocupa a 12ª posição e enfrentaria Ohio State, quinto colocado e campeão do Big Ten.
Os outros confrontos da primeira rodada projetada são Utah contra Alabama, UCLA contra Indiana e Ole Miss contra BYU, que aparece como campeã do Big 12. Os jogos seguintes estão previstos para o Vrbo Fiesta Bowl, em 30 de dezembro, e para o Chick-fil-A Peach Bowl, o Goodyear Cotton Bowl Classic e o Rose Bowl Game presented by Prudential, em 1º de janeiro.
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Iowa, Kentucky, UCLA e USC: análise aponta forças e riscos na disputa pelo playoff universitário
A análise da ESPN examina o início das quatro equipes, a possibilidade de manter o desempenho e os desafios restantes. O texto também destaca Jeremiah Smith, de Ohio State, como favorito ao Heisman pela terceira semana consecutiva.
A ESPN avaliou Iowa, Kentucky, UCLA e USC entre as equipes invictas ou com uma derrota no Top 25, considerando o que impulsiona seus resultados, a sustentabilidade do desempenho, os principais riscos e o calendário restante. A análise também abordou a disputa pelo Heisman Trophy, na qual Jeremiah Smith, wide receiver de Ohio State, aparece como favorito.
Iowa
Iowa construiu uma identidade ofensiva baseada no jogo terrestre, apoiado por uma linha ofensiva forte e liderado por Kamari Moulton. A equipe tem média de seis jardas por corrida, empatada na liderança da Big Ten. Contra Washington, os Hawkeyes somaram 263 jardas terrestres e 41 pontos sem depender de turnovers ou pontuações da defesa.
A defesa contra a corrida e a capacidade de tackle são apontadas como qualidades que podem se manter. Os adversários marcaram touchdowns em oito de 17 idas à red zone, enquanto Iowa forçou apenas cinco turnovers. Para a análise, isso indica que a campanha de 5-1 não foi construída sobre uma quantidade elevada de recuperações de bola.
A dependência do roteiro da partida, porém, é um risco. Na derrota para Ohio State, quando os Buckeyes neutralizaram o jogo terrestre, Iowa conseguiu apenas 39 jardas corridas. Na vitória por 20 a 19 sobre Michigan, os Hawkeyes também foram superados em jardas totais, por 429 a 285, e tiveram somente 58 jardas terrestres.
O calendário ainda oferece um caminho para 11 vitórias, mas, segundo a análise, não necessariamente para um currículo forte. Um resultado de 11-1, com a única derrota para Ohio State, provavelmente colocaria Iowa no playoff. Com campanha de 10-2, a candidatura ficaria mais frágil: Michigan seria uma vitória menos expressiva, e Northwestern era a única outra equipe ranqueada mencionada no texto.
Kentucky
Kentucky tem forçado 12 turnovers, e a análise descreve a equipe como muito dependente de vencer essa disputa para ganhar partidas. O ataque é concentrado no jogo terrestre e converte 27% das terceiras descidas.
A defesa não apresenta uma base confiável nos números citados: está fora das 80 melhores equipes contra a corrida, em tackles e em cobertura, além de ter uma pressão ao quarterback considerada mediana. Os adversários marcaram touchdowns em 18 de 25 oportunidades na red zone, o que deixa a defesa dependente de turnovers para encerrar campanhas.
As vitórias sobre South Carolina e LSU vieram por um ponto, na prorrogação, em semanas consecutivas. Kentucky forçou dois turnovers em cada jogo. Já contra Alabama, sem conseguir as recuperações de bola, perdeu por 45 a 17 e produziu 209 jardas.
O restante do calendário inclui jogos fora de casa contra Oklahoma, Tennessee e Missouri, além de partidas em casa contra Vanderbilt, Florida e Louisville. A análise considera que Kentucky pode construir um currículo relevante, mas avalia que a fórmula atual é pouco sustentável por depender da segurança da bola, de turnovers e de vitórias apertadas.
UCLA
UCLA tem média de 253 jardas terrestres por jogo e 6,1 jardas por corrida, além de uma defesa entre as 15 melhores. A equipe controla a posse, força os adversários a passar e ataca a bola. A análise atribui a esse estilo as 19 recuperações de bola, mas ressalta que manter esse ritmo é improvável, especialmente com uma pressão ao quarterback considerada comum.
Na vitória por 17 a 15 sobre Oregon, UCLA limitou o adversário a 272 jardas e controlou o tempo de posse. Oregon, porém, cometeu sete turnovers, e os Bruins não conseguiram transformar essas oportunidades em uma vantagem maior.
Nico Iamaleava tinha quatro passes para touchdown e quatro interceptações. A análise informa que ele deve perder o restante da temporada, o que altera as perspectivas da equipe. Ty Dieffenbach é apontado como o quarterback que precisa se adaptar rapidamente.
Antes de encerrar a temporada fora de casa contra Michigan e receber USC, UCLA enfrenta Wisconsin, Michigan State, Nevada, Minnesota e Illinois, jogos descritos como administráveis. A análise vê mais sustentabilidade em UCLA do que em Kentucky e considera que os Bruins podem ter um currículo mais forte que Iowa, mas afirma que a defesa carrega a equipe e que o ataque precisa deixar de ser tão unidimensional.
USC
O ataque é apresentado como a força mais sustentável de USC. Jayden Maiava tem média de 9,1 jardas por tentativa, com 18 passes para touchdown e três interceptações. A linha ofensiva oferece proteção, e o grupo de recebedores conta com Kayden Dixon-Wyatt, Trent Mosley e Zacharyus Williams.
A principal fragilidade está na defesa, sobretudo na cobertura. USC cede 239 jardas aéreas por jogo, marca que ocupa a 92ª posição, e 8,4 jardas por passe, a 112ª. A equipe tem uma boa pressão ao quarterback, mas, quando não consegue chegar ao passador, a secundária fica exposta. Rutgers produziu 460 jardas e Oregon, 504; os adversários marcaram em 17 de 26 oportunidades na red zone.
USC consegue usar o passe para voltar às partidas, mas o calendário torna esse caminho exigente. Na derrota por 41 a 27 para Oregon, a defesa enfrentou outro ataque forte e os Trojans não conseguiram pontuar o suficiente. A análise afirma que USC provavelmente precisa terminar com quatro vitórias em cinco jogos, incluindo triunfos sobre dois entre Ohio State, Indiana e UCLA, para ter um currículo incontestável. Uma campanha de 9-3 deixaria a equipe fora do playoff, segundo o texto.
A análise também apresenta uma projeção de mais de 8,5 vitórias para USC, com cotação de +150, e observa que, com campanha de 6-1, a equipe precisa vencer três dos cinco jogos restantes para chegar a nove vitórias. O caminho prático citado inclui Maryland e Wisconsin, além de uma vitória contra Ohio State, Indiana ou UCLA. As cotações mencionadas são atribuídas à DraftKings e podem mudar.
Disputa pelo Heisman
Jeremiah Smith, de Ohio State, é o favorito ao Heisman pela terceira semana seguida, com cotação de -220. O segundo colocado aparece a +1000. A análise destaca que as defesas têm montado planos para marcá-lo com dois ou até três jogadores, sem impedir sua produção.
O próximo jogo de Ohio State, contra Indiana, é apontado como uma oportunidade para Smith ampliar a distância na disputa. Indiana está invicta e ocupa a quinta posição no ranking citado. O texto ressalva que nada fica oficialmente decidido em outubro.
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Mark Pope aceita pressão por título em Kentucky: “vencer tudo ou nada”
O técnico de Kentucky afirmou que a expectativa de conquistar o título faz parte da identidade dos Wildcats. Mark Pope também disse que a equipe está concentrada no trabalho, apesar de previsões que a colocam em sétimo na SEC.
Mark Pope afirmou que encara como parte da identidade de Kentucky a pressão por conquistar o título nacional. O técnico falou sobre as expectativas durante o SEC Tipoff, realizado em Birmingham na quarta-feira, e relembrou sua experiência como capitão dos Wildcats na equipe campeã de 1996, que encerrou um jejum de 18 anos.
Pope recordou que aquele grupo sentia a cobrança sobre Rick Pitino, que não havia conquistado um título nacional em suas seis primeiras temporadas. Segundo o treinador, o elenco começou aquela temporada sabendo que a expectativa era vencer tudo ou considerar o ano um fracasso — uma pressão que, para ele, continua presente em Kentucky.
“Como atleta, você procura um lugar onde exista pressão. É isso que você quer: o momento de pressão”, disse Pope, ao explicar que a cobrança é um dos aspectos que tornam Kentucky especial.
As previsões da imprensa, porém, colocaram os Wildcats abaixo das expectativas tradicionais. Uma pesquisa de pré-temporada com integrantes da mídia da SEC e nacional, divulgada na segunda-feira, projetou Kentucky em sétimo lugar na conferência. Nenhum jogador da equipe foi escolhido para o primeiro time da SEC: Milan Momcilovic entrou no segundo time, e Malachi Moreno, no terceiro.
Pope afirmou que a equipe não dedica muito tempo às pesquisas e concentra seus esforços no trabalho e nas vitórias. Para o treinador, a opinião relevante é a que existe dentro do vestiário.
Como exemplo, ele citou o time de futebol americano de Kentucky, comandado pelo técnico de primeiro ano Will Stein. A equipe havia sido projetada pela mídia para terminar em 14º lugar, mas, no momento mencionado por Pope, ocupava a terceira posição, com campanha de 3-1 na conferência e 4-1 no total.
O treinador também criticou as previsões após a equipe de futebol americano ter sido retirada do top 25 depois de vencer fora de casa um adversário da SEC. Pope afirmou que os jogadores responderam em campo e mencionou outra vitória expressiva contra LSU.
No basquete, Kentucky aparece em 25º lugar no ranking de pré-temporada do Top 25 da ESPN. A pressão sobre Pope também se relaciona aos resultados de suas duas primeiras temporadas: a primeira terminou com eliminação no Sweet 16, e a segunda, no Round of 32.
Apesar disso, Pope demonstrou confiança e otimismo em relação ao elenco para o início da temporada. Ele destacou a composição do grupo, com armadores principais e pivôs, e descreveu a equipe como alta e habilidosa no ataque. Também afirmou que considera este o melhor time de arremesso que já treinou.
Na defesa, o técnico disse que Kentucky dependerá do tamanho, da conexão entre os jogadores e da inteligência coletiva. Pope afirmou que vê potencial para a equipe se tornar uma grande defesa coletiva.
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Power Rankings da Semana 6 trazem mudanças após caos no futebol americano universitário
A Semana 6 da temporada universitária de futebol americano foi marcada por surpresas e reviravoltas, com quatro times não ranqueados vencendo adversários ranqueados e partidas cheias de turnovers. O ranking Top 25 sofreu alterações significativas, refletindo o impacto dos resultados inesperados e lesões em equipes importantes.
A sexta semana da temporada universitária de futebol americano foi uma das mais caóticas até agora, com resultados surpreendentes que alteraram o panorama do Top 25. Quatro times não ranqueados conseguiram derrotar adversários ranqueados, incluindo a vitória do No. 21 UCLA sobre o No. 13 Oregon em Eugene, em um jogo marcado por 10 turnovers.
O No. 2 Georgia conquistou uma vitória importante fora de casa contra o No. 6 Alabama, mesmo com várias baixas por lesão, incluindo dois dos principais running backs e um alvo na red zone. O quarterback Gunner Stockton foi fundamental, completando 18 de 22 passes para 249 jardas, anotando dois touchdowns e liderando a equipe no momento decisivo.
Na rivalidade Red River, Oklahoma venceu o No. 1 Texas com um field goal de 47 jardas no final do jogo, encerrando uma sequência negativa contra os Longhorns desde 2023. O técnico Steve Sarkisian reconheceu a necessidade de melhorias ofensivas e disse que a equipe vai se levantar, diante de um calendário desafiador nas próximas semanas.
Os Bruins, sob o comando do técnico Bob Chesney, mantiveram a invencibilidade (5-0) com uma vitória apertada contra Oregon, mesmo com o quarterback titular deixando o jogo lesionado e muitos turnovers. A defesa dos Bruins forçou sete turnovers e sustentou a vantagem, colocando o time na conversa para o College Football Playoff.
Outros destaques incluem o desempenho do freshman Jonaz Walton no Notre Dame, que vem se firmando como uma arma ofensiva legítima, e a situação do Texas Tech, que chegou à bye week com 5-0, apesar dos desafios ofensivos e da inelegibilidade de um dos quarterbacks.
No Missouri, o running back Jamal Roberts tem se destacado com duas partidas consecutivas de mais de 200 jardas corridas, compensando a ausência do líder de jardas da SEC de 2025. Já Kentucky mostrou resiliência ao vencer dois jogos consecutivos na prorrogação por um ponto, um feito inédito desde 1996.
Lesões continuam sendo um fator importante, com jogadores-chave como Kamario Taylor (Mississippi State) e Xavier Lucas (Miami) com situação indefinida para retornar.
Com a temporada chegando à metade, as equipes enfrentam desafios tanto dentro quanto fora de campo, e o ranking Top 25 reflete a imprevisibilidade e competitividade do futebol americano universitário.
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Governador de Ohio assina ordem permitindo quinto ano de elegibilidade para atletas de 2022
O governador de Ohio, Mike DeWine, assinou uma ordem executiva que permite a atletas que se formaram no ensino médio em 2022 jogarem um quinto ano em universidades do estado, contrariando a regra da NCAA.
O governador de Ohio, Mike DeWine, assinou uma ordem executiva que concede às universidades públicas e privadas do estado a opção de permitir que atletas que se formaram no ensino médio em 2022 tenham um quinto ano de elegibilidade para competir, mesmo com a nova regra da NCAA que exclui atletas que já jogaram quatro temporadas.
DeWine afirmou que "quando as regras mudam, a justiça deve permanecer parte da equação" e que deseja que os atletas de Ohio tenham as mesmas oportunidades que os de outros estados.
A NCAA, por meio de seu presidente Charlie Baker, respondeu que o governador não pode legislar regras de elegibilidade da entidade e criticou a iniciativa, defendendo que um único político criando regras para vantagem própria não é adequado para competições esportivas. Baker também pediu que o Congresso aprove o Protect College Sports Act, um projeto de lei que visa estabelecer limites sobre como as universidades podem pagar seus atletas e quais direitos eles têm para recorrer judicialmente.
Até o momento, não houve resposta oficial da NCAA ou das oito equipes da Divisão I de Ohio, incluindo Ohio State, Cincinnati e as seis equipes da Mid-American Conference.
O vice-governador Jim Tressel, ex-treinador com títulos nacionais em Ohio State e Youngstown State, ressaltou a importância de não privar os atuais atletas das mesmas oportunidades que seus colegas.
A ordem executiva de Ohio lembra a decisão da Califórnia de permitir pagamentos por nome, imagem e semelhança (NIL), que foi rapidamente adotada por outros estados, forçando a NCAA a aceitar essa mudança.
A regra de elegibilidade da NCAA está sendo contestada em vários tribunais nos EUA, com ações judiciais argumentando que a exclusão da classe de 2022 é injusta e limita suas oportunidades de ganhos com NIL e participação na receita gerada pelas universidades.
No mesmo dia da ordem de Ohio, um advogado representando atletas em um processo judicial importante respondeu a perguntas de juízes federais que demonstraram ceticismo sobre a capacidade dos jogadores de quantificar o prejuízo econômico sofrido.
Um tribunal inferior havia concedido inicialmente a esses atletas um quinto ano de elegibilidade, mas essa decisão foi bloqueada por um tribunal de apelações, que ainda não emitiu veredito final.
A decisão judicial pode estabelecer um precedente importante, mas não encerrará necessariamente as disputas legais, que continuam em outros estados como Louisiana, Kentucky, Ohio e Arizona.
Os juízes também questionaram se deveriam adiar a decisão para aguardar a aprovação do Protect College Sports Act pelo Congresso, mas ambos os advogados pediram que o julgamento prossiga devido à janela limitada para os atletas da classe de 2022, com a temporada de futebol americano universitário já em andamento e a de basquete prestes a começar.
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Treinador do Missouri, Gates, mantém a calma diante da incerteza do elenco por decisões judiciais sobre elegibilidade
Mark Mitchell e CJ Gunn, jogadores do Missouri, enfrentam questões judiciais sobre elegibilidade para a temporada. O técnico Dennis Gates afirma estar acostumado com a situação e destaca a transparência e o apoio do elenco.
Mark Mitchell, que não foi selecionado no draft da NBA e concordou com um contrato Exhibit 10 sem assinar, está processando a NCAA para obter elegibilidade nesta temporada. No entanto, um tribunal de apelação dissolveu uma liminar preliminar que permitiria sua participação.
CJ Gunn, que foi o principal pontuador do DePaul na última temporada, também está processando a NCAA para conseguir mais um ano de elegibilidade. Ambos os casos geram incertezas no elenco do Missouri.
O técnico Dennis Gates comentou que está acostumado com essas situações e não as vê como um problema. Ele ressaltou que sempre precisou fazer mais com menos e tomar decisões de última hora, o que lhe permite demonstrar sua capacidade de gestão.
"Sou um CEO, não apenas um treinador de basquete. Sei como gerenciar pessoas, egos e também um vestiário", afirmou Gates. Ele destacou que os jogadores aprovaram a tentativa de adicionar Mitchell e Gunn ao elenco dos Tigers, sem cortes ou manipulações no time.
"Meus jogadores votaram para que esses atletas estivessem aqui. Não precisei tomar essa decisão sozinho. Quando você é transparente com sua equipe, não haverá problemas", disse o treinador.
Gates também comentou que o esporte universitário está vivendo um momento decisivo e que não há motivo para temer as mudanças em curso. Ele comparou a situação à transição do aluguel de filmes físicos para o streaming, enfatizando a necessidade de apoiar os atletas e garantir uma narrativa correta.
O Missouri, que foi previsto para terminar em oitavo na conferência segundo uma pesquisa com membros da mídia da SEC e nacional, inicia a temporada regular contra o Cleveland State em 3 de novembro.


