
Lando Norris admite que McLaren não está competitivo o suficiente para brigar pelo título na F1
Após terminar em terceiro no sprint do GP da Holanda, Lando Norris afirmou que o carro da McLaren não tem desempenho adequado para disputar a liderança. O piloto destacou dificuldades em curvas de baixa velocidade e descartou melhorias para a corrida principal.
Lando Norris, piloto da McLaren, fez uma avaliação pessimista sobre suas chances no GP da Holanda após terminar em terceiro no sprint de 24 voltas realizado no sábado. Apesar de ter largado em segundo lugar, Norris não conseguiu acompanhar o vencedor George Russell e ainda perdeu posições para Charles Leclerc antes de segurar o líder do campeonato, Kimi Antonelli.
O campeão mundial vigente comentou que o carro da McLaren está "longe de ser bom o suficiente", especialmente em curvas de baixa velocidade, onde a equipe enfrenta grandes dificuldades. "Não há nada que possamos fazer", afirmou Norris, ressaltando que o carro é eficiente em alta velocidade, mas apresenta fraquezas em trechos lentos, o que dificulta a otimização do desempenho durante a corrida.
Questionado sobre possíveis ajustes para a classificação e a corrida principal do domingo, o piloto foi direto: "Não, caso contrário já teríamos feito". Norris, de 26 anos, venceu sua primeira corrida da temporada no GP da Hungria antes da pausa de verão da Fórmula 1.
Embora muitos esperassem que o circuito de Zandvoort favorecesse a McLaren, Norris acredita que a pista apenas evidenciou as limitações do carro. "Em Budapeste fomos bons em curvas de alta velocidade e ruins em baixa, mas ainda assim conseguimos vencer. Aqui há mais curvas lentas, então nossos problemas ficam mais evidentes. É o que esperávamos", explicou.
Mesmo com o terceiro lugar no sprint, Norris afirmou que quer lutar pela vitória e desafiar George Russell. Ele reconheceu que as atualizações aplicadas permitiram o bom resultado, mas que são necessárias melhorias adicionais para disputar o título da temporada.
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George Russell vence corrida sprint no GP da Holanda e reduz diferença no campeonato
George Russell conquistou a vitória na corrida sprint do Grande Prêmio da Holanda, fortalecendo suas chances no campeonato. Kimi Antonelli terminou em quarto, enquanto Charles Leclerc superou Lando Norris para garantir o terceiro lugar.
George Russell venceu a corrida sprint do Grande Prêmio da Holanda, realizada no circuito de Zandvoort, garantindo um importante impulso em sua busca pelo título da temporada de Fórmula 1. O piloto da Mercedes largou na pole position e manteve a liderança durante toda a prova de 24 voltas, cruzando a linha de chegada 1,3 segundos à frente de Charles Leclerc.
Leclerc, que largou em terceiro, fez uma ultrapassagem decisiva sobre Lando Norris na volta 17 para conquistar o terceiro lugar na sprint. Norris, que havia começado em segundo, não conseguiu ameaçar Russell e acabou cedendo posições nas voltas finais, terminando em quarto.
Kimi Antonelli, líder do campeonato e companheiro de equipe de Russell na Mercedes, fez uma boa largada e ultrapassou Oscar Piastri na primeira curva para assumir a quarta posição, onde terminou a corrida sprint. Com esse resultado, Antonelli ampliou sua liderança na tabela para 53 pontos, enquanto Russell reduziu a diferença para 56 pontos antes da corrida principal de domingo.
Outros destaques da prova foram Oscar Piastri, que terminou em quinto com a segunda McLaren, e Max Verstappen, que ficou em sexto após renovar seu contrato com a Red Bull. Lewis Hamilton, também da Mercedes, teve uma atuação discreta e finalizou em sétimo.
A corrida sprint teve poucas ultrapassagens significativas, sendo a manobra de Antonelli sobre Piastri na primeira curva e a ultrapassagem de Leclerc sobre Norris as principais ações de destaque. A classificação para a corrida principal do domingo começará às 15h BST.
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TWG Global afirma que equipe Cadillac de F1 não está à venda apesar de investigações envolvendo Mark Walter
A TWG Global, proprietária majoritária da equipe Cadillac na Fórmula 1, negou que o time esteja à venda, em meio a investigações nos Estados Unidos envolvendo o bilionário Mark Walter, chairman e CEO da TWG Global.
A TWG Global, que detém a maior parte da equipe Cadillac na Fórmula 1, afirmou que não considera vender o time nem qualquer outra parte de seu portfólio de automobilismo. A declaração foi emitida após reportagens recentes sobre Mark Walter, que geraram especulações sobre o futuro dos ativos esportivos da empresa.
Mark Walter é chairman e CEO da TWG Global, que possui também as equipes Andretti Global na IndyCar e Fórmula E, Wayne Taylor Racing na IMSA e Spire Motorsports na NASCAR. Seu império empresarial está sob investigação nos Estados Unidos por supostos empréstimos não divulgados entre empresas relacionadas, conduzida por procuradores federais e pela Securities and Exchange Commission. Até o momento, nenhuma acusação foi formalizada e a investigação não envolve diretamente a equipe Cadillac de F1.
Walter também é conhecido por seus investimentos em propriedades esportivas de grande porte, incluindo o Los Angeles Lakers da NBA, que ele concordou em vender após 14 meses de posse, o Los Angeles Dodgers da MLB e o Chelsea da Premier League, onde há especulações sobre a venda de sua participação de 12,83%.
A especulação sobre o impacto das investigações no portfólio esportivo da TWG aumentou, mas a General Motors, parceira e acionista da equipe Cadillac, segue envolvida no projeto que estreou na Fórmula 1 nesta temporada como o 11º time da categoria.
Recentemente, a equipe passou por uma mudança na liderança, com Marcin Budkowski, ex-executivo da Renault e Alpine, assumindo como diretor da equipe, substituindo Graeme Lowdon. Budkowski afirmou antes do Grande Prêmio da Holanda que as investigações envolvendo Walter não influenciaram sua nomeação nem as operações do time.
O CEO da TWG Motorsports, Dan Towriss, não esteve presente no GP da Holanda em Zandvoort, optando por acompanhar a corrida da IndyCar em Washington.
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Kimi Antonelli lamenta erro na qualificação sprint do GP da Holanda e danos no carro
Kimi Antonelli reconheceu que um erro na primeira sessão da qualificação sprint do GP da Holanda causou danos no carro que prejudicaram seu desempenho. O piloto da Mercedes largará em quinto lugar na corrida sprint de sábado.
Durante a primeira sessão da qualificação sprint do Grande Prêmio da Holanda, Kimi Antonelli cometeu um erro ao entrar na Curva 13, que o levou para fora da pista e pelo cascalho. Esse incidente causou danos na parte inferior do carro, resultando em "buracos no assoalho" que afetaram sua performance pelo restante da sessão.
Antonelli explicou que, ao retornar aos boxes, a equipe informou que ele havia perdido cerca de 25 pontos de downforce devido aos danos, embora os mecânicos tenham tentado reparar o máximo possível. Mesmo assim, ele enfrentou dificuldades especialmente em baixas velocidades, o que comprometeu seu ritmo.
O líder do campeonato qualificou-se em quinto lugar para a corrida sprint de sábado, ficando 0,227 segundos atrás do companheiro de equipe George Russell, que conquistou a pole position.
O chefe da equipe Mercedes, Toto Wolff, confirmou a perda de 20 pontos de downforce causada pelo buraco no assoalho, mas ressaltou que os mecânicos conseguiram consertar o dano para as sessões seguintes da qualificação sprint. Wolff destacou que as diferenças entre os pilotos são muito pequenas e que o erro de Antonelli foi causado por tentar forçar demais na entrada da curva 11.
Antonelli demonstrou ceticismo quanto à possibilidade de avançar muitas posições na corrida sprint de 24 voltas que acontecerá no domingo às 11h BST, mas afirmou que tentará novamente.
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Carlos Sainz e Alex Albon explicam renovações de contrato com Williams na F1
Carlos Sainz e Alex Albon renovaram seus contratos com a Williams para a temporada de 2027. Sainz destaca sua confiança no projeto da equipe, enquanto Albon quer avaliar a evolução do time antes de um compromisso mais longo.
Carlos Sainz afirmou que renovou seu contrato com a Williams porque acredita no projeto da equipe, mesmo diante do início difícil na temporada 2026 da Fórmula 1, em que a Williams ocupa a nona posição no campeonato. Ele ressaltou que não é do seu caráter abandonar o time nos momentos complicados e que quer ajudar a transformar a Williams em uma equipe vencedora novamente.
Sainz destacou que a temporada atual tem sido uma "tempestade perfeita" de problemas, com um carro atrasado, pesado e com falta de downforce, o que compromete o desempenho. Apesar disso, ele reafirmou seu compromisso com os mais de mil profissionais que trabalham nos bastidores da equipe e sua vontade de evitar que os erros se repitam.
Por sua vez, Alex Albon, que está na Williams desde 2022, renovou contrato apenas para 2027 e explicou que prefere observar como a equipe irá reagir nos próximos 18 meses antes de firmar um compromisso mais longo. Ele reconheceu que a equipe enfrentou diversos problemas nesta temporada, desde a qualidade do carro até a falta de testes, e que o time está se esforçando para corrigir essas falhas.
Albon também comentou que, por estar há mais tempo na equipe, tem uma visão mais clara dos motivos do desempenho abaixo do esperado neste ano, como o atraso no desenvolvimento do carro e o peso excessivo. Ele espera que as mudanças planejadas se concretizem na próxima temporada, mesmo que isso signifique sacrificar os resultados de 2026 para focar no carro de 2027.
Ambos os pilotos demonstram confiança no projeto liderado pelo chefe da equipe, James Vowles, que convenceu Sainz a deixar a Ferrari para se juntar à Williams, com a visão de recuperar o prestígio da equipe na Fórmula 1.
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Woody Johnson, dono do New York Jets, adquire participação minoritária na equipe Aston Martin de F1
Woody Johnson, presidente do New York Jets, comprou uma participação minoritária na equipe Aston Martin Aramco de Fórmula 1 e assumirá o cargo de vice-presidente do conselho da equipe.
Woody Johnson, presidente do New York Jets, adquiriu uma participação minoritária na equipe Aston Martin Aramco de Fórmula 1, conforme anunciado na quinta-feira. Johnson também passará a integrar o conselho de diretores da equipe como vice-presidente.
De acordo com a Aston Martin, Johnson focará no crescimento comercial da equipe, especialmente nos Estados Unidos, mas não assumirá funções de gestão diária. Com 79 anos, Johnson comprou o New York Jets por US$ 635 milhões em 2000 e adquiriu uma participação de 43% no Crystal Palace, da Premier League inglesa, em 2025, por cerca de US$ 254 milhões.
Johnson declarou que, durante seu período como embaixador dos EUA no Reino Unido, desenvolveu grande apreço pela história da Aston Martin e pela visão estratégica e espírito empreendedor do presidente executivo Lawrence Stroll. Ele afirmou que trabalhará em parceria com Stroll com a ambição de construir uma organização capaz de competir no mais alto nível do esporte.
Além disso, Johnson está comprometido em ampliar a base de fãs da Fórmula 1 nos Estados Unidos. Como parte do programa de mercados globais da NFL, os Jets detêm direitos de marketing internacional para o Reino Unido e Irlanda, onde já disputaram quatro jogos da temporada regular.
Johnson é um dos proprietários mais antigos da NFL. Sob sua gestão, os Jets chegaram aos playoffs seis vezes, embora atualmente vivam um jejum de 15 anos, o maior em atividade nos esportes norte-americanos.
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George Russell busca confiar mais em seus instintos para recuperar disputa pelo título contra Kimi Antonelli
George Russell pretende usar a segunda metade da temporada da Fórmula 1 para se reerguer na luta pelo campeonato, superando o companheiro de equipe Kimi Antonelli. O piloto britânico volta da pausa de verão 59 pontos atrás do italiano e quer retomar o ritmo com uma abordagem mais instintiva.
George Russell, piloto da Mercedes na Fórmula 1, revelou que pretende confiar mais em seus instintos para tentar recuperar a disputa pelo título mundial e superar seu companheiro de equipe, Kimi Antonelli.
O britânico de 28 anos enfrenta dificuldades para igualar o desempenho do jovem italiano de 19 anos, que já venceu seis corridas na temporada, contra duas vitórias de Russell. Após a pausa de verão, Russell retorna para o Grande Prêmio da Holanda em Zandvoort, 59 pontos atrás de Antonelli e nove atrás de Lewis Hamilton, da Ferrari.
Russell afirmou que aproveitou o período de descanso para se desligar completamente da competição, preparando-se para uma segunda metade de temporada intensa, que contará com várias corridas consecutivas. Ele destacou a importância de construir um bom ritmo e disse que pretende dirigir de forma mais instintiva, sem pensar demais, algo que sentiu que não vinha fazendo antes da pausa.
Além dos aspectos esportivos, Russell também viveu um momento marcante em sua vida pessoal durante o recesso, ficando noivo de sua parceira de longa data, Carmen. Ele brincou que espera que a felicidade pessoal possa trazer alguns décimos de segundo a mais em seu desempenho nas pistas, mencionando também o amigo e colega Lando Norris, que planeja se noivar.
O piloto comentou sobre o processo de escolha do anel e revelou que ficou nervoso ao fazer o pedido de casamento, mas ressaltou que a relação de longa data não deve trazer grandes mudanças em sua vida.
Com a temporada ainda na metade, Russell busca usar essa nova fase para voltar a brigar pelo título, confiando mais em seu talento e instinto para melhorar seus resultados nas próximas corridas.



