
Lando Norris renova com McLaren até pelo menos 2030 após título mundial
Lando Norris, campeão mundial de Fórmula 1 em 2025, assinou um novo contrato com a McLaren que o mantém na equipe até pelo menos 2030, com opção de extensão por mais anos. O acordo inclui o presente de um dos carros com que conquistou seu título.
Lando Norris, atual campeão mundial de Fórmula 1, firmou um novo contrato de longo prazo com a McLaren, garantindo sua permanência na equipe até pelo menos 2030. O acordo também prevê uma opção de extensão por vários anos além desse período.
O piloto de 26 anos, que estreou na Fórmula 1 pela McLaren em 2019, havia renovado seu contrato em 2024 até 2027. Sua permanência na equipe ficou ainda mais consolidada após a conquista do título mundial em 2025, tornando-se o primeiro piloto desde Lewis Hamilton em 2008 a vencer o campeonato pela McLaren.
Este novo contrato segue a tendência do mercado de pilotos em 2025, com outros nomes de destaque como Max Verstappen, que renovou com a Red Bull até 2030, e Charles Leclerc, que assinou um acordo de vários anos com a Ferrari.
Norris declarou que considera a McLaren sua casa e está satisfeito em continuar com a equipe para buscar mais títulos. Ele destacou o objetivo inicial de levar a McLaren de volta à liderança da Fórmula 1 e afirmou que a equipe está capacitada para continuar vencendo.
O companheiro de equipe de Norris, Oscar Piastri, também renovou seu contrato no início da temporada 2025, com vínculo até pelo menos 2028. Apesar de conversas entre a McLaren e Verstappen, a equipe reafirmou seu compromisso com Norris e Piastri.
O diretor da equipe, Andrea Stella, elogiou Norris como um piloto excepcional, destacando sua velocidade, maturidade, consistência e dedicação à McLaren, além de sua importância para o sucesso da equipe nos últimos nove anos. Stella ressaltou que a renovação traz continuidade e reforça a confiança no caminho da equipe.
Como parte do novo contrato, Norris receberá um dos carros MCL39 usados para conquistar seu primeiro título mundial em 2025, um presente simbólico que celebra sua contribuição para o bicampeonato consecutivo da McLaren no Mundial de Construtores e seu título individual, o primeiro da equipe desde 2008.
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Mercedes mantém confiança em grande atualização para reduzir déficit de desempenho na F1
Após perder terreno para McLaren e Ferrari nas últimas corridas, a Mercedes aposta em uma atualização significativa para a reta final da temporada. A equipe acredita que a diferença atual é resultado do ritmo de desenvolvimento dos rivais e planeja recuperar a liderança com a nova fase de melhorias.
A Mercedes, que venceu as seis primeiras corridas da temporada de Fórmula 1, conquistou apenas duas das seis etapas seguintes. Enquanto isso, Lando Norris, da McLaren, venceu as duas últimas corridas consecutivas, aumentando a pressão sobre a equipe alemã.
Após o Grande Prêmio da Holanda, o líder do campeonato, Kimi Antonelli, que ficou em segundo lugar atrás de Norris, afirmou que a Mercedes não possui mais o carro mais rápido da pista. O chefe da equipe, Toto Wolff, comentou em Zandvoort que a Mercedes "não tem dinheiro" para acompanhar o ritmo de desenvolvimento de McLaren e Ferrari nas últimas corridas, referindo-se ao limite de custos imposto pela temporada, e não à situação financeira geral da equipe.
O diretor de engenharia da Mercedes, Andrew Shovlin, afirmou que a equipe ainda tem uma grande atualização planejada para o último terço da temporada, que deve equilibrar o desempenho em relação aos rivais. Segundo ele, a diferença atual é consequência do momento das atualizações e da estratégia de desenvolvimento adotada por cada equipe.
"Estaríamos preocupados se o déficit de desempenho em relação a McLaren e Ferrari superasse os ganhos que podemos ver prontos para chegar no túnel de vento. Isso não é o caso", declarou Shovlin no podcast da Mercedes.
Ele também destacou que a disputa acirrada era esperada para esta fase da temporada e que a equipe ainda está competitiva, citando a pole position de George Russell para a corrida sprint em Zandvoort e as posições de segundo e terceiro no grid da corrida principal.
Shovlin sugeriu que os rivais podem ter concentrado seus esforços de desenvolvimento no início da temporada para reduzir a vantagem inicial da Mercedes. O vice-chefe da equipe, Bradley Lord, explicou que todas as equipes precisam equilibrar cuidadosamente os gastos dentro do teto orçamentário, considerando custos com pessoal, produção de peças e estoque.
"Encontrar o momento certo para converter ganhos virtuais em peças reais é um desafio. Por exemplo, no caso do assoalho, é preciso decidir se se fabrica um novo imediatamente ou se alinha a atualização com a necessidade de um novo assoalho para completar a temporada", explicou Lord.
Shovlin também ressaltou o equilíbrio necessário entre investir no carro atual e no desenvolvimento do carro da próxima temporada, já que o orçamento anual deve cobrir ambos os projetos. A Mercedes, na liderança do campeonato, pode se dar ao luxo de pensar no longo prazo, adotando uma estratégia mais calculada para as atualizações.
"Se acreditássemos que o campeonato dependesse de uma atualização em Zandvoort, certamente teríamos encontrado uma forma de implementá-la. Estamos na posição invejável de liderar, então é lógico não lançar tantas peças no carro atual quanto os concorrentes que estão na perseguição", concluiu.
A equipe continuará avaliando após cada corrida se está trazendo atualizações suficientes e se pode antecipar alguma melhoria para manter a competitividade até o fim da temporada.
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Grande Prêmio da Itália 2026: programação, horário de largada e detalhes da corrida em Monza
O Grande Prêmio da Itália de 2026 será realizado no circuito de Monza, conhecido como o "Templo da Velocidade". A corrida está marcada para o dia 6 de setembro, com largada às 14h. A temporada segue com Kimi Antonelli liderando o campeonato, apesar da penalidade no grid que terá em sua corrida em casa.
O circuito Autodromo Nazionale Monza, localizado em Monza, Itália, recebe o Grande Prêmio da Itália de 2026, uma das etapas mais tradicionais da Fórmula 1. Conhecido como o "Templo da Velocidade", Monza é o circuito mais rápido da história da F1, com longas retas e zonas de frenagem fortes.
A corrida acontecerá no domingo, 6 de setembro, com largada prevista para as 14h. Serão 53 voltas em um traçado de 5,8 km, totalizando aproximadamente 306 km de prova. O recorde de volta no circuito é de 1:18.792, estabelecido por Max Verstappen.
Max Verstappen vem dominando a temporada, tendo vencido o Grande Prêmio da Itália em 2022, 2023 e 2025, além de ter conquistado a pole position em 2021 e 2025. Lewis Hamilton detém o maior número de poles em Monza, com sete no total.
Kimi Antonelli lidera o campeonato com 59 pontos de vantagem, seguido por seu companheiro de equipe George Russell e Lewis Hamilton, ambos empatados na segunda colocação. Antonelli, no entanto, terá uma penalidade no grid por troca de motor, o que pode impactar suas chances na corrida em casa.
A McLaren, com Lando Norris, tem mostrado desempenho forte, com Norris conquistando vitórias consecutivas recentemente. A equipe acredita que Monza será um verdadeiro teste para seu progresso.
A transmissão da corrida será exclusiva pelo Sky Sports F1 no Reino Unido, enquanto nos Estados Unidos os assinantes poderão acompanhar todas as sessões pelo canal da F1 na Apple TV. Para quem não é assinante no Reino Unido, os destaques estarão disponíveis na Channel 4.
A previsão do tempo para o fim de semana indica sol e temperaturas máximas de 32°C, com ventos leves, condições consideradas ideais para a corrida.
Monza é conhecido por sua atmosfera única, especialmente pela presença apaixonada dos tifosi, torcedores da Ferrari, que costumam invadir a pista após a corrida. A Ferrari busca uma vitória em casa, mas o circuito favorece equipes com alta velocidade em linha reta, como Mercedes.
Este Grande Prêmio pode ser decisivo para a disputa do título, especialmente com a penalidade de Antonelli e a possibilidade de outras equipes aproveitarem para reduzir a diferença na classificação.
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Franco Colapinto seguirá na Alpine na temporada 2027 da Fórmula 1
A Alpine confirmou que Franco Colapinto continuará na equipe na temporada 2027 da Fórmula 1. A renovação mantém a dupla Colapinto e Pierre Gasly para o próximo ano, mas não especifica se o acordo é uma extensão do empréstimo ou uma contratação definitiva.
Franco Colapinto permanecerá na Alpine para a temporada 2027 da Fórmula 1, conforme confirmado pela equipe na quinta-feira. Essa decisão mantém a mesma dupla de pilotos, Colapinto e Pierre Gasly, para o próximo ano, reforçando a estabilidade do time.
O piloto argentino está na Alpine por empréstimo da Williams desde que substituiu Jack Doohan no Grande Prêmio da Emilia-Romagna de 2025. Após o recesso de verão, a Williams confirmou que seguirá com Alex Albon e Carlos Sainz para a próxima temporada, eliminando a possibilidade de retorno imediato de Colapinto ao time original.
A Alpine não detalhou se o novo acordo de Colapinto é uma extensão do empréstimo ou uma contratação definitiva. A posição de Colapinto na equipe estava incerta enquanto o futuro de Fernando Alonso na Aston Martin também permanecia indefinido. A confirmação do contrato de Colapinto sugere que a renovação de Alonso com a Aston Martin para além de 2026 é provável.
Colapinto declarou que a Alpine já é como uma segunda casa para ele. Ele destacou a satisfação em continuar na equipe e o progresso significativo feito em 2026 em comparação ao ano anterior. O piloto ressaltou que os objetivos de longo prazo são competir e vencer, agradecendo a confiança depositada nele por Flavio Briatore e Steve Nielsen.
Flavio Briatore, antigo gerente de Alonso e atual responsável pela Alpine, afirmou que a estabilidade na dupla de pilotos é importante para a equipe. Ele destacou a necessidade de projetar e construir um carro rápido como prioridade máxima. Briatore elogiou o crescimento e maturidade de Colapinto, citando seus resultados em Miami e Montreal como provas de seu talento e pertencimento à Fórmula 1 e à equipe.
O acordo de Colapinto ocorre em um mercado de pilotos relativamente estático, com a extensão de contrato de Max Verstappen na Red Bull confirmada recentemente, reduzindo a possibilidade de grandes mudanças entre as equipes nesta temporada.
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Red Bull mantém motor mais eficiente na F1; rivais recebem oportunidades de upgrade
Red Bull Powertrains segue como o único fabricante de motores da Fórmula 1 sem permissão para atualizações na segunda metade da temporada. Mercedes, Ferrari, Audi e Honda receberam oportunidades de melhorias conforme o mecanismo ADUO da FIA.
A Red Bull Powertrains continuará na segunda metade da temporada de Fórmula 1 como o único fabricante de motores que não recebeu permissão para realizar atualizações em sua unidade motriz. A FIA implementou o sistema Additional Development and Upgrade Opportunities (ADUO) para ajudar fabricantes que estejam em desvantagem, permitindo upgrades, aumento do teto de custos e mais tempo em dinamômetro.
Esse sistema avalia o desempenho relativo dos motores de combustão interna de todos os fabricantes. Aqueles que estiverem mais de 2% atrás do líder recebem uma atualização para a atual e a próxima temporada, enquanto os que estiverem mais de 4% atrás recebem duas atualizações para cada uma dessas temporadas.
Após a primeira avaliação, realizada depois das primeiras seis corridas, a Red Bull foi apontada como referência em desempenho, surpreendendo a equipe. A Mercedes estava mais de 2% atrás e recebeu uma atualização para 2026 e 2027. Ferrari, Audi e Honda, com mais de 4% de desvantagem, receberam duas atualizações para cada temporada.
A segunda avaliação, entre os Grandes Prêmios de Mônaco e da Holanda, confirmou que nenhuma nova oportunidade de upgrade foi concedida a qualquer fabricante. Isso indica que nenhum rival melhorou o suficiente para ampliar sua vantagem sobre a Red Bull para mais de 2% nesse período.
A FIA não divulgou detalhes sobre o índice de desempenho dos motores para preservar a confidencialidade e evitar que equipes tentem manipular o sistema. Desde a primeira avaliação, Ferrari, Audi e Honda já introduziram upgrades, enquanto a Mercedes ainda não utilizou sua oportunidade para 2026.
Nikolas Tombazis, diretor de operações de monopostos da FIA, afirmou que a análise do ADUO foi rigorosa e confiável, garantindo a robustez dos resultados. Ele também indicou que o sistema pode evoluir em futuras temporadas, em diálogo com todos os fabricantes de unidades motrizes.
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Max Verstappen: trajetória, conquistas e recordes na Fórmula 1
Max Verstappen, piloto de Fórmula 1 conhecido por seu estilo agressivo e habilidade em ultrapassagens, tem uma carreira marcada por recordes e títulos. Com quatro campeonatos mundiais consecutivos, ele é um dos maiores nomes da categoria.
Max Verstappen nasceu na Bélgica, filho do piloto holandês Jos Verstappen e da belga Sophie Kumpen, que também competiu em kart. Iniciou sua carreira no kart aos quatro anos e começou a competir em campeonatos aos sete anos. Em 2013, conquistou diversos títulos mundiais e europeus de kart.
Após uma temporada na Fórmula 3, Verstappen pulou a Fórmula 2 e estreou na Fórmula 1 em 2015 pela equipe Toro Rosso, afiliada da Red Bull, com apenas 17 anos. Em 2016, foi promovido para a equipe principal da Red Bull e tornou-se o piloto mais jovem a vencer um Grande Prêmio, ao conquistar a vitória no GP da Espanha.
Desde então, Verstappen se consolidou como o piloto mais bem-sucedido da Red Bull, acumulando 244 largadas, 71 vitórias, 131 pódios e estando a apenas duas poles positions de alcançar 50 na carreira. Ele conquistou quatro títulos mundiais consecutivos entre 2021 e 2024, período de domínio da Red Bull.
Em 2023, Verstappen estabeleceu recordes de maior número de vitórias (19) e pódios (21) em uma única temporada, além de registrar 10 vitórias consecutivas. Ele assinou contratos de longo prazo com a Red Bull, garantindo sua permanência na equipe até 2030.
Além da Fórmula 1, Verstappen participa de outras competições, como a corrida de 24 horas de Nürburgring em 2023, pilotando um Mercedes-AMG GT3. Em setembro de 2023, ele participou do evento "Max vs. 100" em Silverstone, um desafio de kart onde enfrentou 100 adversários, transmitido ao vivo pela Disney+.
Verstappen reside em Mônaco e é reconhecido por seu instinto competitivo e habilidade em ultrapassagens, características desenvolvidas desde os primeiros anos no kart.
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Max Verstappen enfrenta 100 pilotos em corrida de kart ao vivo na Disney+
Max Verstappen, tetracampeão mundial de Fórmula 1, participará de uma corrida única de kart com 101 pilotos no circuito de Silverstone, transmitida ao vivo pela Disney+ em 16 de setembro.
Max Verstappen, quatro vezes campeão mundial de Fórmula 1, vai competir contra 100 outros pilotos em um evento especial de corrida de kart ao vivo na Disney+ no dia 16 de setembro.
A corrida acontecerá em um circuito de kart especialmente construído em Silverstone, palco do Grande Prêmio da Grã-Bretanha. Verstappen largará na última posição de um grid com 101 competidores e tentará ultrapassar todos os adversários.
O circuito foi projetado pelo ex-piloto e campeão mundial de kart David Terrien para acomodar o grande número de participantes. A transmissão contará com dados da corrida em tempo real, gráficos inspirados em jogos e imagens captadas por drones. Durante a prova, Verstappen poderá se comunicar diretamente com seus rivais.
Verstappen iniciou sua trajetória no kart aos quatro anos e competiu em campeonatos desde os sete anos, antes de avançar para categorias de base e estrear na Fórmula 1 em 2015. O piloto holandês tornou-se o mais jovem vencedor da F1 em sua primeira corrida pela Red Bull em 2016 e conquistou quatro títulos consecutivos de pilotos entre 2021 e 2024.
Além de Verstappen, o grid contará com atletas de diversas modalidades, como o ultramaratonista Arda Saatçi, o especialista em arremessos de basquete Chris "Lethal Shooter" Matthews e o ciclista de mountain bike freestyle Matt Jones, além de streamers como TheGrefg, Caedrel e TheDonato.
O evento "Max vs 100" será transmitido ao vivo pela Disney+ em 16 de setembro.


