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Lewis Hamilton manifesta desejo de que a F1 corra no Oriente Médio apesar dos conflitos

Lewis Hamilton manifesta desejo de que a F1 corra no Oriente Médio apesar dos conflitos

Lewis Hamilton expressou seu desejo de que as corridas de Fórmula 1 no Oriente Médio, previstas para Qatar e Abu Dhabi, aconteçam conforme planejado, apesar da instabilidade na região. A decisão final sobre a realização das provas ainda não foi tomada.

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A temporada da Fórmula 1 está programada para terminar com duas etapas no Oriente Médio: em Qatar, no dia 29 de novembro, e em Abu Dhabi, uma semana depois. Caso essas corridas não possam ocorrer, o circuito de Imola está em standby para substituir os eventos.

O governo do Reino Unido, por meio do Foreign Office, alertou que a situação na região "permanece imprevisível" e que há "risco de novos ataques e escalada inesperada". Essa instabilidade gerou preocupação dentro do paddock da F1, com relatos de que alguns membros do grupo de aproximadamente 2.000 pessoas que viajam com a categoria, incluindo integrantes de 10 das 11 equipes baseadas no Reino Unido, manifestaram a intenção de não comparecer.

Antes da etapa do Azerbaijão, que faz fronteira com o Irã, Lewis Hamilton declarou: "Pessoalmente, quero ir. Eu adoro ir ao Oriente Médio. Pelo que li, as coisas parecem estar bem por lá, mas não tenho todas as informações e não sei quais são os níveis de risco. Confio no Stefano Domenicali [CEO da F1] para tomar a decisão certa para o esporte. E espero que possamos ir."

A expectativa inicial era que a decisão sobre a realização das corridas no Oriente Médio fosse anunciada até meados deste mês, mas a Fórmula 1 está disposta a aguardar. Não há um prazo definido, mas a expectativa atual é que pelo menos uma das corridas seja realizada. Os ingressos para ambos os eventos continuam à venda.

Vale lembrar que as etapas em Bahrain e Arábia Saudita foram canceladas no início do ano. Contudo, o Grande Prêmio de Bahrain será realizado de forma incomum no circuito de Sepang, na Malásia, em breve.

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Fernando Alonso critica regras atuais da F1 e afirma que circuitos foram prejudicados

Fernando Alonso critica regras atuais da F1 e afirma que circuitos foram prejudicados

Fernando Alonso, piloto da Aston Martin, expressou insatisfação com as novas regras da Fórmula 1 e afirmou que alguns circuitos foram "mortos" pelas mudanças. Ele mantém conversas contínuas com dirigentes da F1 para discutir uma reformulação das regras visando melhorar o esporte.

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Fernando Alonso, piloto da Aston Martin com contrato até o final do ano, ainda não confirmou a renovação. O bicampeão mundial está desiludido com os novos motores da Fórmula 1, que possuem uma divisão 50-50 entre potência de combustão convencional e elementos elétricos de bateria. Além disso, o pacote Aston Martin-Honda tem sido pouco competitivo, deixando Alonso frequentemente nas últimas posições.

Antes do Grande Prêmio da Espanha em Madri, o presidente da FIA, Mohammed Ben Sulayem, declarou que não seria aceitável Alonso deixar a F1 em uma situação tão pouco competitiva e sugeriu que está pressionando por mudanças nas regras dos motores para acelerar a recuperação da Honda.

Alonso revelou que suas conversas com Ben Sulayem e o chefe da F1, Stefano Domenicali, têm girado em torno de uma reformulação abrangente das regras. "Alguns circuitos foram mortos este ano", afirmou o piloto antes do GP do Azerbaijão. "Acredito que, com os aprendizados deste ano, ainda há espaço para melhorar o esporte no próximo ano. Esses foram meus comentários em Madri, Austrália, Barcelona e em todas as corridas. Essa é a conversa que mantenho com Stefano e Mohammed."

Diante da insatisfação generalizada com as novas regulamentações, a F1 já se comprometeu a ajustar as regras nos próximos anos. A divisão atual 50-50 entre motor de combustão e elétrico será alterada para 58/42 em favor do motor de combustão em 2027 e para 60-40 em 2028. No entanto, vários pilotos questionam se isso será suficiente para resolver os principais problemas dos carros deste ano.

Alonso tem sido o piloto mais crítico às novas regras, chegando a dizer na pré-temporada que os carros estão tão fáceis de pilotar que até o chefe da equipe Aston Martin poderia completar uma volta em Bahrein sem dificuldades. Ele também chamou a atual era da F1 de "campeonato mundial da bateria".

Na quarta-feira, Alonso acrescentou que os novos carros, que exigem dos pilotos a recuperação de energia da bateria por meio da frenagem, são completamente diferentes do que ele e seus rivais aprenderam desde o kart até as categorias de base como F3 e F2. "Nós dirigimos com instinto para ser rápidos, atacando as curvas e assumindo riscos. Na F1, você precisa desaprender um pouco o que aprendeu em vinte anos e dirigir de uma forma diferente. Isso só acontece na F1. Nenhuma outra categoria exige que você dirija devagar para ir rápido."

Os comentários de Ben Sulayem em Madri indicaram que a F1 pode fazer novos ajustes no mecanismo chamado Additional Development and Upgrade Opportunities (ADUO), que já permitiu que Honda, Mercedes, Audi e Ferrari tenham mais liberdade para gastar em atualizações de motor fora do limite de custos, com o motor da Red Bull sendo referência.

Ben Sulayem sugeriu que a Honda poderia receber novas concessões, embora nada tenha sido divulgado oficialmente. Alonso afirmou que o desempenho da Aston Martin não é o fator decisivo para sua permanência na F1, mas sim a saúde geral do esporte. "Estamos menos competitivos do que o restante do grid, sim, mas não acho que isso seja o ponto crítico para minha decisão. No próximo ano, haverá a mudança para a proporção 60-40 e isso vai melhorar as coisas. Mas talvez precisemos pensar em mais medidas para continuar melhorando. É assim que vejo a situação."

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Isack Hadjar renova contrato com Red Bull e será companheiro de Max Verstappen em 2027

Isack Hadjar renova contrato com Red Bull e será companheiro de Max Verstappen em 2027

Isack Hadjar renovou seu contrato com a Red Bull e continuará como companheiro de equipe de Max Verstappen na temporada de 2027 da Fórmula 1. O piloto retorna ao grid no GP do Azerbaijão após se recuperar de uma lesão no punho.

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Isack Hadjar, que retorna à ação no GP do Azerbaijão após ficar fora de três corridas devido a uma lesão no punho, foi promovido à equipe principal da Red Bull no início deste ano, após uma temporada de estreia destacada com a Racing Bulls em 2025.

Após anos em que companheiros de equipe tiveram dificuldades para se destacar na sombra de Verstappen, Hadjar iniciou sua trajetória na Red Bull com oito chegadas na zona de pontos e um pódio no GP de Mônaco.

Em agosto, durante o GP da Holanda, a Red Bull anunciou a renovação do contrato de Max Verstappen até o final de 2030, encerrando especulações sobre o futuro do tetracampeão mundial.

Hadjar, que entrou na Fórmula 1 pelo programa de juniores da Red Bull, está confirmado como companheiro de Verstappen para 2027.

O diretor da equipe, Laurent Mekies, declarou: "Estamos muito animados para continuar nossa jornada com Isack. Desde que chegou no início do ano, ele tem sido excepcional dentro e fora das pistas, especialmente considerando que esta é apenas sua segunda temporada na Fórmula 1, o que tornou a extensão do contrato uma decisão fácil."

Mekies destacou ainda o comprometimento de Hadjar: "Desde o começo, Isack se dedicou totalmente à equipe, passando cada minuto na fábrica com seus engenheiros para desenvolver o carro, sempre ansioso para aprender e melhorar."

Hadjar comentou: "Estou muito empolgado para continuar com a Oracle Red Bull Racing. Cheguei a esta equipe há oito meses e logo entendi a dimensão e a ambição desta organização."

"Há tantas pessoas talentosas na fábrica, e é um privilégio pilotar para uma equipe tão incrível ao lado de um tetracampeão mundial como Max. Desde o momento em que assinei, me dediquei à equipe e, com o apoio de Laurent e de todos em Milton Keynes, consegui justificar a confiança que depositaram em mim. Estou sempre buscando ouvir, aprender e me superar a cada dia, o que me deixa ainda mais animado com o que está por vir."

Enquanto isso, a atenção se volta para a formação da equipe secundária da Red Bull, a Racing Bulls, para 2027. Nikola Tsolov, piloto júnior da Red Bull, lidera o campeonato da Fórmula 2 com três etapas restantes e é um forte candidato a subir para a Fórmula 1 no próximo ano.

Porém, os atuais pilotos da Racing Bulls, Liam Lawson e Arvid Lindblad, têm apresentado boas temporadas na F1, o que deixa a Red Bull com uma decisão difícil para 2027.

Lawson, que substituiu Hadjar na Red Bull nas últimas três corridas, está em sua segunda temporada completa na Fórmula 1, enquanto Lindblad, ainda em seu ano de estreia, já somou dez chegadas na zona de pontos em 14 etapas.

O chefe da equipe Racing Bulls, Alan Permane, afirmou que não há pressa para decidir a formação de 2027: "Acho que ainda é cedo demais para nós. Normalmente esperamos um pouco mais. Não há pressão para anunciar nossos planos para a próxima temporada ainda. Nikola está definitivamente em nossos pensamentos, e ele está tendo uma temporada incrível na Fórmula 2. Dito isso, Liam e Arvid também são pilotos fantásticos. É um problema de luxo."

Caso a Racing Bulls opte por manter sua atual dupla, uma alternativa seria colocar Tsolov como piloto reserva, função atualmente ocupada por Yuki Tsunoda.

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Isack Hadjar retorna à Red Bull para o GP do Azerbaijão após lesão no pulso

Isack Hadjar retorna à Red Bull para o GP do Azerbaijão após lesão no pulso

O piloto francês Isack Hadjar volta a pilotar pela Red Bull no GP do Azerbaijão após se recuperar de uma lesão no pulso que o afastou das etapas da Holanda, Itália e Espanha. Liam Lawson, que o substituiu nessas corridas, retorna à equipe Racing Bulls.

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Isack Hadjar sofreu uma lesão no pulso durante um treino no intervalo de agosto da Fórmula 1, o que o afastou dos GPs da Holanda, Itália e Espanha. Durante sua ausência, Liam Lawson assumiu seu lugar na equipe Red Bull, enquanto o piloto reserva Yuki Tsunoda substituiu Lawson na equipe júnior da Red Bull.

Com a recuperação bem-sucedida, Hadjar retorna para competir no circuito de Baku, no GP do Azerbaijão, marcado para quinta-feira. A Red Bull emitiu um comunicado expressando satisfação com o retorno do piloto e agradecendo a Lawson pelo profissionalismo e dedicação durante as três corridas em que pilotou sob circunstâncias desafiadoras. Lawson marcou 14 pontos nessas etapas, elevando seu total na temporada para 59 pontos.

Yuki Tsunoda permanece como piloto reserva, disponível para substituir se necessário pelo restante da temporada. Além disso, durante o período fora das pistas, Hadjar teve seu único pódio da temporada reinstaurado pela Corte Internacional de Apelação da FIA, que anulou a revisão solicitada pela Alpine sobre o resultado do GP de Mônaco.

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Ugo Ugochukwu celebra suas raízes nigerianas após conquistar o campeonato da FIA Fórmula 3

Ugo Ugochukwu celebra suas raízes nigerianas após conquistar o campeonato da FIA Fórmula 3

Ugo Ugochukwu, campeão da FIA Fórmula 3, expressa orgulho por sua herança nigeriana, apesar de competir sob a bandeira dos Estados Unidos. O piloto de 19 anos conquistou o título após uma temporada de vitórias e pódios, tornando-se o primeiro americano a vencer a competição.

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Ugo Ugochukwu, recém-coroado campeão da FIA Fórmula 3, destacou seu orgulho em representar suas raízes nigerianas no cenário internacional, mesmo competindo sob a bandeira dos Estados Unidos. Sua mãe é a supermodelo nigeriana Oluchi Onweagba-Orlandi.

Ele se tornou o primeiro americano a vencer o campeonato da FIA Fórmula 3 após terminar em segundo lugar na corrida principal da última etapa em Madrid. Durante entrevista pós-corrida ao SuperSport, Ugochukwu afirmou que sua herança nigeriana é motivo de grande orgulho e que espera servir de inspiração para crianças na África que sonham com uma carreira no automobilismo.

Na última etapa, Ugochukwu entrou com 15 pontos atrás do britânico Freddie Slater, mas conseguiu igualar a pontuação antes da corrida decisiva. Na corrida final, largando em segundo lugar, ele manteve a posição até o fim, enquanto Slater terminou em oitavo, garantindo o título com 159 pontos, 14 a mais que o rival.

O piloto descreveu a pressão da última etapa como normal e explicou que seu foco foi proteger a posição necessária para conquistar o campeonato, evitando riscos desnecessários para buscar a vitória.

Sua vitória chamou ainda mais atenção na Nigéria, onde sua herança materna fez com que muitos acompanhassem sua trajetória desde os tempos de kart. Nascido em Nova York, filho de Oluchi Onweagba-Orlandi e do estilista italiano Luca Orlandi, Ugochukwu compete internacionalmente pelos Estados Unidos.

Sua mãe venceu o concurso M-Net Face of Africa em 1998 e teve uma carreira internacional no mundo da moda. A conexão nigeriana de Ugochukwu já havia recebido reconhecimento público, inclusive de autoridades nigerianas e do ex-candidato presidencial Peter Obi, que celebraram suas conquistas.

Além do título da Fórmula 3, Ugochukwu venceu o Grand Prix de Macau em 2024, sendo o primeiro americano a conquistar o evento desde 1981. Também possui títulos no kart europeu júnior (2020), Euro 4 Championship (2023) e Fórmula Regional Oceania (2026).

Sua primeira temporada na Fórmula 3, em 2025 pela PREMA Racing, rendeu dois pódios e o 16º lugar no campeonato. A mudança para a Campos Racing em 2026 trouxe resultados imediatos, incluindo vitórias em Melbourne e Silverstone, além de sete pódios no total.

Após a conquista do título, Ugochukwu recebeu felicitações do sete vezes campeão da Fórmula 1, Lewis Hamilton, que o visitou e reconheceu seu feito nas redes sociais.

Desde os 13 anos, Ugochukwu faz parte do programa de desenvolvimento de pilotos da McLaren, que o contratou após seu sucesso no kart. A FIA Fórmula 3 é uma categoria chave na escada de desenvolvimento para a Fórmula 1, tendo revelado campeões recentes como Oscar Piastri e Gabriel Bortoleto, que avançaram para a principal categoria do automobilismo mundial.

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F1 terá corridas 15 km mais curtas a partir de 2027, cerca de 2 a 3 voltas a menos

F1 terá corridas 15 km mais curtas a partir de 2027, cerca de 2 a 3 voltas a menos

A Fórmula 1 reduzirá a distância total das corridas de 305 km para 290 km a partir da temporada de 2027, conforme aprovado pela FIA. A mudança visa alinhar-se às novas diretrizes de fluxo de combustível dos motores.

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A Comissão da Fórmula 1 se reuniu em Londres e aprovou ajustes regulatórios que incluem a redução da distância total das corridas de 305 km para 290 km, o que representa uma diminuição de aproximadamente duas a três voltas por prova. Essa alteração está relacionada às novas diretrizes para o fluxo de combustível dos motores que entrarão em vigor em 2027.

Além disso, foi decidido que os Grandes Prêmios interrompidos por chuva ou outros fatores terão um tempo limite rígido para a retomada, eliminando a obrigatoriedade de completar a corrida em até três horas desde o início.

A temporada de 2027 manterá 24 corridas, com o retorno de Portugal e da Turquia ao calendário. O programa de corridas sprint será ampliado de seis para dez eventos, incluindo o circuito de Mônaco, conhecido pela dificuldade de ultrapassagens, o que deve tornar os sprints ainda mais relevantes.

O Bahrain abrirá a temporada em 14 de março com uma corrida sprint, e Abu Dhabi encerrará o campeonato em 12 de dezembro. Outros locais que receberão corridas sprint são Austrália, Japão, Canadá, Grã-Bretanha, Itália, Brasil e Qatar.

Portugal retorna em 20 de junho e Turquia em 3 de outubro, enquanto os Grandes Prêmios da Espanha (Barcelona-Catalunha) e da Holanda (Zandvoort) serão retirados do calendário. Barcelona deve retornar em 2028, alternando com o GP da Bélgica em Spa-Francorchamps.

Essas mudanças foram anunciadas após a reunião da Comissão da Fórmula 1, presidida pelo CEO Stefano Domenicali e pelo diretor de monopostos Nikolas Tombazis.

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Toto Wolff afirma que alertou Michael Masi para não ser arrogante durante temporada de F1 em 2021

Toto Wolff afirma que alertou Michael Masi para não ser arrogante durante temporada de F1 em 2021

Toto Wolff revelou que tentou orientar Michael Masi para evitar decisões teimosas e arrogantes durante a temporada de 2021 da Fórmula 1, especialmente antes do polêmico GP de Abu Dhabi que definiu o título.

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Toto Wolff afirmou que repetidamente alertou Michael Masi para não ser "teimoso" ou "arrogante" durante a temporada de 2021 da Fórmula 1. Wolff disse que tentou guiar o ex-diretor de prova antes do controverso Grande Prêmio de Abu Dhabi, que decidiu o título daquele ano.

Masi quebrou as regras que deveria aplicar durante o safety car, forçando uma relargada na última volta da corrida que decidiu o campeonato entre Lewis Hamilton e Max Verstappen. Verstappen ultrapassou Hamilton nessa volta e conquistou seu primeiro título, impedindo que Hamilton alcançasse o recorde de oito campeonatos.

Em entrevista ao High Performance Podcast, Wolff descreveu suas emoções na época como "raiva", não tristeza ou depressão. Ele disse que ficou irritado com a decisão que tirou o oitavo título do que considera o melhor piloto do mundo.

Após a temporada, Masi foi removido do cargo e não retornou a uma posição de destaque no automobilismo. Wolff comentou que Masi, que recentemente assumiu um cargo na SRO Motorsports Australia, não tem mais relevância no esporte.

Wolff explicou que tentou ajudar Masi durante o ano, oferecendo conselhos para evitar decisões que pudessem prejudicar o esporte e sua equipe. Ele ressaltou que o resultado poderia ter sido evitado se Masi tivesse ouvido os alertas para não ser teimoso ou arrogante.

"Eu realmente tentei falar com Michael e guiá-lo durante todo o ano", disse Wolff. "Eu disse: 'ouça, estou no esporte há muito tempo, ouça os pilotos, não seja sempre teimoso em suas decisões, não seja arrogante.'"

Apesar de Wolff dizer que superou emocionalmente o episódio, ele admite que pensa regularmente na perda do título. "Principalmente penso nisso porque acho que Lewis merecia ser o maior de todos os tempos com oito títulos mundiais", afirmou.

Ele reconheceu que tanto Max Verstappen quanto Lewis Hamilton foram campeões merecedores, destacando que ambos tiveram perdas de pontos ao longo do ano, como o acidente em Monza. No entanto, Wolff considerou que a decisão em Abu Dhabi foi injusta para Hamilton.

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