
Liverpool, Arsenal e Manchester City disputam contratação do lateral-direito Givairo Read, do Feyenoord
Liverpool, Arsenal e Manchester City estão interessados no lateral-direito Givairo Read, do Feyenoord. O jovem de 20 anos tem se destacado na Eredivisie e pode ser negociado em janeiro. Manchester United monitora outros alvos ofensivos, enquanto Barcelona e Tottenham também avaliam reforços.
O lateral-direito do Feyenoord, Givairo Read, de 20 anos e integrante da seleção sub-21 da Holanda, está na mira de Liverpool, Arsenal e Manchester City. Segundo o site TEAMtalk, os três clubes acompanham o desempenho do jogador, que soma quatro assistências em sete jogos na Eredivisie nesta temporada.
Read já despertou interesse no mercado de transferências no último verão europeu, com propostas de cerca de 20 milhões de euros vindas de Nottingham Forest e AS Roma, que não se concretizaram. Uma transferência em janeiro ainda é possível, dependendo de ofertas formais.
Além disso, o Manchester United monitora o atacante Serhou Guirassy, do Borussia Dortmund, como uma opção experiente para o setor ofensivo, especialmente caso Joshua Zirkzee deixe o clube. O contrato de Guirassy tem menos de dois anos de duração, o que pode facilitar uma negociação. O clube inglês também observa o jovem Gabriel Rajkovic, de 15 anos, do Vålerenga, para futuras contratações.
No cenário europeu, o Barcelona acompanha o zagueiro Arthur Dias, do Athletico Paranaense, que tem 19 anos e despertou interesse de clubes como Tottenham, Newcastle e Atlético de Madrid. A diretoria do Barça avalia um investimento em torno de 30 milhões de euros pelo defensor.
Por sua vez, o Tottenham Hotspur descartou a contratação do atacante Mauro Icardi, atualmente sem clube, devido às exigências salariais e à falta de experiência na Premier League. A expectativa é que Icardi retorne à Serie A italiana.
A Roma demonstra interesse em Raphaël Guerreiro, lateral-esquerdo português e ex-Bayern de Munique, que está livre no mercado. O Olympiacos também acompanha o jogador.
Outros rumores incluem o interesse do Arsenal no atacante Kevin Schade, do Brentford, e a monitoria de Viktor Gyokeres, também do Arsenal, por clubes italianos, Al Ahli e Al Ittihad. Brighton & Hove Albion e Aston Villa observam o zagueiro Mauro Coronel, do Club Nacional.
O Liverpool avalia a contratação do lateral-direito Daniel Banjaqui, do Benfica, caso não consiga adquirir Ronald Araújo em definitivo após empréstimo do Barcelona. Chelsea acompanha o atacante Conrad Harder, do Strasbourg, e o Red Bull Group junto ao Getafe buscam o meio-campista Vicente Vargas, do Chile sub-20.
Newcastle United planeja reforçar a defesa central e o ataque no mercado de janeiro. Manchester City enviou um olheiro para observar o meio-campista Victor Froholdt, do FC Porto, e o Barcelona pretende incluir uma cláusula de saída de 500 milhões de euros no novo contrato do meio-campista Marc Bernal.
Outros interesses incluem Hull City pelo atacante Giorgi Kvernadze, do Frosinone, e Union Berlin pelo defensor David Alaba, atualmente sem clube. Aleksandar Stanković, meio-campista da Internazionale, pode deixar o clube por empréstimo em janeiro devido ao pouco tempo de jogo.
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Granit Xhaka é cortado da seleção da Suíça por uso de certificado de vacinação falso
Granit Xhaka, jogador do Sunderland, foi excluído da seleção suíça após admitir ter usado um certificado falso de vacinação contra a Covid-19. O meio-campista reconheceu o erro e está cooperando com as autoridades.
Granit Xhaka perdeu sua vaga na seleção da Suíça depois de admitir que possuía um certificado falso de vacinação contra a Covid-19. Investigações estão em andamento sobre alegações de que um médico suíço teria produzido certificados falsificados para pessoas não vacinadas após a pandemia.
O jogador de 33 anos assumiu que obteve documentos falsos e declarou que assumirá a responsabilidade por suas ações, que agora reconhece como erradas. Por conta disso, foi excluído da convocação para os jogos contra Escócia, Macedônia do Norte e Eslovênia durante a pausa internacional.
Xhaka confirmou que já está lidando com as autoridades competentes e afirmou que, na época, estava profundamente inquieto e tinha sérias dúvidas sobre a vacinação contra a Covid-19, sentindo medo e incerteza. Segundo ele, naquele estado de turbulência emocional, obteve um certificado de vacinação em vez de buscar respostas pelos canais adequados, e hoje reconhece que foi um erro, pelo qual pede desculpas e assume a responsabilidade, cooperando totalmente com as autoridades relevantes.
O presidente da Federação Suíça de Futebol (SFV), Peter Knabel, comentou que a entidade recebe com satisfação o fato de Granit estar enfrentando a questão de frente, mas que concluíram mutuamente que é do interesse da equipe seguir este ciclo de jogos sem ele. Segundo Knabel, a prioridade agora é trazer calma para a situação e focar totalmente na equipe e nas próximas partidas da UEFA Nations League, reavaliando a situação com Granit após esta pausa internacional.
Xhaka detém o recorde de 152 partidas pela seleção suíça e participou de seis jogos pelo Sunderland nesta temporada, incluindo a derrota por 5-3 contra o Manchester City no último domingo.
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Alexis Mac Allister mantém futuro no Liverpool em aberto e elogia Lionel Messi
Alexis Mac Allister afirmou que ainda não tomou uma decisão definitiva sobre seu futuro no Liverpool, apesar de ter dois anos restantes de contrato. O meio-campista argentino também destacou a importância de Lionel Messi para a seleção argentina e comentou sobre a transição da equipe após a saída do craque.
Alexis Mac Allister, meio-campista do Liverpool, falou em entrevista à ESPN sobre seu futuro no clube e sua admiração pelo ícone argentino Lionel Messi.
O jogador revelou que ainda não há uma decisão firme sobre sua permanência no Liverpool, pois ainda possui dois anos de contrato. Apesar de ter tido oportunidades para deixar o clube no verão, optou por continuar em Anfield. Mac Allister expressou tristeza por não ter recebido uma proposta de renovação até o momento, especialmente após seus colegas Ryan Gravenberch e Dominik Szoboszlai terem sido contemplados com novos contratos.
"Ainda não há uma decisão firme. Tenho dois anos restantes de contrato. Vou dar o meu melhor. Muitas coisas podem acontecer nesse período; há muitas opções", disse o argentino. Ele também afirmou que espera estender seu vínculo, mas caso permaneça apenas pelos dois anos, pretende aproveitar o tempo com sua família, reconhecendo que está em um dos melhores clubes do mundo.
Sobre a seleção argentina, Mac Allister ressaltou a necessidade de o time se fortalecer para o futuro, especialmente com a saída de Messi. "As palavras para Messi são sempre as mesmas: gratidão e a percepção de que nunca haverá outro igual. Aproveitamos muito nosso tempo com ele", afirmou.
Ele destacou que a despedida de Messi será um momento muito emocional e que a equipe precisará se adaptar com a entrada de novos jogadores, entendendo que o melhor jogador do mundo não estará mais presente.
Quando questionado sobre as chances de Messi conquistar o Ballon d'Or aos 39 anos, Mac Allister mostrou confiança. "Sim, obviamente. Como argentinos, gostaríamos que Messi ganhasse. Ele teve uma Copa do Mundo incrível e não vejo motivo para que não seja premiado", declarou. Ele também comentou que atualmente os números têm grande peso na escolha, embora reconheça que Messi sempre priorizou o time em vez de conquistas individuais.
Messi encerra sua trajetória na seleção argentina como maior artilheiro e jogador com mais partidas, com 125 gols em 207 jogos.
Mac Allister deve retornar aos gramados pelo Liverpool contra o Manchester City, em Anfield, em 11 de outubro, após o término da pausa para jogos internacionais.
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Por que a pausa internacional de 3 semanas é a mais longa da história e por que isso é positivo
A temporada 2026-27 terá a pausa internacional mais longa já registrada, com 16 dias consecutivos para jogos entre seleções. Essa mudança faz parte do novo calendário da FIFA, que busca reduzir o impacto das pausas no calendário dos clubes.
A próxima pausa internacional no futebol masculino será a mais longa da história, com duração de 16 dias, entre 21 de setembro e 6 de outubro, entre as rodadas 5 e 6 da Premier League. Essa alteração faz parte do novo calendário internacional aprovado pela FIFA em 2023, que entrará em vigor na temporada 2026-27.
Anteriormente, o calendário contava com três pausas internacionais de dois jogos cada, realizadas em setembro, outubro e novembro, além de outra em março. Com a mudança, essas três pausas serão reduzidas para duas no primeiro semestre da temporada, diminuindo o total de semanas de interrupção dos campeonatos nacionais de seis para cinco.
O novo calendário prevê três pausas durante a temporada dos clubes: de 21 de setembro a 6 de outubro, de 9 a 17 de novembro e de 22 a 30 de março. As pausas adicionais ocorrerão em junho e julho, período em que a maioria dos campeonatos nacionais está inativa, permitindo a realização de torneios internacionais como a Concacaf Gold Cup, a Copa Africana de Nações e a UEFA Nations League. A exceção é a Copa Asiática, que será disputada entre 7 de janeiro e 5 de fevereiro na Arábia Saudita.
Essa reorganização visa minimizar as interrupções no calendário dos clubes, mas ainda não atende completamente à proposta de Arsène Wenger, chefe de desenvolvimento global do futebol da FIFA, que sugeriu reduzir ainda mais o número de pausas para aliviar a carga de jogos dos atletas. Wenger chegou a propor a realização de apenas uma ou duas pausas mais longas por temporada.
A fusão das pausas de setembro e outubro em uma única janela mais longa deve ser bem recebida pelos torcedores, que estavam acostumados com três interrupções no início da temporada. No entanto, a adaptação para um período de três semanas sem jogos dos clubes pode ser um desafio para os fãs.
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Roberto Mancini reconhece direito dos torcedores da Itália em se sentirem traídos após sua saída e retorno como técnico
Roberto Mancini foi recontratado como técnico da seleção italiana em julho, após ter deixado o cargo em 2023 para assumir a Arábia Saudita. Ele admite que os torcedores têm razão em estarem chateados e busca reconquistar a confiança com bons resultados.
Roberto Mancini voltou ao comando da seleção italiana em julho de 2026, com a missão de revitalizar a equipe após a Itália ter ficado fora da Copa do Mundo pela terceira vez consecutiva. Mancini, que levou a Itália ao título da Eurocopa em 2021, surpreendeu ao renunciar ao cargo em agosto de 2023 para assumir a seleção da Arábia Saudita apenas duas semanas depois.
Em entrevista, Mancini afirmou que não se apoia no título conquistado, pois "isso é passado e não conta para nada". Ele reconheceu que os torcedores se sentem traídos pela sua saída e que têm o direito de ficar chateados. Mancini ressaltou que para reconquistar os fãs é necessário fazer as coisas bem e devolver a seleção ao patamar que merece.
O retorno oficial de Mancini será nas partidas da UEFA Nations League. A Itália estreia em casa contra a Bélgica, seguida por jogos contra a Turquia e França, com mais um confronto contra a Turquia em outubro. Mancini convocou 34 jogadores, incluindo uma mistura de atletas experientes, alguns do título europeu, e oito possíveis estreantes.
Dois jogadores experientes, Federico Dimarco e Bryan Cristante, foram substituídos por Matteo Ruggeri e Samuele Ricci. Mancini destacou a importância de integrar jovens para formar uma equipe forte para o futuro, buscando um time que domine, jogue bem e dê sempre o máximo.
Ele espera que os jogadores mais jovens tragam leveza ao time, fazendo jogadas que os mais velhos evitam por pensar demais. Outro ponto positivo é que esses jovens não carregam o peso do fracasso nas eliminatórias da Copa do Mundo.
Mancini está confiante no talento dos novos jogadores e acredita que eles precisam apenas de oportunidade para mostrar seu valor. A final da Nations League está marcada para junho do próximo ano, um ano antes da Eurocopa de 2028, cuja decisão será em Wembley, palco da conquista italiana em 2021.
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Ryan Reynolds e Rob McElhenney compram pub The Turf em Wrexham para proteger futuro do clube
Os donos hollywoodianos Ryan Reynolds e Rob McElhenney adquiriram o pub The Turf, ao lado do estádio do Wrexham AFC, com o objetivo de preservar a história e as tradições do clube e do local.
Ryan Reynolds e Rob McElhenney, proprietários do Wrexham AFC, compraram o pub The Turf, localizado ao lado do estádio Racecourse Ground, casa do clube galês. A aquisição visa proteger o futuro do clube e preservar a história do pub, que está ligado ao Wrexham desde sua fundação em 1864.
O Wrexham AFC é o clube de futebol mais antigo do País de Gales, fundado no então chamado Turf Hotel. O pub e seu atual proprietário, Wayne Jones, são figuras frequentes na série documental premiada "Welcome to Wrexham".
Segundo comunicado oficial do clube, a compra do The Turf permitirá a preservação das tradições do pub histórico, que está intrinsecamente ligado ao estádio e ao clube desde sua fundação. A integração do pub, do estádio e do clube sob uma única propriedade possibilitará investimentos para melhorar a experiência dos torcedores, especialmente em dias de jogos.
Entre os planos está a ampliação da zona de fãs e outras atividades relacionadas ao público na área próxima ao The Turf, na Mold Road. Esta aquisição faz parte da estratégia para proteger o futuro do clube e seus interesses, garantindo o controle sobre áreas essenciais à vida do Wrexham AFC.
O estádio Racecourse Ground recebeu sua primeira partida internacional pelo País de Gales em março de 1877 e é o estádio de futebol mais antigo do mundo ainda sediando jogos internacionais.
Eric Allyn, representante dos investidores minoritários da família Allyn, afirmou que desde o investimento no clube em 2024, a cidade, a comunidade e o clube tornaram-se uma segunda casa. A incorporação do The Turf ao grupo assegura o futuro a longo prazo do pub e a preservação de sua história junto à do clube.
O atual proprietário do pub, Wayne Jones, continuará gerenciando o The Turf como parte do acordo de compra.
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José Mourinho critica arbitragem e VAR após derrota do Real Madrid para Atlético de Madrid
José Mourinho criticou duramente a arbitragem e o VAR após a derrota do Real Madrid por 2 a 1 para o Atlético de Madrid no dérbi de Madri, afirmando que o Atlético deveria ter recebido dois cartões vermelhos claros.
José Mourinho expressou sua insatisfação com a arbitragem e o VAR após a derrota do Real Madrid por 2 a 1 para o Atlético de Madrid no estádio Metropolitano. O técnico afirmou que o Atlético deveria ter recebido "dois cartões vermelhos claros" e que o árbitro em campo "não conseguiu lidar com a pressão".
No segundo tempo, Alejandro Grimaldo marcou de pênalti para o Atlético, após o defensor Dean Huijsen ser expulso por derrubar Giuliano Simeone. Jonathan David ampliou para o Atlético, enquanto Antonio Rüdiger marcou um gol tardio para o Real Madrid, que caiu para a quarta posição na tabela da LaLiga.
Mourinho focou sua crítica em dois incidentes do primeiro tempo: Cristian Romero, do Atlético, recebeu apenas cartão amarelo por pisar no joelho de Jude Bellingham, e Lee Kang-in não foi punido por uma entrada dura em Federico Valverde. O treinador levou fotos impressas desses lances para a entrevista coletiva para mostrar aos jornalistas.
Ele criticou o árbitro Miguel Ángel Ortiz Arias, de 41 anos, sem experiência internacional, e o VAR Daniel Trujillo Suárez, sugerindo que a arbitragem foi inadequada para a pressão do jogo. Mourinho também mencionou outros lances controversos recentes envolvendo Real Madrid, Barcelona e Atlético, sugerindo que os rivais do Real têm sido beneficiados.
O Real Madrid informou que Valverde sofreu um trauma severo no tornozelo esquerdo e passará por exames para avaliar a gravidade da lesão.
Apesar das críticas, Mourinho disse que ainda acredita na possibilidade de lutar pelo título, desde que o time possa competir em condições justas. Ele afirmou que prefere acreditar que os erros foram involuntários e que o Comitê Técnico de Arbitragem cometeu um equívoco ao escolher o árbitro para a partida.
Por sua vez, o técnico do Atlético, Diego Simeone, evitou comentar as decisões da arbitragem e preferiu focar no desempenho de sua equipe, ressaltando a importância do respeito nas declarações públicas.



