
Love fica fora de treino dos Cardinals por lesão no tornozelo; LaFleur diz que descanso é vital
O running back Love não participou do treino dos Cardinals por causa de uma lesão no tornozelo que persiste desde o início da temporada regular. Matt LaFleur afirmou que a equipe vai avaliar a situação dia a dia e que o descanso será vital.
Love ficou fora do treino dos Cardinals enquanto se recupera de uma lesão no tornozelo. O técnico Matt LaFleur disse que o plano é acompanhar a situação dia a dia, sem antecipar o que o jogador poderá fazer no domingo.
LaFleur afirmou que, embora Love queira continuar atuando, há consenso de que ele precisa descansar para que o tornozelo possa se recuperar. O treinador também ressaltou que o estilo agressivo do running back, especialmente nas mudanças de direção, pode dificultar que a lesão deixe de persistir.
Questionado sobre o risco de o problema se prolongar, LaFleur observou que se trata de uma lesão no tornozelo e disse que cada corpo reage de maneira diferente. Ele comparou o quadro atual com uma lesão sofrida por Love na pré-temporada, da qual o jogador se recuperou de forma que o técnico descreveu como impressionante. A lesão atual, porém, ocorreu quando a temporada regular começou e continuou incomodando o atleta.
Nesta temporada, Love soma 245 jardas terrestres e um touchdown em 67 carregadas, com média de 3,7 jardas por tentativa. Ele também tem 36 jardas recebidas e um touchdown em 11 recepções. Sua melhor atuação até agora foi na Semana 3, contra o San Francisco, quando correu para 89 jardas.
Na derrota de domingo para o Detroit Lions, Love conseguiu 22 jardas em 12 carregadas. LaFleur disse que a lesão pode ter afetado a explosividade do jogador nas últimas semanas, embora tenha ponderado que não acredita que o tornozelo seja uma limitação geral. O técnico reiterou que o descanso será vital.
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Bradley Chubb nega ter falado da mãe de Alaric Jackson antes do soco
O linebacker dos Bills afirmou que a discussão com o jogador dos Rams começou após uma provocação sobre bloqueios e disse que não revidou com um soco. Jackson teve a suspensão reduzida de dois jogos para um após recurso.
Bradley Chubb negou ter falado sobre a mãe de Alaric Jackson antes de o jogador dos Rams dar um soco nele. Em conversa com jornalistas na quarta-feira, no centro de treinamento da UC Irvine, o linebacker dos Bills relatou o que disse durante o confronto após a partida entre as equipes.
Chubb afirmou que iniciou a conversa e que disse a Jackson que os bloqueios do tight end e do guard dos Rams não seriam suficientes para protegê-lo em um possível reencontro. Segundo o relato de Chubb, Jackson perguntou o que ele havia dito, e o linebacker repetiu a provocação antes de o confronto físico começar.
O jogador dos Bills também disse que ficou irritado com a impressão de que os Rams passaram a provocar mais quando acreditaram que venceriam. A mudança no tom, segundo Chubb, ocorreu depois que Greg Rousseau bloqueou a tentativa de field goal dos Rams na prorrogação, alterando o rumo da partida.
Jackson recebeu inicialmente uma suspensão de dois jogos da NFL pelo soco. Na quarta-feira, após recorrer da punição, teve a suspensão reduzida para uma partida.
Chubb disse que se orgulha de não ter respondido com um soco. Ele afirmou que os Bills o contrataram para jogar e ser um bom líder, e que uma briga não seria um exemplo adequado. Ainda assim, reconheceu que teve responsabilidade no episódio e que ele e os companheiros têm lições a tirar do ocorrido.
Os Bills e os Rams não têm confronto marcado para 2026. Para voltarem a se enfrentar, as equipes teriam de chegar ao Super Bowl, possibilidade que Chubb considera concreta. Ele também afirmou que não teve contato com Jackson desde o incidente.
Ao falar sobre o que aprendeu, Chubb disse que, em uma situação semelhante, manterá as mãos erguidas ou usará o capacete.
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NFL: análise da Semana 6 aponta dúvidas sobre Cousins, Charbonnet e técnicos sob pressão
Uma análise da ESPN para a Semana 6 da NFL aborda a possibilidade de Kirk Cousins perder espaço para Fernando Mendoza, os limites de Zach Charbonnet no ataque dos Seahawks e a situação de treinadores após erros no fim de jogos.
A análise da ESPN para a Semana 6 da NFL reúne sete temas em aberto, sem tratá-los como previsões definitivas. Entre os assuntos estão uma possível mudança de quarterback nos Raiders, a dependência dos Seahawks de Zach Charbonnet e a pressão sobre treinadores após erros no fim de partidas.
Raiders podem acelerar a entrada de Mendoza
Kirk Cousins foi descrito como sólido pelos Raiders nesta temporada, sem decepcionar em relação às expectativas e ao contrato. Ainda assim, a análise aponta limitações de mobilidade que podem ser exploradas por defesas adversárias, especialmente quando a equipe fica em situações de terceira descida longa.
Na partida contra os Patriots, o coordenador defensivo Zak Kuhr usou blitz em 41,2% das tentativas de passe de Cousins no primeiro tempo. A pressão chegou em 53% dessas jogadas e produziu dois sacks. Mesmo com Christian Gonzalez e Carlton Davis III fora por lesão, além de outros cornerbacks reservas indisponíveis, New England buscou pressionar o quarterback antes que ele pudesse atacar os defensores menos experientes.
Cousins completou 10 de 15 passes para 123 jardas e um touchdown no primeiro tempo. A análise ressalta, porém, que a pressão dificultou sua capacidade de prolongar as jogadas. Em uma tentativa de terceira para cinco jardas, Charles Woods, titular pela primeira vez na carreira, conseguiu desviar o passe. Em outra, de terceira para 14, Cousins encontrou Tre Tucker contra Kindle Vildor, mas a bola ficou fora de alcance.
Os números de mobilidade reforçam essa limitação: Cousins teve dez recuos para passe em que começou a se movimentar, mas apenas três corridas efetivas, nas quais cruzou a linha de scrimmage. Segundo a análise, 7,6% de seus passes foram feitos em movimento, e sua velocidade média no momento do lançamento foi de 2,85 milhas por hora, a menor entre os passadores da temporada até então.
Apesar disso, Cousins aparece em décimo lugar na liga em EPA por tentativa de passe sob pressão e em 11º em taxa de sucesso nessas jogadas. A análise considera que ele tem conseguido compensar suas limitações, mas observa que os próximos adversários — Bills, Rams e Jets, nas semanas 6, 7 e 8 — podem testar a proteção e pressioná-lo.
Fernando Mendoza é apresentado como uma alternativa com mais mobilidade, embora a análise reconheça que um calouro pode cometer erros diante de blitzes, como sofrer sacks evitáveis ou lançar contra coberturas. Sua entrada também permitiria aos Raiders usar jogadas de rollout que, segundo o texto, tiveram papel importante para Sam Darnold em Seattle, mas foram deixadas de lado com Cousins.
Os Raiders estão com campanha de 3-2. A análise observa que a equipe perdeu duas partidas depois de começar com três vitórias e avalia que isso pode levar o time a considerar uma mudança antes do previsto. Também pondera que manter Cousins por mais algumas semanas seria defensável, já que Mendoza poderia estrear contra os Rams e, possivelmente, enfrentar Myles Garrett na semana seguinte.
Charbonnet não é solução automática para Seattle
Os Seahawks têm um ataque aéreo produtivo, mas enfrentam dificuldades no jogo terrestre. A equipe ocupa a 31ª posição em EPA por corrida, com -0,22, e a 27ª em taxa de sucesso nas corridas. Os running backs somam média de 3,5 jardas por tentativa, enquanto o time converteu nove de 21 corridas em situações de poucas jardas, índice de 43,8% e o pior da liga, conforme os dados citados.
Dois fumbles contra os 49ers na Semana 5 — um na própria end zone e outro a 11 jardas dela — pesaram nos números. Ainda assim, a análise afirma que os problemas já existiam antes desses erros e que Seattle não pode depender apenas do retorno de Charbonnet, que está afastado por uma lesão no joelho.
Charbonnet foi eficiente depois do contato na temporada passada: 91,5% de suas jardas terrestres vieram após o primeiro contato, a quinta maior proporção entre running backs. Por outro lado, sua taxa de corridas explosivas foi de 6,5%, a 125ª entre 136 jogadores qualificados. Ele também converteu 60,6% das corridas em situações de poucas jardas, ficando em 49º entre 65 running backs qualificados.
A análise aponta que Charbonnet pode contribuir como recebedor e bloqueador, mas considera que essas áreas não foram os principais problemas dos Seahawks nas primeiras cinco semanas. O retorno dele pode reduzir os erros de fumble — ele não perdeu a bola em suas três temporadas como profissional —, mas não necessariamente resolver as dificuldades da linha ofensiva em situações de curta distância.
O calouro Jadarian Price, escolhido na primeira rodada, também está na lista de lesionados, com um problema no peito. Seattle havia indicado que ele dividiria o trabalho com Charbonnet, como Kenneth Walker III fez na temporada anterior. A análise ressalta que não é razoável esperar que Charbonnet assuma mais de 20 toques por jogo e transforme sozinho o ataque terrestre.
Jaxon Smith-Njigba segue como o principal alvo do ataque. Ele teve 35% da participação nos alvos dos Seahawks nas primeiras cinco semanas e 16% dos toques da equipe, além de média de 116,6 jardas por jogo e sete touchdowns. O ataque aparece em 12º em taxa de sucesso por tentativa de passe, 15º em EPA por tentativa e 11º em passes explosivos.
A análise considera difícil aumentar muito mais o volume de Smith-Njigba e aponta a falta de outras opções que tenham se destacado. Rashid Shaheed teve nove recepções em 19 alvos; Elijah Arroyo, escolhido na segunda rodada do draft de 2025, registrou uma recepção em dois alvos. AJ Barner também teve queda na taxa de recepção, de 76,5% para 60%, e em jardas por alvo, de 7,6 para 6,1.
Técnicos sob pressão após erros no fim
A análise também aborda a situação de treinadores cujas equipes cometeram erros decisivos no fim de jogos. O trecho disponível menciona Eagles e Commanders como times em risco de colapso: Philadelphia aparece com campanha de 2-3, enquanto Washington está com 1-3-1.
Em Washington, Jayden Daniels voltou à escalação titular contra os Giants, que lideravam a divisão com campanha de 3-1. A partida foi disputada sob chuva. O material fornecido termina antes de detalhar os erros de fim de jogo ou identificar quais treinadores poderiam não permanecer até o fim da temporada; por isso, não há base para acrescentar esses detalhes.
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Michael Penix Jr. deve iniciar contra os Bears se não houver contratempos
O quarterback dos Falcons participou integralmente do treino de quarta-feira e disse que as costelas estão melhorando. Kevin Stefanski afirmou que Penix será titular contra o Chicago Bears no domingo, desde que não haja retrocessos durante a semana.
Michael Penix Jr. deve ser o titular do Atlanta Falcons contra o Chicago Bears no domingo, desde que não haja contratempos durante a semana, afirmou o técnico Kevin Stefanski na quarta-feira. O quarterback participou integralmente do treino e recebeu todas as repetições com o time titular.
Penix disse que conseguiu fazer todos os lançamentos na atividade. Ele também afirmou que as costelas estão melhorando a cada dia e que se sentiu bem no treino. O jogador disse que seguirá atento à reabilitação e aos cuidados necessários.
O quarterback sofreu uma pancada forte no fim do quarto período da derrota em casa para o Baltimore Ravens, no domingo à noite, e deixou o jogo. Ele voltou uma jogada depois, mas Tua Tagovailoa assumiu a posição quando a partida foi para a prorrogação.
O Ravens marcou um touchdown na primeira campanha da prorrogação, e Tagovailoa lançou uma interceptação que encerrou o jogo. Penix passou por exames de imagem no início da semana, mas Stefanski não quis detalhar a gravidade da lesão. O técnico disse que o jogador está se sentindo melhor; Penix afirmou que os exames trouxeram notícias positivas, sem especificar os resultados.
Stefanski disse que a participação de Penix nos treinos dependerá de como ele se sentir. Segundo o técnico, o quarterback poderá fazer todas, algumas ou nenhuma das repetições, conforme sua condição ao longo da semana.
Penix, de 26 anos, voltou à escalação dos Falcons na Semana 3, após passar por uma cirurgia no ligamento cruzado anterior do joelho esquerdo em novembro. Sem ele e Tagovailoa, que estava fora por causa de uma lesão oblíqua, o ataque de Atlanta marcou 16 pontos somados nas duas primeiras semanas, com Cooper Rush como terceiro quarterback.
Nas duas semanas seguintes, com Penix de volta, os Falcons venceram fora de casa o Green Bay Packers e o New Orleans Saints e anotaram 80 pontos no total, a maior marca da liga nesse período.
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Christian Gonzalez anuncia retorno contra os Jets; A.J. Brown volta a treinar
O cornerback dos Patriots afirmou que está pronto para jogar no domingo, após perder duas partidas por lesão no ombro. A.J. Brown também voltou aos treinos, mas sua participação no jogo ainda será avaliada.
Christian Gonzalez, cornerback do New England Patriots e selecionado para o Pro Bowl, disse que está pronto para voltar no jogo em casa contra o New York Jets, no domingo. Ele perdeu as duas partidas anteriores por causa de uma lesão no ombro.
“Estou bem agora, pronto para domingo”, afirmou Gonzalez a jornalistas na quarta-feira. Ele se machucou na derrota da equipe para o Jacksonville Jaguars, na Semana 3, e inicialmente pensou que não havia sofrido uma lesão grave.
O jogador explicou que a adrenalina o fez se sentir bem logo após a partida. Também disse que sentiu falta de jogar e que foi difícil acompanhar os companheiros sem poder entrar em campo.
Gonzalez assistiu à vitória dos Patriots por 45 a 17 sobre o Las Vegas Raiders no domingo, à beira do campo. Segundo ele, era importante estar presente para apoiar os colegas.
A.J. Brown também voltou a treinar na quarta-feira, pela primeira vez desde que foi colocado na lista de lesionados em 12 de setembro. O técnico Mike Vrabel afirmou que observará como será o retorno aos treinos antes de decidir se o recebedor poderá jogar no domingo.
O safety Kevin Byard classificou a volta de Brown aos treinos como um grande reforço e disse que o jogador acrescenta outra dimensão ao ataque aéreo dos Patriots. Byard também observou que o jogo de passes da equipe vinha funcionando bem nas semanas anteriores.
O jogador de linha ofensiva Marcus Bryant, em seu segundo ano, também treinou na quarta-feira. Ele havia sido colocado na lista de lesionados com designação para retornar após sofrer uma lesão na pré-temporada.
O retorno de Bryant pode ampliar as opções na linha ofensiva enquanto o left tackle titular Will Campbell lida com uma entorse no ligamento colateral medial direito. Campbell disse a jornalistas que tentaria participar de algumas atividades no treino.
Gonzalez, Brown e Campbell foram listados pelos Patriots como participantes limitados do treino de quarta-feira.
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Marvin Harrison Jr. fará estreia pelos Texans em Londres, diz DeMeco Ryans
O wide receiver chegou a Houston na segunda-feira, passou no exame físico e treinou pela primeira vez com a equipe na quarta. DeMeco Ryans afirmou que Harrison estará em campo no domingo, em Londres.
Marvin Harrison Jr. fará sua estreia pelo Houston Texans no domingo, em Londres, segundo o técnico DeMeco Ryans. O jogador chegou a Houston na segunda-feira, após ser adquirido em uma troca com o Arizona Cardinals, e participou de seu primeiro treino com a nova equipe na quarta-feira.
Para contratar Harrison e receber também uma escolha de sexta rodada do draft de 2027, os Texans enviaram ao Cardinals escolhas de segunda e sétima rodadas do mesmo draft. Houston tinha campanha de 1-4 no momento informado pela reportagem.
Harrison soma cinco recepções em 13 alvos, 85 jardas e um touchdown nesta temporada. Em 33 jogos na carreira, o wide receiver tem 108 recepções, 1.578 jardas e 13 touchdowns. Ele foi a quarta escolha geral do draft da NFL de 2024.
O jogador disse que considera a mudança uma oportunidade positiva e destacou a reunião com C.J. Stroud, seu quarterback na Ohio State em 2021 e 2022. Os dois foram All-Americans na universidade.
Harrison afirmou que a familiaridade com Stroud é um aspecto favorável da chegada a Houston. Ao falar sobre sua passagem pelo Cardinals, disse que assume responsabilidade pelo desempenho, mas preferiu não detalhar os fatores que influenciaram sua produção. Também afirmou que aprendeu com a experiência no Arizona e que está concentrado no novo capítulo.
Harrison passou no exame físico na segunda-feira. Ryans explicou que o jogador ainda terá um período de adaptação para aprender o playbook, mas disse não estar preocupado com essa etapa, citando sua dedicação e atenção aos detalhes.
Segundo o técnico, Harrison trabalhou até tarde na primeira noite em Houston com Tiquan Underwood, assistente de wide receivers, estudando o playbook. Ryans afirmou que esse trabalho permitiu ao atleta adiantar o processo e se integrar ao treino de quarta-feira.
Stroud disse que ficou satisfeito por ter sido incluído nas conversas sobre a contratação do wide receiver. O quarterback afirmou que os dois vão recorrer à experiência que tiveram juntos na universidade para retomar a sintonia e que não espera uma adaptação demorada.
Harrison chega a um grupo de recebedores que inclui Nico Collins, Xavier Hutchinson e Jaylin Noel. Após cinco semanas, Stroud ocupava a quarta posição da NFL em jardas aéreas, com 1.402.
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NFL: Cardinals, Ravens, Browns, Lions e Texans têm problemas defensivos distintos
O levantamento da ESPN destaca a secundária desfalcada dos Lions e a dificuldade dos Ravens em conter conversões de terceira descida. Para Cardinals, Browns e Texans, o material fornecido não apresenta os respectivos trechos sobre o principal problema defensivo.
Arizona Cardinals
O material fornecido registra que os Cardinals perderam para os Lions por 45 a 21 na Semana 5, mas não inclui a avaliação do principal problema defensivo da equipe. Por isso, não é possível detalhar esse ponto com base nas informações disponíveis.
Baltimore Ravens
A principal dificuldade defensiva dos Ravens está em conseguir parar os adversários na terceira descida. A equipe permite conversões em 41,5% dessas jogadas, índice que a coloca na 20ª posição da NFL.
Baltimore costuma ter bons resultados nas primeiras descidas, mas cede avanços importantes na terceira. Os quarterbacks adversários conquistam, em média, 8,7 jardas por tentativa nessa situação, quinta maior marca da liga. Na vitória por 30 a 23 sobre os Falcons, os Ravens permitiram nove conversões de terceira descida, o maior número da equipe em uma partida nas últimas duas temporadas.
O safety Kyle Hamilton afirmou que a vitória tornou mais fácil lidar com os erros, mas reconheceu que a defesa pode melhorar. Os Ravens ocupavam a sexta posição no ranking da Semana 5, após vencerem os Falcons na prorrogação.
Cleveland Browns
O material fornecido não apresenta o trecho sobre o principal problema defensivo dos Browns. A equipe aparece no texto como adversária dos Jaguars na estreia da temporada, mas não há informações suficientes para descrever uma dificuldade específica da defesa de Cleveland.
Detroit Lions
A principal preocupação defensiva dos Lions é uma secundária desfalcada. A equipe havia cedido 1.487 jardas aéreas, maior total da NFL, e sofreu pelo menos 30 pontos em três dos quatro primeiros jogos antes de apresentar uma atuação melhor na vitória por 45 a 21 sobre os Cardinals.
Detroit começou a temporada sem os safeties Brian Branch e Kerby Joseph, ambos selecionados para o Pro Bowl. O safety Thomas Harper e o defensive back Avonte Maddox também estão na lista de lesionados. Branch, afastado desde dezembro por causa de uma ruptura no tendão de Aquiles, deveria retornar na Semana 7, após a semana de folga dos Lions.
O coordenador defensivo Kelvin Sheppard enfrentou críticas depois dos primeiros jogos, segundo o levantamento. A equipe ocupava a 11ª posição no ranking da Semana 5, com campanha de 3-2.
Houston Texans
O material fornecido não inclui a análise do principal problema defensivo dos Texans. A equipe é mencionada em outros trechos, mas sem dados sobre uma dificuldade específica de sua defesa; portanto, não há base para acrescentar detalhes sobre esse tema.
Kansas City Chiefs
O principal problema defensivo dos Chiefs é a falta de sacks. A equipe consegue pressionar o quarterback com Chris Jones, George Karlaftis e o calouro R Mason Thomas, mas não registrou nenhum sack no primeiro mês da temporada de 2026.
Antes da semana de folga, Kansas City não conseguiu derrubar Kirk Cousins, quarterback dos Raiders, apesar de somar 21 pressões, seu maior número na temporada. A análise aponta que transformar essas pressões em sacks é o desafio da defesa.
Philadelphia Eagles
A defesa dos Eagles tem enfrentado dificuldades no quarto período. Apesar de apresentar trechos de domínio, a unidade comandada por Vic Fangio ocupa a última posição em jardas cedidas nesse período, com 648, e a 31ª em touchdowns permitidos, com seis. Também está em 30º lugar na taxa de sucesso dos adversários, de 52,5%.
A análise relaciona o problema ao tempo que a defesa passa em campo, em parte porque o ataque da Filadélfia lidera a NFL em campanhas de três jogadas e punt, com 20. A defesa está empatada com a segunda maior quantidade de snaps da liga, 332. O trecho fornecido sobre os Eagles termina incompleto após essa informação.
Seattle Seahawks
A eficiência dos adversários na red zone é o principal ponto de atenção para a defesa dos Seahawks. A equipe ocupa a 27ª posição nesse indicador, permitindo que os oponentes marquem em 75% das oportunidades, e está empatada em último lugar na defesa de situações de goal-to-go, com 100% de eficiência dos adversários.
A análise ressalta que os ataques têm chegado poucas vezes a essas situações: Seattle permitiu 12 entradas na linha de 20 jardas, empatado como o quinto menor número, e sete entradas na linha de 10 jardas, empatado como o sétimo menor. A defesa também cedeu 44 pontos após turnovers, número empatado como o maior da NFL. No panorama geral citado pela ESPN, os Seahawks aparecem em segundo lugar tanto em EPA defensiva quanto na métrica de eficiência defensiva da ESPN.
Washington Commanders
O material fornecido não inclui a avaliação do principal problema defensivo dos Commanders. Embora a equipe seja mencionada em outros trechos da página, não há dados ou descrição sobre sua defesa que permitam desenvolver uma seção factual sobre o tema.



