
Messi teve atuação discreta na final da Copa do Mundo contra a Espanha, mas permanece como o maior de todos os tempos
Na final da Copa do Mundo, Lionel Messi teve uma atuação abaixo do esperado contra a Espanha, mas sua carreira brilhante garante seu legado como o maior jogador da história do futebol.
Lionel Messi teve uma atuação discreta na final da Copa do Mundo contra a Espanha, realizada no MetLife Stadium, em East Rutherford, Nova Jersey. Com 39 anos, o jogador argentino não conseguiu repetir o desempenho das fases anteriores do torneio, em que marcou oito gols e foi fundamental para a campanha da Argentina.
Na final, Messi teve apenas 54 toques na bola durante os 120 minutos de jogo, não criou nenhuma chance para seus companheiros e finalizou apenas uma vez, aos 117 minutos. A Espanha, comandada por Luis de la Fuente, venceu a partida com um estilo de jogo baseado no controle e na eficiência, mantendo uma invencibilidade de 38 jogos.
Apesar da derrota, a trajetória de Messi na seleção argentina é marcada por números impressionantes: 207 partidas, 125 gols e 68 assistências. Ele foi decisivo na semifinal contra a Inglaterra, ao cruzar para Lautaro Martínez marcar o gol da vitória por 2 a 1.
Messi já havia enfrentado críticas e momentos difíceis na seleção, inclusive chegando a anunciar sua aposentadoria internacional em 2016 após a derrota na final da Copa América. Contudo, voltou atrás e conquistou a Copa América em 2021, encerrando um jejum de 28 anos sem títulos para a Argentina, e a Copa do Mundo em 2022.
Sua performance na Copa do Mundo dos Estados Unidos reforçou seu status como sucessor de Diego Maradona e o consolidou como o maior jogador de futebol de todos os tempos, superando nomes como Pelé e Ronaldo. Mesmo com o prêmio Bola de Ouro da FIFA sendo entregue ao espanhol Rodri, Messi foi ovacionado pelos torcedores argentinos e neutros, que reconheceram sua importância e legado.
Embora não se saiba se Messi voltará a jogar uma Copa do Mundo, sua carreira internacional já é marcada por feitos memoráveis e uma contribuição inestimável para o futebol argentino e mundial.
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Kylian Mbappé conquista a Chuteira de Ouro da Copa do Mundo 2026 à frente de Lionel Messi
Kylian Mbappé venceu a Chuteira de Ouro da Copa do Mundo 2026 ao marcar 10 gols no torneio. Lionel Messi não marcou na final contra a Espanha, garantindo a vantagem do francês.
Kylian Mbappé conquistou a Chuteira de Ouro da Copa do Mundo 2026 ao marcar 10 gols durante o torneio. Ele se tornou o primeiro jogador a vencer o prêmio em duas Copas do Mundo consecutivas, após também ter sido o artilheiro em 2022.
Mbappé marcou dois gols na partida pelo terceiro lugar contra a Inglaterra, que terminou com derrota da França por 6 a 4. Ele superou concorrentes como Lionel Messi, da Argentina, que marcou oito gols, Erling Haaland, da Noruega, com sete, e Jude Bellingham, da Inglaterra, também com sete gols.
Durante o torneio, Mbappé marcou duas vezes na vitória da França por 3 a 1 contra Senegal, e novamente duas vezes na vitória por 3 a 0 contra o Iraque. Ele não marcou na vitória por 4 a 1 sobre a Noruega, mas marcou dois gols na vitória por 3 a 0 contra a Suécia nas oitavas de final.
Na fase de mata-mata, Mbappé marcou o único gol de pênalti na vitória por 1 a 0 contra o Paraguai nas oitavas, e mais um gol na vitória por 2 a 0 contra o Marrocos nas quartas de final. A França foi eliminada pela Espanha na semifinal por 2 a 0, mas Mbappé marcou dois gols no jogo pelo terceiro lugar.
Enquanto isso, a Espanha conquistou seu segundo título mundial ao vencer a Argentina na final, decidida na prorrogação. Rodri foi eleito o Melhor Jogador do Torneio, Pau Cubarsí o Melhor Jogador Jovem, e Unai Simón recebeu a Luva de Ouro, tendo sofrido apenas um gol em sete jogos. Ferran Torres marcou o gol decisivo na final contra a Argentina.
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Messi emociona-se e reconhece superioridade da Espanha na final da Copa do Mundo 2026
Lionel Messi ficou emocionado após a derrota da Argentina para a Espanha na final da Copa do Mundo 2026 no MetLife Stadium. O atacante admitiu que a Espanha foi a melhor equipe na partida decisiva.
Na final da Copa do Mundo 2026 disputada no MetLife Stadium, Lionel Messi não conseguiu evitar a derrota da Argentina para a Espanha, que venceu por 1 a 0 na prorrogação com gol de Ferran Torres aos 37 segundos do segundo tempo extra.
Messi, visivelmente emocionado, reconheceu a superioridade espanhola após o jogo. "Eles foram melhores, para ser honesto", afirmou. A Espanha dominou a partida com ampla vantagem em finalizações (20 a 2) e passes (845 a 433).
A Argentina buscava se tornar a primeira campeã consecutiva desde o Brasil em 1962, mas não conseguiu superar a persistência da La Furia Roja. Apesar da derrota, Messi agradeceu o apoio dos torcedores e ressaltou o esforço da equipe: "Estou triste, mas sei que jogamos com o coração".
Com 39 anos, Messi buscava seu segundo título mundial após a conquista em 2022, mas saiu do campo abatido, enquanto os jogadores espanhóis comemoravam o segundo título mundial do país.
Durante o torneio, Messi marcou oito gols e deu quatro assistências, aumentando seu total para 21 gols em Copas do Mundo, recorde que foi superado por Kylian Mbappé, que chegou a 22 gols.
O técnico da Argentina, Lionel Scaloni, destacou a grandeza do jogador: "Espero que todos sintam orgulho dele, pois é o melhor jogador de futebol que já pisou em um campo".
Após a partida, jogadores espanhóis demonstraram respeito e consolaram Messi. A Espanha agora detém simultaneamente os títulos mundiais masculino e feminino, reafirmando sua posição de destaque no futebol mundial.
A derrota marcou o fim da trajetória da Argentina na Copa do Mundo 2026, enquanto a Espanha celebrou a conquista em um estádio com público de 80.663 pessoas, a maioria torcendo pela equipe argentina.
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Ferran Torres garante segundo título mundial da Espanha com gol na prorrogação contra Argentina
Ferran Torres marcou o gol da vitória na prorrogação, garantindo o segundo título da Copa do Mundo para a Espanha ao derrotar a Argentina, atual campeã, em uma final marcada por tensão e expulsão.
Ferran Torres foi o herói da Espanha ao marcar o gol da vitória na prorrogação contra a Argentina, conquistando o segundo título mundial da seleção espanhola em uma final disputada no MetLife Stadium, em East Rutherford, Nova Jersey.
A partida foi marcada por um clima tenso, com a expulsão de Enzo Fernández, da Argentina, após falta dura em Pau Cubarsí nos acréscimos do segundo tempo. A decisão do árbitro Slavko Vincic em aplicar o segundo cartão amarelo e consequente vermelho foi confirmada após revisão do VAR.
Torres entrou no jogo aos 62 minutos, substituindo Mikel Oyarzabal, e marcou aos 106 minutos após um cruzamento de Pedro Porro que foi cabeceado por Nico Williams para o seu caminho. O gol foi comemorado como uma conquista coletiva, segundo o próprio jogador.
A Espanha dominou a maior parte do jogo, criando várias chances, enquanto o goleiro argentino Emiliano Martínez realizou 11 defesas, o maior número em uma final de Copa do Mundo.
A Argentina, que buscava o bicampeonato consecutivo, não conseguiu ameaçar efetivamente a defesa espanhola, com seu primeiro chute apenas aos 117 minutos, em uma tentativa de Lionel Messi, que teve atuação discreta e terminou o torneio com oito gols.
Messi, de 39 anos, que se tornou o primeiro jogador a iniciar três finais de Copa do Mundo, demonstrou emoção ao receber a medalha de vice-campeão e reconheceu a superioridade da Espanha na final.
O técnico argentino Lionel Scaloni destacou o esforço da equipe e agradeceu aos jogadores pela campanha até a final, reconhecendo a superioridade do adversário.
A Espanha encerrou o torneio com a melhor defesa, sofrendo apenas um gol em oito partidas, e o técnico Luis de la Fuente, aos 65 anos, tornou-se o mais velho a conquistar a Copa do Mundo.
Além do título, a Espanha quebrou o recorde de invencibilidade com 38 jogos sem derrota, superando a marca da Itália.
O evento contou com a presença de diversas celebridades do esporte e entretenimento, além de um show de encerramento com artistas como Post Malone, Justin Bieber, Madonna, Shakira e BTS.
A final também marcou o encerramento da maior edição da Copa do Mundo, com 48 seleções participantes e mais jogos e gols do que em todas as edições anteriores.
A cerimônia de premiação teve a presença do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que entregou o troféu ao capitão espanhol Rodri.
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Final da Copa do Mundo 2026: Argentina e Espanha se enfrentam em New Jersey
A final da Copa do Mundo de 2026 acontece entre Argentina e Espanha, as duas melhores equipes do ranking da FIFA. Lionel Messi, de 39 anos, enfrenta o jovem talento espanhol Lamine Yamal, de 19 anos, na decisão do título mundial.
A Copa do Mundo de 2026 chega ao seu momento decisivo com a partida final entre Argentina e Espanha, realizada em New Jersey. O confronto reúne duas das melhores seleções do mundo, segundo o ranking oficial da FIFA, em uma disputa pelo título de campeão mundial.
O duelo destaca a experiência do argentino Lionel Messi, de 39 anos, contra a promessa espanhola Lamine Yamal, de apenas 19 anos, simbolizando o embate entre mestre e aprendiz. Esta é a 104ª partida do torneio, que teve momentos históricos, como a partida pelo terceiro lugar entre França e Inglaterra, que terminou em 6 a 4, a maior pontuação já registrada em uma disputa por essa colocação.
Os fãs do futebol acompanham com expectativa a decisão que definirá o novo campeão mundial, com ampla cobertura de notícias, análises e vídeos sobre o evento. A vitória garantirá ao time vencedor a posse do troféu e o direito de se intitular campeão do mundo.
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Inglaterra vence França por 6 a 4 e conquista o terceiro lugar na Copa do Mundo
Inglaterra e França disputaram uma das partidas mais insanas da história da Copa do Mundo, com vitória inglesa por 6 a 4 na disputa pelo terceiro lugar. O jogo, inicialmente rejeitado por ambas as equipes, terminou em festa para os ingleses, que alcançaram sua melhor colocação desde 1966.
A partida pelo terceiro lugar da Copa do Mundo entre Inglaterra e França, realizada em Miami Gardens, Flórida, surpreendeu pela intensidade e pelo placar elevado, terminando com a vitória da Inglaterra por 6 a 4. Apesar de nenhum dos times desejar disputar o jogo, a partida se tornou um dos confrontos mais emocionantes da história do torneio.
No primeiro tempo, a França teve uma atuação desastrosa, ficando atrás no placar por 4 a 0. A Inglaterra aproveitou a fragilidade defensiva francesa para construir uma vantagem confortável, com gols de Declan Rice, Ezri Konsa e Bukayo Saka, que marcou dois gols neste período.
Na segunda etapa, a França voltou com mais vontade, especialmente liderada por Kylian Mbappé, que ajudou a equipe a reduzir o placar para 4 a 3. Contudo, Bukayo Saka completou seu hat-trick em cobrança de pênalti, e o substituto Jude Bellingham marcou um gol solo espetacular, garantindo a vitória inglesa.
O técnico francês Didier Deschamps, em sua última partida como treinador da seleção, fez várias substituições no intervalo para tentar reanimar o time, o que resultou em um jogo aberto e repleto de chances para ambos os lados. O jogo teve 38 finalizações, sendo 20 no alvo, evidenciando o ritmo ofensivo de ambas as equipes.
Thomas Tuchel, treinador da Inglaterra, destacou a importância da medalha conquistada, a primeira em 60 anos para o país na Copa do Mundo, e ressaltou a reação positiva da equipe após a derrota nas semifinais para a Argentina.
A cerimônia de premiação foi marcada por um clima misto, com a França deixando o campo antes do fim e a presidente da Federação Inglesa, Debbie Hewitt, abraçando os jogadores enquanto recebiam as medalhas de bronze. Apesar da disputa pelo terceiro lugar ser vista como um jogo sem muita importância, o confronto entre Inglaterra e França ficará na memória pela emoção e pelo alto número de gols.
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Órgão de direitos humanos europeu questiona integridade da Copa do Mundo e pede melhorias para 2030
O Conselho da Europa, principal órgão de direitos humanos do continente, questionou a integridade da Copa do Mundo atual e solicitou à FIFA a criação de um marco mais sólido para o torneio de 2030, que será sediado principalmente por Espanha e Portugal.
O Conselho da Europa, que reúne 46 países, expressou preocupações sobre a integridade da Copa do Mundo em uma carta aberta enviada à FIFA pouco antes da final entre Espanha e Argentina em East Rutherford, Nova Jersey.
Alain Berset, político suíço e presidente do Conselho, destacou que a próxima crise no futebol já começou, envolvendo dinheiro e poder. Ele citou como exemplo a suspensão da punição de um jogo para o atacante dos Estados Unidos, Folarin Balogun, após pressão do presidente americano Donald Trump, além do risco de fraude relacionado a um acordo da FIFA com uma empresa de mercado de previsões como patrocinadora do Mundial.
Berset criticou a influência política dentro do futebol, mencionando que a suspensão da punição a Balogun ocorreu após contato direto entre um chefe de Estado e o presidente da FIFA. A decisão foi duramente criticada pela UEFA, que afirmou que a medida ultrapassou um limite vermelho em termos de transparência e respeito às regras.
Além disso, o Conselho expressou preocupação com a relação da FIFA com a indústria de apostas, destacando que o acordo com a empresa ADI Predictstreet, criada pouco antes do Mundial, abriu portas para possíveis fraudes ao permitir apostas em momentos específicos do jogo que não alteram o placar.
O Conselho da Europa mantém um acordo formal de cooperação com a FIFA desde 2018, com o objetivo de promover valores como transparência, responsabilidade, integridade e respeito aos direitos humanos no esporte.
Para o Mundial de 2030, que será sediado principalmente por Espanha e Portugal, com participação de Marrocos e jogos iniciais na América do Sul, o Conselho propõe o início imediato de um diálogo para construir um marco de integridade que garanta a transparência e o respeito às regras no evento.
Berset ressaltou ainda problemas enfrentados na atual Copa, como questionamentos à autoridade dos árbitros, abusos racistas contra jogadores, inclusive por autoridades eleitas, e a proliferação de apostas em cada lance do jogo.
A proposta do Conselho da Europa visa assegurar que a edição centenária da Copa do Mundo seja conduzida com maior integridade e respeito aos direitos humanos, evitando os problemas observados no torneio atual.



