
Nova plataforma do Heisman permite que fãs votem pela primeira vez no prêmio
A equipe do Heisman lançou a plataforma Heisman Hopefuls, que oferece dados, histórias e votação dos fãs para ampliar a discussão sobre o prêmio ao melhor jogador do futebol americano universitário.
A nova plataforma Heisman Hopefuls foi criada para expandir a conversa sobre o Troféu Heisman, concedido ao jogador mais destacado do futebol americano universitário. A iniciativa inclui dados oficiais dos jogadores, avaliações atualizadas do EA Sports College Football e permite que os fãs emitam o primeiro voto oficial para o prêmio.
Jeff Price, CEO do Heisman, afirmou que pesquisas indicaram que os fãs querem mais dados sobre diversos jogadores e formas de se engajar com o prêmio durante a temporada. O site Heisman Hopefuls apresenta estatísticas básicas dos jogadores e uma página de votação, incentivando a consideração de atletas de todas as posições.
"Todo jogador que entra em campo nesta temporada começa como um candidato ao Heisman, com chance real de conquistar o prêmio", disse Price. A plataforma trabalha em parceria com as universidades para destacar esses atletas e suas histórias ao longo da temporada.
No ano passado, o linebacker Jacob Rodriguez, do Texas Tech, venceu a votação popular, seguido por Emmett Johnson, de Nebraska, e Fernando Mendoza, de Indiana, que foi o vencedor geral do voto.
Desta vez, os fãs poderão votar diariamente, com o peso dos votos variando durante a temporada. Ron Yurko, diretor do Carnegie Mellon Sports Analytics Center, explicou que a metodologia para ponderar os votos será dinâmica, baseada em dados coletados ao longo da temporada.
O vencedor da votação popular será anunciado ao vivo na ESPN durante o fim de semana dos jogos do campeonato das conferências. Os três primeiros colocados serão registrados como o primeiro boletim oficial do Heisman.
Price destacou que a plataforma oferece novas formas para os programas destacarem seus atletas e envolverem seus fãs durante toda a temporada.
Fontes
Encontrou um problema?
Se você identificar erro no conteúdo, envie um reporte para revisão editorial.
Mais sobre NCAA

UConn contrata Charlie Stevens, diretor de scouting do Spurs, para substituir Tom Moore como gerente geral
UConn anunciou a contratação de Charlie Stevens, diretor de scouting do San Antonio Spurs, para o cargo de gerente geral, substituindo Tom Moore, que se aposentou. Stevens chega com reputação sólida para ajudar o programa a buscar novos títulos.
O programa de basquete masculino da Universidade de Connecticut (UConn) confirmou a contratação de Charlie Stevens como novo gerente geral, substituindo Tom Moore, que anunciou sua aposentadoria há três semanas.
Tom Moore, que atuou como assistente técnico dos Huskies entre 1994 e 2007 sob o comando de Jim Calhoun, depois foi treinador principal do Quinnipiac e retornou a UConn em 2018 com a chegada de Dan Hurley, teve papel fundamental na transformação da equipe. Sob sua gestão, o time evoluiu de uma temporada abaixo de 50% de aproveitamento para conquistar dois títulos nacionais, participar de três das últimas quatro finais e se preparar para uma nova disputa pelo campeonato em 2026-27.
Charlie Stevens, que ocupava o cargo de diretor de scouting de base do San Antonio Spurs desde 2025, chega ao programa com uma reputação de destaque dentro da organização da NBA. Ele é ex-jogador da Divisão III pela Clark University, em Worcester, Massachusetts, onde foi capitão da equipe por duas temporadas e se formou em 2021.
Durante a faculdade, Stevens trabalhou para uma agência de jogadores e uma equipe em Israel antes de decidir seguir carreira na NBA. Ele produziu relatórios detalhados de scouting para diversas equipes durante seu último ano acadêmico, o que o ajudou a garantir sua vaga no Spurs logo após a graduação.
Apesar da juventude de Stevens, Dan Hurley não demonstrou reservas quanto à sua contratação. O novo gerente geral terá a missão de fortalecer o elenco com talentos de alto nível para manter UConn na briga por campeonatos nos próximos anos.
Fontes

Análise das apostas para o Group of 6 na temporada 2026 do futebol americano universitário
A prévia das apostas para o Group of 6 na temporada 2026 destaca Hawai'i e Liberty como boas opções, enquanto James Madison aparece como um time para evitar. O texto também aborda previsões para outras equipes do Mountain West, Pac-12, Sun Belt, C-USA e MAC.
A temporada 2026 do futebol americano universitário traz oportunidades de apostas interessantes no Group of 6, que inclui conferências como Mountain West, Pac-12, American, Sun Belt, C-USA e MAC.
Hawai'i é apontado como uma boa aposta para superar 7,5 vitórias, com odds de +120. O time mantém a continuidade em posições-chave, como o quarterback Micah Alejado, que lançou para 3.106 jardas e 24 touchdowns na temporada anterior. O ataque aéreo é um dos melhores da Mountain West, com média de 294 jardas por jogo, apesar de um jogo terrestre e linha ofensiva menos eficientes. O calendário é favorável, evitando Air Force e com jogos em casa contra UNLV e San Jose State. A defesa tem pontos frágeis contra o jogo corrido, mas a pressão sobre o quarterback e a cobertura são razoáveis.
Texas State, da Pac-12, tem um ataque potente liderado por Brad Jackson, mas a defesa apresenta muitas vulnerabilidades, especialmente em cobertura e tackling. A equipe precisa de sete vitórias em um calendário difícil para superar o limite de 6,5 vitórias, o que é considerado improvável. A recomendação é apostar no under e considerar apostas contra Texas State quando for favorito.
Western Michigan, da MAC, é outra aposta para superar 7,5 vitórias (+125). O time mantém a base ofensiva que venceu a conferência, incluindo o quarterback Broc Lowry e o running back Jalen Buckley. O estilo é focado no jogo terrestre. Apesar da perda dos principais pass rushers, o calendário oferece várias partidas consideradas vencíveis, permitindo até três derrotas para alcançar a meta.
James Madison, do Sun Belt, é visto como um time para evitar, com previsão de under 8,5 vitórias (+100). O elenco sofreu muitas mudanças, com apenas cinco titulares retornando e novo treinador. A defesa é uma incógnita e o calendário é desgastante, com 11 jogos consecutivos sem folga e viagens difíceis.
Liberty, também do Sun Belt, tem potencial para melhorar após uma temporada com problemas de turnovers e inconsistência no quarterback. O time aposta na estabilidade ofensiva e em um calendário favorável, sendo favorito em 10 jogos.
Air Force, da Mountain West, deve superar 7,5 vitórias (+120). O ataque foi eficiente na temporada anterior, com quase 30 pontos por jogo e forte jogo terrestre. O quarterback Owen Allen retorna, e a defesa, que mantém oito titulares, deve evoluir. O calendário evita jogos complicados contra Hawai'i e inclui partidas em casa contra North Dakota State e UNLV.
South Florida, da American, é visto como superestimado para superar 8,5 vitórias (-146). A equipe tem mudanças no comando técnico e poucos titulares retornando. O calendário inclui desafios como jogos contra UTSA, Memphis e Army, com dúvidas sobre a consistência do elenco.
Fontes

Kalani Sitake, técnico do BYU, é reconhecido como o treinador favorito entre seus pares na NCAA
Kalani Sitake, técnico do BYU, é admirado por colegas treinadores pela sua autenticidade e espírito esportivo. Apesar de quase ter deixado a equipe para assumir o Penn State, Sitake optou por permanecer e continuar desenvolvendo o programa.
Kalani Sitake, técnico do BYU, está entrando em sua 11ª temporada na universidade onde também foi jogador. Conhecido por sua personalidade amigável e autêntica, Sitake é muito respeitado entre os treinadores da NCAA, especialmente entre os times da Big 12, onde o BYU compete atualmente.
Sitake é reconhecido por sua capacidade de construir relacionamentos genuínos com outros técnicos, independentemente da rivalidade esportiva. Ele valoriza a troca de experiências e o respeito mútuo, seguindo o legado do ex-técnico LaVell Edwards, sob cuja orientação jogou nos anos 1990.
Nos últimos dois anos, Sitake conquistou 23 vitórias, ficando atrás de apenas quatro técnicos da FBS nesse período. Sua abordagem positiva e a forma como trata colegas e adversários com respeito o tornaram uma figura admirada no meio do futebol universitário.
Em 2023, Sitake quase deixou o BYU para assumir o cargo de técnico principal do Penn State, que buscava um treinador capaz de levar a equipe a conquistas nacionais. No entanto, após negociações e um forte apoio da administração e dos doadores do BYU, Sitake decidiu permanecer na universidade, assinando um contrato de longo prazo.
O diretor atlético do BYU, Brian Santiago, destacou a importância de manter Sitake para a continuidade do crescimento do programa. O técnico enfatizou que sua decisão considerou não apenas a compensação financeira, mas também o compromisso da universidade em cuidar dos jogadores, treinadores e da estrutura do time.
Apesar da saída do coordenador defensivo Jay Hill para Michigan, o BYU manteve sua base de jogadores e conseguiu contratar três recrutas entre os 100 melhores do país. Sitake afirmou que continuará lutando para tornar o programa uma referência nacional no futebol universitário.
Além do campo, Sitake é conhecido por sua participação ativa em eventos de treinadores, onde demonstra sua personalidade extrovertida e carismática, ganhando ainda mais respeito e amizade entre seus pares. Sua postura competitiva, porém respeitosa, serve de exemplo para jogadores e técnicos.
Sitake representa a continuidade da tradição de excelência do BYU, buscando levar o time a disputar títulos nacionais e, eventualmente, uma vaga no College Football Playoff.
Fontes

Classe de 2026 do Hall da Fama homenageia ícones do basquete feminino e da NBA
Candace Parker e Elena Delle Donne foram as principais homenageadas da classe de 2026 do Hall da Fama do Basquete, que também incluiu nomes como Doc Rivers, Mike D'Antoni e Amar'e Stoudemire.
A cerimônia de indução ao Hall da Fama do Basquete Naismith Memorial em Springfield, Massachusetts, destacou grandes nomes do basquete feminino e da NBA na classe de 2026. Candace Parker e Elena Delle Donne usaram seus discursos para expressar amor pelo esporte que tanto lhes proporcionou.
Candace Parker, tricampeã da WNBA, duas vezes MVP, campeã universitária pelo Tennessee e bicampeã olímpica, emocionou-se ao falar sobre sua trajetória e a relação com a bola que a acompanhou durante a carreira. Ela destacou momentos marcantes, como a primeira mulher a estampar a capa do jogo NBA 2K.
Elena Delle Donne, que conquistou MVP em 2015 e 2019 e liderou o Washington Mystics ao título da WNBA, também emocionou ao mencionar sua irmã Lizzie, que é cega e surda, como fonte de inspiração para manter a perspectiva diante dos desafios.
Além delas, a classe de 2026 incluiu a equipe feminina de basquete olímpica dos EUA de 1996, Chamique Holdsclaw, Amar'e Stoudemire, o árbitro da NBA Joey Crawford, os técnicos Doc Rivers e Mike D'Antoni, e o técnico de Gonzaga Mark Few.
Doc Rivers, sexto maior vencedor da história da NBA como treinador, falou sobre a inspiração do irmão Grady. Holdsclaw relembrou sua passagem pelo Tennessee sob o comando da lendária Pat Summitt, falecida em 2016, que a ajudou a crescer como atleta e pessoa.
Mark Few, treinador de Gonzaga desde 1999, destacou a emoção de sua trajetória desde uma pequena cidade até o reconhecimento no Hall da Fama. Joey Crawford celebrou sua carreira de 39 anos como árbitro, incluindo mais de 2.500 jogos de temporada regular e 50 finais da NBA.
Mike D'Antoni foi lembrado por seu estilo de jogo acelerado desenvolvido na Itália e aplicado ao Phoenix Suns, equipe que contou com Amar'e Stoudemire, também homenageado na cerimônia.
Fontes

Edrees Farooq, safety titular do Tennessee, desfalca equipe em 2026 por lesão no joelho
Edrees Farooq, safety titular do Tennessee, sofreu uma ruptura do tendão patelar no joelho direito durante treino e ficará fora da temporada de 2026.
Edrees Farooq, safety titular do Tennessee e junior de Columbia, Maryland, sofreu uma ruptura do tendão patelar no joelho direito durante um treino e não jogará na temporada de 2026. Ele foi retirado do campo e levado ao UT Medical Center em Knoxville.
Na última temporada, ele iniciou todas as 13 partidas, ficando em segundo na SEC com quatro fumbles forçados, além de duas interceptações e 76 tackles.
Para reforçar a secundária após o desempenho abaixo do esperado em 2025, o técnico Josh Heupel adicionou três transferidos experientes: TJ Metcalf, de Michigan, deve assumir a outra vaga de safety titular; Qua Moss, de Kansas State, deve começar como nickelback; e Dejuan Lane, de Penn State, que atuava atrás de Farooq, deve subir no elenco.
Além deles, o sophomore Dylan Lewis e o calouro Jamyan Theodore também disputam tempo de jogo na posição de safety.
O Tennessee declarou apoio a Farooq e confiança em sua recuperação, ressaltando o impacto de liderança que ele continuará a ter na equipe durante o processo de recuperação.
Fontes

Futebol americano universitário em 2026: jogos mais lentos, menos posses e mudanças estratégicas impactam o ritmo das partidas
Os jogos de futebol americano universitário estão mais lentos, com menos posses e tempos entre jogadas maiores. Essas mudanças, influenciadas por regras, estratégias e tecnologia, alteram o fluxo das partidas e exigem novas abordagens dos treinadores.
O futebol americano universitário tem apresentado mudanças significativas no ritmo das partidas, refletindo uma evolução no esporte influenciada por análises estatísticas, tecnologia e alterações nas regras. Um exemplo recente foi o confronto entre Ohio State e Miami nas quartas de final do College Football Playoff, onde o ritmo lento e o controle do relógio foram decisivos para a vitória dos Hurricanes por 24 a 14.
Apesar de Ohio State ter uma das ofensivas mais talentosas, o time teve menos oportunidades de posse de bola e jogadas, o que dificultou a reação no placar. Miami utilizou estratégias para consumir o relógio, com drives longos e um tempo médio por jogada superior a 30 segundos, reduzindo as chances do adversário.
Desde 2016, o tempo médio entre jogadas aumentou cerca de 7%, enquanto o número de posses por jogo caiu 11%. Essa desaceleração é resultado de mudanças nas regras de cronômetro, temporadas mais longas e uma maior ênfase na eficiência ofensiva. Em 2025, as equipes da FBS tiveram a maior média de pontos por posse da última década, com 2,24 pontos, apesar da redução no número total de posses.
Treinadores como Ryan Day, de Ohio State, destacam que a eficiência se tornou fundamental, já que as equipes não dispõem mais de tantas jogadas por partida como antes. O uso do huddle voltou a crescer, com 23 times executando mais de 700 jogadas em huddle em 2025, o que ajuda a proteger sinais e permite mais opções para os quarterbacks.
Além disso, o uso estratégico dos timeouts, especialmente nos momentos finais de cada tempo, tem ganhado importância. A introdução do timeout de dois minutos em 2024 trouxe uma nova dinâmica para o gerenciamento do tempo, com treinadores focados em preservar esses recursos para momentos críticos.
Embora alguns times ainda adotem um estilo de jogo mais acelerado, a tendência geral é de partidas mais lentas, com menos jogadas e maior controle do relógio, aproximando o futebol americano universitário do estilo da NFL. Isso também reflete preocupações com a saúde dos jogadores diante de temporadas mais longas e desgastantes.
Essas mudanças impactam diretamente o fluxo das partidas, a estratégia dos técnicos e a experiência dos torcedores, marcando uma nova era para o futebol americano universitário a partir da temporada de 2026.



