
Ofensiva de Notre Dame manterá foco no jogo terrestre na temporada 2026
Apesar de perder dois running backs para a primeira rodada do draft da NFL, Notre Dame seguirá com sua identidade ofensiva centrada no jogo terrestre. O time retorna com o quarterback CJ Carr, candidato ao Troféu Heisman, mas não pretende abandonar a filosofia de jogo baseada na corrida.
Notre Dame perdeu dois running backs importantes para a primeira rodada do draft da NFL após a última temporada, incluindo Jeremiyah Love, vencedor do Doak Walker Award e terceiro escolhido pelo Arizona Cardinals, e Jadarian Price, selecionado pelo Seattle Seahawks como a última escolha da primeira rodada. Mesmo com essas perdas, a equipe manterá sua identidade ofensiva focada no jogo terrestre.
O coordenador ofensivo Mike Denbrock afirmou que o time é construído em torno do jogo de corrida, ressaltando que essa é a filosofia tanto dele quanto do técnico Marcus Freeman. Denbrock demonstrou confiança no running back júnior Aneyas Williams, que atuou como reserva de Love e Price nas últimas duas temporadas e deve ser o titular nesta temporada. Williams correu para cinco touchdowns no ano passado e tem se dedicado a aprimorar os detalhes de sua posição durante a offseason.
Além de Williams, o time conta com outros corredores como o sophomore Nolan James Jr. No ataque aéreo, Notre Dame retorna com o quarterback CJ Carr, que teve uma temporada de estreia como titular com 2.741 jardas e 24 touchdowns, além de 66,6% de aproveitamento nos passes. O time também mantém recebedores importantes como Jordan Faison e Jaden Greathouse, e adiciona os transfers Mylan Graham e Quincy Porter, vindos de Ohio State.
Faison destacou a velocidade e o porte físico do grupo de recebedores, além da inteligência do elenco. A equipe melhorou significativamente seu desempenho no jogo aéreo, subindo do 101º lugar nacional em 2024 para o 35º em 2025. Denbrock comentou que o time está mais forte nas posições de perímetro, o que pode permitir um jogo mais aberto e aproveitar a capacidade de passe de Carr, mas reforçou que a equipe não se afastará de sua crença central em manter um jogo terrestre forte para apoiar o ataque quando necessário.
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Deion Sanders destaca energia após acampamento de treinamento dos Colorado Buffaloes em Fountain
Deion Sanders elogiou a experiência de levar os Colorado Buffaloes para um acampamento de treinamento fora de Boulder, focado em treinos, ajustes e fortalecimento do grupo. Ele também defende a liberação de jogos-treino entre equipes da NCAA na offseason.
Deion Sanders conduziu os Colorado Buffaloes a um acampamento de treinamento a 113 milhas ao sul de Boulder, em Fountain, Colorado, onde a equipe realizou uma semana de treinos, ajustes e atividades de integração. O local escolhido foi a Fountain Fort Carson High School, com estadia no campus da University of Colorado-Colorado Springs e visita à U.S. Air Force Academy.
Sanders destacou o benefício de afastar os jogadores das distrações e responsabilidades habituais em Boulder, promovendo maior união e foco no time. Durante o acampamento, os atletas tiveram restrição de contato externo e uso de celular monitorado, o que facilitou a criação de laços entre eles.
O treinador também expressou o desejo de que a NCAA permita jogos-treino entre times da divisão FBS e FCS na offseason, algo que já sugeriu anteriormente. Ele acredita que partidas entre os Buffaloes e os Falcons da Air Force Academy seriam positivas para o futebol americano universitário e para o estado do Colorado.
Sanders relembrou sua experiência em acampamentos da NFL, ressaltando a importância do convívio intenso para a construção do espírito de equipe. Ele afirmou que essa foi a primeira vez em suas quatro temporadas no Colorado que levou o time para um acampamento fora da cidade, buscando um ambiente mais isolado e significativo.
O Colorado Buffaloes vem de uma temporada difícil, com campanha de 3-9, período em que Sanders passou por cirurgia para remoção de um tumor na bexiga, estando agora livre do câncer. A equipe conta com novos coordenadores ofensivo e defensivo, Brennan Marion e Chris Marve, respectivamente, que têm recebido elogios do treinador pela qualidade e liderança.
Além disso, o elenco foi reforçado com 45 jogadores transferidos para a temporada, e Sanders afirmou que aplica pressão em si mesmo para melhorar o desempenho, mas não sente pressão externa, destacando sua confiança nas suas capacidades como jogador e treinador.
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USC perde o center titular Kilian O'Connor para a temporada devido a lesão na perna
O center Kilian O'Connor, do USC, ficará fora da temporada após sofrer uma lesão na perna sem contato, conforme anunciado pelo técnico Lincoln Riley.
Kilian O'Connor, center do USC, não jogará na temporada após sofrer uma lesão na perna sem contato, conforme comunicado pelo técnico Lincoln Riley na quinta-feira.
O'Connor, que começou sete jogos na temporada passada, era projetado para ser o titular da posição e peça central da linha ofensiva experiente dos Trojans.
Riley descreveu a lesão como um acidente "incomum" e afirmou que não ficaria surpreso se O'Connor ainda fosse eleito capitão do time nesta temporada.
O jogador, que chegou ao USC como walk-on em 2022, começou a ter tempo de jogo em 2023 e 2024. Antes da temporada de 2025, ele recebeu uma bolsa de estudos.
O técnico ressaltou que a equipe tem profundidade suficiente na linha ofensiva para continuar avançando, apesar da ausência de O'Connor.
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NCAA Divisão II aprova modelo de elegibilidade baseado na idade
A NCAA Divisão II decidiu adotar o modelo de elegibilidade baseado na idade para atletas, alinhando-se à Divisão I. A mudança estabelece que a elegibilidade começa após a matrícula em tempo integral ou após o ano acadêmico regular seguinte ao 19º aniversário do atleta.
O conselho executivo da NCAA Divisão II votou para que a elegibilidade dos atletas comece a partir da matrícula inicial em tempo integral ou do ano acadêmico regular imediatamente após o 19º aniversário do atleta, o que ocorrer primeiro. Sob esse novo modelo, os atletas terão direito a cinco temporadas de competição ao longo de cinco anos.
Anteriormente, os atletas da Divisão II podiam competir em quatro temporadas, que deveriam ser concluídas dentro dos primeiros 10 semestres ou 15 trimestres de matrícula em tempo integral.
Essa mudança ocorre após uma série de processos judiciais em nível estadual e federal, iniciados após a aprovação do modelo de elegibilidade baseado na idade pela Divisão I em 23 de junho. Atletas que se formaram no ensino médio em 2022 e que esgotaram sua elegibilidade de quatro anos no último ano acadêmico alegaram terem sido injustamente privados de um quinto ano de elegibilidade em 2026-27.
Em 31 de julho, um juiz federal em Denver decidiu que todos os atletas da turma do ensino médio de 2022 que esgotaram sua quarta temporada de elegibilidade na primavera deste ano têm direito a uma quinta temporada neste ano letivo. A NCAA anunciou sua intenção de recorrer dessa decisão.
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Ranking dos maiores vilões da história do futebol americano universitário
A temporada 157 do futebol americano universitário se aproxima, e com ela, a lembrança dos maiores vilões que marcaram o esporte. De jogadores a treinadores, confira quem são os personagens mais odiados e controversos da história do college football.
O futebol americano universitário tem uma longa tradição de personagens que despertam tanto admiração quanto ódio nas torcidas. A ESPN publicou um ranking dos maiores vilões da história do esporte, destacando figuras que se tornaram símbolos da rivalidade e da provocação dentro e fora dos campos.
Entre os nomes citados, Lane Kiffin se destaca como um dos mais controversos da atualidade. Conhecido por suas mudanças frequentes de time e declarações polêmicas, Kiffin acumula episódios que alimentam a antipatia dos fãs, como sua saída conturbada da Universidade do Tennessee e a troca de Ole Miss por LSU, que gerou forte rivalidade.
Caleb Williams, vencedor do Troféu Heisman em 2022, também figura na lista por sua postura nas redes sociais e sua trajetória marcada por transferências e contratos de NIL (nome, imagem e semelhança), que dividiram opiniões entre os torcedores.
Deion Sanders é outro personagem único, com duas fases distintas como vilão: primeiro como jogador no Florida State e, atualmente, como treinador do Colorado, onde sua personalidade e resultados geram reações intensas.
Tim Tebow, apesar de ser considerado um dos "bons", também aparece na lista devido à polarização que causou durante sua carreira, com uma legião de fãs fervorosos e críticos igualmente fervorosos.
Outros nomes históricos como Brian Bosworth, famoso por seu estilo rebelde na década de 1980, e Johnny Manziel, conhecido por seu comportamento fora dos campos, também são lembrados por sua influência controversa.
Além dos indivíduos, times como Notre Dame são citados por sua postura independente e privilégios exclusivos, que geram ressentimento em outras torcidas.
O ranking também relembra momentos icônicos, como a partida entre Miami e Notre Dame em 1990, que ficou marcada por penalidades e provocações, influenciando mudanças nas regras do esporte.
Esses vilões, sejam jogadores ou treinadores, compõem a rica tapeçaria do futebol americano universitário, onde rivalidades e histórias pessoais alimentam a paixão dos fãs a cada temporada.
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Treinador Marcus Freeman do Notre Dame foca na estreia contra Wisconsin, evita falar sobre College Football Playoff
Após ficar de fora do College Football Playoff na última temporada, o técnico Marcus Freeman quer que o Notre Dame concentre-se na vitória da estreia contra Wisconsin, marcada para 6 de setembro no Lambeau Field.
Marcus Freeman, treinador do Notre Dame Fighting Irish, enfatizou a importância de focar na partida de abertura da temporada contra o Wisconsin Badgers, em vez de pensar no College Football Playoff (CFP). A partida será disputada no dia 6 de setembro, no Lambeau Field.
Freeman destacou que a equipe não conquistou a vaga no CFP na última temporada e que isso serve como um lembrete do trabalho necessário para garantir a participação nos playoffs. Ele reforçou que o foco deve estar no presente, evitando a ansiedade sobre o futuro.
Apesar do Notre Dame ter terminado a temporada passada com um recorde de 10 vitórias e 2 derrotas, ficando em 11º no ranking do CFP, o time foi excluído do torneio de 12 equipes e optou por não participar de um bowl game.
Para a temporada de 2024, a equipe está garantida no CFP se terminar entre os 12 primeiros. No entanto, Freeman quer que seus jogadores concentrem-se em apresentar um bom desempenho em campo, sem se preocupar antecipadamente com os playoffs.
O time conta com vários jogadores promissores, incluindo os running backs Jeremiyah Love e Jadarian Price, que foram selecionados no draft da NFL. O quarterback CJ Carr retorna após liderar uma sequência de 10 vitórias na última temporada, e o corpo de recebedores inclui Jordan Faison, Jaden Greathouse, além dos ex-Ohio State Mylan Graham e Quincy Porter.
Na defesa, o candidato a All-America Leonard Moore retorna como defensive back, enquanto Boubacar Traore e Kyngstonn Viliamu-Asa reforçam a linha defensiva e o corpo de linebackers, respectivamente.
Freeman ressaltou que, apesar das expectativas elevadas, há muito trabalho a ser feito para preparar a equipe para a estreia em setembro. Ele quer que o foco esteja na construção de uma base sólida para o sucesso imediato, sem distrações sobre o que pode acontecer na pós-temporada.
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LSU apresenta plano inovador de financiamento esportivo a principais doadores
A LSU realizou encontros com seus maiores doadores para apresentar uma proposta inédita de geração de receita para o departamento atlético. O plano envolve a criação de uma empresa de responsabilidade limitada controlada pela universidade para investimentos direcionados. A iniciativa busca enfrentar os custos crescentes do esporte universitário diante das novas regras de pagamento direto a atletas.
A Louisiana State University (LSU) concluiu uma série de reuniões com seus principais doadores para discutir uma proposta inédita de financiamento para o departamento esportivo, apresentada pelo presidente Wade Rousse. Os encontros foram realizados na residência oficial do governador Jeff Landry, que também participou das discussões.
O plano prevê a criação de uma empresa de responsabilidade limitada controlada pela LSU, que teria como objetivo gerar receitas sustentáveis por meio de investimentos específicos. A proposta ainda está em fase de refinamento e passa por análises legais e fiscais, conforme fontes próximas ao assunto.
Essa iniciativa surge em resposta ao aumento dos custos para manter programas esportivos da Divisão I, especialmente após o acordo de 2025 que permite o pagamento direto aos atletas. Atualmente, programas esportivos da Divisão I podem compartilhar até 21,3 milhões de dólares em receitas relacionadas ao esporte com seus atletas.
Um dos participantes das reuniões, Charles Harvey, presidente do Southern Regional Medical Center, afirmou em podcast que os doadores foram tranquilizados quanto à possibilidade de envolvimento de fundos de private equity, que não fazem parte do plano. "Não é private equity", disse Harvey, ressaltando que a LSU manterá o controle total da iniciativa.
Entre os palestrantes esteve Greg Williams, executivo da Acrisure, empresa de tecnologia financeira e seguros de Michigan, que tem desenvolvido propostas de receita suplementar para programas esportivos universitários.
O convite para as reuniões, enviado pelo presidente da Tiger Athletic Foundation, Matt Borman, a cerca de 40 doadores, enfatizou que o encontro não tinha caráter de arrecadação, mas sim informativo, focado no futuro do esporte da LSU. O convite reconheceu que o orçamento do departamento atlético está insustentável.
Nos últimos anos, a LSU assumiu compromissos financeiros elevados, incluindo mais de 180 milhões de dólares em gastos devido a mudanças nos treinadores. O treinador de futebol americano Brian Kelly foi demitido com cerca de 54 milhões restantes em seu contrato, enquanto o técnico de basquete Matt McMahon foi desligado com quase 8 milhões pendentes.
A universidade contratou Lane Kiffin para substituir Kelly, com um contrato de sete anos no valor aproximado de 91 milhões de dólares, e Will Wade para o basquete, com um contrato de até 30 milhões em sete anos. Essas decisões foram conduzidas por membros do Conselho de Supervisores da LSU indicados pelo governador Landry.
Will Wade retornou à LSU após ter sido demitido em 2022 por penalidades da NCAA relacionadas a investigações sobre violações de recrutamento. O diretor atlético Scott Woodward foi demitido em 2025, sendo substituído por Verge Ausberry, que supervisionou as contratações de Kiffin e Wade.



