
Ohtani é colocado na sexta posição da ordem dos Dodgers para o Jogo 3 da NLCS
Em meio a uma sequência difícil na pós-temporada, Shohei Ohtani foi escalado mais abaixo na ordem de rebatidas dos Dodgers contra o Brewers. Dave Roberts afirmou que o rebatedor apoiou a decisão.
Shohei Ohtani foi colocado na sexta posição da ordem de rebatidas dos Dodgers para o Jogo 3 da NLCS contra o Brewers. É a posição mais baixa em que ele bateu desde que chegou à equipe, três anos atrás, em um contrato de dez anos e US$ 700 milhões.
O técnico Dave Roberts explicou que queria alternar rebatedores canhotos e destros diante do abridor canhoto do Milwaukee, Robert Gasser. Antes da partida, Roberts disse que Ohtani estava de acordo com a mudança e disposto a fazer o necessário para a equipe vencer.
Os Dodgers, bicampeões consecutivos da World Series, chegaram ao jogo atrás por 2 a 0 na série melhor de sete. Ohtani, rebatedor designado, costuma ocupar o topo da ordem, mas foi deslocado para baixo durante uma fase difícil que também se estendeu à pós-temporada.
Em seis jogos de pós-temporada, Ohtani tinha média de .150, com três rebatidas em 20 oportunidades. Também somava sete strikeouts, três walks e uma base roubada, sem home runs ou corridas impulsionadas, além de OPS de .411. Seu último home run havia sido em 18 de agosto, contra o Colorado.
Ohtani vinha lidando havia alguns meses com problemas no joelho esquerdo e no bíceps direito. Antes da Série de Divisão da Liga Nacional, ele afirmou que não estava 100% saudável. Em suas seis temporadas com o Los Angeles Angels, começou 19 partidas na sexta posição ou abaixo dela, todas até 2020.
Roberts relatou ter visto Ohtani mais concentrado no treino de rebatidas realizado na terça-feira, durante a folga. Segundo o técnico, o jogador chegou tarde na noite anterior para trabalhar no swing e conversou com os companheiros sobre como vencer o adversário.
Mookie Betts comentou que é difícil lidar com as expectativas em torno de Ohtani quando ele não consegue produzir como de costume, mas destacou a importância de sua presença na pós-temporada. Tyler Glasnow, que estava previsto para abrir o Jogo 4 na quinta-feira, disse que o comportamento de Ohtani não muda conforme seu desempenho e que ele mantém a confiança e a rotina.
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Como Rays, Brewers e Dodgers montaram seus elencos na reta final da MLB
A análise da ESPN compara os caminhos de construção dos quatro times que restavam na temporada de 2026. O material detalha os modelos dos Brewers, Dodgers e Rays, mas termina antes de apresentar a seção dos Guardians.
A ESPN examinou como os quatro times que restavam na temporada de 2026 montaram seus elencos, destacando diferenças entre poder financeiro, desenvolvimento de jogadores e eficiência nas contratações. O trecho disponível apresenta os Milwaukee Brewers, Los Angeles Dodgers e Tampa Bay Rays; embora os Cleveland Guardians sejam citados como um dos quatro times, a análise sobre a equipe não aparece no material fornecido.
Milwaukee Brewers
Os Brewers passaram a priorizar jogadores de posição atléticos e com capacidade de contato, além de incentivar a leitura situacional em todo o sistema. A abordagem representa uma mudança em relação a elencos anteriores, descritos como mais dependentes de força e de rebatedores que sofriam mais eliminações por strike.
Na rotação e no grupo de arremessadores, Milwaukee combina jogadores desenvolvidos internamente, como Jacob Misiorowski, Robert Gasser e Logan Henderson, com atletas adquiridos de outras equipes. A análise destaca o sucesso do clube em melhorar o desempenho de arremessadores que chegaram de fora.
Segundo a Cot's Contracts, a melhor posição dos Brewers na folha salarial do Opening Day durante a sequência de dez anos de sucesso foi a 17ª, em 2019. A equipe conquistou quatro títulos consecutivos da divisão Central da Liga Nacional sem ficar acima da 20ª posição em folha salarial; em 2026, ocupava justamente o 20º lugar. O texto também aponta uma torcida fiel e bons números de público, enquanto observa que o potencial de receita fora da bilheteria é limitado pelo tamanho do mercado.
Dados da FanGraphs indicam que 32% do elenco de 40 jogadores dos Brewers foi formado pelo próprio clube, percentual que os colocava em 20º lugar. No elenco de 26 jogadores, a proporção era de 38%, a maior entre os quatro times restantes e a 15ª da MLB. Milwaukee costuma buscar reforços externos por trocas e reivindicações de waivers, em vez de recorrer à agência livre.
O catcher reserva Gary Sanchez era o único veterano contratado como agente livre no elenco. As extensões de contrato, especialmente para prospectos de destaque, se encaixam melhor na filosofia do clube: Jackson Chourio, Cooper Pratt e Luis Lara assinaram antes de chegar às grandes ligas.
A troca de Christian Yelich com o Miami Marlins, em 25 de janeiro de 2018, é apontada como uma das operações definidoras da fase atual dos Brewers. Yelich ganhou o prêmio de MVP da Liga Nacional em sua primeira temporada no clube e terminou em segundo na votação no ano seguinte. Apesar de lesões que impediram a manutenção daquele nível, ele continuou sendo uma das figuras da franquia. Ao lado do arremessador lesionado Brandon Woodruff, também representa continuidade enquanto o elenco, o gerente e o gerente-geral mudaram. Os quatro jogadores enviados a Miami encerraram suas carreiras nas grandes ligas com um total combinado de -5,9 bWAR.
Jake Bauers é citado como o principal caso de recuperação do clube em 2026. Aos 30 anos, em sua terceira temporada pelos Brewers, o primeira base teve 140 de OPS+, acumulou 3,3 bWAR e liderou a equipe com 26 home runs. Antes da temporada, tinha 84 de OPS+ na carreira e -1,2 bWAR.
O texto também observa que os Brewers estão entre as cinco franquias que nunca conquistaram uma World Series. Milwaukee venceu a competição em 1957, quando o Braves ainda jogava na cidade, mas os Brewers conquistaram apenas uma flâmula, na Liga Americana; ainda não venceram a da Liga Nacional.
Los Angeles Dodgers
Os Dodgers são apresentados como a equipe de maior receita do beisebol e também como um exemplo de aplicação de práticas modernas de desenvolvimento e gestão. O elenco reúne estrelas, All-Stars e integrantes do Hall da Fama, sustentados por compromissos salariais elevados. De acordo com o Baseball-Reference, cinco dos 25 jogadores de posição com melhor OPS+ na carreira e cinco dos 20 arremessadores com melhor ERA+ na carreira atuaram pelos Dodgers naquela temporada.
A análise ressalta a vantagem financeira do clube e menciona os efeitos do teto de gastos previsto no acordo coletivo, além de contratos com valores diferidos para jogadores como Shohei Ohtani, Kyle Tucker e Blake Snell. Os Dodgers lideram o beisebol em receita, embora a parcela da receita operacional destinada à folha salarial varie conforme a fonte consultada.
Pela FanGraphs, os Dodgers estão em 18º lugar no percentual de jogadores formados internamente no elenco de 40 atletas. Apenas cinco atletas do elenco de 26 jogadores usado na pós-temporada eram prospectos desenvolvidos pelo clube, número inferior ao de todos os times dos playoffs, exceto os Rays. Will Smith e Andy Pages são citados como exemplos de jogadores formados pelo sistema que têm papéis importantes. A base de prospectos dos Dodgers também serve para dar profundidade ao elenco e viabilizar trocas.
A contratação de Shohei Ohtani é apresentada como resposta para a busca por melhorias em uma equipe que já tinha uma escalação poderosa e uma rotação profunda. O texto afirma que o clube não se decepcionou com a decisão.
A troca por Mookie Betts, em 2020, é apontada como a melhor do clube. Betts passou a disputar mais temporadas e jogos pelos Dodgers do que pelo Boston Red Sox, equipe pela qual já havia sido campeão e estrela. Em Los Angeles, conquistou mais três títulos e terminou entre os cinco primeiros na votação de MVP outras três vezes. Também fez a transição de defensor direito historicamente destacado para shortstop em tempo integral e chegou ao décimo lugar na lista de bWAR da carreira dos Dodgers, uma posição à frente de Roy Campanella.
Max Muncy é destacado como o principal caso de recuperação dos Dodgers em 2018. O jogador, que antes era visto como uma história de superação, tornou-se uma peça constante da equipe e ocupa o quinto lugar na história da franquia, com 238 home runs. Chris Taylor e Justin Turner também são mencionados entre os jogadores que passaram por processos de recuperação ou desenvolvimento no clube.
Nenhuma equipe da Liga Nacional venceu três títulos consecutivos, e os Dodgers tentam ser os primeiros. Para isso, ainda precisam de outra flâmula, que seria a 28ª da franquia.
Tampa Bay Rays
Apesar de manterem com frequência um dos dez melhores sistemas de ligas menores, os Rays construíram grande parte do elenco por meio de trocas. No ataque, a equipe é descrita como agressiva, com ênfase em contato e em princípios de jogo de pequenas bolas, complementados pela força de Junior Caminero. Na prevenção de corridas, o clube se apoiou em um grupo de arremessadores que usa changeups como arremesso decisivo.
Os Rays costumam estar entre as cinco equipes com menor folha salarial e concentram esforços no desenvolvimento e na aquisição de jogadores sob controle contratual. Os mais talentosos são estendidos antes de se tornarem agentes livres caros ou negociados antes dessa etapa. O clube também busca agentes livres de ligas menores e jogadores disponíveis via waivers, apostando na capacidade de desenvolver atletas com experiência nas grandes ligas. O elenco permanece financeiramente enxuto e passa por mudanças frequentes.
Na equipe da série divisional, o primeira base Jonathan Aranda havia sido contratado internacionalmente. O left fielder Chandler Simpson e o arremessador canhoto Ian Seymour foram escolhas de segunda rodada, enquanto o shortstop Taylor Walls foi selecionado na terceira. Todos os demais jogadores daquele elenco chegaram de outra organização ou pela agência livre. A proporção de jogadores formados internamente no elenco de 40 atletas era a menor da MLB, segundo a FanGraphs.
A contratação de Nick Martinez na offseason anterior é apresentada como um exemplo do perfil dos Rays: um contrato de um ano por US$ 9 milhões, com opção mútua para 2027, para um arremessador respeitado e com experiência nas grandes ligas. Até o fim de sua temporada aos 34 anos, Martinez acumulava 11,1 bWAR na carreira e ERA+ de 103, incluindo 98 na temporada anterior, pelo Cincinnati Reds. Em 2026, pelos Rays, teve campanha de 15 vitórias e seis derrotas, ERA de 3,10, ERA+ de 137, recorde pessoal de 180 entradas e 3,9 bWAR.
Martinez também se encaixou no perfil de arremessadores que o clube queria utilizar. Os Rays lançaram 750 changeups a mais do que qualquer outra equipe naquela temporada. Entre os 13 arremessadores individuais mencionados no topo da categoria considerada pela análise, dois eram dos Rays: Freddy Peralta, adquirido do New York Mets durante a temporada, e Martinez.
A troca por Junior Caminero, que veio do Cleveland Guardians em negociação por Tobias Myers, é apontada como a melhor do clube. Caminero chegou a 94 home runs na carreira até o fim de sua temporada aos 22 anos, o nono maior total de um jogador nessa idade. Myers não atuou nas grandes ligas pelo Cleveland.
Yandy Diaz é citado como o principal caso de recuperação dos Rays. O clube o adquiriu do Cleveland em uma troca envolvendo três equipes, em 2018. Na última temporada com Cleveland, ele havia rebatido .312 em 39 jogos. Ao fim de sua temporada aos 26 anos, tinha apenas um home run nas grandes ligas, e sua força era considerada pouco aproveitada porque rebatia muitas bolas rasteiras.
O desenvolvimento secundário dos Rays se concentrou no que Diaz fazia bem, em vez de tentar corrigir apenas suas limitações. Ele manteve uma taxa de bolas rasteiras muito acima da média da liga e se tornou um dos melhores rebatedores do beisebol. Em oito temporadas com Tampa Bay, registrou OPS+ de 130 e conquistou o título de rebatidas da Liga Americana em 2023. Em 2026, liderou a Liga Americana em rebatidas.
A análise descreve a identidade histórica dos Rays como a de uma equipe que compete acima de seus recursos, apesar de jogar em um estádio cuja aparência é comparada a uma bacia de gesso invertida. O texto também menciona a mudança prevista para um novo estádio, mas o trecho fornecido termina antes de completar essa observação.
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MLB 2026: Equipes de pequenos mercados desafiam narrativa sobre disparidade salarial e futuro do beisebol
Na temporada de 2026, três das quatro equipes restantes nos playoffs da MLB são de pequenos mercados e possuem folhas salariais entre as menores da liga, contrastando com os Dodgers, que gastam mais do que as outras três combinadas. Essa situação ocorre em meio a uma disputa trabalhista sobre a implementação de um teto salarial e piso, que está paralisada desde maio.
A temporada de 2026 da MLB apresenta um cenário que desafia a narrativa oficial da liga sobre a disparidade salarial e a competitividade do beisebol. Enquanto a liga defende a necessidade de um sistema de teto e piso salarial para equilibrar as chances entre equipes de grandes e pequenos mercados, três das quatro equipes restantes nos playoffs — Milwaukee Brewers, Tampa Bay Rays e Cleveland Guardians — possuem folhas salariais significativamente inferiores à do Los Angeles Dodgers, que lidera com um gasto total de US$ 340,6 milhões, além de US$ 180,8 milhões em pagamentos de luxury tax.
Os Brewers, Rays e Guardians têm folhas salariais de US$ 143,7 milhões, US$ 98,5 milhões e US$ 74,4 milhões, respectivamente. Somadas, essas três equipes ainda gastam menos que os Dodgers, que perdem os dois primeiros jogos da Série de Campeonato da Liga Nacional (NLCS). Tampa Bay e Milwaukee são dos menores mercados da liga, e Cleveland tem uma das folhas salariais mais baixas, o que contraria a argumentação da liga sobre a necessidade de limitar gastos para garantir equilíbrio.
A liga propôs em maio um acordo coletivo de trabalho que inclui um teto salarial de US$ 245,3 milhões e um piso de US$ 171,2 milhões, com divisão de receita 50-50, mas as negociações estão paralisadas. A associação dos jogadores se opõe ao teto, argumentando que isso resultaria em perdas financeiras significativas para os atletas.
Os jogadores das equipes de pequenos mercados destacam que o sucesso não depende apenas do dinheiro, mas da combinação de talento, comprometimento e execução dos fundamentos do jogo. Exemplos incluem a forte atuação dos bullpens, altos índices de aproveitamento no bastão, controle do strikeout e agressividade nas bases. Estratégias como o bunt e o jogo fundamental são valorizadas e praticadas por essas equipes.
Jogadores como Jake Bauers, Brice Turang e Stephen Kwan ressaltam que o comprometimento coletivo e a execução das jogadas básicas são essenciais para vencer, independentemente do orçamento. Além disso, as organizações investem em infraestrutura, desenvolvimento de jogadores e estabilidade na gestão para maximizar seu potencial competitivo.
Embora a disparidade salarial tenha crescido na última década, com os Dodgers gastando pelo menos o dobro de 26 equipes, a presença de times de pequenos mercados nas fases finais da temporada mostra que a competição continua aberta. A situação atual reforça a complexidade do debate sobre o futuro do beisebol e o impacto das negociações trabalhistas, que podem influenciar diretamente o início da próxima temporada e o equilíbrio competitivo da liga.
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Tampa Bay Rays empatam série da ALCS ao vencer Cleveland Guardians no Jogo 2
Os Tampa Bay Rays venceram o Cleveland Guardians por 3 a 1 no Jogo 2 da ALCS, igualando a série em 1 a 1. A partida decisiva contou com uma atuação dominante do arremessador Freddy Peralta e um erro crucial do terceira base José Ramírez.
No Jogo 2 da Série da Championship da Liga Americana (ALCS), realizado no Tropicana Field, os Tampa Bay Rays conseguiram uma vitória importante por 3 a 1 sobre os Cleveland Guardians, empatando a série em 1 a 1.
A virada da série veio após uma quarta entrada decisiva, quando os Rays anotaram três corridas. Com corredores na primeira e terceira base e duas eliminações, Ben Williamson rebateu uma bola rasteira em direção ao terceira base José Ramírez, que cometeu um erro ao deixar a bola passar entre as pernas, abrindo o placar para Tampa Bay. Na sequência, Liam Hicks impulsionou mais duas corridas com um simples.
O destaque da partida foi o arremessador Freddy Peralta, que dominou os rebatedores adversários durante seis entradas sem ceder corridas. Peralta lançou 99 arremessos, sendo 68 strikes, e conseguiu colocar 17 dos 24 rebatedores adversários em desvantagem com o primeiro arremesso. Sua velocidade média da bola rápida foi de 96,9 mph, atingindo até 99,4 mph, sua maior da temporada. Com isso, ele mantém uma média de ERA de 0,81 nas últimas oito partidas, entre temporada regular e playoffs.
Com a vitória, os Rays ganham uma vantagem importante para os próximos jogos, que serão disputados em Cleveland a partir de quinta-feira. Caso não sejam varridos nos jogos 3 a 5, poderão contar novamente com Peralta no Tropicana Field em uma possível partida de eliminação.
O jogo também contou com uma corrida dos Guardians, impulsionada por Chase DeLauter, mas não foi suficiente para evitar a derrota da equipe visitante.
A série agora está empatada e segue indefinida, com o terceiro jogo marcado para Cleveland, onde os Guardians terão a chance de retomar a liderança da ALCS.
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Times da MLB usam mais o sistema ABS nos playoffs com maior sucesso dos desafios dos rebatedores
O uso do Automated Ball-Strike System (ABS) aumentou nos playoffs da MLB, com os rebatedores obtendo maior sucesso em seus desafios em comparação à temporada regular. A taxa de sucesso geral dos desafios subiu para 59% na pós-temporada, enquanto os desafios dos rebatedores alcançaram 57%.
O Automated Ball-Strike System (ABS) teve um papel mais ativo nos playoffs da MLB, com as equipes utilizando o sistema com maior frequência e obtendo melhores resultados nos desafios. Durante os 25 jogos das séries Wild Card e Division Series, 71 dos 121 desafios realizados foram bem-sucedidos, representando uma taxa de sucesso de 59%, superior aos 54% observados na temporada regular.
Os rebatedores, em particular, melhoraram seu desempenho nos desafios, vencendo 29 de 51 apelações (57%) nos playoffs, contra 49% na temporada regular. A frequência de desafios também aumentou, com uma média de 4,8 por jogo na pós-temporada, comparada a 4,3 na temporada regular. Os desafios feitos por rebatedores subiram para 2,04 por jogo, ante 1,96.
As equipes esgotam seus desafios quando são malsucedidas duas vezes na partida, de modo que quanto mais apelações vencem, mais oportunidades podem ter.
Os receptores também tiveram sucesso em 60% dos desafios (42 de 70) na pós-temporada, ligeiramente acima dos 59% da temporada regular. Os arremessadores fizeram apenas um desafio, feito por Griffin Jax, do Tampa Bay, que foi bem-sucedido.
Entre os times que avançaram para a League Championship Series, Cleveland venceu 7 de 13 desafios, Milwaukee 8 de 16, Tampa Bay 3 de 5 (sem desafios de rebatedores) e Los Angeles Dodgers 2 de 6. Atlanta teve o maior número de desafios, vencendo 14 de 22, enquanto o Chicago White Sox venceu 12 de 31.
Jogadores como Jake Bauers (Milwaukee) e Austin Riley (Atlanta) venceram todos os seus desafios. Munetaka Murakami (Chicago White Sox) não teve sucesso em suas duas tentativas, e Ronald Acuña Jr. (Atlanta Braves) teve o maior número de desafios entre os rebatedores, com quatro, acertando metade deles.
O técnico do New York Yankees, Aaron Boone, comentou que o uso do ABS é uma habilidade nova para os jogadores, que deve se desenvolver com o tempo. Alguns jogadores já demonstraram aptidão, enquanto outros ainda estão se adaptando.
Entre os receptores, Sean Murphy (Braves) venceu todos os quatro desafios que fez, e J.T. Realmuto (Phillies) venceu cinco de seis, incluindo o primeiro desafio ABS que encerrou um jogo na história dos playoffs.
Kyle Teel (White Sox) foi o jogador com mais desafios, vencendo oito de doze, seguido por Patrick Bailey (Guardians), que teve sucesso em apenas quatro de dez, e William Contreras (Brewers), que venceu quatro de nove.
Realmuto destacou que, embora alguns desafios sejam evitados em situações iniciais do jogo para preservar os recursos, muitos jogadores conhecem bem a zona de strike.
Das 17 situações definidas como de alta pressão pelo Statcast, oito tiveram desafios bem-sucedidos. O técnico do Atlanta, Walt Weiss, ressaltou que a decisão de desafiar deve ser baseada na certeza da jogada, especialmente em situações de menor pressão.
Dos 25 árbitros que atuaram nas duas primeiras fases dos playoffs, quatro tiveram 100% de acerto nos desafios: Tripp Gibson, James Hoye, Nic Lentz e Gabe Morales. Lance Barrett teve 10 de 12 decisões revertidas durante a vitória de Milwaukee no Jogo 2 da Division Series sobre San Diego, e Adam Beck teve sete de dez revertidas na vitória da Filadélfia no Jogo 2 da Wild Card Series sobre Atlanta.
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ALCS Game 2 entre Cleveland Guardians e Tampa Bay Rays ocorre no Tropicana Field com Parker Messick e Freddy Peralta como arremessadores titulares
Após a vitória dos Guardians no primeiro jogo da ALCS, o segundo confronto será no Tropicana Field, com Parker Messick buscando recuperação e Freddy Peralta defendendo os Rays. O jogo está marcado para 13 de outubro de 2026, às 21h, com transmissão pela TBS, truTV e HBO Max.
O segundo jogo da Série de Campeonato da Liga Americana (ALCS) entre Cleveland Guardians e Tampa Bay Rays está agendado para 13 de outubro de 2026, às 21h, no Tropicana Field, casa dos Rays. Após a vitória dos Guardians por 7 a 3 no jogo 1 em St. Petersburg, a série apresenta um cenário diferente do esperado inicialmente.
Os Rays precisam de uma resposta forte em casa para evitar ir a Cleveland perdendo por 0 a 2, onde o apoio da torcida dos Guardians no Progressive Field pode ser decisivo, como foi durante a impressionante campanha da equipe na ALDS.
No jogo 1, os Guardians contaram com um bullpen eficaz que segurou o jogo próximo até o ataque despertar, com home runs de Chase DeLauter e Patrick Bailey. José Ramírez foi destacado pelo técnico Stephen Vogt como peça fundamental, capaz de pressionar a defesa adversária e influenciar o ritmo dos arremessadores.
Para o jogo 2, os Guardians escalarão Parker Messick como arremessador titular. Messick, que cresceu próximo ao Tropicana Field, terá o apoio do receptor Austin Hedges, seu parceiro habitual. Messick busca recuperação após uma atuação menos efetiva no jogo 4 da ALDS, mas vem de uma sequência impressionante de sete vitórias e ERA de 0,93 desde agosto.
Do lado dos Rays, Freddy Peralta será o titular. Ele teve uma boa performance na ALDS contra os Yankees, lançando 4 2/3 innings com apenas uma corrida sofrida. Peralta destacou-se pela velocidade de seu fastball, que alcançou média de 96,8 mph, e pela confiança renovada após ser adquirido dos Mets na Trade Deadline.
Os lineups iniciais previstos são:
Guardians: Steven Kwan (LF), José Ramírez (3B), Chase DeLauter (RF), Jo Adell (DH), Nathaniel Lowe (1B), Travis Bazzana (2B), Petey Halpin (CF), Austin Hedges (C), Brayan Rocchio (SS).
Rays: Yandy Díaz (DH), Jonathan Aranda (1B), Junior Caminero (3B), Liam Hicks (C), Ryan Vilade (RF), Chandler Simpson (LF), Jonny DeLuca (CF), Richie Palacios (2B), Taylor Walls (SS).
O bullpen dos Guardians estará disponível com nomes como Hunter Gaddis, Erik Sabrowski, Cade Smith e Tim Herrin, enquanto os Rays terão algumas limitações, especialmente com Cole Sulser possivelmente indisponível após lançar 27 arremessos no jogo 1.
Além do jogo, o ex-jogador Kevin Kiermaier fará o arremesso cerimonial de abertura. Os Rays somam 101 vitórias entre temporada regular e pós-temporada, igualando a segunda melhor marca da franquia, enquanto os Guardians não vencem a World Series desde 1948, o maior jejum da MLB.
A transmissão do jogo 2 da ALCS será feita pela TBS, truTV e HBO Max, com opções em espanhol pela UniMas e rádio pela TUDN Radio.
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Dodgers e Brewers empatam em 4 a 4 no segundo jogo da NLCS com rebatidas decisivas e erros de defesa
No segundo jogo da NLCS, Los Angeles Dodgers e Milwaukee Brewers estão empatados em 4 a 4 no quinto inning. O confronto tem sido marcado por rebatidas importantes, erros defensivos e mudanças na liderança ao longo da partida.
O segundo jogo da Série da Liga Nacional (NLCS) entre Los Angeles Dodgers e Milwaukee Brewers está em andamento no American Family Field, com o placar empatado em 4 a 4 no fundo do quinto inning.
Os Dodgers abriram o placar no primeiro inning, mas os Brewers logo responderam e empataram a partida. No terceiro inning, uma sequência impressionante dos Brewers resultou em uma rebatida simples de duas corridas de Christian Yelich, que colocou a equipe de Milwaukee na frente por 3 a 2. Essa jogada também forçou a saída do arremessador dos Dodgers, Yoshinobu Yamamoto.
Porém, os Dodgers retomaram a liderança no mesmo terceiro inning graças a um erro no shortstop Cooper Pratt e um arremesso errático de pickoff, que permitiram que a equipe visitante marcasse duas corridas e ficasse na frente por 4 a 3.
Os Brewers não demoraram a reagir e empataram o jogo novamente, mantendo o equilíbrio até o momento atual da partida.
Até agora, os Dodgers somam cinco rebatidas e cinco strikeouts, enquanto os Brewers têm três rebatidas e três strikeouts. O jogo segue com muita disputa e alternância na liderança, refletindo a alta competitividade entre as duas equipes nesta fase decisiva da pós-temporada da MLB.



