
Rei Sakamoto vence Kei Nishikori e garante vaga na chave principal do US Open
Rei Sakamoto derrotou Kei Nishikori por 6-4, 7-6 (3) na rodada final do qualificatório do US Open, conquistando uma vaga na chave principal do torneio. Nishikori, que disputa sua última temporada, não conseguiu garantir sua participação no Grand Slam.
Rei Sakamoto, de 20 anos, venceu Kei Nishikori, de 36, na rodada final do qualificatório do US Open, com parciais de 6-4 e 7-6 (3). Nishikori, considerado o maior tenista masculino do Japão, buscava sua última participação em um Grand Slam, mas foi superado pelo jovem compatriota.
Nishikori, que enfrenta problemas de lesões há alguns anos, recebeu um convite da U.S. Tennis Association para disputar o qualificatório, pois não tinha ranking suficiente para entrar diretamente na chave principal. Ele venceu duas partidas, mas não conseguiu a terceira necessária para avançar.
Durante o segundo set, os fãs apoiaram Nishikori com gritos de incentivo, mas Sakamoto manteve o controle do jogo, anotando 19 aces, incluindo o último que encerrou a partida após Nishikori salvar dois match points.
Após o jogo, Nishikori elogiou Sakamoto, chamando-o de "o próximo grande jogador japonês". O momento foi marcado por uma homenagem da organização do US Open, que presenteou Nishikori com um retrato emoldurado de sua carreira, que ele e Sakamoto seguraram juntos para uma foto.
Sakamoto, que cresceu admirando Nishikori e o considera seu ídolo, reconheceu a importância do veterano para o tênis japonês e para sua própria carreira. "Ele é uma superestrela e fez muito pelo tênis japonês", afirmou o jovem jogador.
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Tenistas britânicas reclamam do cheiro de maconha no US Open em Nova York
Jogadoras britânicas no US Open comentaram sobre o cheiro de maconha que permeia algumas quadras próximas ao parque Corona Park, em Nova York, onde a substância é legal para adultos.
As tenistas britânicas que participam do US Open relataram incômodo com o cheiro de maconha presente em algumas áreas do torneio, especialmente nas quadras próximas ao Corona Park, em Flushing Meadows, Nova York.
Katie Boulter, número um da Grã-Bretanha, afirmou que o odor é perceptível nas quadras de treino e durante partidas, o que pode ser uma distração indesejada. "Eu não sou muito fã disso. Muitos jogadores reclamaram em algumas quadras específicas. Já joguei em uma delas e senti o cheiro durante a partida. Isso tira o foco, e você não quer distrações", declarou.
Fran Jones, terceira colocada britânica, comentou que no ano anterior havia feito uma brincadeira sobre o cheiro durante sua primeira rodada, e que este ano pretende se concentrar mais para evitar que o odor a afete.
Harriet Dart, que entrou no torneio via qualificatório, comentou que o cheiro está presente em vários locais de Nova York e que isso é algo comum para todos.
A USTA, organizadora do torneio, afirmou que não pode controlar o que acontece fora do complexo do USTA Billie Jean King National Tennis Center, mas que mantém vigilância constante para garantir o ambiente adequado para os jogos.
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Carlos Alcaraz retorna ao US Open confiante para defender título sem mudanças no estilo de jogo
Após se recuperar de lesão no punho que o afastou dos últimos Grand Slams, Carlos Alcaraz afirma estar "se sentindo ótimo" para a defesa do título no US Open. O tenista espanhol garante que não fez alterações significativas em sua técnica e está pronto para competir.
Carlos Alcaraz, número 2 do mundo, retorna ao US Open após uma pausa desde abril devido a uma lesão no punho, que o impediu de disputar o French Open e Wimbledon. Apesar de não ter disputado partidas de simples competitivas desde então, Alcaraz participou de jogos de duplas mistas ao lado de Serena Williams para se preparar para o torneio.
O espanhol afirmou estar "se sentindo ótimo" antes de sua estreia contra o russo Roman Safiullin, e garantiu que não fará mudanças significativas em seu estilo de jogo para evitar novas lesões. "Você vai ver Carlitos jogando do jeito que sempre jogou", disse ele, ressaltando que não alterou sua técnica ou movimentação.
Alcaraz é sete vezes campeão de Grand Slam, tendo conquistado seu primeiro título maior no US Open de 2022. Safiullin, atualmente no 98º lugar do ranking, venceu Alcaraz no ATP Masters 1000 de Paris em 2023, mas o espanhol reverteu a derrota nas Olimpíadas de Paris no ano seguinte.
O tenista destacou que a lesão o ajudou a entender que o maior desafio está na mente e que está focado em competir e sentir a intensidade dos jogos novamente. Ele confia em sua equipe e pretende ir com tudo na defesa do título no último Grand Slam do ano.
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US Open 2026: Alcaraz retorna como favorito e Sabalenka luta para manter liderança feminina
O US Open 2026 começa com Carlos Alcaraz defendendo seu título após lesão, enquanto Aryna Sabalenka precisa vencer para manter a liderança no ranking feminino. A ausência de Jannik Sinner e a condição física de Alcaraz são pontos de atenção para o torneio.
O US Open 2026 tem início neste domingo, trazendo diversas histórias interessantes. Carlos Alcaraz, atual campeão, retorna após uma lesão no punho que o afastou dos dois últimos Grand Slams. Sua ausência de jogos desde abril gera dúvidas sobre sua condição física e mental para disputar partidas de cinco sets em sequência, especialmente no calor e na umidade de Nova York.
Apesar de não ter participado de torneios preparatórios, Alcaraz jogou duplas mistas ao lado de Serena Williams, avançando às quartas de final, o que indica que está recuperado, mas ainda é incerto seu nível de competitividade. Seu chaveamento é considerado favorável, com adversários de ranking inferior até a quarta rodada, o que pode ajudá-lo a ganhar ritmo.
No lado feminino, Aryna Sabalenka, bicampeã do US Open, enfrenta dificuldades na temporada de quadras rápidas e só manterá a liderança do ranking se conquistar o tricampeonato. Elena Rybakina, apesar de lesionada, pode assumir a liderança se alcançar as semifinais, enquanto Coco Gauff e Jessica Pegula também têm chances de tomar a ponta caso vençam o torneio e Rybakina não avance.
Especialistas destacam que Sabalenka não tem apresentado seu melhor tênis recentemente, com poucos resultados expressivos, o que abre espaço para Gauff, que vem em boa fase, ser a favorita para conquistar o título feminino.
Entre os possíveis surpresas, Iga Swiatek, que recuperou a forma com título no Canadá e semifinal em Cincinnati, pode fazer uma boa campanha. No masculino, Brandon Nakashima, com desempenho destacado no verão norte-americano, é apontado como um nome a ser observado, apesar de um caminho difícil no torneio.
Entre os americanos, a expectativa é alta com nomes como Coco Gauff, Jessica Pegula, Ben Shelton, Taylor Fritz e Frances Tiafoe, além de jovens promessas como Iva Jovic e Learner Tien, que podem conquistar espaço no cenário internacional.
Novak Djokovic, aos 39 anos, busca seu 25º título de Grand Slam, mas terá que vencer sete partidas consecutivas, um desafio considerável dada sua idade e o nível da competição.
O torneio promete muitas emoções e surpresas, com jogadores buscando consolidar suas carreiras e novos talentos tentando se destacar no cenário mundial.
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Aryna Sabalenka não demonstra preocupação com recentes dificuldades antes do US Open
Aryna Sabalenka, número 1 do mundo e bicampeã do US Open, não aparenta estar preocupada com seu desempenho recente, apesar de não ter avançado além da quarta rodada em seus últimos torneios.
Aryna Sabalenka, atual número 1 do ranking mundial e bicampeã do US Open, afirmou não estar preocupada com suas recentes dificuldades nas quadras. A tenista não passou da quarta rodada em seus últimos torneios, mas mantém a confiança para a disputa do US Open.
Sabalenka respondeu de forma descontraída às dúvidas sobre seu desempenho: "Talvez o problema seja com as pessoas", disse. Ela também comentou sobre o uniforme que está usando no torneio, afirmando que o que importa é que ela gosta dele.
A temporada começou promissora para Sabalenka, que foi finalista do Australian Open e conquistou títulos consecutivos em Indian Wells e Miami. No entanto, após ser eliminada na quarta rodada de Wimbledon, esperava-se que ela retomasse o bom desempenho nos torneios de quadra dura na América do Norte.
Apesar disso, a tenista foi surpreendida por derrotas na quarta rodada em Toronto e Cincinnati, mostrando frustração em alguns momentos. Ela não detalhou os motivos, mas mencionou que enfrentou "várias coisas" e que esse período não foi o melhor para ela.
"Essas lições difíceis vão me tornar muito mais forte e me fazer trabalhar ainda mais. Estou focando no lado mental do meu jogo, tentando reiniciar minha mente para voltar mais forte", afirmou Sabalenka.
Sua amiga e colega de circuito, Paula Badosa, ressaltou que Sabalenka continua sendo a número 1 do mundo e que as expectativas são altas, mas que as críticas sobre sua rotina fora das quadras não são justificadas.
O ranking da tenista está ameaçado após sua queda de rendimento no verão, e uma boa campanha no US Open será importante para manter sua posição diante de adversárias como Elena Rybakina e Jessica Pegula.
Sabalenka já demonstrou capacidade de recuperação e afirmou: "Esse é o lado bonito do esporte. Me desafiem, eu vou voltar ainda mais forte".
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Coco Gauff apoia mãe que repreendeu pedidos excessivos de ingressos para o US Open
Coco Gauff defendeu a atitude da mãe, Candi Gauff, que usou as redes sociais para limitar os pedidos de ingressos para o US Open feitos por familiares e amigos. A tenista explicou que muitos pedidos são absurdos e que sua família tenta protegê-la dessas distrações.
Coco Gauff foi surpreendida ao ver sua mãe, Candi Gauff, publicar nas redes sociais uma mensagem direta sobre os pedidos excessivos de ingressos para o US Open por parte de familiares e amigos. Apesar da surpresa, Coco não teve nenhum problema com a atitude da mãe e a defendeu publicamente.
No Instagram, Candi publicou uma declaração dizendo que os ingressos para o Grand Slam já estavam reservados e que não poderia atender a mais pedidos. Ela ainda pediu que as pessoas não solicitassem mais do que dois ingressos, ressaltando que Coco já tem seus próprios amigos que recebem convites.
Coco explicou que muitas pessoas que não mantêm contato há anos reaparecem pedindo ingressos, sem sequer cumprimentá-la em ocasiões importantes como aniversários. "As pessoas aparecem do nada, pedindo oito ingressos para o meu camarote, por exemplo", disse a tenista.
Campeã do US Open em 2023, Coco Gauff é atualmente a quarta colocada no ranking mundial e uma das principais atrações do torneio, o que torna seus jogos altamente disputados em termos de ingressos. Para evitar que esses pedidos se tornem uma distração, sua família e equipe lidam com a maioria das mensagens.
"Minha mãe atingiu um ponto de saturação porque isso acontece desde que eu tinha 15 anos. Eles são meus guardiões e tenho sorte de eles protegerem meu telefone para que eu não receba muitos pedidos", afirmou Coco.
A tenista ressaltou que a postagem da mãe foi uma forma de comunicar que ela não responderá mais a esses pedidos, deixando claro o motivo para todos.
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Arthur Fery faz estreia na chave principal do US Open após campanha surpreendente em Wimbledon
O britânico Arthur Fery, que chamou atenção no último Wimbledon, fará sua estreia na chave principal do US Open 2026. Com uma ascensão rápida no ranking mundial, ele enfrenta o italiano Lorenzo Musetti na primeira rodada.
Arthur Fery, tenista britânico de 24 anos, está prestes a fazer sua estreia na chave principal do US Open 2026, que começa no domingo, 30 de agosto. Após uma campanha impressionante em Wimbledon, onde alcançou as semifinais como wildcard e era apenas o número 114 do mundo, Fery ganhou destaque no circuito.
No Grand Slam britânico, Fery surpreendeu ao avançar até as semifinais, sendo eliminado pelo alemão Alexander Zverev. Depois de Wimbledon, ele voltou aos treinos para a temporada de quadras rápidas e participou do Masters 1000 de Cincinnati, onde chegou à terceira rodada, sendo derrotado pelo número 5 do mundo, Alex de Minaur.
Recentemente, Fery competiu no ATP 250 de Winston-Salem, nos Estados Unidos, onde avançou até as semifinais e enfrentará o australiano James Duckworth. No ranking mundial, ele ocupa atualmente a 37ª posição, logo atrás do compatriota Cameron Norrie, que o superou como número 1 britânico em julho.
No US Open, Fery não conseguiu ser cabeça de chave, mas terá um desafio difícil logo na estreia contra o italiano Lorenzo Musetti, número 14 do mundo e que foi quartofinalista do torneio no ano anterior. Musetti vem se recuperando de uma lesão na coxa que o afastou do French Open e Wimbledon, mas tem mostrado boa forma nas últimas competições.
Será a primeira vez que Fery e Musetti se enfrentam. Caso vença, Fery poderá enfrentar o dinamarquês Sweeny ou o francês Corentin Moutet na segunda rodada.
Arthur Fery tem se destacado por seu estilo agressivo de jogo e por sua rápida ascensão no ranking, saindo de fora do top 150 no início de 2026 para o top 40 atual. Sua trajetória recente mostra potencial para novas surpresas neste US Open.



