
Saquon Barkley deve voltar a treinar e pode jogar contra os Cowboys
O running back dos Eagles é esperado nos treinos de quinta-feira e está na linha para atuar na segunda-feira contra Dallas, após perder os dois últimos jogos por uma lesão na coxa.
Saquon Barkley deve voltar aos treinos dos Eagles na quinta-feira e pode jogar na segunda-feira contra os Cowboys. O running back deixou a partida da Semana 4 contra os Los Angeles Rams ainda no primeiro quarto, com uma lesão na coxa, e ficou fora dos dois jogos seguintes.
A possível volta ocorre em meio a problemas no ataque da equipe. Jalen Hurts está fora da temporada por causa de coágulos sanguíneos nos pulmões, enquanto Barkley, Tank Bigsby e Will Shipley também enfrentaram lesões. Bigsby, com um problema abdominal, e Shipley, com uma lesão no pé, seguem na lista de reservas lesionados.
Sem os três running backs, os Eagles recorreram a Dameon Pierce, o quarto da posição, na partida da semana passada contra o Carolina Panthers. O time ocupa a 29ª posição da NFL em jardas terrestres por jogo, com média de 82,2.
Barkley participou de quatro partidas nesta temporada e soma 36 carregadas para 182 jardas, média de 5,1 jardas por tentativa.
A linha ofensiva também tem lidado com ausências. Lane Johnson está aposentado, Cam Jurgens foi negociado e Landon Dickerson está fora por uma lesão no joelho. Com três dos cinco titulares originais indisponíveis, a linha não tem sido tão eficiente no jogo terrestre ou na proteção ao passe.
Na defesa, os Eagles têm outros jogadores lesionados: os pass rushers Nolan Smith, com concussão, Jalyx Hunt, com problemas no joelho e no tornozelo, e Jonathan Greenard, com lesão no tornozelo. O coordenador defensivo Vic Fangio disse que espera que Greenard possa enfrentar os Cowboys e considerou possível a participação de Hunt, dependendo de como forem os treinos da semana.
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NFL: cinco favoritos entram em alerta para a Semana 7
Rams, Texans, 49ers, Broncos e Seahawks são apontados como equipes vulneráveis a derrotas na Semana 7. Lesões, desempenho recente e vantagens de descanso aparecem entre os fatores destacados para cada confronto.
A Semana 7 da NFL reúne cinco favoritos que podem ser surpreendidos: Los Angeles Rams, Houston Texans, San Francisco 49ers, Denver Broncos e Seattle Seahawks. Os confrontos incluem equipes que chegam com problemas de lesões, dificuldades ofensivas ou desvantagens de descanso.
Rams x Raiders
Os Rams chegam ao duelo fora de casa contra os Las Vegas Raiders com campanha de 2-4 e na última posição da NFC West. Após a derrota para o Arizona Cardinals, o técnico Sean McVay informou que Davante Adams rompeu o tendão da coxa e ficará afastado por seis a dez semanas. O kicker Blake Grupe rompeu o ligamento cruzado anterior e está fora da temporada, assim como o defensive tackle Poona Ford, que sofreu uma ruptura no tríceps. Kobie Turner também deve desfalcar a equipe por pelo menos um mês, com uma lesão na virilha. Myles Garrett segue fora por um problema no joelho.
Os Raiders tentam encerrar uma sequência de três derrotas, depois de começarem a temporada com três vitórias. Duas das derrotas recentes, contra Chiefs e Bills, foram por uma diferença de um field goal e ocorreram no Allegiant Stadium. Os problemas dos Rams nos special teams também são um ponto de atenção: a equipe tem o pior EPA da NFL nesse setor.
Matthew Stafford ocupa a 16ª posição em EPA por tentativa de passe e a 13ª em taxa de passes bem-sucedidos. Do outro lado, Maxx Crosby soma 35 pressões, a segunda maior marca da liga na temporada.
Giants x Texans
O New York Giants deve recorrer a J.J. McCarthy contra o Houston Texans. O quarterback, ex-escolha de primeira rodada dos Vikings, estreou na semana anterior, no quarto período, e lançou para 243 jardas, um touchdown e uma interceptação. Ele terá Malik Nabers e Isaiah Likely como opções no ataque; sua capacidade de correr também pode ajudar um jogo terrestre que tem produzido pouco.
A defesa dos Texans ocupa a 20ª posição em pontos cedidos, com média de 23,8 por partida antes da Semana 7. Houston força três-and-outs em apenas 14,1% das posses adversárias, terceira menor taxa da NFL. Já os Giants permitem a quinta menor média de jardas aéreas por jogo, com 190,2, o que pode dificultar o trabalho de C.J. Stroud.
Houston também chega com menos descanso após jogar em Londres no domingo anterior. Os Giants estão 4-0 (ATS e SU) nos últimos quatro jogos contra os Texans, segundo os dados citados para o confronto.
49ers x Falcons
O San Francisco 49ers visita o Atlanta Falcons em uma semana curta, antes de sua folga na Semana 8. A disponibilidade de Mike Evans é uma questão para o ataque: ele não voltou após o intervalo na partida de segunda-feira contra o Washington Commanders. Depois disso, San Francisco conseguiu um field goal na primeira posse do terceiro período e encerrou o jogo com três punts consecutivos, todos após campanhas de três descidas.
Os números apresentados para o ataque dos 49ers mostram uma diferença com e sem Evans: 0,29 de EPA por jogada quando ele está em campo e -0,03 quando não está. O texto também aponta que a equipe terá de jogar fora de casa e com pouco descanso, fatores que podem aproximar o desempenho do time ao nível do adversário.
Broncos x Cardinals
O Denver Broncos enfrenta o Arizona Cardinals fora de casa após uma vitória na qual o ataque teve dificuldades. Bo Nix registra média de 4,9 jardas aéreas por tentativa, a menor marca de um jogador nas primeiras seis partidas de uma temporada nos últimos 20 anos. Na vitória anterior, a defesa de Denver também aproveitou passes questionáveis de Sam Darnold.
O Arizona vem de uma vitória fora de casa sobre os Rams, limitados a 16 pontos. Jacoby Brissett, Trey McBride e o restante do ataque dos Cardinals são destacados como capazes de produzir pontos contra Denver.
Chiefs x Seahawks
O Seattle Seahawks recebe o Kansas City Chiefs com vantagem de mando de campo e descanso, após jogar na quinta-feira anterior. O ponto favorável a Kansas City é a posição de quarterback: Sam Darnold lançou duas interceptações nas três últimas campanhas da derrota dos Seahawks para os Broncos.
Darnold tem média de 1,4 interceptação por jogo, a maior entre jogadores com pelo menos quatro partidas como titular na temporada. Caso os turnovers continuem, Patrick Mahomes e Kenneth Walker III podem receber boas posições de campo. Os Chiefs têm campanha de 24-5 em jogos contra equipes de outra conferência desde 2020, a melhor da NFL nesse período, e têm retrospecto de 8-2 nas últimas dez partidas de domingo à noite como visitantes.
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NFL: Bears ganham força com retorno de Caleb Williams; Rams e Browns em foco na Semana 7
O retorno de Caleb Williams recolocou o Chicago Bears na disputa da NFC, enquanto o Cleveland Browns iniciou a temporada com campanha de 4-2. Na AFC North, o duelo entre Baltimore Ravens e Cincinnati Bengals pode alterar a disputa da divisão.
O Chicago Bears venceu o Atlanta Falcons por 31 a 23, fora de casa, no retorno de Caleb Williams à escalação. A equipe havia vencido dois dos três jogos disputados sem o quarterback e evitou uma sequência negativa no início da temporada. A derrota por ampla margem para o rival Green Bay Packers na Semana 5 havia reforçado a importância de seu retorno.
Contra os Falcons, Williams completou os 12 primeiros passes e alcançou a sexta partida de sua carreira com pelo menos 300 jardas aéreas. Sua taxa de conclusão ficou em 83,3%, recorde pessoal e a melhor marca de um quarterback dos Bears em um jogo com ao menos 30 tentativas de passe. O índice de conclusão acima do esperado foi de 12,4 pontos percentuais, seu segundo melhor resultado até então. A vitória foi o jogo de maior pontuação de Chicago desde a Semana 1.
O Cleveland Browns iniciou a temporada com campanha de 4-2. Três de suas quatro vitórias foram contra equipes com campanha positiva. A defesa de Cleveland aparecia empatada na sétima posição em pontos cedidos por jogo, com Carson Schwesinger, em sua segunda temporada, liderando o setor. No ataque, Deshaun Watson vinha mantendo desempenho suficiente, enquanto os calouros Denzel Boston e KC Concepcion foram descritos como uma dupla com potencial de longo prazo. Em seu primeiro ano como técnico, Todd Monken vinha extraindo bons resultados do elenco.
Os Rams começaram a temporada com campanha de 2-4. A derrota em casa para o Arizona Cardinals na Semana 6 mudou a avaliação dos resultados anteriores: depois de perder na Austrália, em Denver e em um jogo movimentado contra o Buffalo Bills, a equipe passou a ser vista como capaz de perder para qualquer adversário. A situação de lesões aumentou a preocupação, com Davante Adams, Poona Ford e Kobie Turner colocados na lista de lesionados. O texto também aponta problemas nos special teams, uma defesa que sente a ausência de Myles Garrett e a queda de Matthew Stafford em relação à temporada de 2025, quando foi MVP.
Nas quatro semanas seguintes, os Rams enfrentariam Raiders, Chargers, Washington Commanders e Cardinals. A equipe precisava somar vitórias para deixar o último lugar da NFC West; caso contrário, poderia correr risco de ficar fora dos playoffs.
O Baltimore Ravens chegou à Semana 7 após uma derrota divisional e poderia sofrer outro revés na divisão caso Lamar Jackson não pudesse jogar por causa de uma lesão no tornozelo. O confronto com o Cincinnati Bengals era uma oportunidade para o rival ultrapassar Baltimore na disputa da AFC North. Três equipes da divisão estavam com campanha de 4-2, enquanto os Bengals tinham 3-2, meio jogo atrás desse grupo. Cincinnati também teve uma semana extra para se preparar para o duelo.
Os Patriots são apresentados como candidatos ao Super Bowl em um confronto contra o Chicago Bears na Semana 7. New England marcou pelo menos 26 pontos em cada um dos três jogos anteriores. Lesões na linha ofensiva e no grupo de wide receivers poderiam representar uma desvantagem diante do ataque de Chicago, mas Drake Maye vinha em boa fase e poderia conduzir a equipe a touchdowns mesmo com limitações no elenco de apoio.
Os Seahawks enfrentariam o Kansas City Chiefs no Sunday Night Football. As equipes vinham em direções opostas, e o texto relaciona essa mudança à decisão de Seattle de não renovar com Kenneth Walker III, que foi para Kansas City. Zach Charbonnet poderia fazer sua estreia na temporada naquela semana, o que seria um reforço para um ataque que precisava de mais capacidade no jogo terrestre.
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Saleh defende Jordan Elliott após incidente com arma e diz que foi um pedido de ajuda
O técnico dos Titans afirmou que o jogador teve um grave erro de julgamento, mas descreveu o episódio como um pedido de ajuda, não um ato criminoso. Elliott foi dispensado pela equipe após tentar buscar uma arma no carro, depois de uma discussão com um companheiro.
Robert Saleh defendeu o caráter de Jordan Elliott após o incidente com arma ocorrido na semana passada nas instalações do Tennessee Titans. O técnico disse que o episódio foi um pedido de ajuda, e não um ato criminoso, embora tenha reconhecido que o jogador cometeu um grave erro de julgamento.
Saleh confirmou que Elliott tentou buscar uma arma em seu carro na quinta-feira anterior, depois de uma discussão com um companheiro durante o treino. O jogador foi ao veículo estacionado no estacionamento dos atletas, mas a arma não saiu da vaga, segundo uma fonte citada pela NFL Network. O defensor John Franklin-Myers ajudou a acalmar a situação, de acordo com Saleh.
A discussão envolveu o offensive lineman JC Latham. Na quarta-feira, Latham afirmou que não havia tido confrontos anteriores com Elliott e disse que os dois já haviam convivido socialmente em outras cidades. Ele acrescentou que gostaria de entrar em contato com o colega, caso tivesse a oportunidade.
Os Titans dispensaram Elliott um dia antes das declarações de Saleh, descrevendo o motivo como um incidente não especificado ocorrido nas instalações da equipe na quinta-feira anterior. O clube informou a NFL, que está analisando o caso.
A política da NFL sobre armas de fogo proíbe que funcionários e jogadores possuam armas em instalações de equipes ou da liga. A restrição inclui estádios, hotéis, aviões e ônibus, informou um porta-voz da liga à ESPN.
Saleh disse que a organização e a NFL agiram corretamente ao interromper o processo para avaliar o caso. Ele também afirmou que Elliott é pai, marido e um profissional dedicado, e declarou que nunca havia cometido um crime. O técnico disse que defenderia o caráter do jogador e que o recomendaria a outras equipes interessadas em contratá-lo como agente livre.
Elliott, de 28 anos, assinou na offseason um contrato de dois anos com os Titans, com valor que poderia chegar a US$ 8,5 milhões. Antes disso, passou as duas temporadas anteriores com Saleh e o San Francisco 49ers. Nesta temporada, disputou cinco partidas, uma como titular, e registrou 11 tackles.
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Broncos reintegram Cooper aos treinos após retirada da lista de isentos da NFL
O linebacker externo dos Broncos voltou a treinar na quarta-feira, após o comissário Roger Goodell removê-lo da lista de isentos na sexta. Cooper afirmou que não tem desculpas e pediu desculpas às pessoas afetadas enquanto responde a acusações criminais.
Cooper ficou na lista de isentos do comissário desde o início da temporada regular e, por isso, não pôde treinar com os Broncos nem atuar nas seis primeiras partidas da equipe. Roger Goodell retirou o jogador da lista na sexta-feira, depois que o julgamento dele foi transferido de novembro para março. Cooper participou do primeiro treino desde o afastamento na quarta-feira.
Questionado sobre o que diria às pessoas, especialmente às torcedoras, ao retornar ao campo, Cooper evitou comentar detalhes do caso e disse que não tinha desculpas. Ele também pediu desculpas a quem se sentiu afetado e afirmou compreender a preocupação e a gravidade das questões legais, além de dizer que se responsabiliza por suas ações.
Em 12 de outubro, Cooper compareceu a uma audiência sobre moções em um tribunal do condado de Douglas, no Colorado. Na ocasião, foi marcado para 2 de março o julgamento do caso. Ao anunciar a retirada do jogador da lista, a NFL afirmou que a análise da situação continua em andamento e não é afetada pela mudança no status dele no elenco.
Assim, Cooper ainda pode receber uma punição da liga com base na política de conduta pessoal. A lista de isentos impede a participação em treinos e jogos enquanto possíveis violações dessa política são analisadas. O jogador continuou recebendo salário durante o período.
Os Broncos têm uma isenção de uma semana no elenco para Cooper. Para que ele possa atuar, inclusive no jogo de domingo contra o Arizona Cardinals, a equipe precisa abrir espaço para incluí-lo no elenco ativo de 53 jogadores nesta semana.
Cooper enfrenta uma acusação criminal de agressão em segundo grau por estrangulamento e três acusações de contravenção, entre elas violação de uma ordem de proteção. Ele foi preso em 4 e 11 de junho, após incidentes envolvendo a namorada. A acusação criminal decorre da primeira prisão e está relacionada às conclusões de um exame forense realizado na mulher por uma enfermeira.
O relatório da investigação policial sobre a primeira prisão incluiu o relato do exame médico. Nele, a enfermeira registrou que a mulher sofreu uma lesão física por estrangulamento, com risco substancial de morte ou de ferimentos, incluindo a possibilidade de lesão cerebral traumática.
O técnico Sean Payton tem remetido à investigação da NFL e ao processo judicial ao falar sobre a abordagem da equipe. Ele disse que os Broncos estabeleceram diretrizes para Cooper após as prisões, incluindo terapia. Payton afirmou que o jogador realizou trabalho fora de campo e descreveu o retorno aos treinos como uma etapa de readaptação ao futebol.
Cooper disse que o processo de trabalho continuará. O período na lista de isentos, correspondente às seis primeiras semanas da temporada regular, pode ser contabilizado em uma eventual suspensão determinada pela liga. Caso seja suspenso, porém, ele terá de devolver os pagamentos semanais recebidos enquanto esteve na lista, pois suspensões pela política de conduta pessoal não são remuneradas.
Os Broncos têm campanha de 4-2. A equipe está empatada em terceiro na NFL, com 18 sacks, divide a décima posição em pontos cedidos por jogo, com média de 20,8, e ocupa o oitavo lugar em EPA defensivo, com 11,96.
Escolhido na sétima rodada do draft de 2021, Cooper soma 31,5 sacks em 81 jogos na carreira, todos pelos Broncos. Ele conseguiu oito sacks na temporada passada e foi titular em todas as partidas da equipe nas três temporadas anteriores.
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Cornell Green, cinco vezes selecionado para o Pro Bowl pelos Cowboys, morre aos 86 anos
O ex-defensive back do Dallas Cowboys integrou a Doomsday Defense e disputou 13 temporadas na NFL sem perder um jogo da temporada regular. A equipe não divulgou a causa da morte.
Cornell Green, ex-defensive back do Dallas Cowboys e cinco vezes selecionado para o Pro Bowl, morreu aos 86 anos. O time não informou a causa da morte.
Green chegou aos Cowboys em 1962 sem ter jogado futebol americano na universidade. Naquele ano, foi escolhido no draft da NBA pelo Chicago Zephyrs, franquia que se tornou o atual Washington Wizards, mas aceitou um convite para participar do training camp de Dallas e conquistou uma vaga no elenco.
Ele disputou todos os 182 jogos da temporada regular dos Cowboys entre 1962 e 1974, além de 15 partidas de playoffs. Foi titular em três de 14 jogos como novato e, no restante da carreira, começou como titular 167 vezes em 168 partidas. Green atuou como cornerback nas primeiras oito temporadas e como safety nas cinco últimas.
Integrante da Doomsday Defense, Green fez parte da equipe que conquistou o primeiro título do Super Bowl dos Cowboys, na temporada de 1971. Também foi incluído no time de aniversário de 25 anos da franquia.
Além das cinco seleções para o Pro Bowl, Green foi escolhido para o primeiro time All-Pro pela Associated Press em 1966 e 1967. Suas 34 interceptações na carreira estão empatadas na quinta posição da história dos Cowboys.
Em uma publicação nas redes sociais, a equipe o descreveu como um pioneiro por ter se tornado múltiplo selecionado para o Pro Bowl, All-Pro e campeão do Super Bowl sem ter jogado futebol americano universitário. Os Cowboys também destacaram que ele não perdeu nenhum jogo ao longo de 13 temporadas e o classificaram como um dos companheiros mais confiáveis da história do time.
Nascido em Oklahoma City, Green cresceu na Califórnia e jogou basquete na El Cerrito High School; também praticou futebol americano no último ano do ensino médio. Depois de duas temporadas em uma faculdade comunitária californiana, transferiu-se para a Utah State. Ele ainda é o líder da universidade em rebotes, com 1.067, e ocupa a sexta posição em pontos, com 1.890 em duas temporadas, entre 1960 e 1962.
Após encerrar a carreira como jogador, Green trabalhou como olheiro, primeiro com os Cowboys e depois com o Denver Broncos. Em 2010, recebeu da Fritz Pollard Alliance o prêmio de Olheiro do Ano da AFC.
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Sirianni, Vrabel e Glenn recebem multas de US$ 250 mil por conduta com árbitros
Nick Sirianni, Mike Vrabel e Aaron Glenn foram multados em US$ 250 mil cada por conduta semelhante em relação aos árbitros. As penalidades estão temporariamente suspensas e podem ser revogadas caso os treinadores mantenham bom comportamento.
Nick Sirianni, técnico do Philadelphia Eagles, recebeu uma multa de US$ 250 mil por sua conduta com árbitros. Mike Vrabel, do New England Patriots, e Aaron Glenn, do New York Jets, foram punidos com o mesmo valor por comportamento semelhante.
As multas estão temporariamente suspensas e podem ser revogadas caso os treinadores tenham bom comportamento. A NFL busca usar as penalidades para reforçar junto aos técnicos a importância do tratamento dado aos oficiais.
Não foi informado quando as multas foram aplicadas nem quais incidentes específicos motivaram as punições.
Sirianni tem um histórico de interações intensas com árbitros durante sua passagem pelo Eagles. Em algumas ocasiões, também teve confrontos com torcedores e jogadores adversários.
Em 2024, Jeffrey Lurie, CEO do Eagles, comentou que a personalidade intensa do treinador pode ser tanto uma qualidade quanto um ponto negativo. Lurie afirmou que a autenticidade e a paixão de Sirianni são aspectos positivos, mas disse se preocupar com reações exageradas que possam irritar os árbitros e afetar a percepção de imparcialidade.


