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Satou Sabally desfalca New York Liberty pelo restante da temporada devido a concussão

Satou Sabally desfalca New York Liberty pelo restante da temporada devido a concussão

A ala Satou Sabally, do New York Liberty, ficará fora do restante da temporada da WNBA após sofrer uma concussão em 23 de junho contra o Las Vegas Aces. Sabally está em recuperação e não participará da Copa do Mundo da FIBA.

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A equipe New York Liberty anunciou que a ala Satou Sabally não jogará mais nesta temporada da WNBA devido a uma concussão sofrida em 23 de junho, durante uma partida contra o Las Vegas Aces. Sabally está afastada desde então para se recuperar totalmente da lesão.

Esta é a segunda concussão que Sabally sofre em menos de um ano, tendo sofrido a primeira durante as finais da WNBA da temporada passada, quando atuava pelo Phoenix Mercury. A jogadora ingressou no New York Liberty como agente livre na última offseason e participou de apenas 13 jogos nesta temporada, com médias de 10,4 pontos e 2,8 assistências por partida.

O New York Liberty já garantiu vaga nos playoffs e ainda disputa a definição de sua posição na pós-temporada. A WNBA está em pausa de duas semanas devido à Copa do Mundo da FIBA, que começa nesta sexta-feira, e o Liberty tem quatro jogos restantes quando a competição retornar.

Sabally também havia sido uma das principais jogadoras esperadas para a seleção da Alemanha na Copa do Mundo da FIBA, que ocorre em Berlim, mas optou por não participar para priorizar sua recuperação. A jogadora expressou sua decepção em não poder competir em casa, mas ressaltou a importância de cuidar da saúde e agradeceu o apoio dos fãs.

A decisão foi confirmada pelo técnico do Liberty, Chris DeMarco, que afirmou que Sabally precisava de tempo para se recuperar completamente antes de retornar às quadras.

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Li Yueru, do Dallas Wings, desfalca China na Copa do Mundo Feminina de Basquete por perda de passaporte

Li Yueru, do Dallas Wings, desfalca China na Copa do Mundo Feminina de Basquete por perda de passaporte

Li Yueru não poderá jogar pela China na Copa do Mundo Feminina da FIBA na Alemanha devido à perda de seu passaporte de substituição no correio. A jogadora do Dallas Wings tentou resolver a situação, mas não conseguiu obter um novo documento a tempo do torneio.

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A China terá que disputar a Copa do Mundo Feminina de Basquete da FIBA sem a presença de Li Yueru, do Dallas Wings, após a perda de seu passaporte de substituição no correio. O torneio começa nesta semana na Alemanha.

Li Yueru, que tem 2,01 metros de altura, foi a principal pontuadora da equipe chinesa nas Olimpíadas de Paris 2024. A jogadora publicou nas redes sociais que seu passaporte continua desaparecido e, apesar dos esforços para solucionar o problema, não poderá competir.

Em sua mensagem, Li agradeceu o apoio da Associação Chinesa de Basquete e da seleção nacional, destacando a honra de representar a China. Ela lamentou a situação, afirmando que a perda do passaporte foi uma questão de azar e que, apesar da decepção, é grata pelo apoio recebido.

Li iniciou sua carreira na WNBA em 2022 pelo Chicago Sky e também atuou pelo Los Angeles Sparks e Seattle Storm antes de ser negociada com o Dallas Wings em junho de 2025.

A China estreia na competição na sexta-feira contra os Estados Unidos, no Grupo D. A equipe ainda conta com as jogadoras Han Xu, com 2,08 metros, e Zhang Ziyu, com 2,21 metros, para a disputa do torneio.

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Prévia da Copa do Mundo FIBA 2026: EUA são favoritos, França é principal concorrente entre as 16 seleções

Prévia da Copa do Mundo FIBA 2026: EUA são favoritos, França é principal concorrente entre as 16 seleções

A Copa do Mundo FIBA 2026 de basquete feminino começa em Berlim com 16 seleções. Os Estados Unidos buscam o quinto ouro consecutivo, mesmo sem A'ja Wilson e Kelsey Plum, enquanto a França surge como a principal rival.

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A Copa do Mundo FIBA de basquete feminino de 2026 terá início em Berlim com a participação de 16 seleções nacionais. Os Estados Unidos, atuais campeões, são os grandes favoritos para conquistar o título pela quinta vez consecutiva e a 12ª no total. Apesar da ausência da quatro vezes MVP da WNBA A'ja Wilson e da cinco vezes All-Star Kelsey Plum, ambas fora por questões de saúde, a equipe americana mantém um elenco forte e experiente.

O time dos EUA inicia a fase de grupos enfrentando a China, seguida por partidas contra Itália e República Tcheca. A classificação para as quartas de final ocorrerá para as equipes que vencerem seus grupos, com jogos decisivos programados para os dias 10, 12 e 13 de setembro.

A equipe americana é uma das dinastias mais dominantes do esporte, com oito ouros olímpicos consecutivos e quatro títulos mundiais seguidos. Desde 1994, perdeu apenas um jogo em competições internacionais importantes. A equipe atual, dirigida por Sue Bird e Kara Lawson, conta com jovens talentos como Caitlin Clark, Paige Bueckers e Angel Reese, além de veteranas como Breanna Stewart e Kahleah Copper.

A França é apontada como a principal ameaça aos EUA, apresentando um dos seus elencos mais talentosos, com oito jogadoras ativas na WNBA, incluindo Dominique Malonga, segunda escolha do draft de 2025. A seleção francesa conquistou medalhas olímpicas e quase derrotou os EUA na final olímpica de 2024 em Paris.

Outras seleções de destaque incluem a Espanha, que busca retomar o protagonismo após medalhas em edições anteriores, liderada por Alba Torrens e Megan DiLeo; a Bélgica, com várias jogadoras da WNBA e treinada por Mike Thibault; e a Alemanha, anfitriã do torneio, que enfrenta desafios devido à ausência de Satou Sabally.

A China, adversária dos EUA na estreia, apresenta um trio de jogadoras altas apelidado de "Triple Towers", incluindo Han Xu e Li Yueru. A Austrália, tradicional potência, sofreu a baixa da capitã Sami Whitcomb, mas mantém uma equipe competitiva sob comando da técnica Sandy Brondello.

Outras equipes como Itália, Nigéria, Japão, Hungria e Coreia do Sul também participam, cada uma com suas particularidades e desafios para o torneio.

A competição promete ser intensa, com a juventude e experiência das seleções testadas em Berlim, em busca do título mundial de basquete feminino.

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Skylar Diggins do Chicago Sky desfalca equipe pelo restante da temporada da WNBA devido a lesão no joelho

Skylar Diggins do Chicago Sky desfalca equipe pelo restante da temporada da WNBA devido a lesão no joelho

A armadora Skylar Diggins, do Chicago Sky, vai perder o restante da temporada da WNBA para se recuperar de uma lesão no joelho direito. A decisão foi anunciada pela equipe após avaliações médicas e diálogo entre a jogadora e a comissão técnica.

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Skylar Diggins, armadora do Chicago Sky, não jogará mais na temporada atual da WNBA devido a uma lesão persistente no joelho direito. A equipe comunicou a decisão na terça-feira, ressaltando que a prioridade é a saúde da jogadora.

O gerente geral do Sky, Jeff Pagliocca, afirmou que o clube apoia totalmente Diggins e que ela esteve em constante comunicação com a equipe durante o processo de recuperação. Diggins tentou retornar às quadras nesta temporada, mas não se sentia em sua melhor forma, o que motivou a decisão de interromper sua participação para tratamento adequado.

Contratada em abril com um contrato de dois anos, Diggins iniciou 19 jogos na temporada, com médias de 14,2 pontos, 3,2 rebotes e 4,9 assistências por partida. Sua última atuação foi em 3 de julho, quando marcou 19 pontos em derrota no tempo extra contra o Las Vegas Aces. Após essa partida, ela foi substituída na titularidade por Courtney Vandersloot.

Diggins revelou que jogou durante toda a temporada com desconforto no joelho, mencionando que sacrificou seu corpo e sugerindo que a falta de recursos da equipe pode ter influenciado na persistência da lesão. Ela foi afastada do jogo contra o Phoenix Mercury em 7 de julho e não voltou a jogar até o anúncio oficial.

A decisão de encerrar a temporada para Diggins foi tomada após colaboração entre a jogadora, sua equipe, médicos do Sky e a comissão médica da organização.

Apesar do revés, Diggins mantém planos de continuar no Chicago Sky e aguarda a conclusão da nova instalação de treinamento da equipe. Ela destacou a necessidade de mais recursos para o time e comentou que liderar a liga em lesões não é coincidência.

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Técnica Kara Lawson considera Copa do Mundo da FIBA a mais desafiadora já vista

Técnica Kara Lawson considera Copa do Mundo da FIBA a mais desafiadora já vista

Kara Lawson, técnica da seleção dos EUA, afirmou que a atual edição da Copa do Mundo da FIBA é a mais difícil que já presenciou. A equipe americana, que detém uma sequência de 30 vitórias consecutivas no torneio, enfrenta um cenário internacional mais competitivo e equilibrado.

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Kara Lawson, técnica da seleção feminina dos Estados Unidos, declarou que a edição atual da Copa do Mundo da FIBA é a mais desafiadora de todas que já acompanhou. Em entrevista por videoconferência, Lawson destacou o rápido avanço das seleções ao redor do mundo, que apresentam elencos com maior profundidade e qualidade.

A equipe dos EUA, tradicional favorita e atual detentora de uma sequência de 30 vitórias consecutivas em Copas do Mundo, enfrenta um cenário mais competitivo, com o crescimento do talento internacional na WNBA e a dificuldade demonstrada no ouro olímpico de 2024, conquistado com vitória apertada sobre a França.

Lawson ressaltou que o torneio é curto e com um calendário exigente, o que torna a conquista do título ainda mais difícil. A seleção busca o quinto ouro consecutivo e o 12º no total, mas terá desfalques importantes, como a quatro vezes MVP da WNBA A'ja Wilson e a cinco vezes All-Star Kelsey Plum, que desistiram da competição por motivos de saúde.

As substitutas Kiki Iriafen e Sonia Citron foram incorporadas ao elenco, que conta com sete jogadoras com menos de 27 anos e que disputam sua primeira competição internacional de grande porte, além de nove atletas que nunca jogaram uma Copa do Mundo.

Entre as novatas está Caitlin Clark, que teve uma estreia promissora na seleção sênior em março, quando foi MVP do Torneio Qualificatório para a Copa do Mundo. Lawson elogiou o desempenho de Clark na temporada da WNBA e sua capacidade de alterar o ritmo do jogo, criando espaços e pontuando.

Apesar das distrações externas envolvendo Clark, Lawson afirmou que a equipe mantém o foco nos jogos e que a jogadora tem se comportado de forma consistente desde março. O time chegou a Berlim nos últimos dias para a preparação final, com um treino leve realizado antes da estreia contra a China, atual vice-campeã mundial, na sexta-feira.

A fase de grupos será completada com jogos contra Itália e República Tcheca, seguidos pelas fases eliminatórias entre 8 e 13 de setembro. Lawson enfatizou a importância da concentração máxima durante o curto período de preparação para desenvolver a química do time e assim buscar o título.

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Lynx perdem liderança no WNBA Power Rankings após pausa para a Copa do Mundo

Lynx perdem liderança no WNBA Power Rankings após pausa para a Copa do Mundo

Minnesota Lynx foram derrotadas pelo Atlanta Dream e caíram para a segunda posição no WNBA Power Rankings. As Valkyries assumiram o topo após uma sequência de três vitórias. A pausa para a Copa do Mundo é vista como oportunidade para ajustes e recuperação antes da reta final da temporada.

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O Minnesota Lynx perdeu para o Atlanta Dream por 89 a 81 no dia 30 de agosto, em jogo realizado no Gateway Center. Com essa derrota, os Lynx caíram para a segunda posição no WNBA Power Rankings, sendo ultrapassados pelas Dallas Valkyries, que conquistaram três vitórias consecutivas na última semana.

A técnica do Lynx, Cheryl Reeve, comentou que apesar das duas derrotas seguidas, não há motivo para preocupação. Ela destacou a necessidade de a equipe se adaptar à maior fisicalidade dos adversários e usar isso a seu favor. O Lynx enfrentou uma das partes mais difíceis do calendário, com oito dos dez jogos de agosto contra times que estão nos playoffs.

Durante a pausa para a Copa do Mundo Feminina da FIBA, que ocorre na Alemanha, o Lynx pretende ajustar seu plano de jogo e recuperar jogadores, como Napheesa Collier, que ainda não está 100% após cirurgia nos tornozelos. Jogadoras que não participam do Mundial, como a novata Olivia Miles, terão tempo para descanso e aprimoramento.

As Valkyries, que retomaram a liderança do ranking pela primeira vez desde julho, venceram Connecticut, Nova York e Portland na última semana, mostrando forte desempenho defensivo. A equipe buscará aprimorar seu ataque durante o intervalo.

Outros times também se preparam para a reta final da temporada. O Las Vegas Aces enfrenta desafios com lesões de NaLyssa Smith e A'ja Wilson, enquanto o Indiana Fever aposta na dupla Caitlin Clark e Kelsey Mitchell, ambas participando do Mundial. O Atlanta Dream, líder da temporada regular, conta com Angel Reese, que estabeleceu o recorde de 29 duplos-duplos em uma temporada da WNBA.

A pausa para a Copa do Mundo é vista como um momento crucial para as equipes ajustarem estratégias, recuperarem atletas e se prepararem para os playoffs, que começam após o retorno dos jogos em 17 de setembro.

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Com ausências de A'ja Wilson e Kelsey Plum, técnico Kara Lawson encara desafio para definir escalação inicial do Team USA na Copa do Mundo de Basquete Feminino

Com ausências de A'ja Wilson e Kelsey Plum, técnico Kara Lawson encara desafio para definir escalação inicial do Team USA na Copa do Mundo de Basquete Feminino

A'ja Wilson e Kelsey Plum foram cortadas da seleção dos EUA para a Copa do Mundo de Basquete Feminino por questões de saúde. O técnico Kara Lawson precisa decidir a escalação inicial para o jogo de abertura contra a China, considerando a experiência e o desempenho dos jogadores disponíveis.

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A seleção feminina de basquete dos Estados Unidos sofreu baixas importantes para a Copa do Mundo da FIBA, que será disputada em Berlim. A'ja Wilson e Kelsey Plum foram cortadas por questões de saúde e substituídas por Kiki Iriafen e Sonia Citron. Wilson não participou de jogos recentes da WNBA e sua ausência parece estar relacionada a fadiga, enquanto Plum se recupera de uma lesão na perna que a afastou da temporada.

Wilson e Plum eram peças fundamentais, com Wilson sendo a principal pontuadora nos últimos torneios importantes e Plum a segunda maior pontuadora na Copa do Mundo de 2022. A ausência delas complica a montagem da equipe titular para o técnico Kara Lawson.

A equipe ainda conta com nomes experientes como Breanna Stewart, que tem sido titular em todas as competições desde 2014 e foi a segunda maior pontuadora nos Jogos Olímpicos de 2024. Napheesa Collier, que voltou de cirurgia nos tornozelos, também deve ser titular, assim como Rhyne Howard, que tem tido a melhor temporada da carreira na WNBA.

A principal dúvida está na posição de armadora titular. Chelsea Gray, com vasta experiência internacional e boa relação com a treinadora Lawson, é favorita para iniciar os jogos. No entanto, Caitlin Clark e Paige Bueckers, jovens estrelas da WNBA, apresentam desempenho superior na temporada atual, mas ainda não têm experiência em grandes torneios internacionais.

Para o último lugar na escalação inicial, Lawson pode optar por Aliyah Boston ou Angel Reese para reforçar o frontcourt, especialmente para compensar a ausência de Wilson. Boston oferece tamanho e capacidade de arremesso de três pontos, enquanto Reese é reconhecida pela defesa e rebotes.

A equipe também tem opções no perímetro com Kahleah Copper e Sonia Citron, que podem entrar como reservas para fortalecer a defesa e o ataque.

Diante dessas variáveis, é possível que Lawson utilize diferentes formações ao longo do torneio, adaptando-se aos adversários e às necessidades do jogo. Para a estreia contra a China, a provável escalação inicial inclui Chelsea Gray como armadora, Rhyne Howard na ala, Napheesa Collier e Breanna Stewart no frontcourt, e uma escolha entre Aliyah Boston ou Angel Reese para fechar o quinteto.

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