
Seattle Storm pede desculpas após co-proprietária confrontar fãs que apoiavam Sophie Cunningham
O Seattle Storm se desculpou após um incidente envolvendo uma de suas co-proprietárias e dois fãs que agradeceram Sophie Cunningham por seu posicionamento sobre a participação de atletas trans em esportes femininos. O confronto ocorreu durante a derrota do Storm para o Indiana Fever na Climate Pledge Arena.
Durante o jogo entre Seattle Storm e Indiana Fever, realizado em 28 de julho de 2026 na Climate Pledge Arena, um incidente chamou atenção. Uma das co-proprietárias do Storm confrontou dois fãs que expressaram apoio à jogadora Sophie Cunningham, conhecida por apoiar a exclusão de atletas transgêneros de competições femininas.
O episódio ocorreu após uma manifestação externa ao estádio, onde um grupo apoiava Cunningham e promovia uma iniciativa estadual para barrar a participação de estudantes trans em esportes femininos nas escolas de Washington. Alguns manifestantes estavam presentes dentro da arena, exibindo cartazes e camisetas relacionados ao tema.
Segundo relatos, a co-proprietária Celeste Keaton teria dirigido palavras ofensivas aos fãs que carregavam um cartaz agradecendo Cunningham por "defender as meninas". A proprietária majoritária do Storm, Ginny Gilder, emitiu um pedido público de desculpas, afirmando que todos os torcedores devem se sentir bem-vindos e respeitados durante os jogos.
A equipe do Indiana Fever esclareceu que não teve envolvimento com a manifestação e que seu foco é exclusivamente o desempenho esportivo. A técnica do Storm, Sonia Raman, afirmou que a organização trabalhou para garantir um ambiente seguro e inclusivo para todos os presentes.
O jogo terminou com a vitória do Indiana Fever por 105 a 95, marcando a sétima derrota consecutiva do Seattle Storm.
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Fever evita comentar protesto pró-Sophie Cunningham
O Indiana Fever não respondeu perguntas sobre um protesto em apoio a Sophie Cunningham e suas declarações recentes sobre atletas transgêneros após a vitória sobre o Seattle Storm.
Na noite de terça-feira, o Indiana Fever enfrentou o Seattle Storm na Climate Pledge Arena. Antes da partida, um grupo de algumas dezenas de pessoas realizou um protesto em apoio a Sophie Cunningham, que recentemente expressou apoio a iniciativas que proibiriam atletas transgêneros de competirem em categorias femininas.
O protesto também promovia as iniciativas estaduais 638 e 011, que visam impedir a participação de estudantes transgêneros em esportes femininos nas escolas de Washington. Cunningham foi vaiada pelos torcedores do Storm ao entrar em quadra e ao tentar seus primeiros lances livres.
Após o jogo, nem Sophie Cunningham nem Caitlin Clark estiveram disponíveis para responder perguntas da imprensa sobre o protesto. Kelsey Mitchell, Monique Billings e a técnica Stephanie White atenderam os repórteres. Quando questionada sobre o protesto e os comentários de Cunningham, a organização do Fever afirmou que não tinha conhecimento da manifestação nem contato com os organizadores, ressaltando que o foco da equipe é vencer jogos e conquistar fãs.
A técnica do Seattle Storm, Sonia Raman, comentou que a organização trabalha para garantir que todos se sintam bem-vindos e seguros na arena, destacando que a colaboração com a segurança e o local foi bem-sucedida.
Heather Weiner, porta-voz da coalizão No Hate in Washington State, que se opõe às iniciativas 638 e 011, considerou a experiência fora da arena positiva, destacando a importância da inclusão e do combate ao ódio no estado de Washington.
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Caitlin Clark marca 32 pontos e Indiana Fever vence Seattle Storm por 105-95 na WNBA
Caitlin Clark anotou 32 pontos e Kelsey Mitchell contribuiu com 28 na vitória do Indiana Fever sobre o Seattle Storm por 105-95. O Fever alcançou a marca de quatro jogos consecutivos com mais de 100 pontos, um recorde na WNBA.
O Indiana Fever venceu o Seattle Storm por 105 a 95 em partida realizada na Climate Pledge Arena, em Seattle, no dia 28 de julho de 2026. Caitlin Clark foi a principal pontuadora do jogo, com 32 pontos, incluindo quatro cestas de três pontos e 10 lances livres convertidos sem errar. Ela também distribuiu sete assistências.
Kelsey Mitchell somou 28 pontos, com uma atuação decisiva especialmente no último quarto, quando marcou 18 pontos em 6 de 7 arremessos. Mitchell ampliou sua sequência de jogos com 20 ou mais pontos para 12, igualando recordes da franquia e da liga.
O Fever manteve sua ofensiva em alta, alcançando a marca de quatro jogos consecutivos com mais de 100 pontos, o maior número na história da WNBA. A equipe também converteu 26 de 26 lances livres, ficando a apenas um lance livre de um recorde da liga.
Aliyah Boston, que marcou 11 pontos, sofreu uma queda forte no segundo quarto e não retornou ao jogo. A comissão técnica optou por preservar a jogadora, sem atualizações imediatas sobre seu estado.
Apesar da derrota, Natisha Hiedeman teve uma atuação destacada pelo Seattle Storm, anotando 33 pontos e seis cestas de três pontos. O Storm acumula sete derrotas consecutivas na temporada.
A vitória levou o Indiana Fever a um recorde de 18 vitórias e 10 derrotas, enquanto o Seattle Storm permanece com 6 vitórias e 24 derrotas na temporada.
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Barack Obama faz visita surpresa aos All-Stars da WNBA e conversa com Caitlin Clark
O ex-presidente Barack Obama visitou os All-Stars da WNBA no centro presidencial em Chicago, demonstrando seu apoio ao basquete feminino e conversando com jogadoras como Caitlin Clark e Angel Reese.
Barack Obama surpreendeu os All-Stars da WNBA ao visitá-los no centro presidencial que leva seu nome em Chicago. Durante a visita, ele cumprimentou as jogadoras, posou para fotos e deu conselhos a Caitlin Clark, armadora do Indiana Fever e selecionada para o All-Star pela terceira vez.
Obama incentivou Clark a manter a alegria no jogo apesar das críticas, ressaltando que ela ainda é jovem e que a fama pode trazer desafios. Clark, que tem sido destaque na liga desde sua entrada em 2024 como primeira escolha do draft, valorizou as palavras do ex-presidente e afirmou que sua motivação para jogar é o amor pelo basquete.
Além de Clark, outras jogadoras também ficaram impressionadas com a visita. Marina Mabrey, do Toronto Tempo, ficou surpresa ao ser lembrada por Obama sobre seu recorde de 53 pontos em um jogo da WNBA. Angel Reese, do Atlanta Dream, comentou de forma bem-humorada sobre um encontro próximo com Obama em Chicago.
Obama não pôde comparecer ao jogo All-Star no United Center devido a compromissos prévios, mas expressou seu apoio ao trabalho das jogadoras dentro e fora das quadras. Ele também participou de uma breve partida de HORSE na quadra do centro presidencial, inclusive defendendo Jonquel Jones, do New York Liberty.
Jogadoras e treinadores destacaram a importância da visita, ressaltando a conexão de Obama com o basquete e seu impacto positivo na liga. Breanna Stewart, do New York Liberty, lembrou das visitas anuais à Casa Branca durante sua época universitária, enquanto Cheryl Reeve, técnica do Minnesota Lynx, recordou encontros anteriores com o ex-presidente.
A visita ocorreu durante o fim de semana do All-Star Game da WNBA, que em 2024 acontece no United Center, maior do que a arena usada em 2022, refletindo o crescimento do evento e da liga em sua 30ª temporada.
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Jonquel Jones é MVP e lidera Team Spoon na vitória sobre Team Coop no All-Star Game da WNBA
Jonquel Jones foi nomeada MVP do All-Star Game da WNBA após anotar 22 pontos e quase um triplo-duplo, ajudando Team Spoon a vencer Team Coop por 129 a 122 no United Center, em Chicago.
Jonquel Jones conquistou o prêmio de MVP do All-Star Game da WNBA ao marcar 22 pontos, pegar 13 rebotes e distribuir oito assistências, quase alcançando um triplo-duplo. Ela ajudou Caitlin Clark e o Team Spoon a derrotar o Team Coop por 129 a 122, em uma partida realizada no United Center, em Chicago, com público recorde de 19.783 pessoas.
Jones, jogadora do New York Liberty, disputou o jogo com o coração pesado após a morte de uma tia. Com 32 anos, ela se tornou a primeira atleta a ganhar os prêmios de MVP da liga, das finais da WNBA, da Commissioner's Cup e do All-Star Game.
Além de Jones, Nneka Ogwumike e Dominique Malonga também fizeram história na noite. Malonga, do Team Coop, realizou uma enterrada no primeiro tempo, a primeira em um All-Star Game da WNBA desde 2022. Ogwumike ultrapassou Maya Moore como a maior pontuadora da história dos jogos das estrelas da liga, com 119 pontos.
Caitlin Clark contribuiu com 17 pontos e cinco assistências para o Team Spoon, enquanto Allisha Gray marcou 19 pontos. Pelo Team Coop, Kelsey Mitchell foi a maior pontuadora com 28 pontos, e Marina Mabrey anotou 23 pontos, todos no primeiro tempo.
O jogo contou com 127 tentativas de arremessos de três pontos e pouca defesa, refletindo o caráter festivo do evento. As equipes foram escolhidas pelas lendas Cynthia Cooper e Teresa Weatherspoon, com Becky Hammon e Cheryl Reeve como treinadoras.
Clark, que retornou ao All-Star Game após perder o evento do ano anterior por lesão, começou a partida com 11 pontos nos primeiros minutos, incluindo cestas de longa distância de 33 e 37 pés.
O evento também contou com a presença de personalidades como Lisa Leslie, Dawn Staley e Dwyane Wade. A'ja Wilson protagonizou um momento engraçado ao bloquear um arremesso de Angel Reese, pedindo desculpas logo depois.
O All-Star Game da WNBA em Chicago foi o primeiro desde 2022 e mostrou o crescimento da liga, com público recorde e grande entusiasmo dos fãs presentes.
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Jonquel Jones é MVP do Jogo das Estrelas da WNBA em semana emocional marcada por perdas e polêmicas
Jonquel Jones foi nomeada MVP do Jogo das Estrelas da WNBA, tornando-se a primeira jogadora a conquistar esse prêmio junto com MVP da temporada regular, das finais e da Commissioner's Cup. A conquista ocorreu em uma semana difícil, marcada pelo falecimento de sua tia e críticas após comentário sobre o título de 2024 do New York Liberty.
Jonquel Jones, pivô do New York Liberty, foi eleita MVP do Jogo das Estrelas da WNBA realizado no United Center, em Chicago. Com essa premiação, Jones se tornou a primeira jogadora na história da liga a conquistar os títulos de MVP do Jogo das Estrelas, da temporada regular, das finais e da Commissioner's Cup.
Apesar da celebração, Jones não conseguiu conter as lágrimas ao refletir sobre uma semana emocionalmente difícil. Sua tia faleceu recentemente, e o memorial ocorreu no mesmo sábado do jogo. A família apoiou sua participação no evento, mas o momento foi marcado por altos e baixos para a atleta.
Além da perda familiar, Jones enfrentou críticas após um comentário feito durante uma transmissão ao vivo na quinta-feira. Na ocasião, ela afirmou que acreditava que o Minnesota Lynx merecia o título da WNBA em 2024 mais do que o New York Liberty. O comentário viralizou e gerou repercussão negativa.
Jones explicou que a conversa foi informal, feita com uma amiga próxima, e que sua intenção não era desmerecer a conquista do Liberty. Ela comparou a situação com sua experiência em 2019, quando seu time, o Connecticut Sun, perdeu as finais para o Washington Mystics. A jogadora pediu desculpas e afirmou que suas palavras foram mal interpretadas.
Durante a coletiva, Jones também falou sobre a importância da treinadora Diane Richardson, atual técnica do time feminino da Temple University, que foi sua guardiã legal quando ela deixou as Bahamas para jogar basquete nos Estados Unidos. Richardson abriu sua casa para Jones quando ela era uma jovem atleta desconhecida, e a relação entre as duas é próxima e emocional.
Richardson destacou a ética de trabalho de Jones desde a adolescência e sua determinação em evoluir constantemente. Embora não tenha previsto todo o sucesso futuro da jogadora, reconheceu seu esforço e dedicação excepcionais.
Jonquel Jones também mencionou que a família planeja espalhar as cinzas de sua tia em uma data futura, a qual ela pretende comparecer. A jogadora demonstrou emoção ao relembrar momentos familiares e o apoio recebido durante a semana difícil.
Assim, a conquista do MVP do Jogo das Estrelas da WNBA marcou um momento de reconhecimento esportivo para Jones, mas também foi permeada por desafios pessoais e profissionais recentes.
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Comissária da WNBA, Cathy Engelbert, evita comentar sobre permanência em 2027
Cathy Engelbert, comissária da WNBA, não confirmou se continuará no cargo na temporada de 2027 durante coletiva no All-Star Weekend. Sua liderança tem sido alvo de questionamentos nos últimos meses, apesar do crescimento da liga sob sua gestão.
Durante a coletiva anual do All-Star Weekend da WNBA, Cathy Engelbert evitou responder diretamente se espera continuar como comissária na temporada de 2027. Ela destacou sua gratidão por liderar a liga durante um período de crescimento significativo e elogiou as jogadoras e os valores da WNBA.
Engelbert afirmou que continuará executando sua estratégia, ouvindo e comunicando-se com as jogadoras, e ressaltou o time que construiu na liga. No entanto, sua liderança tem enfrentado críticas nos últimos dez meses, com fontes internas acreditando que a temporada de 2026 pode ser sua última.
O comissário da NBA, Adam Silver, chefe de Engelbert, declarou que está satisfeito com a situação da WNBA, mas que discussões sobre o futuro da comissária continuarão.
Na mesma ocasião, Engelbert anunciou a criação de um centro centralizado de revisão de jogadas a partir da temporada de 2027, considerado um dos maiores investimentos em operações de basquete da liga. O centro usará a infraestrutura da NBA em Secaucus, Nova Jersey, para oferecer aos árbitros acesso imediato a múltiplos ângulos de câmera e suporte de oficiais de revisão, visando maior consistência e transparência nas decisões.
A arbitragem da WNBA tem sido alvo de críticas, e a liga formou um grupo de trabalho para melhorar o desempenho dos árbitros, permitindo maior liberdade de movimento, o que Engelbert acredita estar dando resultados.
Além disso, Engelbert anunciou que uma investigação independente sobre suposta violação do teto salarial pelo Las Vegas Aces não encontrou evidências suficientes para punições.
Ela também relatou uma reunião recente com jogadoras para discutir preocupações sobre assédio e arbitragem, classificando o encontro como "esperançoso" para melhorar a confiança e comunicação. Engelbert reconheceu a necessidade de aprimorar a comunicação entre a liga e as jogadoras, comprometendo-se a trabalhar nesse aspecto.

