RDZNNFL · NBA · NHL · MLB e mais
Stefon Diggs afirma ser o melhor wide receiver número 1 no coração ao assinar com Washington Commanders

Stefon Diggs afirma ser o melhor wide receiver número 1 no coração ao assinar com Washington Commanders

Stefon Diggs, novo wide receiver do Washington Commanders, declarou que se considera o melhor wide receiver número 1 da NFL, apesar de ter dito inicialmente que seria o melhor número 2. O jogador assinou um contrato de um ano com a equipe após uma temporada produtiva, mesmo vindo de uma lesão no joelho.

Compartilhar

Stefon Diggs, que mudou de equipe pela terceira vez em três anos, manteve sua confiança ao se juntar ao Washington Commanders. Inicialmente, Diggs afirmou que seria o melhor wide receiver número 2 da NFL, mas depois corrigiu dizendo que, em seu coração, se considera o melhor número 1. Ele ressaltou que suas declarações foram feitas com humildade, sem intenção de ser agressivo.

O treinador do Washington Commanders, Dan Quinn, destacou que a contratação de Diggs fez muito sentido para a equipe, que precisava de uma opção forte ao lado do veterano Terry McLaurin. Diggs foi o único wide receiver disponível que atendia a essa necessidade.

Na temporada anterior, apesar de ter sofrido uma lesão no ligamento cruzado anterior (ACL) em 2024, Diggs conseguiu 1.013 jardas jogando pelo New England Patriots, com o menor número de rotas corridas em sua carreira em jogos com mais de oito partidas. Ele foi fundamental na campanha do Patriots para o Super Bowl, sendo reconhecido por sua liderança.

Diggs tem um histórico consistente, com mais de 1.000 jardas em suas últimas sete temporadas completas. McLaurin, seu novo companheiro, também teve cinco temporadas consecutivas com mais de 1.000 jardas antes de perder jogos na última temporada.

Após a temporada, o New England Patriots cortou Diggs, cujo valor no cap salarial seria de US$ 26,5 milhões em 2026. Ele então assinou um contrato de até US$ 12 milhões com Washington.

Diggs afirmou que sempre foi produtivo e espera ser uma peça importante para liderar o time na direção certa, trazendo energia positiva e uma mentalidade agressiva. Ele oferece a McLaurin o parceiro mais experiente desde que o veterano foi draftado em 2019.

No treinamento, Diggs já trabalhou com o técnico de wide receivers Bobby Engram e com o quarterback Jayden Daniels, jovem talento que Diggs considera uma estrela. Ele está acostumado a jogar com quarterbacks jovens, tendo atuado com C.J. Stroud em 2024 e Drake Maye na temporada passada.

O treinador Dan Quinn destacou a versatilidade de Diggs para atuar tanto na posição interna quanto externa, ressaltando sua rapidez e competitividade, especialmente em marcação homem a homem.

Diggs tem ligação com a região, tendo crescido em Maryland e jogado na Universidade de Maryland, próxima à área dos Commanders. Metade de sua família torce para Washington e a outra metade para Dallas Cowboys. Em sua carreira de 11 temporadas, enfrentou Washington cinco vezes, com três jogos de 100 jardas e um total de 38 recepções para 558 jardas e um touchdown.

Ele comentou que sempre sentiu que precisava provar seu valor para o time de sua cidade natal e para o Baltimore Ravens, e que sua contratação representa um momento de fechamento de ciclo.

Fontes

Encontrou um problema?

Se você identificar erro no conteúdo, envie um reporte para revisão editorial.

Mais sobre NFL

Kirk Cousins e Maxx Crosby se envolvem em confusão durante treino dos Raiders

Kirk Cousins e Maxx Crosby se envolvem em confusão durante treino dos Raiders

Durante o oitavo treino de pré-temporada dos Raiders, o quarterback Kirk Cousins e o pass rusher Maxx Crosby se desentenderam, exigindo a intervenção dos companheiros para separar a briga.

Compartilhar

No treino realizado em Henderson, Nevada, Kirk Cousins e Maxx Crosby protagonizaram uma confusão após Crosby atingir o braço de Cousins duas vezes durante o período de treino. Após o segundo contato, Cousins, veterano de 15 anos na NFL, reagiu segurando a camisa do All-Pro e encarando Crosby, com ambos trocando palavras antes de serem separados pelos colegas de equipe.

O técnico Klint Kubiak comentou que esse tipo de situação faz parte do acampamento, mas ressaltou a importância de os jogadores agirem com inteligência para evitar punições, lembrando que agressões durante jogos resultam em expulsões.

O tight end Michael Mayer elogiou a postura de Cousins, destacando a importância de um quarterback que defenda a equipe com intensidade desde o primeiro dia.

Antes do início do acampamento, a comissão técnica alertou Crosby para evitar contato excessivo com o quarterback, reconhecendo sua paixão e intensidade, que às vezes ultrapassam os limites. Crosby afirmou que sua agressividade vem desde a época da faculdade, onde já foi expulso de treinos por ser muito intenso.

Além da confusão entre Cousins e Crosby, outro incidente ocorreu no mesmo treino, quando o defensive lineman Jonah Laulu desferiu um soco no guard de segundo ano Caleb Rogers. Mayer comentou que essas situações são reflexo da energia do acampamento, embora não desejem que os jogadores cheguem a trocar socos.

Fontes

Treinador do Houston Texans, DeMeco Ryans, usa missão Artemis II da NASA para inspirar equipe e reforçar altas expectativas

Treinador do Houston Texans, DeMeco Ryans, usa missão Artemis II da NASA para inspirar equipe e reforçar altas expectativas

Antes do início do training camp, o técnico DeMeco Ryans fez um discurso motivacional usando a missão Artemis II da NASA como metáfora para o potencial do Houston Texans na temporada. Ele destacou a importância da preparação e do processo diário para alcançar objetivos ambiciosos, como chegar ao Super Bowl.

Compartilhar

DeMeco Ryans, treinador do Houston Texans, utilizou a missão Artemis II da NASA como inspiração para motivar seu time antes do começo do training camp. Em seu discurso, exibiu uma imagem da missão que partiu em 1º de abril para dar a volta na Lua, destacando a importância da preparação de três anos que possibilitou o lançamento.

Ryans ressaltou que a equipe da Artemis II foi além de qualquer outra, mas que isso só foi possível graças a anos de trabalho prévio. Ele comparou essa trajetória com o potencial do Houston Texans para a próxima temporada, mencionando a possibilidade de alcançar pela primeira vez a final da AFC e até vencer o Super Bowl.

"A preparação que foi necessária para o lançamento da Artemis II levou três anos, e essa é a beleza disso", afirmou Ryans. O dono do time, Cal McNair, já declarou que o objetivo é disputar "o jogo final", enquanto o defensive end All-Pro Will Anderson Jr. chamou o Texans de "time de Super Bowl" na offseason.

Sobre as expectativas, Ryans foi direto: "A única coisa que eu sei são altas expectativas. É por isso que fazemos o que fazemos para alcançar o objetivo máximo."

O quarterback C.J. Stroud destacou a importância de focar no processo diário: "A expectativa é levar um dia de cada vez, uma jogada de cada vez, e depois ver onde estaremos no final do camp."

O elenco do Texans conta com peças importantes em ambos os lados da bola. No ataque, Stroud já mostrou nível de Pro Bowl, David Montgomery é o principal running back, e a linha ofensiva foi reforçada com o centro Keylan Rutledge, o tackle Braden Smith e o guard Wyatt Teller. O wide receiver Nico Collins também é múltiplo Pro Bowler.

Na defesa, o time tem três All-Pros: o cornerback Derek Stingley Jr., o defensive end Danielle Hunter e o linebacker Will Anderson Jr. Outros Pro Bowlers incluem o linebacker Azeez Al-Shaair, o cornerback Kamari Lassiter e o safety Calen Bullock. A defesa foi a que menos cedeu jardas e a segunda que menos permitiu pontos na NFL na última temporada.

Apesar das conquistas recentes, a equipe foca no futuro e na meta de vencer o Super Bowl, enfatizando o trabalho diário e a paciência no processo. "Você tem que entender que é uma maratona", afirmou Kamari Lassiter. "É uma temporada longa. O training camp é só o começo, mas cada dia você quer melhorar. Se temos um objetivo comum e todos estamos tentando alcançá-lo, você encara cada dia com gratidão e o ataca como se não houvesse o próximo."

Ryans concluiu reforçando que o sucesso exige preparação e trabalho árduo: "Você quer fazer coisas, ir a lugares onde nunca esteve antes, mas há muita preparação nos bastidores para estar pronto para decolar. Não vamos decolar amanhã. Você não chega lá só falando. Tem que trabalhar, e essa é a mensagem principal."

Fontes

Competição por quarterback nos Browns foca em técnicas pré e pós-snap durante o training camp

Competição por quarterback nos Browns foca em técnicas pré e pós-snap durante o training camp

Deshaun Watson e Shedeur Sanders têm alternado repetições no treinamento dos Cleveland Browns, com ênfase em operações pré-snap e execução pós-snap enquanto a equipe instala um novo sistema ofensivo.

Compartilhar

Durante o training camp dos Cleveland Browns, Deshaun Watson e Shedeur Sanders têm participado de uma competição pela posição de quarterback que destaca o desenvolvimento técnico em pré-snap e pós-snap. Nas sete primeiras sessões de treino, os quarterbacks alternaram repetições com o time titular, participando de exercícios 7 contra 7 e 11 contra 11, além de situações específicas de jogo.

O técnico Todd Monken enfatiza que o foco inicial está na instalação gradual do novo sistema ofensivo, que começou com corridas em zona e passes curtos, evoluindo para conceitos de passe mais longos e corridas com bloqueios específicos. A instalação do esquema deve ser concluída após a oitava prática, quando o treinador começará a chamar jogadas que valorizem as características individuais de cada quarterback.

Monken destaca a importância da operação pré-snap, que exige dos quarterbacks a responsabilidade de ajustar jogadas e cadências para enfrentar as blitzes defensivas. Shedeur Sanders, em sua segunda temporada, tem mostrado progresso nesse aspecto, especialmente na precisão do passe longo. Já Deshaun Watson, que não atuou em 2025 devido a cirurgias nos tendões de Aquiles, iniciou o camp com dificuldades, mas apresentou melhora significativa, incluindo múltiplos touchdowns em exercícios na red zone.

O treinador ressalta que ainda é cedo para definir um líder na disputa, pois o processo de avaliação é contínuo e envolve análise detalhada das filmagens. A expectativa é que ambos os quarterbacks iniciem um dos dois primeiros jogos da pré-temporada, com o confronto de abertura marcado para 15 de agosto contra o Chicago Bears.

Monken reforça que o desenvolvimento no comando da linha de scrimmage, na cadência e no entendimento dos conceitos ofensivos são os principais critérios para a decisão futura sobre o titular da posição. O foco permanece em corrigir erros e aprimorar a execução para o sucesso da equipe.

Fontes

Minnesota Vikings mantêm Kyler Murray como favorito na disputa por vaga de quarterback titular

Minnesota Vikings mantêm Kyler Murray como favorito na disputa por vaga de quarterback titular

Durante as primeiras sete práticas do training camp, os Vikings têm dividido snaps entre Kyler Murray e J.J. McCarthy, mas Murray segue como o favorito para ser o quarterback titular da equipe.

Compartilhar

Os Minnesota Vikings têm realizado uma competição aberta entre os quarterbacks Kyler Murray e J.J. McCarthy desde o início do training camp, dividindo os snaps entre eles. No entanto, observadores diários indicam que Murray é o grande favorito para conquistar a vaga de titular na equipe.

Ambos os quarterbacks mostraram momentos fortes e fracos durante cerca de 300 snaps em exercícios 7 contra 7 e 11 contra 11, alternando entre o primeiro e o segundo time. Apesar de ainda haver tempo para McCarthy tentar uma reação, os Vikings têm dado a Murray aproximadamente dois terços dos snaps com o primeiro time, especialmente nos exercícios 11 contra 11, o que demonstra uma tendência clara ao longo da semana.

McCarthy tem trabalhado majoritariamente com o segundo time ofensivo, enfrentando a defesa titular, o que é uma prática comum para desenvolver jovens jogadores. Seus passes são mais focados em curtas e médias distâncias, enquanto Murray tem tentado mais lançamentos profundos.

O técnico Kevin O'Connell elogiou ambos os quarterbacks e destacou a evolução diária de Murray, que estudou intensamente o sistema ofensivo durante o recesso de verão. O treinador ressaltou que o time está focado em fundamentos e que a execução depende de todo o conjunto, não apenas dos quarterbacks.

Dois fatores influenciam a avaliação de Murray como favorito: ele já foi um quarterback top-15 da NFL com os Arizona Cardinals, estabelecendo uma base de desempenho, enquanto McCarthy ainda precisa alcançar esse nível; e a saída do gerente geral Kwesi Adofo-Mensah, que havia escolhido McCarthy no draft, eliminou qualquer preferência organizacional pelo jovem quarterback.

Murray enfrentou alguns problemas de comunicação típicos de adaptação a um novo sistema, mas não demonstrou incapacidade para executar o que os Vikings pedem. Ele conectou passes profundos para recebedores como Justin Jefferson, Jauan Jennings e Tai Felton, mostrando toque, arco e precisão superiores aos de McCarthy.

McCarthy, por sua vez, tem mostrado compreensão do sistema, mas sua precisão é inconsistente, com passes atrasados ou fora do alvo e algumas interceptações. Ele tem sido mais eficiente em passes curtos e rápidos, mas ainda não recuperou a desvantagem em relação a Murray.

Os Vikings também têm experimentado formações variadas, incluindo shotgun e pistol, para diversificar o jogo corrido, uma mudança em relação ao estilo mais tradicional sob o comando do técnico O'Connell. Murray tem se mostrado confortável em todas as formações, segundo o coordenador ofensivo Wes Phillips.

Em resumo, a disputa entre Murray e McCarthy segue aberta, mas o desempenho e a utilização de snaps indicam que Kyler Murray é o principal candidato a ser o quarterback titular dos Minnesota Vikings na temporada.

Fontes

Colts renovam contrato de Jonathan Taylor e demonstram otimismo para repetir sucesso ofensivo de 2025

Colts renovam contrato de Jonathan Taylor e demonstram otimismo para repetir sucesso ofensivo de 2025

Os Indianapolis Colts garantiram a permanência do running back Jonathan Taylor com uma extensão de contrato de dois anos no valor de 44 milhões de dólares. A equipe aposta na manutenção de suas principais peças ofensivas para tentar repetir o desempenho dominante da temporada de 2025.

Compartilhar

Os Indianapolis Colts demonstraram sua confiança no potencial de sucesso futuro ao investir significativamente em seus principais jogadores ofensivos durante a offseason de 2026. Após assinarem contratos importantes com o wide receiver Alec Pierce e o quarterback Daniel Jones, a equipe oficializou a extensão contratual de Jonathan Taylor, running back fundamental para o esquema ofensivo do time.

Taylor assinou um contrato de dois anos no valor de 44 milhões de dólares, que se tornou o terceiro maior da história da NFL para a posição de running back. Essa decisão reflete a importância do jogador para a estratégia ofensiva dos Colts, que na temporada de 2025, nas primeiras dez semanas, apresentaram números impressionantes, liderando a liga em pontos esperados adicionados, pontos por jogo, jardas por jogo e jardas por jogada.

Durante esse período, os Colts alcançaram um recorde de 8-2 e exibiram um estilo de jogo eficiente, combinando o passe preciso de Daniel Jones, as jogadas explosivas de Alec Pierce e a força de Jonathan Taylor no jogo terrestre. Essa combinação permitiu que a equipe dominasse ofensivamente, com uma margem média de 11,5 pontos por jogo.

No entanto, a temporada terminou com uma sequência de sete derrotas, influenciada por lesões e perdas defensivas. Ainda assim, a franquia mantém a esperança de recuperar o desempenho da primeira metade da temporada e acredita que a renovação com Taylor é crucial para isso.

O proprietário principal Carlie Irsay-Gordon destacou a dominância ofensiva da equipe antes da queda, e a renovação de Taylor reforça a confiança na fórmula que uniu o jogo aéreo e terrestre. Taylor, segundo maior corredor da história dos Colts, é visto como peça-chave para manter a eficácia do play-action e para abrir espaços para outros jogadores, como o tight end Tyler Warren.

A capacidade de Taylor de transformar corridas curtas em ganhos significativos e de realizar jogadas decisivas é considerada o diferencial da equipe. Jogadores e ex-jogadores reconhecem seu papel como "o golpe de nocaute" da equipe, sendo uma das armas ofensivas mais perigosas da NFL.

Além disso, Taylor integra um grupo de running backs que está renovando a percepção da posição na liga, ao lado de nomes como Derrick Henry, Saquon Barkley e Bijan Robinson. Para os Colts, a renovação contratual de Taylor é um sinal claro de que a equipe aposta na continuidade de sua fórmula ofensiva para buscar sucesso nas próximas temporadas.

Fontes

Quarterback novato Carson Beck tem estreia eficiente pelos Arizona Cardinals na Hall of Fame Game

Quarterback novato Carson Beck tem estreia eficiente pelos Arizona Cardinals na Hall of Fame Game

Carson Beck completou 15 de 19 passes para 188 jardas e um touchdown na derrota por 33-30 dos Cardinals para os Panthers na Hall of Fame Game. O novato teve uma avaliação de 125,4, mostrando eficiência e controle na sua primeira partida na NFL.

Compartilhar

Carson Beck, quarterback novato dos Arizona Cardinals, teve uma estreia eficiente na Hall of Fame Game contra o Carolina Panthers, apesar da derrota por 33-30. Beck completou 15 de 19 passes para 188 jardas e um touchdown, alcançando uma avaliação de 125,4.

O jovem jogador demonstrou calma no pocket, comandou bem as jogadas de play-action e mostrou precisão, lançando passes ajustados em espaços apertados e acertando bolas longas. O técnico Mike LaFleur elogiou a atuação de Beck, destacando sua capacidade de focar em uma jogada por vez, executar as progressões e não tentar jogadas arriscadas.

Os Cardinals planejaram que Beck jogasse todo o primeiro tempo e o primeiro drive do segundo tempo para que ele pudesse experimentar o intervalo da NFL, que é mais curto que o do futebol americano universitário. Beck comentou que achou o intervalo de 13 minutos "definitivamente interessante" e gostou da rápida retomada do jogo.

Durante a partida, Beck realizou passes destacados, incluindo um lançamento de 49 jardas para o wide receiver Jalen Brooks, que conseguiu superar a defesa dos Panthers. Em outra jogada, Beck ajustou um passe após analisar a cobertura adversária e acertou um passe para Brooks, com o running back Bam Knight protegendo o quarterback do blitz.

Além disso, Beck lançou um passe de fade para o wide receiver Simi Fehoko na zona vermelha que resultou em um touchdown, colocando os Cardinals na frente no segundo quarto. Fehoko ressaltou a qualidade do passe e a boa conexão com Beck, que trabalhou com os recebedores para aprimorar jogadas na red zone durante o treinamento.

Apesar da derrota, a estreia de Carson Beck foi considerada um bom ponto de partida para sua carreira na NFL, com espaço para melhorias e aprendizado contínuo.

Fontes