
Tony Parker assume comando do ASVEL na França e recebe Patty Mills, ex-Spurs, para a temporada
Tony Parker, agora técnico do ASVEL Villeurbanne, na França, celebrou a chegada de Patty Mills, seu ex-companheiro no San Antonio Spurs, que assinou contrato de um ano para estrear na EuroLeague pelo clube francês.
Tony Parker, ex-jogador do San Antonio Spurs, iniciou sua carreira como técnico profissional no ASVEL Villeurbanne, clube francês do qual é também presidente e proprietário majoritário. A chegada de Patty Mills, seu ex-companheiro de Spurs, foi motivo de grande entusiasmo para Parker, que destacou a importância de ter um jogador com a mesma filosofia e experiência para liderar o time.
Mills assinou contrato de um ano com o ASVEL, marcando sua estreia na EuroLeague. Os dois jogaram juntos por nove temporadas em San Antonio, conquistando o título da NBA em 2014. Parker pretende aplicar a cultura vencedora que viveu com os Spurs, sob o comando de Gregg Popovich, para construir um time forte e competitivo na França.
Após se aposentar em 2019, Parker passou cerca de dois anos se preparando para a transição para a função de técnico, obtendo as licenças necessárias na França. Ele também estudou sistemas de jogo e preparação em treinamentos do New York Knicks, equipe campeã da NBA em 2023, para aprimorar sua formação.
O ASVEL terminou a última temporada da liga francesa em quarto lugar, com 20 vitórias e 10 derrotas, mas foi eliminado nas quartas de final e teve desempenho ruim na EuroLeague, ficando em último lugar com 8 vitórias e 30 derrotas. Além disso, o clube enfrenta restrições financeiras que levaram à saída de jogadores como Daniel Theis, Armoni Brooks e Sylvain Francisco.
O elenco veterano do ASVEL conta com ex-jogadores da NBA como TyTy Washington, Joel Bolomboy e Jae Crowder, além de Mills. Parker acredita que o trabalho de construir uma cultura vencedora, inspirado no modelo dos Spurs, pode levar o clube a um futuro promissor.
Ele reconhece que o ASVEL não é San Antonio, mas aposta que sua experiência e a liderança de Mills podem trazer um novo ciclo de sucesso para o time francês. "É só o começo, e agora estou ansioso pelo futuro com o ASVEL", afirmou Parker.
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Charlotte Hornets inicia nova era após troca de LaMelo Ball com foco em jovens Miller e Knueppel
Após uma das melhores temporadas recentes, os Hornets trocaram LaMelo Ball para os Timberwolves, recebendo Naz Reid e várias escolhas de draft. A equipe aposta na liderança dos jovens Brandon Miller e Kon Knueppel, com reforços veteranos para apoiar o elenco.
Os Charlotte Hornets decidiram mudar radicalmente seu rumo na offseason de 2026 após uma temporada de sucesso. A principal movimentação foi a troca do armador LaMelo Ball para o Minnesota Timberwolves, em troca do ala-pivô Naz Reid, uma escolha de primeira rodada não protegida de 2033, três escolhas de segunda rodada e três trocas de escolhas de primeira rodada.
Essa decisão sinaliza a aposta da franquia nos jovens Brandon Miller e Kon Knueppel como pilares para o futuro próximo. Além disso, os Hornets dispensaram o veterano Miles Bridges e contrataram os experientes Grayson Allen, Dennis Schroder, Royce O'Neale e Dorian Finney-Smith para ajudar a guiar o elenco na nova fase.
LaMelo Ball, que teve média de 20,1 pontos e 7,1 assistências na última temporada, era peça central no ataque da equipe, o que levanta dúvidas sobre como o time compensará sua saída. O técnico Charles Lee deverá adotar uma abordagem coletiva para suprir a ausência do armador, contando com Miller, Knueppel e o recém-renovado Coby White, que assinou contrato de três anos e US$ 74 milhões.
O elenco dos Hornets também contará com uma rotação interessante de pivôs, incluindo Hannes Steinbach, Moussa Diabate, Ryan Kalkbrenner e Naz Reid, cada um com características distintas que podem contribuir para o desempenho da equipe.
A diretoria optou por uma estratégia que prioriza a construção de um elenco jovem e flexível, acumulando ativos futuros em draft para evitar a mediocridade crônica e buscar crescimento sustentável. O presidente Jeff Peterson destacou que o objetivo da franquia não é apenas alcançar o play-in ou os playoffs em curto prazo, mas sim estabelecer uma base sólida para o sucesso futuro.
Com essa reformulação, os Hornets devem apresentar um time diferente em termos de estilo e composição, focado em profundidade, arremessos de longa distância e desenvolvimento dos jovens talentos, enquanto buscam avançar na NBA nos próximos anos.
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Basketball Without Borders celebra 25 anos e lança novo formato para revelar talentos internacionais da NBA
O programa global Basketball Without Borders, parceria da NBA e FIBA, comemora 25 anos com um novo formato de acampamento para os melhores prospectos internacionais. O evento reúne jovens jogadores de diversos países para desenvolvimento técnico e exposição a olheiros da NBA.
Basketball Without Borders (BWB), programa global de desenvolvimento da NBA e da FIBA, completou 25 anos em 2023 e lançou um novo formato de acampamento para os principais prospectos internacionais. O evento deste ano ocorreu em Istambul, Turquia, reunindo jogadores de 44 países e territórios de seis continentes.
O novo formato consiste em dois acampamentos anuais, o "Next Up" masculino e feminino, que reúnem os 80 melhores prospectos fora dos Estados Unidos para competir entre si. O primeiro acampamento masculino foi realizado neste verão, enquanto o feminino está previsto para o outono em local ainda não divulgado. Os destaques desses acampamentos são convidados para os tradicionais BWB All-Star camps durante os finais de semana do NBA e WNBA All-Star.
Jogadores da NBA como Jalen Suggs e Khris Middleton atuaram como treinadores no acampamento em Istambul, conduzindo sessões de desenvolvimento técnico, testes atléticos e seminários sobre habilidades de vida. Suggs destacou a importância de compartilhar conhecimento e ajudar os jovens atletas a crescerem tanto no basquete quanto na vida.
Desde sua criação, quase 5.000 jogadores de 149 países participaram do programa, com 155 ex-participantes já atuando na NBA ou WNBA. Entre os jogadores que passaram pelo BWB estão o atual bicampeão MVP Shai Gilgeous-Alexander, o MVP de 2023 Joel Embiid, o quatro vezes All-Star Pascal Siakam e o campeão de 2023 Jamal Murray.
O processo de seleção dos jogadores envolve uma equipe da NBA focada em scouting internacional, que acompanha eventos da FIBA e mantém contato com clubes, federações, técnicos e agentes para identificar talentos ao redor do mundo. A centralização dos melhores prospectos em um único acampamento facilita a avaliação por parte dos olheiros da NBA, que tiveram ampla presença em Istambul.
A NBA e a FIBA reformularam o BWB para acompanhar o crescimento global do basquete, elevando o nível mínimo dos jogadores participantes e promovendo maior competitividade internacional. Brendan McKillop, diretor de basquete de elite da NBA, ressaltou que o programa tem impacto significativo na vida dos jovens atletas e valor para as equipes da liga.
Além do BWB, a NBA planeja expandir suas iniciativas internacionais, como o crescimento da Basketball Africa League e o lançamento da NBA Europe League previsto para 2027, com 16 equipes. O programa continua a impulsionar a internacionalização da NBA, que atualmente conta com um recorde de 135 jogadores nascidos fora dos Estados Unidos, incluindo mais de 50 ex-participantes do BWB.
Jogadores da NBA envolvidos no programa destacam a diversidade de estilos de jogo trazida pelos atletas internacionais e a importância de proporcionar um ambiente de aprendizado e apoio para os jovens talentos. O BWB segue sendo uma plataforma essencial para revelar e desenvolver a próxima geração de estrelas do basquete mundial.
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Impasse nas negociações entre Detroit Pistons e Jalen Duren por contrato de extensão
As negociações entre os Detroit Pistons e o restricted free agent Jalen Duren estão travadas devido a uma diferença significativa no valor do contrato. Enquanto o time oferece cerca de US$ 35 milhões anuais, o jogador e seu agente buscam mais de US$ 40 milhões por temporada.
As conversas entre Jalen Duren e os Detroit Pistons permanecem emperradas desde o último verão, sem acordo próximo antes do prazo do outono passado, o que levou a uma pausa nas negociações até esta offseason. Duren, de 22 anos, respondeu com uma temporada regular de destaque, com médias de 19,5 pontos e 10,5 rebotes, consolidando-se como peça importante na campanha de 60 vitórias da equipe.
O principal ponto de discórdia é o valor do contrato. Os Pistons propõem um acordo de cinco anos com cerca de US$ 35 milhões anuais, enquanto Duren, representado pelo agente Chafie Fields, busca um valor acima de US$ 40 milhões por ano. Apenas seis pivôs na NBA ganham mais de US$ 35 milhões na próxima temporada, o que torna a proposta dos Pistons significativa, mas ainda inferior à expectativa do jogador.
Duren qualificou-se para a "Rose Rule" ao ser selecionado para o terceiro time All-NBA, o que o torna elegível para um contrato começando em 30% do teto salarial, o que poderia chegar a US$ 287 milhões em cinco anos. No entanto, os Pistons mantêm uma oferta consideravelmente abaixo desse patamar, próxima a 25% do teto, que é o máximo para jogadores que não se qualificam para a "Rose Rule".
A diretoria dos Pistons, liderada pelo presidente de operações de basquete Trajan Langdon, busca manter o núcleo jovem do time, incluindo Duren, Cade Cunningham e Ausar Thompson, enquanto evita ultrapassar o limite do luxury tax. Atualmente, o time tem US$ 36,5 milhões de espaço abaixo do limite, dependendo do desfecho das negociações.
Duren tem a opção de jogar a próxima temporada pelo valor do qualifying offer de US$ 9,6 milhões, tornando-se agente livre irrestrito no ano seguinte, mas isso implicaria abrir mão de mais de US$ 170 milhões em garantias. Essa estratégia é rara entre jogadores de primeira rodada, com poucos precedentes comparáveis.
Especialistas e agentes ouvidos indicam que o impasse é uma disputa de resistência, com o valor final provavelmente ficando entre US$ 35 e US$ 38 milhões anuais. A situação permanece aberta, com ambas as partes firmes em suas posições, enquanto a temporada se aproxima.
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Victor Oladipo pede nova chance em carta aberta a gerentes gerais da NBA
Victor Oladipo, que está afastado da NBA desde abril de 2023 devido a lesões, escreveu uma carta aberta aos gerentes gerais da liga solicitando uma nova oportunidade, afirmando estar saudável e pronto para voltar a jogar.
Victor Oladipo, duas vezes All-Star da NBA, redigiu uma carta aberta aos gerentes gerais da liga por meio do Players' Tribune, na qual pede uma nova chance para retomar sua carreira, que foi prejudicada por lesões graves.
O jogador de 34 anos não atua na NBA desde abril de 2023, quando defendia o Miami Heat e rompeu o tendão patelar do joelho esquerdo. Em 2019, ele também sofreu uma ruptura no tendão do quadríceps do joelho direito. Desde então, não disputou mais do que 42 jogos em uma temporada da NBA.
Na carta, Oladipo afirma acreditar que seu corpo está recuperado e que ainda tem muito basquete de alto nível para oferecer. Ele destaca o desejo de ser um contribuidor valioso para um vestiário da NBA e pede uma oportunidade para provar isso.
Na última temporada, Oladipo jogou 26 partidas na G League pelo Wisconsin Herd, com médias de 13,5 pontos, 4,6 rebotes e 3,8 assistências. Em julho, durante a NBA Summer League em Las Vegas, ele realizou um treino privado para membros de equipes da liga, visando demonstrar sua condição física.
O jogador também menciona a inspiração que recebe de sua filha Naomi, apelidada de "Nomi", e expressa o desejo de que ela veja essa fase de sua vida como um exemplo de força e autenticidade.
Ao longo de dez temporadas na NBA, Oladipo registrou médias de 16,9 pontos, 4,5 rebotes, 3,9 assistências e 1,6 roubos de bola por jogo.
Ele conclui a carta reconhecendo que não sabe como sua trajetória na NBA terminará, agradecendo aos gerentes gerais que dedicaram tempo para ler sua mensagem e prometendo dedicação total caso receba uma nova chance.
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Philadelphia 76ers assinam com o pivô de 2,29m Tacko Fall e outros para contrato de treinamento
O Philadelphia 76ers anunciou a contratação de Tacko Fall, Jameer Nelson Jr. e Saint Thomas por contratos Exhibit 10 para o treinamento da equipe em Camden, Nova Jersey.
O Philadelphia 76ers confirmou a assinatura de contratos Exhibit 10 com três jogadores: Tacko Fall, Jameer Nelson Jr. e Saint Thomas. Todos participarão do treinamento da equipe no final deste mês em Camden, Nova Jersey.
Tacko Fall, com 2,29 metros de altura, jogou pela última vez na NBA na temporada 2021-22 pelo Cleveland Cavaliers. Mais recentemente, atuou pelo Ningbo Rockets na Associação Chinesa de Basquete.
Jameer Nelson Jr. teve uma média de 18,9 pontos, 3,4 assistências e 1,2 roubos de bola em 25 jogos pela equipe Stockton Kings da G League na última temporada. Seu pai, Jameer Nelson Sr., é vice-presidente executivo de operações de basquete dos 76ers.
Saint Thomas jogou na última temporada pelo Delaware Blue Coats, afiliado dos 76ers na G League, com médias de 12,5 pontos, 5,0 rebotes e 3,7 assistências, com 46,6% de aproveitamento nos arremessos.
Esses contratos Exhibit 10 são comuns para jogadores que participam do treinamento da equipe com possibilidade de serem realocados para o time afiliado na G League.
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Washington Wizards iniciam reconstrução com Dybantsa, Trae Young e Anthony Davis para temporada 2026-27
Após anos de resultados negativos, os Wizards apostam em uma nova base liderada pelo novato AJ Dybantsa, o armador Trae Young e o veterano Anthony Davis para avançar na temporada 2026-27 da NBA.
Após três anos consecutivos com mais de 60 derrotas, o Washington Wizards conquistou a primeira escolha geral do draft de 2026, selecionando AJ Dybantsa, que se tornou o principal pilar da reconstrução da equipe.
Além de Dybantsa, o time conta com o armador Trae Young, que foi contratado em uma troca na temporada anterior e recebeu uma extensão contratual de quatro anos no valor de US$ 212 milhões. A equipe também conta com o veterano Anthony Davis, adquirido na mesma troca, e o jovem Alex Sarr, selecionado como segunda escolha geral no draft de 2024.
Para reforçar o elenco, os Wizards adicionaram Khris Middleton e Deandre Ayton, buscando dar mais profundidade ao elenco jovem que inclui também Kyshawn George, Tre Johnson e Will Riley. Por outro lado, perderam jogadores como Cam Whitmore, D'Angelo Russell e Jaden Hardy.
A equipe aposta em Trae Young para atuar mais como distribuidor, aproveitando o potencial ofensivo de Dybantsa, Davis e Sarr. No entanto, há dúvidas sobre o encaixe de Ayton no elenco e sobre a continuidade de Davis, que ainda não definiu se aceitará uma extensão máxima ou pedirá troca.
A saúde e o desempenho de Davis serão determinantes para o sucesso dos Wizards, que enfrentam um Leste cada vez mais competitivo. A expectativa é que o time dê um salto significativo na temporada 2026-27, mas ainda existem questionamentos sobre o teto da equipe.
Washington também enfrenta desafios para estabelecer uma vantagem de jogar em casa, devido à população transitória da região de D.C. O armador Trae Young, individualmente, tem uma das maiores desvantagens de desempenho em casa na liga.
No geral, os Wizards montaram um elenco estrelado, com jovens promissores e veteranos experientes, buscando retomar a competitividade na NBA após anos de reconstrução.


