
Tony Reno, que levou Yale a 5 títulos da Ivy League, morre aos 52 anos
Tony Reno, ex-técnico de Yale, faleceu aos 52 anos. Ele conquistou cinco títulos da Ivy League e liderou o time para a primeira vitória nos playoffs da FCS na história do programa.
Tony Reno, ex-técnico de futebol americano da Universidade de Yale, faleceu aos 52 anos. Ele foi responsável por guiar os Bulldogs a cinco títulos da Ivy League e conquistou a primeira vitória da equipe nos playoffs da NCAA FCS, um marco histórico para o programa.
Reno esteve à frente do time principal de Yale de 2012 até 2025, acumulando um recorde de 83 vitórias e 49 derrotas. Ele é o segundo treinador com mais vitórias na história da equipe, atrás apenas de Carm Cozza, que venceu 179 jogos e conquistou 10 títulos da Ivy League entre 1965 e 1996.
Antes de assumir como treinador principal, Reno atuou como assistente técnico de Yale por seis temporadas, de 2003 a 2008, e também trabalhou por três anos no staff de Harvard. Em 2017, ele conduziu Yale a um recorde de 9-1 e ao primeiro título da Ivy League da escola desde 2006.
No último ano da carreira, em 2024, Reno liderou Yale para se tornar o primeiro time da Ivy League a se classificar automaticamente para os playoffs da NCAA FCS. A equipe superou uma desvantagem de 28 pontos para vencer dramaticamente o Youngstown State, garantindo a primeira vitória da história do programa na pós-temporada.
Reno foi duas vezes eleito Treinador do Ano da Ivy League e teve seis temporadas com recordes positivos em suas últimas oito campanhas. Ele também venceu sete dos últimos nove confrontos contra o rival Harvard.
O diretor atlético de Yale, Vicky Chun, destacou o impacto de Reno além das conquistas esportivas, ressaltando seu compromisso com a mentoria e o desenvolvimento pessoal dos jogadores. O atual técnico de Yale, Kevin Cahill, lembrou que Reno valorizava a família e o crescimento dos jovens atletas, sempre buscando que eles alcançassem seu melhor potencial.
Tony Reno deixa a esposa Toni e os filhos Dante, Angelina e Vince. Dante, que iniciou a temporada como quarterback titular de Yale, é um ex-recruta quatro estrelas que começou sua carreira universitária na Universidade da Carolina do Sul. Na temporada passada, ele lançou para 2.498 jardas e 21 touchdowns, ajudando Yale a conquistar o título da Ivy League com um recorde de 9-3.
A comunidade de Yale e o futebol americano universitário lamentam a perda de um treinador e mentor que deixou um legado duradouro dentro e fora dos campos.
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68 universidades alcançam ou quase atingem limite de US$ 20,5 milhões no sistema de compartilhamento de receita da NCAA
Sessenta e oito escolas, correspondendo ao número de programas atléticos nas quatro maiores conferências da Divisão I, atingiram ou ficaram próximas do limite de US$ 20,5 milhões no primeiro ano do sistema que permite o pagamento direto aos atletas.
De acordo com documentos judiciais divulgados pela College Sports Commission (CSC), 68 universidades alcançaram ou ficaram dentro de 5% do limite de US$ 20,5 milhões estabelecido para o compartilhamento de receita na primeira temporada do novo sistema que permite o pagamento direto aos atletas.
Ao todo, 319 escolas optaram por participar do acordo definido no processo House, que estabeleceu o limite em 22% da média de determinadas receitas dos departamentos atléticos das conferências Power Four. Dessas, 307 distribuíram US$ 1,77 bilhão em receita para os atletas.
A CSC manteve em sigilo a identidade das 68 universidades que atingiram o limite, mas era amplamente esperado que todas as instituições das conferências Power Four participassem integralmente para não ficarem em desvantagem na competição por talentos.
Os relatórios da CSC indicam que 34.915 atletas de 307 escolas, distribuídas em 33 conferências e 45 esportes, receberam pagamentos. A Divisão I conta com 365 escolas.
Além do compartilhamento de receita, a CSC também analisa acordos de nome, imagem e semelhança (NIL) feitos por terceiros, que frequentemente ultrapassam o limite estabelecido, que foi elevado para US$ 21,58 milhões nesta temporada.
Um projeto de lei aprovado recentemente no Senado propõe mais que dobrar esse limite para US$ 48,8 milhões, com o valor adicional destinado a um "fundo de retenção" para manter os atletas em seus times atuais. A expectativa é que esse fundo traga parte dos recursos de NIL de terceiros para dentro do limite de compartilhamento de receita, facilitando a regulamentação.
As escolas que aderiram ao sistema de compartilhamento também precisam cumprir outras partes do acordo House, incluindo limites de elenco que foram reajustados, além da remoção do limite no número de bolsas de estudo que podem ser oferecidas.
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Connelly: Times principais do futebol americano universitário sob alerta de zebra na Semana 5
A Semana 5 do futebol americano universitário promete surpresas, com oito dos 12 times principais jogando fora de casa e vários favoritos com chances reais de perder. Destaques incluem confrontos entre Alabama e Mississippi State, além de Ohio State contra Iowa, com análises detalhadas das probabilidades e desempenhos recentes.
Setembro é um mês tanto emocionante quanto enganoso no futebol americano universitário. Historicamente, o vencedor do "September Heisman" raramente conquista o Heisman real, e nas últimas 21 temporadas, o time classificado em primeiro na Semana 5 conquistou o título nacional apenas três vezes.
Nesta Semana 5, apesar de não haver tantos jogos de destaque como na Semana 4, oito dos 12 times principais do ranking AP jogarão fora de casa, e três são favoritos por menos de um touchdown. As projeções SP+ indicam que a chance de três favoritos perderem é de 23,9%, quase o dobro da chance de todos os oito vencerem (11,9%).
Entre os jogos mais aguardados está Alabama (7º) visitando Mississippi State (16º). Mississippi State, que superou as expectativas com um recorde de 4-0 contra uma previsão de 2 vitórias, conta com Kamario Taylor, vencedor do "September Heisman", para tentar quebrar uma sequência de 14 vitórias de Alabama nos confrontos entre os dois. O quarterback de Alabama, Keelon Russell, também é destaque, com a equipe apresentando uma ofensiva forte e uma defesa que, apesar de sólida contra o jogo terrestre, tem vulnerabilidades no passe.
Outro confronto importante é Ohio State contra Iowa, no histórico estádio Kinnick. A fonte lembra a derrota de Ohio State por 55-24 em 2017, na última visita dos Buckeyes a Kinnick. Apesar da defesa sólida, a eficiência ofensiva de Iowa é questionável, enquanto Ohio State busca manter sua campanha forte.
Outros jogos de interesse incluem Florida enfrentando Missouri, com Florida liderando em pontos por posse, e TCU contra BYU, onde a defesa de BYU tem se destacado criando dois turnovers por jogo. Texas Tech visita Colorado, em um duelo onde a defesa agressiva de Colorado tentará conter a eficiente, porém propensa a erros, ofensiva de Texas Tech.
Clemson enfrenta Miami, com a defesa de Clemson tendo permitido apenas 0,8 pontos por drive desde a Semana 1, enquanto Miami apresenta uma das ofensivas mais produtivas. Notre Dame visita North Carolina, onde a defesa dos Tar Heels pode ser um desafio para o ataque dos Irish.
Indiana enfrenta Rutgers, em um jogo onde a defesa de Indiana tem mostrado mais falhas do que o esperado, e Rutgers tem mostrado melhorias ofensivas. Além disso, Virginia Tech e Pitt, ambos com campanha de 4-0, se enfrentam em um jogo que promete ser intenso.
A Semana 5 traz uma série de desafios para os favoritos, com jogos equilibrados e potenciais zebras, tornando o cenário do futebol americano universitário ainda mais imprevisível e emocionante.
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Showcase épico de quarterbacks em Starkville marca a Semana 5 do futebol universitário
A Semana 5 do futebol universitário traz um confronto aguardado entre Mississippi State e Alabama, destacando o quarterback Kamario Taylor. O duelo coloca frente a frente dois talentos emergentes da SEC, com Taylor buscando consolidar sua reputação nacional.
Kamario Taylor, quarterback do Mississippi State, tem sido uma das maiores surpresas da temporada 2026 do futebol universitário. Apesar de ter apenas seis jogos como titular, Taylor já é comparado a grandes nomes como Lamar Jackson e é visto como um possível número 1 no draft da NFL de 2028. Sua promessa de ser uma "highlight reel ambulante" tem se mostrado verdadeira, com atuações que encantam fãs e analistas.
Taylor, natural do Mississippi, demonstra um forte vínculo com sua equipe e região, o que alimenta especulações sobre sua permanência no programa, apesar das frequentes conversas sobre possíveis transferências. Até o momento, ele enfrentou adversários como ULM, Minnesota, South Carolina e Missouri, mas o teste mais duro será contra Alabama.
Do outro lado, Alabama apresenta Keelon Russell, outro quarterback de destaque da classe de recrutamento de 2025, que também tem números impressionantes. Alabama mantém uma sequência de 16 vitórias sobre Mississippi State, que raramente consegue manter o jogo próximo.
Além desse confronto, a Semana 5 reserva outros jogos importantes, como Virginia Tech contra Pitt, ambos invictos na ACC, e Miami enfrentando Clemson. Florida, após uma vitória significativa sobre Ole Miss, encara Missouri, que apesar de estar no ranking, tem um desempenho questionável contra equipes de conferências fortes.
Outros destaques incluem o desafio de Ohio State contra Iowa e a campanha de Cincinnati, que está 4-0.
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Iowa busca surpreender Ohio State no histórico estádio Kinnick, conhecido por suas zebras
No próximo sábado, Iowa enfrenta Ohio State no estádio Kinnick, local famoso por suas surpresas contra times top-10. Apesar de ser favorito, Ohio State terá que superar a atmosfera única e a tradição do estádio para evitar uma derrota inesperada.
No sábado, o Iowa Hawkeyes receberá o Ohio State Buckeyes no Kinnick Stadium, buscando uma vitória que pode definir sua temporada. O Iowa chega com um recorde de 4-0 e ocupando a 14ª posição no ranking nacional, embalado pela vitória dramática contra Michigan fora de casa. O jogo terá grande destaque, com a presença do programa "College GameDay" em Iowa City pela primeira vez em 20 anos.
Embora os apostadores vejam o Iowa como azarão, com uma desvantagem de duas posses de bola no DraftKings, o Kinnick Stadium é conhecido por ser um palco de surpresas. Com capacidade para 69.250 torcedores, o estádio é pequeno comparado a outros, mas é famoso por sua atmosfera intensa e por causar dificuldades a equipes ranqueadas entre as dez melhores.
Um dos aspectos mais peculiares do Kinnick Stadium é o vestiário visitante pintado de rosa. A tradição começou em 1979, quando o técnico Hayden Fry, formado em psicologia, decidiu pintar o vestiário adversário dessa cor após ler que o rosa acalma as pessoas. Na visão de Fry, treinadores que reclamavam da cor não conseguiam vencê-lo depois. Tentativas de neutralizar o efeito, como a do Michigan em 2016, que decorou o vestiário com suas cores, não impediram a vitória do Iowa por 14 a 13.
Especialistas em psicologia do esporte são céticos quanto ao impacto direto da cor rosa no desempenho dos jogadores, mas reconhecem que pode causar distração. No entanto, atletas bem preparados não deveriam ser afetados por isso.
Outra tradição marcante do estádio é "The Wave", iniciada em 2017. No final do primeiro quarto, os torcedores fazem uma onda em homenagem às crianças do Stead Family Children's Hospital, que fica ao lado do estádio e tem vista para o campo. Desde 2022, o programa "Kid Captain" seleciona uma criança para ser capitã do jogo, participando de eventos pré-jogo e escolhendo uma música para acompanhar a onda.
A reputação do Kinnick Stadium como um local difícil para times top-10 é respaldada pelos números. Nos últimos 10 anos, Iowa recebeu nove times ranqueados entre os dez melhores e venceu quatro desses confrontos, incluindo uma vitória memorável sobre Ohio State em 2017 por 55 a 24, quando também era azarão por duas posses de bola. Dos nove jogos, oito terminaram em vitória do Iowa ou derrota por uma posse de bola, e o índice de 89% do Iowa é o quarto melhor do país desde 2016, segundo a ESPN Research.
Com Ohio State vindo de uma vitória convincente por 42 a 19 sobre Illinois, a equipe estará bem preparada para o desafio. Resta saber se a tradição do vestiário rosa, a atmosfera única e o histórico de surpresas do Kinnick Stadium conseguirão desequilibrar os Buckeyes no sábado.
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Surto de caxumba afeta equipe de futebol americano de San Diego State antes da estreia na Pac-12
San Diego State enfrenta um surto de caxumba que atingiu 14 casos confirmados dentro do time de futebol americano. A situação ocorre pouco antes da estreia da equipe na Pac-12, com vários jogadores indisponíveis para o próximo jogo.
A universidade San Diego State divulgou um boletim informando que o Departamento de Saúde Pública do Condado de San Diego confirmou 14 casos de caxumba, todos concentrados em um único time atlético, que reportagens indicam ser o time de futebol americano.
Na última quarta-feira, o relatório de disponibilidade da equipe mostrou quase três dezenas de jogadores, com 17 deles listados como duvidosos ou fora para o próximo jogo. Entre os nove jogadores indisponíveis para a partida de sábado estão o running back Lucky Sutton, com entorse no tornozelo, e o guard Michael Leville Watkins. O running back reserva Javion Kinnard, que sofreu uma lesão no joelho na derrota por 41-16 para Toledo, também está entre os oito jogadores duvidosos.
O técnico Sean Lewis comentou sobre as dificuldades enfrentadas: "Os deuses do futebol não têm sido favoráveis com nossa sorte em lesões. Os jogadores precisam estar prontos para assumir quando for necessário. Estamos enfrentando uma tempestade, mas isso também vai passar e precisamos encontrar uma forma de superar."
Lewis preferiu não identificar os jogadores afetados pelo surto devido a leis federais de privacidade. Em 18 de setembro, a universidade confirmou três casos de caxumba e dois prováveis, todos ligados a um único time, e afirmou que esses jogadores já não estavam mais contagiosos.
O diretor médico dos Serviços de Saúde Estudantil de San Diego State, Dr. T. Ghosh, explicou que os sintomas da caxumba podem surgir de 12 a 25 dias após a exposição, indicando que os novos casos refletem a propagação dentro do time e possível exposição a contatos próximos. A universidade está tomando diversas medidas diárias para conter o surto.
A caxumba é conhecida por causar inchaço nas bochechas e mandíbula dolorida, além de febre, dor de cabeça, dores musculares, fadiga, perda de apetite e dor perto das orelhas ou mandíbula. Em casos raros, pode causar inflamação nos testículos, ovários, cérebro, ouvidos, seios e pâncreas.
Ghosh recomendou que os estudantes evitem compartilhar bebidas, alimentos, dispositivos para fumar ou vapear, que cubram tosse e espirros, lavem as mãos frequentemente, limpem superfícies tocadas e permaneçam em casa se estiverem doentes.
San Diego State está oferecendo uma dose gratuita de reforço da vacina MMR para os estudantes.
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Polícia investiga denúncia de estupro contra jogador de futebol americano da LSU
A polícia está investigando uma acusação de estupro contra Damien Shanklin, jogador de futebol americano da LSU. A denúncia foi feita pela estudante Kendall Francis, que também teve o caso analisado pela universidade, que inicialmente o considerou responsável pelo ato.
A estudante Kendall Francis solicitou à polícia em setembro que abrisse um processo criminal contra Damien Shanklin, defensive end da LSU, após o Escritório de Direitos Civis e Title IX da universidade considerá-lo responsável por "estupro forçado". Francis tornou a acusação pública em um vídeo no TikTok em 14 de setembro.
A polícia da LSU confirmou que a investigação está em andamento, e o Escritório do Promotor Distrital de East Baton Rouge afirmou que está coletando materiais e investigando o caso, mas não deu mais detalhes.
Os advogados de Shanklin, Grant Willis e Morgan H. Johnson, afirmaram que seu cliente nega as acusações e que cooperará integralmente com a investigação criminal. Eles ressaltaram que as informações divulgadas até o momento não representam o quadro completo dos fatos.
Em julho, a LSU considerou Shanklin responsável pelo "estupro forçado" e aplicou uma suspensão de um ano, que incluía a proibição total de frequentar o campus e participar de atividades. Após recurso, uma juíza administrativa manteve a responsabilidade, mas reduziu a punição para quatro semestres de liberdade condicional sem restrições, permitindo que Shanklin permanecesse matriculado, no campus e participando das atividades, desde que não se envolvesse em problemas.
Na decisão de 25 de agosto, a juíza Janet Waguespack considerou a punição inicial "excessivamente severa" e destacou que Shanklin não tinha histórico disciplinar anterior na LSU. Ela também apontou que o incidente ocorreu em uma única ocasião e foi breve, com "atividade consensual e não consensual", sem malícia ou uso de força, e que Shanklin tentou consolar a vítima e demonstrou preocupação com a saúde mental dela.
Francis relatou que o contato sexual inicial em 18 de outubro de 2025 no dormitório de Shanklin foi consensual, mas que ele continuou a relação sexual sem seu consentimento por cerca de 20 segundos após ela pedir para parar. Shanklin afirmou que perguntou se ela queria que parasse e que ela não respondeu, continuando por cerca de 20 segundos até que ela pediu para interromper.
Após o ocorrido, Francis enviou mensagens a Shanklin dizendo que queria fazer exame de corpo de delito e expressou pensamentos suicidas. A mãe de Shanklin entrou em contato com Francis pedindo que não prejudicasse a carreira do filho. Shanklin enviou US$ 1.000 a Francis após ela perguntar sobre um possível acordo financeiro.
Policiais da LSU conversaram com Shanklin em 18 de outubro devido a preocupações sobre possíveis acusações e a saúde mental de Francis. Também visitaram Francis em seu apartamento, constataram instabilidade mental e a encaminharam para o hospital, onde ela realizou exame de corpo de delito.
Francis afirmou que Shanklin havia indicado que estava suspenso do time e que, quando o viu jogar em uma partida naquele outono, foi uma "bofetada na cara". Shanklin jogou cinco partidas na temporada de 2025, três delas após 18 de outubro, incluindo o Texas Bowl em 27 de dezembro, semanas após a polícia enviar o relatório ao escritório de Title IX.
Quando questionado sobre por que Shanklin não estava no acampamento de outono em agosto, o técnico de primeiro ano da LSU, Lane Kiffin, disse aos repórteres: "Ele não está treinando com o time no momento, e é só isso que posso comentar." Shanklin não jogou nesta temporada.
Francis contratou um advogado e, segundo seu representante, não recebeu apoio acadêmico adequado da universidade, tendo que mudar para aulas online e enfrentando dificuldades financeiras e atraso na formatura.
A LSU afirmou que seguiu corretamente suas políticas e procedimentos relacionados ao Title IX e que o caso foi tratado profissionalmente. O presidente da universidade, Wade Rousse, reforçou que as ações foram conduzidas conforme as melhores práticas.
Em 2020, a LSU contratou o escritório Husch Blackwell para revisar o tratamento de denúncias de agressão sexual na universidade, após vários incidentes envolvendo atletas. O relatório de 2021 apontou falhas no atendimento e na estrutura do escritório de Title IX, o que levou a mudanças e novas leis estaduais sobre o tema.



