
Toronto Tempo contrata Aneesah Morrow em troca com Connecticut Sun
O Toronto Tempo adquiriu a ala Aneesah Morrow do Connecticut Sun em troca dos direitos de Maria Kliundikova e uma escolha de segunda rodada de 2028. A negociação foi anunciada na sexta-feira e representa o primeiro movimento da temporada na WNBA antes do prazo de trocas.
O Toronto Tempo confirmou a contratação da ala Aneesah Morrow, que pertencia ao Connecticut Sun, em uma troca que envolveu os direitos da jogadora Maria "Masha" Kliundikova e uma escolha de segunda rodada do draft de 2028 para o Sun.
Morrow, com 1,85m de altura, chega para suprir a necessidade do Tempo por uma jogadora jovem e versátil na posição de ala/pivô. A ex-jogadora da LSU participou de 20 jogos na temporada atual pelo Sun, com médias de 11,6 pontos e 8,9 rebotes em 23,2 minutos, conquistando nove duplos-duplos, principalmente vindo do banco.
Selecionada na sétima escolha do draft do ano anterior pelo Connecticut, Morrow tem contrato até 2027, com opção da equipe para 2028 e se tornará agente livre restrita em 2029.
Monica Wright Rogers, gerente geral do Tempo, destacou o impacto da atleta: "Ela é uma competidora incansável que influencia o jogo de várias formas, especialmente pela sua capacidade de rebote. Acreditamos que ela é um dos talentos emergentes da linha de frente na liga e estamos animados para vê-la com a camisa do Tempo."
Jen Rizzotti, presidente do Connecticut Sun, agradeceu a contribuição de Morrow: "Somos muito gratos pelo tempo que Aneesah passou conosco, pelo profissionalismo, comprometimento e dedicação desde o momento em que a selecionamos. Ela foi uma embaixadora incrível dentro e fora das quadras e construiu relacionamentos significativos com fãs, companheiras e equipe. Desejamos muito sucesso na nova fase da carreira dela."
Maria Kliundikova, com 1,93m, jogou três temporadas na WNBA, tendo atuado pelo Minnesota Lynx na última temporada, com médias de 4,4 pontos e 3,0 rebotes em 11 minutos por jogo, e anteriormente pelo Los Angeles Sparks entre 2018 e 2019. Apesar de selecionada no draft de expansão pelo Toronto, Kliundikova não jogou na WNBA nesta temporada.
Fontes indicam que ainda não está definido se Kliundikova, que completou 28 anos, retornará à liga na próxima temporada, mas essa é a expectativa do Connecticut Sun, que se mudará para Houston após a atual temporada.
Na temporada de estreia do Toronto Tempo como equipe canadense, o time tem um retrospecto de 10 vitórias e 18 derrotas, estando fora da zona de playoffs. O Connecticut Sun, em reconstrução, possui 7 vitórias e 22 derrotas, com as melhores chances para a primeira escolha do draft de 2027.
Esta troca foi o primeiro movimento oficial da WNBA rumo ao prazo de trocas da metade da temporada, que ocorrerá no domingo.
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Caitlin Clark e sua rotina de aquecimento que agita a WNBA e os fãs do Indiana Fever
Caitlin Clark é destaque não apenas em quadra, mas também por sua intensa rotina de aquecimento antes dos jogos do Indiana Fever, que atrai milhares de fãs ao Gainbridge Fieldhouse. Sua presença tem impulsionado a popularidade e o público da equipe na WNBA.
Caitlin Clark, estrela do Indiana Fever, é conhecida por sua rotina de aquecimento antes dos jogos, que se tornou um espetáculo à parte e atrai milhares de fãs ao Gainbridge Fieldhouse. Os torcedores começam a formar fila horas antes da abertura dos portões, ansiosos para ver de perto a jogadora e conseguir autógrafos, mesmo com o acesso restrito a apenas cerca de 20 pessoas próximas ao túnel de entrada das atletas.
Clark, que está se recuperando de uma temporada com lesões, utiliza o período pré-jogo para se "ativar", realizando exercícios que simulam a intensidade e o contato físico das partidas. Seu assistente técnico, Austin Kelly, ajuda a replicar a defesa agressiva que ela enfrenta na WNBA, preparando-a para manter o equilíbrio sob pressão.
Além dos exercícios, Clark participa de uma coletiva de imprensa antes das partidas e tem rituais musicais que a ajudam a entrar no clima, como a música "Applause", de Lady Gaga, que é tocada para energizar a jogadora e a torcida. A presença de Clark tem um impacto direto na popularidade do Fever: a média de público saltou de cerca de 4 mil para mais de 16 mil espectadores por jogo em apenas um ano, e todas as partidas da equipe são transmitidas nacionalmente pela primeira vez na história da liga.
A influência de Clark vai além das quadras. Fãs de todas as idades, como a família Kimball de West Texas, viajam longas distâncias para vê-la e tentar um contato próximo, muitas vezes enfrentando multidões e dificuldades para conseguir um autógrafo. A dedicação de fãs e a interação de Clark com eles são parte fundamental da experiência nos jogos do Fever.
Debbie Elson, uma enfermeira noturna de Indianápolis, tornou-se uma figura conhecida no estádio por ajudar crianças e fãs a se aproximarem de Clark, oferecendo seu assento privilegiado próximo ao túnel para que possam ter uma experiência inesquecível. Essa conexão entre a jogadora e a comunidade reforça o papel de Clark como modelo e ícone da WNBA.
O fenômeno "Clarkonomics", termo cunhado por Debbie Antonelli, analista e membro do Hall da Fama do Basquete Feminino, descreve o impacto disruptivo que Clark tem causado na liga, elevando os números de público, audiência e engajamento em torno do basquete feminino. Sua ascensão representa um marco para o Indiana Fever e para a WNBA como um todo.
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Colunista Dan Wetzel critica WNBA por tentar controlar opiniões de jogadores e torcedores
Dan Wetzel, colunista da ESPN, afirma que a WNBA deveria parar de tentar regular o que jogadores e fãs pensam, destacando que a liga cometeu um erro ao confrontar torcedores que expressaram opiniões políticas.
O colunista Dan Wetzel, da ESPN, criticou a WNBA por sua postura em relação à tentativa de controlar as opiniões de jogadores e torcedores. O caso que motivou a crítica envolveu uma situação ocorrida antes do jogo entre Indiana Fever e Seattle Storm, quando um grupo de fãs expressou apoio a uma iniciativa eleitoral que busca impedir a participação de estudantes transgêneros em esportes femininos nas escolas de Washington.
Duas jovens de 16 anos, que participaram do protesto, foram abordadas pela co-proprietária do Seattle Storm, Celeste Keaton, que as confrontou de forma agressiva. Posteriormente, a equipe pediu desculpas pelo comportamento de Keaton, e a WNBA aplicou uma multa e suspendeu a proprietária por cinco jogos em casa.
Wetzel argumenta que a reação da liga, embora necessária para demonstrar senso comum, ampliou o conflito e pode incentivar manifestações semelhantes em outras cidades. Ele destaca que a maioria dos americanos, segundo uma pesquisa do New York Times de 2025, é contrária à participação de atletas transgêneros em esportes femininos, o que torna o tema altamente controverso e politizado.
O colunista também critica a expectativa da liga de que todos os jogadores e torcedores compartilhem da mesma opinião e expressem publicamente suas posições, ressaltando que muitos atletas preferem manter suas opiniões privadas. Ele cita a jogadora Caitlin Clark, a mais popular da WNBA, que evita se posicionar politicamente, o que gera insatisfação em alguns setores da liga.
Wetzel conclui que a WNBA, que vem crescendo rapidamente e deve expandir para 18 times até 2030, precisa focar no basquete e respeitar a diversidade de opiniões, evitando alienar seus fãs ao tentar controlar o que pensam fora das quadras.
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Prazo final de trocas da WNBA em 2026 pode movimentar Kelsey Plum, Aneesah Morrow e Betnijah Laney-Hamilton
Com o prazo final de trocas da WNBA marcado para 2 de agosto de 2026, jogadores como Kelsey Plum, Aneesah Morrow e Betnijah Laney-Hamilton podem ser negociados. As equipes avaliam suas necessidades para os playoffs e o futuro, enquanto consideram contratos e condições de saúde dos atletas.
O prazo final para trocas na WNBA em 2026 está próximo, com a data limite marcada para as 15h ET do dia 2 de agosto. Diversos times devem avaliar suas estratégias para a reta final da temporada e para o futuro, considerando as condições contratuais e de saúde dos jogadores.
Kelsey Plum, que foi trocada para o Los Angeles Sparks em fevereiro de 2025, tem sido um dos nomes mais comentados. Após conquistar dois títulos com o Las Vegas Aces em 2022 e 2023, Plum teve uma boa média de pontos e assistências, mas está afastada dos jogos desde 21 de junho devido a uma lesão na perna esquerda. O Sparks, com campanha de 10-17, pode estar focando no futuro, especialmente após a saída do gerente geral Raegan Pebley. Plum, que completa 32 anos em agosto e está em contrato de um ano, poderia ser uma peça importante para times como o Golden State Valkyries, que tem a melhor defesa da liga, ou o Washington Mystics, que buscam maior competitividade.
Aneesah Morrow, selecionada na 7ª posição do draft de 2025, tem mostrado evolução na WNBA, principalmente em rebotes. Com 23 anos e ainda em contrato de novata, Morrow pode ser alvo do Toronto Tempo, que enfrenta dificuldades na posição de pivô, ou do Phoenix Mercury, que busca reforços para a disputa dos playoffs. Sua condição física é um ponto de atenção, pois já perdeu nove jogos na temporada.
Betnijah Laney-Hamilton, do New York Liberty, tem tido seu tempo de quadra reduzido e não joga desde 12 de julho, embora não esteja oficialmente lesionada. Aos 32 anos e com contrato protegido de veterana, Laney-Hamilton pode ser negociada para times que busquem experiência defensiva, como Dallas Wings, Toronto ou Connecticut.
Outros nomes em observação incluem Allie Quigley, do Dallas Wings, que pode se beneficiar de uma mudança de ambiente, e Skylar Diggins, do Chicago Sky, que está insatisfeita com seu papel na equipe e também pode ser negociada. Diggins, com 35 anos, está em contrato protegido de veterana e tem médias sólidas de pontos e assistências, mas o interesse de outras equipes dependerá do valor e do contrato.
Com muitos jogadores em contratos de um ano após o novo acordo coletivo, as negociações podem ser influenciadas pela incerteza sobre renovações e pelo valor dos futuros drafts. As equipes precisam equilibrar a busca por vitórias imediatas e a construção de um elenco competitivo para as próximas temporadas.
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Kelsey Plum dos Los Angeles Sparks comenta especulações de troca: 'É negócio'
A armadora cinco vezes All-Star Kelsey Plum afirmou que não está levando para o lado pessoal as especulações sobre uma possível troca antes do prazo final da WNBA. Plum destacou que entende o esporte profissional como um negócio e que seguirá focada em jogar pelo Sparks.
Kelsey Plum, armadora cinco vezes All-Star do Los Angeles Sparks, comentou nesta quinta-feira sobre as crescentes especulações de que poderia ser trocada antes do prazo final de trocas da WNBA, que ocorre no domingo. Plum afirmou que não está levando as especulações para o lado pessoal, reforçando que entende que o esporte profissional é um negócio e que as decisões são feitas para o melhor interesse das equipes.
A jogadora, que está afastada desde 21 de junho devido a uma lesão na perna esquerda, planeja retornar na próxima partida do Sparks contra o Portland Fire, que será disputada logo após o prazo de trocas. Plum declarou que pretende jogar mesmo com restrições de minutos e que está animada para voltar às quadras.
Os Sparks enfrentam uma sequência de seis derrotas consecutivas e têm um retrospecto de 2-9 sem Plum, que também perdeu jogos no início da temporada por conta de uma lesão no tornozelo. Plum liderou a liga em pontuação em parte da temporada e tem médias pessoais de 23,9 pontos e 6,4 assistências por jogo em 12 partidas.
Fontes informaram à ESPN que o Sparks recebeu propostas para negociar Plum, mas o preço pedido pelo time tem sido considerado alto pelas equipes interessadas. Além disso, há preocupação de que Plum, que se tornará agente livre na próxima offseason, não se comprometa com um contrato além do restante desta temporada.
O Golden State Valkyries foi apontado como possível destino para Plum, mas a equipe hesita em abrir mão de jogadores importantes para viabilizar a troca. O Valkyries prefere manter sua atual formação e considera possível aguardar a free agency para realizar grandes contratações.
Existe a possibilidade real de Plum permanecer no Sparks até o fim da temporada, mesmo que o time corra o risco de perdê-la na free agency. Plum não comentou diretamente sobre seu futuro no time e afirmou que seu foco está em jogar no mais alto nível e ajudar o Sparks a vencer jogos.
O Los Angeles Sparks vive um momento de incerteza, após tentar acelerar seu processo de reconstrução com a troca da segunda escolha do draft de 2025 por Plum e a contratação de veteranas como Nneka Ogwumike e Ariel Atkins. O time está fora da disputa pelos playoffs pelo sexto ano consecutivo e não tem uma posição garantida na loteria do draft.
Recentemente, o Sparks demitiu a gerente geral Raegan Pebley e promoveu dois assistentes para cargos interinos. A diretoria do time, liderada pelo executivo Farhan Zaidi, que atua como conselheiro especial do proprietário Mark Walter, sinalizou que pode haver mudanças na estratégia do time após a temporada decepcionante de 2026. Zaidi afirmou que todas as opções estão em aberto e que o foco será no longo prazo para construir um time campeão.
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WNBA não aplicará punição a Paige Bueckers e Angel Reese por suposta aposta amigável
As estrelas da WNBA Paige Bueckers e Angel Reese não serão punidas após uma postagem nas redes sociais sobre uma aposta entre elas antes do jogo entre Dallas Wings e Atlanta Dream.
A WNBA confirmou que Paige Bueckers e Angel Reese não sofrerão punições relacionadas a uma aparente aposta amigável feita antes do confronto entre seus times na última quarta-feira. A informação foi confirmada por uma fonte da liga ao ESPN.
A polêmica surgiu após uma postagem nas redes sociais da WNBA, que foi removida pouco tempo depois por conter uma mensagem considerada inadequada. A legenda da postagem mostrava Bueckers e Reese discutindo uma aposta feita no All-Star Weekend, com valores em dinheiro envolvidos, mas a liga ressaltou que a publicação não refletia suas políticas.
Em comunicado, a WNBA afirmou que os jogadores estão cientes das regras que proíbem apostas em jogos da liga e recebem treinamento anual sobre o tema. A entidade reconheceu que a postagem "errou o alvo", foi retirada e que o caso foi tratado internamente. A liga também aproveitou para reforçar que conversas sobre apostas, mesmo que em tom de brincadeira, podem ter consequências negativas.
O acordo coletivo da WNBA proíbe explicitamente apostas em jogos da liga, prevendo sanções que vão de multas a suspensões e até desligamento, conforme o Artigo XIV, Seção 5(c). No vídeo que gerou a repercussão, Bueckers e Reese aparecem brincando sobre uma aposta de 400 dólares feita entre elas, com trocas de provocações antes do jogo entre Dallas Wings e Atlanta Dream.
Após a vitória do Dream por 82 a 81, Reese comentou de forma descontraída que iria solicitar o pagamento via Apple Pay, reforçando o tom amistoso da situação. Até o momento, os times envolvidos não se pronunciaram oficialmente sobre o episódio.
As duas jogadoras voltam a atuar na sexta-feira, quando o Atlanta Dream recebe o Seattle Storm e o Dallas Wings enfrenta o Washington Mystics.
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WNBA suspende co-proprietária do Seattle Storm após confronto com torcedores
A WNBA suspendeu Celeste Keaton, co-proprietária do Seattle Storm, por cinco jogos em casa após ela confrontar torcedores durante partida contra o Indiana Fever. Keaton também foi multada, conforme anunciado pela liga.
A WNBA anunciou a suspensão de Celeste Keaton, co-proprietária do Seattle Storm, impedindo sua presença nos próximos cinco jogos em casa da equipe. A punição ocorreu após um confronto de Keaton com dois torcedores durante a partida contra o Indiana Fever, realizada na Climate Pledge Arena.
O incidente envolveu Keaton repreendendo os fãs que exibiam cartazes apoiando a jogadora do Fever, Sophie Cunningham, que recentemente fez declarações sobre atletas transgêneros. Segundo relatos, Keaton usou palavrões contra os torcedores por um cartaz que agradecia Cunningham por "defender as meninas".
Além da suspensão, Keaton foi multada em valor não divulgado pela liga. O Seattle Storm emitiu um comunicado respeitando a decisão da WNBA e reafirmou seu compromisso em manter um ambiente acolhedor e respeitoso para todos os presentes nos jogos.
A equipe já havia pedido desculpas pelo ocorrido, com a proprietária majoritária Ginny Gilder destacando o compromisso do time em criar um ambiente inclusivo onde todos os torcedores sejam tratados com respeito.
Antes da partida, um grupo de pessoas se reuniu fora da arena para apoiar Cunningham e promover uma iniciativa que visa impedir a participação de estudantes transgêneros em esportes femininos nas escolas de Washington. Alguns membros do grupo exibiam cartazes e camisetas com símbolos cromossômicos.
Cunningham, que expressou apoio à exclusão de meninas trans e mulheres trans de esportes femininos em artigo da ESPN, repudiou a atitude de Keaton nas redes sociais, afirmando acreditar em um espaço seguro e amoroso para todos, independentemente de identidade de gênero.
Tanto a técnica do Fever, Stephanie White, quanto a técnica do Storm, Sonia Raman, comentaram brevemente sobre o protesto e a situação, ressaltando o foco das equipes em vencer e em garantir um ambiente seguro e acolhedor para todos os presentes na arena.
O jogo terminou com a vitória do Indiana Fever por 105 a 95 sobre o Seattle Storm.

