
A chegada da Cadillac na Fórmula 1: uma nova era para o automobilismo americano
A Cadillac está entrando na Fórmula 1 com um plano ambicioso de competir com motores fabricados nos EUA até o final da década. A equipe fará sua estreia no Grande Prêmio da Austrália em 8 de março, com os pilotos Sergio Pérez e Valtteri Bottas.
A Cadillac, que se junta à Fórmula 1, é a primeira equipe a entrar na categoria em uma década, desde a Haas em 2016. A equipe está determinada a fazer barulho desde o primeiro dia, com um lançamento de livery programado para um comercial durante o Super Bowl.
Os pilotos escolhidos, Sergio Pérez e Valtteri Bottas, trazem experiência de equipes campeãs. Embora a intenção inicial fosse ter um piloto americano, a escolha dos dois foi vista como a melhor opção para garantir um bom desempenho na estreia.
A equipe enfrentou resistência no início, com a oposição de outras equipes que temiam a diluição do fundo de prêmios. A Cadillac concordou em pagar uma taxa de 200 milhões de dólares para garantir sua participação.
Além disso, a General Motors planeja desenvolver motores próprios para a equipe até 2028 ou 2029, começando com motores Ferrari nas duas primeiras temporadas. O compromisso da GM e a estrutura da equipe, com sede no Reino Unido e operações em Indiana e Carolina do Norte, são sinais do investimento sério na Fórmula 1.
Colton Herta, um jovem piloto americano, foi assinado em um contrato de academia e competirá na Fórmula 2 para se preparar para um futuro na F1. Zhou Guanyu também foi contratado como piloto reserva, pronto para substituir Pérez ou Bottas se necessário.
A Cadillac está determinada a trazer uma abordagem única e autêntica para a Fórmula 1, destacando-se em um ambiente competitivo e estabelecido.



