
Antonelli vence GP dos Estados Unidos e fica a dois pontos do título da F1
Kimi Antonelli venceu o Grande Prêmio dos Estados Unidos, em Austin, e pode conquistar o campeonato de Fórmula 1 no México. O italiano de 20 anos precisa somar dois pontos para garantir o título, após Lewis Hamilton e George Russell terminarem à frente das posições necessárias para a decisão em Austin.
Kimi Antonelli venceu o Grande Prêmio dos Estados Unidos de 2026, em Austin, e ficou a dois pontos de assegurar o título da Fórmula 1. Para ser campeão no México, basta terminar em nono lugar, resultado que lhe daria a pontuação necessária. Com a conquista, ele pode se tornar o piloto mais jovem a vencer o campeonato e o primeiro italiano campeão desde Alberto Ascari, em 1953.
A decisão não foi antecipada em Austin porque Lewis Hamilton terminou em quarto, uma posição acima do limite que permitiria a Antonelli confirmar o título, e George Russell chegou em oitavo, também à frente do necessário. O britânico da Mercedes segue matematicamente na disputa por mais uma semana, embora o relato descreva suas chances como efetivamente encerradas.
Antonelli largou da pole position e assumiu o controle da prova desde o início. Max Verstappen e a Red Bull escolheram pneus macios, enquanto o piloto da Mercedes largou com médios; ainda assim, teve uma saída limpa e abriu vantagem. Ele cedeu a liderança brevemente durante a alternância de estratégias no meio da corrida, mas voltou à frente e venceu com 13,078 segundos de vantagem sobre Charles Leclerc.
A vitória foi a nona de Antonelli na temporada. Em termos de margem, não foi a maior: no Grande Prêmio do Japão, em abril, ele superou Oscar Piastri por 13,7 segundos. Para Toto Wolff, chefe da Mercedes, porém, a atuação em Austin foi a melhor do italiano no ano, pela forma como administrou a corrida apesar da escolha de pneus menos aderentes na largada.
Wolff resumiu a exibição como a corrida de um campeão que ainda não conquistou o título. Ele também contou que Antonelli entrou em seu escritório antes da prova e disse que queria aproveitar o momento, sem pensar no campeonato. Segundo o dirigente, o piloto manteve essa postura e entregou uma atuação excepcional do início ao fim.
Russell teve um fim de semana difícil. Foi superado por Antonelli por quase meio segundo na classificação e terminou a corrida quase 55 segundos atrás do companheiro de equipe. Uma penalidade de cinco segundos, aplicada em uma fase importante da prova, prejudicou ainda mais sua posição. Depois da corrida, Russell chamou a punição de um pouco ridícula, mas afirmou que ela era a menor de suas preocupações diante do fim de semana ruim.
A disputa atrás de Antonelli reuniu Red Bull, Ferrari e McLaren, equipes que tinham duas vitórias cada na temporada. A briga pela posição de melhor entre as demais foi influenciada pelo desgaste dos pneus e pelas decisões estratégicas.
Wolff comparou Austin à vitória de Antonelli no Grande Prêmio da Itália, em setembro, quando o piloto avançou do 19º lugar no grid. O italiano disse que Monza foi especial, mas avaliou que a execução em Austin foi melhor, porque a equipe construiu o desempenho ao longo do fim de semana. Ele também destacou que, na Itália, tinha o carro mais rápido e encontrou uma pista em que era relativamente fácil ultrapassar.
O chefe da Mercedes afirmou que acompanhou o desenvolvimento de Antonelli desde que o contratou, aos 11 anos, e lembrou as críticas recebidas pelo piloto após uma temporada de estreia difícil, sem pontos nas primeiras nove corridas. Wolff disse estar satisfeito com a evolução do jovem e com o trabalho feito junto à equipe e ao engenheiro de corrida Peter Bonnington, mas ressaltou que ainda era necessário terminar a prova no México.
Antonelli atribuiu parte de sua tranquilidade ao apoio de pessoas próximas, incluindo o pai e seu treinador de desempenho. Ele disse que tentou não se deixar levar pelas conversas sobre o campeonato e se concentrou em obter o melhor resultado possível para si e para a Mercedes. Fora das pistas, contou que mantém hábitos simples com os amigos em San Marino, como ir a pubs e jogar boliche, e que passou a lavar o próprio carro à mão antes de viajar para as corridas.
Fontes
Encontrou um problema?
Se você identificar erro no conteúdo, envie um reporte para revisão editorial.
Mais sobre F1

Antonelli vence GP dos Estados Unidos, mas ainda não garante título da F1
Kimi Antonelli venceu em Austin com mais de 15 segundos de vantagem sobre Charles Leclerc, mas Lewis Hamilton terminou em quarto e adiou a definição do campeonato. O piloto da Mercedes pode assegurar o título no GP da Cidade do México com um nono lugar ou melhor.
Kimi Antonelli venceu o GP dos Estados Unidos, em Austin, e ficou perto de conquistar o título da F1. O italiano cruzou a linha de chegada mais de 15 segundos à frente de Charles Leclerc, mas o quarto lugar de Lewis Hamilton impediu a definição do campeonato na etapa do Texas.
Com quatro corridas restantes após a prova, Antonelli chegou a Austin com chances reduzidas de garantir o título. Para isso, precisava vencer, enquanto George Russell deveria terminar em nono ou pior e Hamilton, em quinto ou pior. Antonelli cumpriu sua parte, mas Hamilton ficou uma posição acima do limite necessário para encerrar a disputa.
Russell terminou em oitavo, depois de receber uma punição de cinco segundos por deixar a pista e permanecer à frente de Oscar Piastri. Os dois tocaram as rodas quando Russell voltou ao traçado. O piloto da Mercedes cumpriu a penalidade durante seu pit stop, na volta 24.
Antonelli seguirá para o GP da Cidade do México com 123 pontos de vantagem sobre Russell. Hamilton está um ponto atrás do compatriota. Um nono lugar ou melhor no México será suficiente para Antonelli conquistar o campeonato, independentemente dos resultados dos rivais.
Estratégia e disputa em Austin
Antonelli havia garantido a pole position no sábado, com Hamilton em quinto e Russell em sexto no grid. Na largada, o italiano manteve a liderança, enquanto Leclerc passou Max Verstappen e Isack Hadjar. Verstappen também precisou se defender de Hamilton, que subiu para quarto.
Leclerc e Verstappen disputaram posição, e o piloto da Ferrari chegou a avançar sobre o rival. Verstappen recuperou o segundo lugar, mas Antonelli já havia aberto 2,4 segundos de vantagem ao fim da primeira volta.
Verstappen foi o primeiro dos líderes a parar, na volta 14, seguido por Hamilton e Leclerc. Antonelli, que largou com pneus médios, e a Mercedes optaram por permanecer na pista. Russell parou na volta 24 para cumprir a punição; Antonelli fez seu pit stop uma volta depois e voltou em terceiro, com pneus mais novos que os pilotos à frente.
Verstappen assumiu a liderança e mostrou bom ritmo, mas fez uma segunda parada quando faltavam 25 voltas. Antonelli ultrapassou Leclerc e retomou a ponta. Nas 16 voltas finais, Leclerc e Hamilton pararam novamente, retornando em quarto e sexto, respectivamente.
Hamilton precisava ganhar duas posições para manter a disputa pelo título aberta. Ele passou Hadjar, mas Lando Norris sustentou a estratégia de uma parada e terminou em quinto pela McLaren. Verstappen e Leclerc alcançaram Norris na volta 47; Hamilton subiu para quarto na volta seguinte. Antonelli, sem ser ameaçado na liderança, seguiu para a vitória.
Leclerc terminou em segundo pela segunda semana consecutiva, após uma ultrapassagem tardia sobre Verstappen, que completou o pódio. Antonelli celebrou o resultado junto aos mecânicos da Mercedes, em sua nona vitória da temporada.
Após a corrida, Antonelli destacou o trabalho da equipe e a execução da estratégia de uma parada. Sobre a disputa pelo campeonato, afirmou que está perto do título e que espera conquistá-lo em breve. A próxima etapa será na Cidade do México.
Fontes

Verstappen rebate chefe do COTA e o convida a dirigir seu carro após críticas aos solavancos
Max Verstappen contestou a avaliação de Bobby Epstein sobre as condições do Circuit of the Americas e afirmou que o chefe do circuito deveria experimentar seu carro. O piloto disse que tem usado analgésicos para suportar os impactos durante as sessões.
Max Verstappen rebateu Bobby Epstein, chefe do Circuit of the Americas (COTA), após o dirigente afirmar que a pista estava em boas condições, com exceção da curva 1. Depois da classificação de sábado, na qual ficou em segundo lugar, o tetracampeão convidou Epstein a dirigir seu carro para sentir os solavancos.
“Convido-o a dirigir meu carro. Acho que ele teria de sair depois de cinco voltas e não conseguiria mais andar”, disse Verstappen à imprensa escrita holandesa.
O piloto afirmou que tem tomado analgésicos para conseguir participar das sessões, algo que, segundo ele, normalmente não precisa fazer. Também contestou a ideia de que a curva 1 seja o único trecho problemático e apontou grandes irregularidades em uma seção de alta velocidade entre as curvas 4 e 5.
Verstappen disse ainda que precisa erguer o corpo do assento nas curvas 1 e 9 para completar as voltas sem agravar os danos. Antes do fim de semana, ele havia brincado que precisaria de uma nova coluna para terminar uma corrida e, durante a preparação para o evento, falou sobre radiografias que mostram danos na região lombar, atribuídos ao desgaste das corridas.
O COTA trabalhou para suavizar as ondulações antes da etapa deste ano. Na sexta-feira, entre as duas primeiras sessões de treino, Epstein disse à ESPN que o circuito estava em boas condições, exceto pela curva 1, e sugeriu que a opinião de Verstappen poderia mudar depois de algumas voltas.
A reação dos pilotos às irregularidades foi variada. Lando Norris, atual campeão mundial, afirmou que precisou tomar comprimidos para dor de cabeça antes de cada sessão da semana para suportar a sensação de ser sacudido dentro do cockpit.
Lewis Hamilton, por outro lado, disse que suas costas estavam bem, apesar de ter 42 anos. O piloto da Ferrari reconheceu que a pista é irregular, mas afirmou que gosta dos solavancos porque eles dão personalidade ao traçado e exigem correções ao volante.
Fontes

Hamilton elogia estrutura do Circuito das Américas e defende nova instalação
Lewis Hamilton chamou o Circuito das Américas de um dos melhores do calendário e elogiou a nova estrutura de hospitalidade próxima à curva 1. O britânico também destacou iniciativas do autódromo com a Mission 44 e a F1 Academy.
Lewis Hamilton elogiou o Circuito das Américas, em Austin, após a classificação para o Grande Prêmio dos Estados Unidos. O piloto afirmou que o traçado está entre os melhores no conjunto e defendeu a nova instalação de hospitalidade construída perto da curva 1.
A estrutura, que se eleva sobre o circuito, é acessada por um teleférico a partir do paddock. Neste ano, receberá convidados VIP do paddock; nos próximos anos, deverá ser aberta a membros convidados. A construção foi criticada por fãs nas redes sociais e aparece nas transmissões em uma área que antes oferecia vista livre para o céu do Texas.
Hamilton disse que a instalação é impressionante e elogiou o trabalho do proprietário do circuito, Bobby Epstein, e de sua equipe. Também citou a área de entretenimento, o palco para apresentações, as arquibancadas, o paddock e a facilidade de acesso ao local.
O britânico afirmou que não percebe a estrutura enquanto pilota e disse que tem uma suíte no edifício, que pretendia visitar. Para ele, o espaço pode ser um dos lugares mais impressionantes para acompanhar a corrida.
Oscar Piastri, da McLaren, contou que os teleféricos chamaram sua atenção na primeira volta da semana. Seis cabines fazem o trajeto entre o paddock e o novo edifício, mantendo movimento constante sobre a curva 1. O australiano disse que a instalação acrescenta atmosfera, embora não tenha mudado muito sua experiência no circuito.
Hamilton também destacou a colaboração do autódromo com a Mission 44, instituição de caridade criada por ele em 2021 para promover oportunidades inclusivas de educação e emprego para grupos sub-representados. Segundo o piloto, o circuito tem permitido que a iniciativa leve crianças ao local e as aproxime de engenheiros.
O heptacampeão afirmou que a parceria levou muitas crianças do estado ao circuito nos últimos cinco anos. Ele também mencionou o trabalho de Susie Wolff na F1 Academy e disse que 8 mil crianças foram levadas ao autódromo neste ano, defendendo que outras pistas adotem iniciativas semelhantes.
Fontes

Leclerc cobra respostas da Ferrari após queda de rendimento na classificação do GP dos Estados Unidos
Depois de a Ferrari mostrar força no treino final, Charles Leclerc terminou a classificação em quarto, e Lewis Hamilton ficou em quinto. O monegasco apontou dificuldades para aquecer os pneus e disse que a equipe ainda busca entender por que o desempenho cai no Q3.
A Ferrari chegou à classificação do GP dos Estados Unidos com bons sinais: Lewis Hamilton foi o mais rápido no treino livre final, e Charles Leclerc terminou em terceiro. No Q3, porém, os dois perderam posições, com Leclerc em quarto e Hamilton em quinto.
Leclerc disse ter ficado decepcionado com o resultado e afirmou que esperava melhorar na parte decisiva da sessão. Ele comparou seu tempo no Q2 ao de Kimi Antonelli e avaliou que a Ferrari deveria ter conseguido avançar no Q3, mas não deu esse passo.
O piloto apontou a dificuldade para colocar temperatura nos pneus como um fator que complica a classificação. Segundo ele, essa característica pode ser positiva para a equipe no domingo, mas torna mais difícil extrair o máximo do carro em uma volta rápida.
Leclerc também explicou que, ao buscar os últimos centésimos por curva no Q3, os problemas de equilíbrio do carro ficam mais evidentes. Na avaliação dele, a Ferrari opera perto do limite: quando ultrapassa esse ponto, perde bastante tempo de volta.
O monegasco disse que a equipe ainda está tentando compreender por que esse cenário se repete. Ele observou que a Ferrari costuma chegar ao Q3 esperando ganhar cerca de um décimo e meio, mas nem sempre consegue, ressalvando que essa leitura é uma hipótese, não uma certeza.
Questionado se a questão só poderia ser resolvida na próxima temporada, Leclerc respondeu que há possíveis soluções, mas que elas exigiriam compromissos. A equipe precisará avaliar o que teria de sacrificar para melhorar o desempenho na classificação, sem deixar de considerar o rendimento na corrida.
Fontes

Antonelli conquista a pole position no GP dos Estados Unidos e pode garantir título
Kimi Antonelli largará na frente no Grande Prêmio dos Estados Unidos, após superar Max Verstappen por 0s179. O italiano de 20 anos pode conquistar o título neste domingo, dependendo também dos resultados de George Russell e Lewis Hamilton.
Kimi Antonelli conquistou a pole position do Grande Prêmio dos Estados Unidos, no Circuit of the Americas, em Austin. O piloto da Mercedes marcou tempo 0s179 mais rápido que Max Verstappen, da Red Bull. Isack Hadjar ficou em terceiro.
Charles Leclerc e Lewis Hamilton, da Ferrari, terminaram em quarto e quinto, respectivamente, depois de terem liderado sessões de treino. George Russell, companheiro de Antonelli na Mercedes, não conseguiu melhorar sua volta final e ficou em sexto. Oscar Piastri e Lando Norris, da McLaren, completaram os oito primeiros, em sétimo e oitavo.
A pole coloca Antonelli em posição de cumprir a primeira condição para tentar garantir o campeonato em Austin: vencer a corrida. Para ser campeão neste domingo, ele também precisa que Russell termine em nono ou pior e que Hamilton fique em quinto ou abaixo.
Antonelli chega ao fim de semana com 102 pontos de vantagem e 150 ainda disponíveis. A prova representa sua primeira oportunidade de conquistar o título, mas o resultado depende da combinação de posições prevista para os rivais.
A Ferrari não conquista uma pole desde que Leclerc foi o mais rápido na Hungria, em 2025. A espera de Hamilton por uma pole também remonta àquela etapa, disputada dois anos antes: são 1.190 dias sem largar na primeira posição.
Hamilton, vencedor cinco vezes no Circuit of the Americas, chegou à classificação com uma Ferrari atualizada e havia aparecido na disputa pela pole. Leclerc liderou antes da sessão final, enquanto Antonelli e Russell também mostraram ritmo. Na primeira tentativa do Q3, Antonelli assumiu a ponta, e os adversários não conseguiram superá-lo.
O presidente da Ferrari, John Elkann, acompanhou a classificação da garagem. A equipe vinha de uma sequência difícil de corridas, em meio a especulações sobre o futuro do chefe Fred Vasseur. Hamilton, de 41 anos, tem como única vitória pela Ferrari a prova de Barcelona, em junho.
O Grande Prêmio dos Estados Unidos está marcado para domingo, às 16h no horário do leste dos Estados Unidos (ET), equivalente a 20h GMT.
Fontes

Presidente da FIA indica possível anúncio sobre retorno dos motores V8 à F1
Mohammed Ben Sulayem publicou um vídeo com a mensagem “V8. Fique atento” e reafirmou seu compromisso com a volta dos motores à categoria. Ainda não há decisão oficial sobre o formato ou o prazo da mudança.
O presidente da FIA, Mohammed Ben Sulayem, indicou que pode haver novidades sobre o retorno dos motores V8 à Fórmula 1. Em um vídeo publicado na sexta-feira em sua conta no Instagram, ele afirmou estar comprometido com a volta dos V8 e encerrou a gravação com a mensagem “V8. Fique atento”.
A publicação também mostrou comentários em redes sociais favoráveis à proposta. A mudança, porém, ainda não foi aprovada oficialmente. As regras atuais da categoria estão previstas para vigorar até o fim de 2030, embora Ben Sulayem já tenha sugerido antecipar o encerramento desse ciclo em um ano.
A F1 utiliza motores V6 turbo híbridos desde 2014. Com as regras deste ano, a potência elétrica passou a representar quase metade da potência máxima dos carros. A configuração recebeu críticas de pilotos e torcedores, tanto pela participação da bateria quanto pelo som mais baixo em comparação com eras anteriores.
Max Verstappen classificou os novos motores como “anti-corrida”, enquanto Fernando Alonso apelidou a categoria de “campeonato mundial da bateria”. Em resposta às críticas, a F1 e a FIA concordaram em fazer ajustes: nos próximos dois anos, a divisão de potência deve se aproximar de 60% para o motor a combustão e 40% para os componentes elétricos. A bateria continuará tendo participação significativa.
A forma exata de uma eventual volta dos V8 ainda não está definida. Fabricantes, porém, concordam que a categoria deve se afastar das regras atuais. Também permanece em aberto quanto da tecnologia de bateria seria mantida em uma futura configuração.
A F1 não utiliza motores V8 desde a temporada de 2013. Eles haviam substituído os V10 em 2006; antes disso, a FIA proibiu os motores V12 para a temporada de 2000.
Quando adotou as regras atuais, a categoria considerou que a parte elétrica seria importante para atrair fabricantes como a Audi, que se tornou uma equipe de fábrica nesta temporada. A General Motors também se comprometeu a desenvolver motores próprios para a Cadillac até o fim da década.



