
COTA bate recorde de público, mas enfrenta debate sobre expansão e pista irregular
O Circuito das Américas recebeu 467 mil torcedores no fim de semana do GP dos Estados Unidos, recorde confirmado pela F1. A expansão comercial do evento, as limitações de acesso e as ondulações do traçado alimentaram discussões sobre a experiência em Austin.
O Circuito das Américas (COTA) registrou público recorde de 467 mil pessoas ao longo do fim de semana do GP dos Estados Unidos, em Austin. Quatorze anos após a chegada da Fórmula 1 à capital do Texas, o evento segue como um dos mais bem-sucedidos comercialmente no calendário, mas o crescimento também trouxe desafios para a organização e debates sobre a identidade do circuito.
O presidente do COTA, Bobby Epstein, afirmou que a capacidade do local não é o principal limite para receber mais torcedores. Segundo ele, o acesso rodoviário é o obstáculo atual, e as vias que levam ao complexo têm previsão de expansão nos próximos dois anos. Epstein disse que, após as obras, espera que o público do fim de semana ultrapasse 500 mil pessoas.
A organização interrompeu a venda de ingressos antes de atingir esse patamar para evitar filas de três, quatro ou cinco horas no acesso. Epstein afirmou que a decisão buscou preservar a experiência dos fãs tanto dentro do circuito quanto no trajeto de ida e volta. Ele estimou que a venda de mais 25 mil entradas teria provocado esperas desse porte.
Nova estrutura na curva 1
Uma das novidades mais visíveis foi uma grande estrutura de hospitalidade corporativa sobre a curva 1. O espaço inclui piscinas no teto e oferece vista de quase todo o circuito. Seis gôndolas ligam o paddock ao edifício, passando sobre a curva.
A construção gerou críticas de torcedores nas redes sociais, que apontaram a mudança na paisagem de um dos trechos mais conhecidos do traçado. A estrutura aparece na transmissão e alterou a vista do céu e da bandeira dos Estados Unidos no alto da subida da curva 1. A arquibancada Big Red, porém, permaneceu no mesmo lugar.
Lewis Hamilton, heptacampeão mundial e admirador de longa data do circuito, defendeu a novidade. Ele disse que a construção havia substituído parte da vista do céu, mas ressaltou que a bandeira continuava visível, embora deslocada para a esquerda. Hamilton também elogiou o trabalho de Epstein e sua equipe, citando o circuito, o espaço de entretenimento, o palco para apresentações, as arquibancadas e o paddock.
Oscar Piastri, da McLaren, afirmou que percebeu a gôndola principalmente na primeira volta em que passou por baixo dela. Depois, disse, a novidade não alterou muito sua experiência e pode contribuir para a atmosfera do evento. O australiano comentou que passou a ver mais pessoas no local onde antes observava o céu.
A expansão também está ligada ao futuro do GP no calendário. O COTA recebeu uma extensão de contrato até 2034, a mais longa já concedida ao circuito. Epstein afirmou que a construção da nova instalação fez parte do acordo e que a organização buscou um compromisso de longo prazo para poder se beneficiar do investimento.
Ondulações dividem os pilotos
Inaugurado em 2012, o COTA é conhecido pelo traçado de alta velocidade e pelas subidas e descidas do terreno texano. Carlos Sainz descreveu o circuito como o mais empolgante e diferente entre os traçados de nova geração, destacando as oportunidades de ultrapassagem e a sensação de montanha-russa. Para ele, apesar de não ser um circuito antigo, Austin tem características que lembram pistas tradicionais.
As ondulações do asfalto, no entanto, provocaram avaliações distintas. Max Verstappen relatou ter visto radiografias que indicavam danos nos discos da região lombar, associados ao desgaste das corridas. Depois de comentários de Epstein de que o traçado, com exceção da curva 1, estava em boas condições, o piloto da Red Bull respondeu que convidaria o dirigente a dirigir seu carro e que ele teria dificuldade para caminhar após algumas voltas.
Hamilton reconheceu que a pista é irregular, mas disse que aprecia os solavancos por acrescentarem personalidade e exigirem correções dos pilotos. O piloto da Ferrari afirmou que um asfalto plano seria ideal em alguns aspectos, mas poderia tirar parte do caráter do circuito. As opiniões sobre o piso, assim como as reações à nova estrutura, mostram os diferentes aspectos da expansão do evento em Austin.
Fontes
Encontrou um problema?
Se você identificar erro no conteúdo, envie um reporte para revisão editorial.
Mais sobre F1

GP da Cidade do México de 2026: horário, transmissão e programação da etapa
A Fórmula 1 chega à Cidade do México para a 19ª etapa da temporada de 2026. Kimi Antonelli pode conquistar o título de pilotos, enquanto a programação terá transmissão no Sky Sports F1 e no Sky Sports Main Event.
A Fórmula 1 disputa o Grande Prêmio da Cidade do México de 2026, 19ª etapa da temporada. Kimi Antonelli chega à prova com a possibilidade de garantir seu primeiro título de pilotos: após vencer o Grande Prêmio dos Estados Unidos, abriu 123 pontos de vantagem sobre George Russell e precisa terminar em nono lugar ou melhor para ser campeão.
A programação completa das sessões de treino, da classificação e da corrida será transmitida pelo Sky Sports F1 e pelo Sky Sports Main Event. Os melhores momentos da etapa estarão disponíveis em televisão aberta no Channel 4. Nos Estados Unidos, assinantes poderão acompanhar todas as sessões pelo Apple TV, em um novo canal de F1 na plataforma.
O circuito é o Autódromo Hermanos Rodríguez, na Cidade do México. A pista fica a cerca de 2.200 metros de altitude, característica que representa um desafio particular para equipes e pilotos. A configuração permite o uso de níveis de pressão aerodinâmica comparáveis aos de Mônaco, embora os carros também atinjam velocidades máximas semelhantes às de Monza.
Um dos trechos mais conhecidos é a seção do Foro Sol, com duas curvas fechadas dentro de um antigo estádio de beisebol. A etapa também costuma reunir milhares de torcedores para acompanhar o piloto mexicano Sergio Pérez.
A previsão para a classificação e a corrida indica temperatura de até 27 °C, sem expectativa de chuva. Entre os vencedores anteriores listados para a prova estão Max Verstappen, que triunfou em 2017, 2018, 2021, 2022 e 2023; Lewis Hamilton, vencedor em 2015 e 2019; Nico Rosberg, em 2016; Carlos Sainz, em 2024; e Lando Norris, em 2025.
Antonelli venceu o GP dos Estados Unidos e se aproximou da conquista do campeonato. Charles Leclerc terminou em segundo em Austin, com Max Verstappen completando o pódio. A Red Bull trouxe atualizações importantes, e Verstappen aparece entre os pilotos a observar na etapa mexicana.
Fontes

Alonso critica qualidade dos pilotos do pelotão de trás após toque com Albon no GP dos Estados Unidos
Fernando Alonso afirmou que a qualidade dos pilotos na parte inferior do grid da F1 é muito baixa após um incidente com Alex Albon no Circuit of the Americas. O espanhol terminou em 16º, com danos no assoalho de sua Aston Martin.
Fernando Alonso criticou a qualidade dos pilotos que ocupam a parte inferior do grid da F1 após um incidente com Alex Albon no GP dos Estados Unidos. A disputa aconteceu na curva 11 do Circuit of the Americas, quando o piloto da Williams tentou ultrapassar Alonso pelo 12º lugar.
Os comissários decidiram não aplicar punições. O incidente, porém, custou quatro posições a Alonso e danificou o assoalho de sua Aston Martin. Ele terminou a corrida em 16º, sem pontuar.
“Albon esqueceu que a curva 11 estava ali e que precisava virar à esquerda”, disse Alonso. O espanhol afirmou que largar nas últimas posições traz esse tipo de risco e avaliou que a qualidade dos pilotos na parte inferior do grid é muito baixa. Ele também disse que a equipe precisa melhorar o carro para largar mais à frente.
Alonso estimou que os danos fizeram o carro perder meio segundo ou mais por volta. Ele afirmou que metade do assoalho não estava mais no carro ao fim da prova e descreveu a condição do veículo como se estivesse com “metade do carro”.
O espanhol disse que, apesar dos danos, a Aston Martin seguia competitiva e que, sem o problema, os pontos seriam uma possibilidade forte. O carro estava em 12º quando ocorreu o incidente.
Albon, que terminou em 17º, afirmou que acreditava ter deixado espaço suficiente para Alonso. Segundo o piloto da Williams, havia um carro à direita do espanhol e ele tentou evitar o contato ao passar por dentro, mas acabou subindo na zebra. Albon também relatou danos no próprio carro e disse que completou a corrida com a asa dianteira quebrada.
Fontes

Russell diz que terminar em segundo na disputa pelo título da F1 não significa nada
George Russell afirmou que sua prioridade é ajudar a Mercedes a conquistar o título de construtores, após terminar em oitavo no GP dos Estados Unidos. O britânico disse que posições como segundo, terceiro ou quinto no campeonato não equivalem ao título.
George Russell terminou em oitavo no GP dos Estados Unidos e afirmou que não está motivado pela disputa para ser o vice-campeão da F1. O piloto da Mercedes disse que a prioridade é conquistar o título de construtores e que terminar em segundo, terceiro ou quinto no campeonato não tem significado para ele.
A corrida em Austin manteve Russell matematicamente na disputa pelo título. Kimi Antonelli, líder do campeonato e companheiro de equipe do britânico, venceu com 13 segundos de vantagem sobre Charles Leclerc. Antonelli abriu 123 pontos sobre Russell, enquanto Lewis Hamilton está um ponto atrás do italiano. Max Verstappen e Leclerc também ficaram a menos de dez pontos de Russell.
Russell recebeu uma punição de cinco segundos no início da prova e não conseguiu ultrapassar Oscar Piastri, da McLaren, para avançar além da oitava posição. Ao avaliar seu fim de semana, o britânico resumiu o desempenho como seis voltas boas e 50 ruins. Ele também classificou a punição como questionável, mas disse que sua principal preocupação era o resultado geral.
O piloto afirmou que Antonelli foi excepcionalmente competitivo e sugeriu que a janela de desempenho do carro pode ser estreita. Russell disse esperar que isso ajude a explicar sua falta de ritmo, mas reconheceu que ainda precisa compreender por que ficou tão distante do companheiro.
Antes da temporada, Russell era apontado como favorito ao título, mas Antonelli passou a liderar a equipe na disputa. Helmut Marko, ex-consultor de automobilismo da Red Bull, declarou à Sky Deutschland que duvidava que Russell tivesse outra oportunidade de lutar pelo campeonato, após perder espaço para o jovem companheiro na Mercedes.
Toto Wolff, chefe da equipe, contestou a avaliação de Marko. Ele afirmou que Russell tem capacidade para ser campeão e atribuiu parte da diferença de desempenho ao carro, que, segundo Wolff, nem sempre se adapta ao piloto. O dirigente também disse que a equipe precisa entender o que deve mudar no acerto para que Russell consiga extrair mais velocidade.
Wolff afirmou que Russell já venceu em todas as categorias e merece ser considerado entre os melhores pilotos. Segundo ele, quando o carro está dentro da janela de desempenho que agrada ao britânico, Russell é competitivo; quando sai dessa faixa, ele enfrenta mais dificuldades do que Antonelli. O chefe da Mercedes disse que a diferença não corresponde a meio segundo ou três décimos por volta e que cabe à equipe identificar o que o piloto precisa para andar mais rápido.
Fontes

Antonelli vence GP dos Estados Unidos e fica a dois pontos do título da F1
Kimi Antonelli venceu o Grande Prêmio dos Estados Unidos, em Austin, e pode conquistar o campeonato de Fórmula 1 no México. O italiano de 20 anos precisa somar dois pontos para garantir o título, após Lewis Hamilton e George Russell terminarem à frente das posições necessárias para a decisão em Austin.
Kimi Antonelli venceu o Grande Prêmio dos Estados Unidos de 2026, em Austin, e ficou a dois pontos de assegurar o título da Fórmula 1. Para ser campeão no México, basta terminar em nono lugar, resultado que lhe daria a pontuação necessária. Com a conquista, ele pode se tornar o piloto mais jovem a vencer o campeonato e o primeiro italiano campeão desde Alberto Ascari, em 1953.
A decisão não foi antecipada em Austin porque Lewis Hamilton terminou em quarto, uma posição acima do limite que permitiria a Antonelli confirmar o título, e George Russell chegou em oitavo, também à frente do necessário. O britânico da Mercedes segue matematicamente na disputa por mais uma semana, embora o relato descreva suas chances como efetivamente encerradas.
Antonelli largou da pole position e assumiu o controle da prova desde o início. Max Verstappen e a Red Bull escolheram pneus macios, enquanto o piloto da Mercedes largou com médios; ainda assim, teve uma saída limpa e abriu vantagem. Ele cedeu a liderança brevemente durante a alternância de estratégias no meio da corrida, mas voltou à frente e venceu com 13,078 segundos de vantagem sobre Charles Leclerc.
A vitória foi a nona de Antonelli na temporada. Em termos de margem, não foi a maior: no Grande Prêmio do Japão, em abril, ele superou Oscar Piastri por 13,7 segundos. Para Toto Wolff, chefe da Mercedes, porém, a atuação em Austin foi a melhor do italiano no ano, pela forma como administrou a corrida apesar da escolha de pneus menos aderentes na largada.
Wolff resumiu a exibição como a corrida de um campeão que ainda não conquistou o título. Ele também contou que Antonelli entrou em seu escritório antes da prova e disse que queria aproveitar o momento, sem pensar no campeonato. Segundo o dirigente, o piloto manteve essa postura e entregou uma atuação excepcional do início ao fim.
Russell teve um fim de semana difícil. Foi superado por Antonelli por quase meio segundo na classificação e terminou a corrida quase 55 segundos atrás do companheiro de equipe. Uma penalidade de cinco segundos, aplicada em uma fase importante da prova, prejudicou ainda mais sua posição. Depois da corrida, Russell chamou a punição de um pouco ridícula, mas afirmou que ela era a menor de suas preocupações diante do fim de semana ruim.
A disputa atrás de Antonelli reuniu Red Bull, Ferrari e McLaren, equipes que tinham duas vitórias cada na temporada. A briga pela posição de melhor entre as demais foi influenciada pelo desgaste dos pneus e pelas decisões estratégicas.
Wolff comparou Austin à vitória de Antonelli no Grande Prêmio da Itália, em setembro, quando o piloto avançou do 19º lugar no grid. O italiano disse que Monza foi especial, mas avaliou que a execução em Austin foi melhor, porque a equipe construiu o desempenho ao longo do fim de semana. Ele também destacou que, na Itália, tinha o carro mais rápido e encontrou uma pista em que era relativamente fácil ultrapassar.
O chefe da Mercedes afirmou que acompanhou o desenvolvimento de Antonelli desde que o contratou, aos 11 anos, e lembrou as críticas recebidas pelo piloto após uma temporada de estreia difícil, sem pontos nas primeiras nove corridas. Wolff disse estar satisfeito com a evolução do jovem e com o trabalho feito junto à equipe e ao engenheiro de corrida Peter Bonnington, mas ressaltou que ainda era necessário terminar a prova no México.
Antonelli atribuiu parte de sua tranquilidade ao apoio de pessoas próximas, incluindo o pai e seu treinador de desempenho. Ele disse que tentou não se deixar levar pelas conversas sobre o campeonato e se concentrou em obter o melhor resultado possível para si e para a Mercedes. Fora das pistas, contou que mantém hábitos simples com os amigos em San Marino, como ir a pubs e jogar boliche, e que passou a lavar o próprio carro à mão antes de viajar para as corridas.
Fontes

Antonelli vence GP dos Estados Unidos, mas ainda não garante título da F1
Kimi Antonelli venceu em Austin com mais de 15 segundos de vantagem sobre Charles Leclerc, mas Lewis Hamilton terminou em quarto e adiou a definição do campeonato. O piloto da Mercedes pode assegurar o título no GP da Cidade do México com um nono lugar ou melhor.
Kimi Antonelli venceu o GP dos Estados Unidos, em Austin, e ficou perto de conquistar o título da F1. O italiano cruzou a linha de chegada mais de 15 segundos à frente de Charles Leclerc, mas o quarto lugar de Lewis Hamilton impediu a definição do campeonato na etapa do Texas.
Com quatro corridas restantes após a prova, Antonelli chegou a Austin com chances reduzidas de garantir o título. Para isso, precisava vencer, enquanto George Russell deveria terminar em nono ou pior e Hamilton, em quinto ou pior. Antonelli cumpriu sua parte, mas Hamilton ficou uma posição acima do limite necessário para encerrar a disputa.
Russell terminou em oitavo, depois de receber uma punição de cinco segundos por deixar a pista e permanecer à frente de Oscar Piastri. Os dois tocaram as rodas quando Russell voltou ao traçado. O piloto da Mercedes cumpriu a penalidade durante seu pit stop, na volta 24.
Antonelli seguirá para o GP da Cidade do México com 123 pontos de vantagem sobre Russell. Hamilton está um ponto atrás do compatriota. Um nono lugar ou melhor no México será suficiente para Antonelli conquistar o campeonato, independentemente dos resultados dos rivais.
Estratégia e disputa em Austin
Antonelli havia garantido a pole position no sábado, com Hamilton em quinto e Russell em sexto no grid. Na largada, o italiano manteve a liderança, enquanto Leclerc passou Max Verstappen e Isack Hadjar. Verstappen também precisou se defender de Hamilton, que subiu para quarto.
Leclerc e Verstappen disputaram posição, e o piloto da Ferrari chegou a avançar sobre o rival. Verstappen recuperou o segundo lugar, mas Antonelli já havia aberto 2,4 segundos de vantagem ao fim da primeira volta.
Verstappen foi o primeiro dos líderes a parar, na volta 14, seguido por Hamilton e Leclerc. Antonelli, que largou com pneus médios, e a Mercedes optaram por permanecer na pista. Russell parou na volta 24 para cumprir a punição; Antonelli fez seu pit stop uma volta depois e voltou em terceiro, com pneus mais novos que os pilotos à frente.
Verstappen assumiu a liderança e mostrou bom ritmo, mas fez uma segunda parada quando faltavam 25 voltas. Antonelli ultrapassou Leclerc e retomou a ponta. Nas 16 voltas finais, Leclerc e Hamilton pararam novamente, retornando em quarto e sexto, respectivamente.
Hamilton precisava ganhar duas posições para manter a disputa pelo título aberta. Ele passou Hadjar, mas Lando Norris sustentou a estratégia de uma parada e terminou em quinto pela McLaren. Verstappen e Leclerc alcançaram Norris na volta 47; Hamilton subiu para quarto na volta seguinte. Antonelli, sem ser ameaçado na liderança, seguiu para a vitória.
Leclerc terminou em segundo pela segunda semana consecutiva, após uma ultrapassagem tardia sobre Verstappen, que completou o pódio. Antonelli celebrou o resultado junto aos mecânicos da Mercedes, em sua nona vitória da temporada.
Após a corrida, Antonelli destacou o trabalho da equipe e a execução da estratégia de uma parada. Sobre a disputa pelo campeonato, afirmou que está perto do título e que espera conquistá-lo em breve. A próxima etapa será na Cidade do México.
Fontes

Verstappen rebate chefe do COTA e o convida a dirigir seu carro após críticas aos solavancos
Max Verstappen contestou a avaliação de Bobby Epstein sobre as condições do Circuit of the Americas e afirmou que o chefe do circuito deveria experimentar seu carro. O piloto disse que tem usado analgésicos para suportar os impactos durante as sessões.
Max Verstappen rebateu Bobby Epstein, chefe do Circuit of the Americas (COTA), após o dirigente afirmar que a pista estava em boas condições, com exceção da curva 1. Depois da classificação de sábado, na qual ficou em segundo lugar, o tetracampeão convidou Epstein a dirigir seu carro para sentir os solavancos.
“Convido-o a dirigir meu carro. Acho que ele teria de sair depois de cinco voltas e não conseguiria mais andar”, disse Verstappen à imprensa escrita holandesa.
O piloto afirmou que tem tomado analgésicos para conseguir participar das sessões, algo que, segundo ele, normalmente não precisa fazer. Também contestou a ideia de que a curva 1 seja o único trecho problemático e apontou grandes irregularidades em uma seção de alta velocidade entre as curvas 4 e 5.
Verstappen disse ainda que precisa erguer o corpo do assento nas curvas 1 e 9 para completar as voltas sem agravar os danos. Antes do fim de semana, ele havia brincado que precisaria de uma nova coluna para terminar uma corrida e, durante a preparação para o evento, falou sobre radiografias que mostram danos na região lombar, atribuídos ao desgaste das corridas.
O COTA trabalhou para suavizar as ondulações antes da etapa deste ano. Na sexta-feira, entre as duas primeiras sessões de treino, Epstein disse à ESPN que o circuito estava em boas condições, exceto pela curva 1, e sugeriu que a opinião de Verstappen poderia mudar depois de algumas voltas.
A reação dos pilotos às irregularidades foi variada. Lando Norris, atual campeão mundial, afirmou que precisou tomar comprimidos para dor de cabeça antes de cada sessão da semana para suportar a sensação de ser sacudido dentro do cockpit.
Lewis Hamilton, por outro lado, disse que suas costas estavam bem, apesar de ter 42 anos. O piloto da Ferrari reconheceu que a pista é irregular, mas afirmou que gosta dos solavancos porque eles dão personalidade ao traçado e exigem correções ao volante.



