
Denzel Aberdeen consegue liminar para jogar pelo Florida Gators, provável número 1 do ranking pré-temporada
Denzel Aberdeen obteve uma liminar que permite sua participação pelo Florida Gators na próxima temporada. O jogador entrou com ação contra a NCAA buscando um quinto ano de elegibilidade.
Denzel Aberdeen entrou com uma ação judicial contra a NCAA no início deste mês buscando um quinto ano de elegibilidade para jogar basquete universitário. A liminar concedida permite que ele atue pelo Florida Gators, time que deve entrar na temporada como número 1 do ranking pré-temporada.
O técnico Todd Golden comentou estar satisfeito com a decisão e feliz pelo jogador. Aberdeen é um dos muitos atletas que buscam um quinto ano de elegibilidade, argumentando que a nova regra da NCAA de cinco anos por idade deveria se aplicar a eles — quase todos formados no ensino médio em 2022 que acabaram de completar quatro anos de elegibilidade universitária.
Com 1,96m de altura, Aberdeen foi peça importante na equipe do Florida que conquistou o título nacional em 2024-25, iniciando cinco partidas e com média de 7,7 pontos. Posteriormente, transferiu-se para Kentucky, onde teve destaque na temporada 2025-26, com médias de 13,5 pontos, 3,4 assistências e aproveitamento de 36,3% em arremessos de três pontos.
Contra seu ex-time Florida, Aberdeen teve médias de 17 pontos, 3,7 rebotes e 3,7 assistências em três jogos. Agora de volta a Gainesville, ele deve formar a dupla de armadores ao lado de Boogie Fland. A equipe do Florida retorna com quatro titulares, incluindo o favorito ao prêmio Wooden, Thomas Haugh, e o sexto homem Urban Klavzar.
O Florida Gators estreia na temporada contra o rival estadual Miami em 2 de novembro.
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Senado dos EUA aprova Protect College Sports Act com votação de 77-22
O Senado dos Estados Unidos aprovou o Protect College Sports Act com ampla maioria. O projeto agora segue para a Câmara dos Representantes, onde enfrentará maior resistência e um calendário apertado para votação.
O Protect College Sports Act, projeto de lei federal que visa reformular a indústria dos esportes universitários nos EUA, foi aprovado pelo Senado com 77 votos a favor e 22 contra. O próximo passo é a análise na Câmara dos Representantes, que deve votar após as eleições de meio de mandato em novembro, com uma janela limitada para aprovação antes da posse do novo Congresso em janeiro.
O projeto concede à NCAA uma isenção antitruste para ajudar a impor um teto nos pagamentos aos atletas e outras regras que têm sido desafiadas judicialmente nos últimos anos. Entre as medidas, os atletas poderiam transferir-se apenas uma vez sem penalidade durante a carreira universitária e haveria um limite de cinco anos para competir, contado a partir do término do ensino médio ou dos 19 anos.
Durante a votação no Senado, foram analisadas sete emendas. Uma delas, rejeitada por pouco (52-47), tentava limitar o salário dos treinadores a US$ 5 milhões por ano e restringir a frequência com que podem trocar de emprego. O senador Cory Booker criticou o projeto, afirmando que "vende os atletas universitários" ao não aplicar regras semelhantes aos treinadores.
O projeto também tenta conter a realocação de conferências, limitando a 20 o número de escolas nas conferências Power 4, como Big Ten e SEC, e impondo um período de três anos sem filiação para escolas que mudem de conferência, medida que expira no final de 2031.
Além disso, o teto de gastos diretos das escolas com atletas seria elevado de cerca de US$ 21,5 milhões para aproximadamente US$ 49 milhões, com US$ 5 milhões reservados para esportes não comerciais e olímpicos. Essa mudança veio após lobby bem-sucedido do Big Ten e SEC.
O projeto recebeu apoio bipartidário e de representantes da NCAA, que destacaram a importância de proteger os esportes universitários e garantir benefícios aos atletas. No entanto, críticos argumentam que o aumento do teto e o prazo para realinhamento podem intensificar a competição financeira entre conferências menores.
Emendas aprovadas exigem que departamentos atléticos divulguem investimentos de governos estrangeiros, aumentam o limite de times nas conferências Power para 20 e mantêm o direito dos atletas de processar suas instituições por questões como má conduta sexual ou morte por negligência.
O projeto não aborda diretamente a questão do reconhecimento dos atletas como empregados, o que impediria a sindicalização e negociação coletiva. Essa neutralidade foi um compromisso para garantir a aprovação no Senado, mas representa um desafio para a votação na Câmara.
O Protect College Sports Act é visto por seus apoiadores como uma medida necessária para estabilizar o cenário dos esportes universitários após decisões judiciais que enfraqueceram a capacidade da NCAA de regular o setor. O projeto segue para votação na Câmara dos Representantes, que começará sua sessão legislativa em 9 de novembro.
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SEC afirma que onside kick dos Vols contra Texas deveria ter resultado em penalidade
A SEC declarou que o onside kick realizado pelo Tennessee Volunteers contra o Texas Longhorns deveria ter sido penalizado e o lance repetido. A jogada ocorreu com 1:22 restante no jogo, quando Tennessee tentou um dropkick que foi recuperado, mas a defesa do Texas manteve a vitória.
Durante o jogo entre Tennessee Volunteers e Texas Longhorns, um onside kick realizado por Tennessee deveria ter resultado em penalidade, segundo a SEC. O lance ocorreu com 1:22 para o fim da partida, quando Tennessee marcou um touchdown e tentou o onside kick para tentar empatar ou virar o jogo.
O kicker dos Vols executou um raro dropkick, fingindo ir para um lado antes de chutar para o outro. A bola girou longe de um jogador do Texas e foi recuperada por Tennessee. No entanto, a defesa do Texas conseguiu impedir a virada ao defender um passe Hail Mary na end zone, garantindo a vitória por 20-17 e mantendo a invencibilidade da equipe texana, que está 4-0 e é líder no ranking da Associated Press.
O técnico do Texas, Steve Sarkisian, questionou a legalidade do chute na entrevista pós-jogo. A SEC emitiu uma declaração oficial afirmando que o onside kick foi incorretamente arbitrado e deveria ter resultado em uma penalidade de cinco jardas contra Tennessee, com a repetição da jogada.
A SEC explicou que, embora o dropkick seja permitido, o chute livre deve ser feito a partir da linha de restrição da equipe que chuta, que é a linha de 35 jardas no kickoff, salvo se alterada por penalidade. No lance em questão, a bola estava pelo menos uma jarda atrás da linha de 35 jardas quando foi chutada. Além disso, após a bola estar pronta para o jogo, o kicker não pode mudar sua posição lateral entre as marcas da linha, a menos que haja um tempo pedido ou em um chute subsequente. O movimento do kicker após o sinal de pronto violou essa regra, o que deveria ter resultado na penalidade e repetição da jogada.
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USC suspende linebacker Desman Stephens por um jogo após entrada violenta em QB Dante Moore, do Oregon
O linebacker Desman Stephens, do USC, foi suspenso por um jogo após uma entrada dura que resultou na expulsão durante a derrota por 41-27 para o Oregon. Stephens também pediu desculpas pelo comportamento inadequado após o lance.
Durante o jogo entre USC e Oregon, Stephens acertou uma entrada dura no quarterback Dante Moore, que tentava deslizar para evitar o contato. O impacto fez com que a cabeça de Moore batesse no chão, deixando-o caído e sendo atendido por um longo período pela equipe médica.
Após a jogada, Stephens comemorou o lance de forma inadequada, mesmo depois de ser expulso por targeting. O técnico do USC, Lincoln Riley, declarou que o comportamento do jogador foi inaceitável e não condiz com o caráter do time ou do atleta. Stephens reconheceu o erro, aceitou as consequências e prometeu aprender com a situação.
Moore foi levado de ambulância ao Los Angeles General County Hospital, onde foi informado que ele apresentava movimento em todos os membros e estava sendo avaliado cuidadosamente. O técnico do Oregon, Dan Lanning, classificou a jogada como "nojenta" e comentou que a energia do jogo mudou naquele momento.
Jogadores do Oregon também criticaram a jogada como suja. Apesar da expulsão, Stephens permaneceu no banco do USC pelo restante da partida. Riley explicou que isso ocorreu porque ele é parte do time. Lanning afirmou que não viu a reação de Stephens após o lance e que qualquer punição adicional caberia à conferência ou ao próprio técnico do USC.
Stephens emitiu um pedido público de desculpas, afirmando que sua reação foi inapropriada e que assume total responsabilidade. Ele desejou uma recuperação rápida a Moore e sua família, ressaltando que seu comportamento não representa o USC ou seu programa.
O jogador cumprirá a suspensão na partida do USC contra Washington, marcada para 3 de outubro, em casa.
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Rankings Semana 4 da NCAA: Florida avança forte e cinco times entram no Top 25
Na quarta semana da temporada de futebol americano universitário, Florida teve um grande salto nos rankings, enquanto cinco novas equipes entraram no Top 25. A SEC mostra movimentações importantes, com Mississippi State em ascensão e Oklahoma em queda.
A quarta semana da temporada de futebol americano universitário da NCAA trouxe mudanças significativas nos rankings de poder. Florida destacou-se com uma grande ascensão após vitória contra Ole Miss, acumulando 498 jardas de ataque e 40 pontos ou mais em cada um de seus primeiros quatro jogos, algo que não acontecia desde 2001.
O Texas, apesar de ter uma ofensiva irregular, mantém um currículo sólido com vitórias contra times ranqueados como Ohio State e Tennessee. A defesa do Longhorns tem sido um ponto forte, com 10 sacks e apenas 1,6 jardas por corrida permitidas.
Georgia continua dominante defensivamente, com uma das melhores defesas da SEC, permitindo apenas 13,3 pontos por jogo. A equipe ainda não foi testada contra adversários de peso, mas pode enfrentar um desafio maior contra Alabama em outubro.
Mississippi State surpreende com uma campanha 4-0 e uma vitória de virada sobre Missouri, impulsionada pelo quarterback Kamario Taylor, que tem sido fundamental para o sucesso da equipe.
Outros destaques incluem Miami, que tem um ataque renovado com o quarterback Darian Mensah, e Indiana, que enfrenta desafios com lesões e execução, mas mantém-se competitiva.
Oklahoma e Texas A&M estão em queda, enquanto equipes como BYU, Notre Dame e Georgia apresentam campanhas sólidas, embora ainda não tenham enfrentado adversários que testem suas capacidades.
Oregon, apesar de uma vitória importante contra USC sem seu quarterback titular, mostra inconsistências.
A temporada ainda está em seus estágios iniciais, e muitos times têm espaço para evoluir.
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Treinador do Ole Miss critica desempenho após derrota contundente para Florida
O técnico Pete Golding classificou a derrota do Ole Miss para Florida como uma 'surra tradicional' e questionou o comprometimento de seus jogadores para superar os problemas da equipe. A derrota por 52-28 expôs falhas defensivas e ofensivas, especialmente na contenção do jogo terrestre adversário.
O Ole Miss sofreu uma derrota significativa para o Florida Gators por 52 a 28, em partida disputada em Gainesville, Flórida. O técnico Pete Golding foi direto ao descrever o resultado como uma "surra tradicional" e expressou dúvidas sobre a motivação de seus jogadores para corrigir as falhas apresentadas.
Após uma vitória emocionante contra LSU, o Ole Miss foi dominado fisicamente, especialmente na linha de frente, permitindo 302 jardas corridas para Florida. O quarterback Trinidad Chambliss lançou para 298 jardas, mas cometeu duas perdas de bola, incluindo um fumble crucial no terceiro quarto que comprometeu a tentativa de reação da equipe.
Golding destacou a importância de manter o incômodo da derrota para impulsionar melhorias, afirmando que alguns jogadores possuem essa "queimação no estômago" para evoluir, mas que não são suficientes no momento. Ele também criticou a defesa pela dificuldade em conter o jogo terrestre e pela falta de coragem para o confronto físico, citando especificamente o running back Jadan Baugh, que marcou 11 touchdowns na temporada, igualando recordes da SEC.
O treinador também mencionou uma conversa dura no intervalo para cobrar mais comprometimento e coragem dos atletas. O linebacker Keaton Thomas comentou que a mensagem foi recebida de formas diferentes entre os jogadores, refletindo no desempenho da segunda metade.
O ataque do Ole Miss sentiu a ausência do running back Kewan Lacy, lesionado no ombro, mas Golding descartou isso como justificativa para a derrota, ressaltando a mentalidade de "próximo homem" para a equipe.
No segundo tempo, o Ole Miss conseguiu diminuir a diferença em alguns momentos, mas um fumble de Chambliss, após um sack, permitiu que Florida ampliasse a vantagem e praticamente garantisse a vitória. Os Gators anotaram touchdowns em cinco posses consecutivas na etapa final, encerrando a partida com uma posse para controlar o relógio.
Chambliss acumula cinco turnovers na temporada, mais do que os três do ano passado, mas mantém confiança na equipe para competir pelo título da SEC e nacional, focando em jogo a jogo.
Florida, sob o comando do técnico novato Jon Sumrall, mostra sinais de recuperação, marcando 40 ou mais pontos em seus primeiros quatro jogos pela primeira vez desde 2001. Sumrall tornou-se o primeiro treinador na história da SEC a marcar mais de 200 pontos nos primeiros quatro jogos.
Apesar do desempenho ofensivo, Sumrall afirmou que a equipe ainda não atingiu seu potencial máximo, demonstrando foco para continuar evoluindo. O running back Jadan Baugh destacou a confiança do grupo, ressaltando que, se mantiverem o foco, serão difíceis de serem batidos.
O Ole Miss terá uma semana livre para tentar corrigir os problemas antes do próximo compromisso.
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Iowa vence Michigan com touchdown no último lance em Ann Arbor
Iowa conquistou uma vitória surpreendente sobre Michigan com um touchdown na jogada final, encerrando o jogo em 20-19. A partida foi marcada por uma virada emocionante e decisões cruciais nos minutos finais.
No sábado, Iowa conseguiu uma virada dramática contra Michigan ao marcar um touchdown no último lance da partida. O quarterback Hank Brown encontrou Reece Vander Zee para um passe de 16 jardas que garantiu a vitória por 20-19 em Ann Arbor.
Brown descreveu o momento como inesquecível, destacando a importância de acreditar até o fim. Segundo a ESPN Research, essa foi a primeira vitória do Iowa em uma década após estar atrás no placar no último minuto do tempo regulamentar.
O técnico Kirk Ferentz ressaltou a determinação da equipe, que não desistiu mesmo diante das dificuldades no quarto período. Após perder um field goal de 51 jardas com 2:33 restantes, Iowa recuperou a posse no seu próprio campo com 1:46 no relógio e apenas um tempo para usar.
Em uma jogada crucial, o defensor de Michigan Zeke Berry foi penalizado por conduta antidesportiva, o que colocou Iowa em território adversário. Logo depois, Brown completou um passe de 29 jardas para Addison Ostrenga, levando o time até a linha de 16 jardas de Michigan.
Uma lesão no defensor John Henry Daley paralisou o relógio, dando a Iowa dois segundos para a última jogada. Brown então lançou para Vander Zee, que marcou o touchdown decisivo.
Essa campanha de 91 jardas foi a segunda mais longa de Iowa nos últimos cinco anos. Com o resultado, Iowa (4-0, 1-0 na Big Ten) venceu um adversário ranqueado da conferência pela primeira vez desde 2021 e conquistou sua primeira vitória fora de casa contra um time ranqueado da Big Ten desde 2015.
O técnico de Michigan, Kyle Whittingham, reconheceu a decepção no vestiário, mas ressaltou a importância de superar as adversidades e continuar trabalhando.
Este foi o segundo jogo da temporada decidido no último lance na Big House. Michigan havia vencido controversamente a Western Michigan na estreia com um passe Hail Mary após uma revisão que adicionou um segundo no relógio, decisão que posteriormente foi questionada pela comissão de supervisão da NCAA.
Iowa enfrentará o Ohio State, time ranqueado em sétimo lugar, em casa no próximo sábado.



