
F1 reduz emissões em 12% e avança rumo à meta de carbono neutro até 2030
A Fórmula 1 anunciou que suas emissões totais caíram em 12% em comparação a 2024, com quase 80.000 toneladas de CO2 equivalente eliminadas desde o início do programa de sustentabilidade.
A Fórmula 1 continua a avançar em sua meta de alcançar a neutralidade de carbono até 2030. Desde o início de seu programa de sustentabilidade, a categoria conseguiu remover quase 80.000 toneladas de CO2 equivalente de suas operações, o que equivale a uma pessoa voando mais de 500 milhões de quilômetros.
As principais reduções nas emissões foram obtidas através de melhorias em fretes e logística, investimentos em combustíveis de aviação sustentáveis (SAF) e projetos de energia renovável. As emissões das fábricas e instalações caíram 64% em comparação a 2018, enquanto as emissões de viagens diminuíram 27% e as de logística, 29%.
Apesar da expansão do calendário para 24 corridas em 2025, as emissões das operações de eventos caíram 6%. A F1 também começou a utilizar soluções de baixo carbono em todos os três principais métodos de frete: terrestre, aéreo e marítimo. O investimento em SAF foi dobrado em relação a 2024, reduzindo as emissões de voos charter em cerca de 40%.
O CEO da Fórmula 1, Stefano Domenicali, afirmou: "Reduzimos nossa pegada enquanto o esporte continua a crescer e alcançar novas audiências ao redor do mundo."
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