RDZNNFL · NBA · NHL · MLB e mais
Golden State Valkyries vence o título da WNBA em sua segunda temporada

Golden State Valkyries vence o título da WNBA em sua segunda temporada

O Golden State Valkyries derrotou o Atlanta Dream por 68 a 63 no Jogo 7 das finais, em 31 de outubro, e conquistou seu primeiro título da WNBA. A equipe chegou à conquista em apenas dois anos, antes da meta de cinco temporadas estabelecida pelo proprietário Joe Lacob.

Compartilhar

O Golden State Valkyries venceu o Atlanta Dream por 68 a 63 no Jogo 7 das finais da WNBA, em 31 de outubro, no Chase Center, e conquistou o primeiro título de sua história. A franquia alcançou a marca em sua segunda temporada, três anos antes do prazo de cinco temporadas anunciado por Joe Lacob, proprietário da equipe.

A construção do time começou em outubro de 2024, quando Natalie Nakase foi entrevistada por Lacob para o cargo de treinadora. Ele apresentou a ambição de conquistar um campeonato em cinco anos. Nakase respondeu com entusiasmo e, depois da conversa, procurou mentores para saber como transformar a meta em realidade.

A orientação recebida foi estabelecer uma cultura clara e reunir atletas competitivas, dispostas a colocar o grupo em primeiro lugar. Ao lado da gerente-geral Ohemaa Nyanin, Nakase definiu uma identidade baseada em intensidade, defesa e ausência de egos. A equipe enfrentou dúvidas externas sobre o projeto, mas manteve esse plano.

A montagem do elenco

No draft de expansão de 2024, o Valkyries selecionou Veronica Burton e Kayla Thornton, que se tornaram pilares da franquia, além da italiana Cecilia Zandalasini. Tiffany Hayes chegou como agente livre, enquanto a francesa Janelle Salaun foi contratada para um vínculo de training camp. Em 2025, a equipe escolheu Juste Jocyte, então com 19 anos, na quinta posição do draft; a atleta permaneceu no exterior naquele ano.

Em sua temporada inaugural, em 2025, o Golden State tornou-se a primeira franquia de expansão da história da WNBA a chegar aos playoffs logo no primeiro ano. A equipe foi eliminada pelo Minnesota Lynx na primeira rodada, mas a campanha ajudou a estabelecer uma base para o projeto e tornou o time uma opção atraente para agentes livres.

Gabby Williams estava nos planos de Nyanin desde o início. Nakase se encontrou com a jogadora na Turquia, em 2025, para apresentar o projeto, mas o Seattle Storm a manteve sob direitos exclusivos de negociação naquela offseason. Quando Williams voltou a ficar disponível, o Valkyries retomou a investida, com Lacob participando do recrutamento ao lado de Nakase e Nyanin.

Um dia depois de contratar Williams, a equipe também acertou com Kiah Stokes, que havia passado quatro temporadas no Las Vegas e conquistado três títulos. Stokes já tinha trabalhado com Nakase por uma temporada. Após Iliana Rupert anunciar que perderia a temporada de 2026 por causa de uma gravidez, Stokes foi titular em todos os jogos e marcou Angel Reese nas finais.

Defesa e ajustes nas finais

Williams foi eleita MVP das finais após marcar 30 pontos no Jogo 7. Na temporada, registrou médias de 14,4 pontos — melhor marca de sua carreira — e aproveitamento de 34,2% nos arremessos de três. Também ficou em segundo lugar na votação para Defensive Player of the Year e foi escolhida para o primeiro time defensivo da WNBA.

A defesa foi central para a identidade do time. Nos três primeiros dias do training camp, Nakase não permitiu que as jogadoras pegassem uma bola: os treinos foram dedicados à defesa. Na temporada regular, o Valkyries liderou a liga nesse quesito, limitando os adversários a 75,1 pontos por jogo, e terminou como a segunda melhor defesa dos playoffs. Stokes somou 31 tocos na pós-temporada, igualando o recorde histórico da WNBA, compartilhado com Lisa Leslie.

A equipe também precisou reagir durante as finais, depois de ficar atrás por 2 a 1. Após os três primeiros jogos, Nakase avaliou sua própria comunicação de forma muito negativa e pediu às atletas que apontassem como ela e o grupo poderiam melhorar. Para o Jogo 4, promoveu Hayes e Kaila Charles à formação titular, nos lugares de Thornton e Zandalasini. Charles terminou a partida com saldo de mais 14, e Hayes marcou 13 pontos. O Valkyries venceu os dois jogos seguintes e fechou a série no sétimo confronto.

A união do grupo também apareceu na primeira rodada, em um Jogo 3 de eliminação contra o Dallas Wings. Quando o time estava atrás no placar, Thornton reuniu Burton, Williams e Charles para uma pausa coletiva sob a cesta. Burton descreveu o momento como uma oportunidade para respirar, permanecer presente e fortalecer a conexão entre as jogadoras.

A conquista coroou o trabalho de Nakase e Nyanin na formação do elenco e na construção de uma cultura coletiva. O título chegou em dois anos, antes da meta anunciada por Lacob, e marcou a primeira conquista da franquia na WNBA.

Fontes

Encontrou um problema?

Se você identificar erro no conteúdo, envie um reporte para revisão editorial.

Mais sobre WNBA

Valkyries e Dream disputam primeiro Jogo 7 da história das Finais da WNBA

Valkyries e Dream disputam primeiro Jogo 7 da história das Finais da WNBA

Golden State recebe Atlanta no Chase Center, em San Francisco, para decidir o título da WNBA. As duas franquias buscam a primeira conquista da liga.

Compartilhar

As Finais da WNBA chegam ao primeiro Jogo 7 de sua história, com Golden State Valkyries e Atlanta Dream disputando o título. A partida decisiva está marcada para sábado, às 20h (de Brasília), no Chase Center, em San Francisco.

As Valkyries, cabeças de chave número 2, recebem o Dream, número 4. Nenhuma das franquias conquistou um título da WNBA.

A série retorna ao Chase Center, chamado de Ballhalla durante os jogos do Golden State, depois de uma vitória para cada equipe nos dois compromissos mais recentes. As Valkyries venceram o Jogo 5, disputado em casa na segunda-feira; o Dream respondeu com uma vitória expressiva no Jogo 6, em Atlanta, na tarde de quinta-feira, e levou a decisão ao jogo final.

A WNBA adotou o formato de melhor de sete nas Finais na temporada passada. Naquela edição, Las Vegas conquistou o título em uma série encerrada em quatro jogos.

Fontes

Houston Comets revelam novos logos para retorno à WNBA após disputa de marca

Houston Comets revelam novos logos para retorno à WNBA após disputa de marca

A franquia apresentou quatro identidades visuais na quinta-feira, depois que pedidos de registro de marca foram publicados nos Estados Unidos. Uma solicitação anterior para registrar o nome Houston Comets foi abandonada na mesma manhã.

Compartilhar

O Houston Comets revelou seus novos logos na quinta-feira, em meio à preparação para o retorno da franquia à WNBA. A equipe havia passado a semana antecipando nas redes sociais o anúncio de novidades sobre a retomada.

Na quarta-feira, oito pedidos de registro de marca relacionados aos logos apareceram no site do Escritório de Patentes e Marcas dos Estados Unidos (USPTO). Os documentos, apresentados pela WNBA Enterprises LLC, correspondiam a quatro desenhos, cada um com dois pedidos: um para serviços de entretenimento e outro para uniformes e roupas esportivas.

Um dos logos traz um emblema circular com um H estilizado. Uma bola de basquete com cauda de cometa atravessa a letra, enquanto Houston Comets aparece ao redor da borda. Outra versão, descrita como o ícone principal, mantém o H estilizado sem o contorno circular.

Os dois logos secundários usam os nomes Houston e Comets. No primeiro, quatro estrelas aparecem entre as letras de Houston, e uma bola com cauda de cometa atravessa parte do T e do O. No segundo, o mesmo elemento passa por parte do C e do O de Comets.

Os pedidos foram apresentados sem especificação de cores, mas os logos divulgados pela equipe apareceram em azul e vermelho. O advogado de marcas Josh Gerben, da Gerben IP, foi o primeiro a noticiar os registros.

Gerben afirmou que ligas e franquias podem registrar marcas inicialmente em outros países para reduzir o risco de vazamentos antes de anúncios de nomes ou logos. Segundo ele, Maurício e Jamaica estão entre os locais usados por organizações esportivas. Um registro internacional pode dar à equipe ou à liga seis meses para apresentar o pedido nos Estados Unidos, preservando a data inicial do registro estrangeiro.

Não está claro se a WNBA adotou esse procedimento neste caso. Gerben também observou que as franquias precisam equilibrar o momento de registrar uma marca com o risco de que outra parte tente registrá-la primeiro.

O nome Houston Comets já era objeto de uma questão de marca desde que a WNBA concedeu a transferência do Connecticut Sun para Houston. Em 2024, a empresa TSTM Holdings LLC, sediada em Delaware, solicitou o registro de Houston Comets para diferentes usos, incluindo roupas e bolsas de academia. A identidade de quem controla a empresa não é conhecida.

Na manhã de quinta-feira, a TSTM Holdings abandonou o pedido, de acordo com os registros do USPTO.

Fontes

Indiana Fever contrata Sheri Sam como assistente de gerente-geral

Indiana Fever contrata Sheri Sam como assistente de gerente-geral

A Indiana Fever contratou Sheri Sam para o cargo de assistente de gerente-geral. Ela chega do Portland Trail Blazers, onde era gerente de scouting desde 2022.

Compartilhar

A Indiana Fever contratou Sheri Sam como assistente de gerente-geral, confirmou uma fonte à ESPN em 30 de outubro de 2026. Sam trabalhava no Portland Trail Blazers desde 2022, como gerente de scouting.

No Trail Blazers, suas atribuições incluíam observar e avaliar jogadores universitários e profissionais. A Fever planejava ampliar o investimento em scouting e análise de dados, e a contratação de Sam foi apresentada como uma etapa desse plano.

Sam atuou por dez temporadas na WNBA e conquistou títulos com o Seattle Storm, em 2004, e o Detroit Shock, em 2008.

A franquia de Indiana segue sem presidente e gerente-geral. Kelly Krauskopf deixou o cargo e Amber Cox foi demitida na semana anterior.

Na temporada regular, a Fever terminou com campanha de 28 vitórias e 16 derrotas e ficou com a sexta posição, pela terceira temporada consecutiva. A equipe foi eliminada pelo Las Vegas Aces na primeira rodada dos playoffs.

A contratação de Sam foi noticiada inicialmente pelo Indy Star.

Fontes

Dream domina o primeiro quarto, vence Valkyries e força jogo 7 nas finais da WNBA

Dream domina o primeiro quarto, vence Valkyries e força jogo 7 nas finais da WNBA

Atlanta derrotou Golden State por 80 a 69 no jogo 6, em casa, e levou a decisão das finais da WNBA para a partida decisiva. O Dream abriu 17 pontos de vantagem no primeiro quarto e chegou ao intervalo com 20 pontos de frente.

Compartilhar

O Atlanta Dream venceu o Golden State Valkyries por 80 a 69 no jogo 6 das finais da WNBA, na State Farm Arena. Com o resultado, a série melhor de sete terá o primeiro jogo 7 da história das finais da liga.

Atlanta começou em ritmo forte e abriu 19 a 5 nos primeiros seis minutos. A equipe acertou seis bolas de três pontos no primeiro quarto, igualando um recorde da franquia, e terminou o período com vantagem de 32 a 15. Foi a primeira vez que o Valkyries sofreu 30 ou mais pontos em um primeiro quarto em seus dois anos de história.

O Dream ampliou a diferença para 20 pontos até o intervalo, depois de marcar 46 pontos na primeira metade. O ataque perdeu intensidade após o descanso, mas Atlanta manteve o controle e fechou a partida com 13 cestas de três pontos, igualando o recorde das finais da WNBA em um jogo de eliminação.

Angel Reese, Rhyne Howard e Allisha Gray somaram 59 pontos. Reese também pegou 14 rebotes e registrou seu quarto duplo-duplo nas finais. Gray acertou uma bola de três no canto nos minutos finais para ajudar a confirmar a vitória.

O Valkyries melhorou defensivamente na segunda metade, quando Atlanta marcou 34 pontos, mas não conseguiu reduzir a diferença o suficiente para ameaçar a liderança. Golden State manteve equilíbrio nos rebotes, mas permitiu que quatro titulares do Dream anotassem em dígitos duplos.

O jogo 7 será disputado no Chase Center, casa do Valkyries. Golden State venceu os jogos 1 e 5 em casa e perdeu o jogo 2 diante de sua torcida. A equipe terá a oportunidade de buscar o título na partida decisiva, enquanto Atlanta tentará conquistar seu primeiro campeonato.

Fontes

WNBA transmitirá loteria do draft de 2027 em 15 de novembro

WNBA transmitirá loteria do draft de 2027 em 15 de novembro

A WNBA anunciou que a loteria do draft de 2027 será exibida pela ESPN em 15 de novembro. Seis equipes participarão da disputa pela primeira escolha.

Compartilhar

A loteria do draft de 2027 da WNBA será transmitida pela ESPN em 15 de novembro, às 19h30 (horário do leste dos Estados Unidos), anunciou a liga. Houston Comets, Toronto Tempo, Washington Mystics, Seattle Storm, Portland Fire e Los Angeles Sparks participarão do sorteio.

Houston e Toronto têm as maiores chances de obter a primeira escolha: cada equipe conta com 329 combinações em mil, ou 32,9%. Os Comets, anteriormente conhecidos como Connecticut Sun, vão se mudar para Houston nesta offseason.

Washington tem a terceira maior probabilidade, de 16,1%, após adquirir a escolha de primeira rodada do Chicago Sky na negociação que enviou Ariel Atkins para a equipe. Seattle aparece com 9,3%, e Portland, com 5,2%.

Los Angeles terá duas escolhas na loteria: a própria, com 2,4% de chance de ser a primeira, e a do Phoenix, com 1,2%. A franquia recebeu a escolha de Phoenix ao negociar Kelsey Plum em agosto.

As probabilidades são calculadas com base nos resultados acumulados das equipes nas duas temporadas anteriores. A exceção são Portland e Toronto, equipes de expansão em 2026, cujas chances foram definidas apenas pelos resultados da temporada passada.

Houston não poderá cair além da terceira escolha, pois tem o primeiro critério de desempate sobre Toronto: o confronto direto na temporada atual. O Sun venceu um dos três jogos contra o Tempo. Toronto, por sua vez, tem garantida pelo menos a quarta escolha.

Entre os nomes de destaque elegíveis para o draft estão JuJu Watkins, da USC, Madison Booker, do Texas, e Hannah Hidalgo, de Notre Dame. O draft está marcado para 12 de abril de 2027.

Fontes

Jogo 6 das finais da WNBA será disputado à tarde na arena do Atlanta Hawks

Jogo 6 das finais da WNBA será disputado à tarde na arena do Atlanta Hawks

O sexto jogo das finais da WNBA será realizado na quinta-feira, às 12h30 no horário do leste dos Estados Unidos, na State Farm Arena, casa do Atlanta Hawks. A mudança permite manter a possibilidade de um sétimo jogo no sábado, no Chase Center.

Compartilhar

O jogo 6 das finais da WNBA entre Atlanta Dream e Golden State Valkyries será disputado na quinta-feira, às 12h30 no horário do leste dos Estados Unidos, na State Farm Arena, em Atlanta. A arena tem capacidade para 17 mil pessoas e também é a casa do Atlanta Hawks.

A partida do Hawks contra o Cleveland Cavaliers, marcada para a mesma noite, foi transferida para as 20h. O ajuste mantém a possibilidade de um jogo 7 no sábado, no Chase Center, em San Francisco.

A WNBA e a NBA avaliaram alternativas para manter o jogo 6 no horário nobre. Como Hawks e Cavaliers também jogam na quarta-feira à noite, não havia possibilidade de antecipar o confronto entre as equipes para a quinta-feira.

Uma das opções consideradas era realizar o jogo 6 na sexta-feira, em uma data disponível na State Farm Arena, e transferir um eventual jogo 7 para terça-feira, 3 de novembro, no Chase Center. A liga optou pela partida à tarde em Atlanta para evitar que uma possível decisão do título fosse disputada no Gateway Center, arena do Dream com capacidade para 3.500 pessoas.

Os jogos 3 e 4 das finais em Atlanta também exigiram ajustes na programação da State Farm Arena. A definição do novo horário envolveu a WNBA, a NBA, o Hawks, a arena, o Dream, as Valkyries e as parceiras de transmissão.

A comissária da WNBA, Cathy Engelbert, afirmou que a liga espera oferecer a mais torcedores a oportunidade de acompanhar o jogo em Atlanta. Ela também agradeceu às equipes, à NBA, à arena e à USA Network pela colaboração para viabilizar a mudança.

O técnico do Dream, Karl Smesko, disse lamentar que o horário possa dificultar o acompanhamento da partida para pessoas que estarão trabalhando. Ainda assim, afirmou esperar que o maior número possível de torcedores consiga assistir ao jogo. Smesko também disse que a diferença para as equipes será não realizar o treino de arremessos antes da partida.

A técnica das Valkyries, Natalie Nakase, afirmou que o horário antecipado não deve prejudicar sua equipe e destacou descanso e recuperação como as principais preocupações. Ela também demonstrou confiança de que os torcedores do time acompanharão a partida, inclusive pelo celular.

Angel Reese e Allisha Gray, do Dream, trataram o horário como um fator secundário. Gray afirmou que a equipe está concentrada em vencer o jogo 6, independentemente do horário.

As Valkyries chegam à partida com vantagem de 3 a 2 na série. No jogo 5, em San Francisco, venceram o Dream por 64 a 55.

Fontes